Ortodontia: quais os seus benefícios para o sorriso?

Share on facebook
Compartilhe
Share on twitter
Tweet Isso
Share on linkedin
Compartilhe

Ortodontia é a área da odontologia que corrige o posicionamento dos dentes e ossos faciais

Você sabia que a ortodontia é a especialização da odontologia que possui maior foco na posição dos dentes na arcada dentária?

Para seguir na área da ortodontia, o aluno recém-graduado deve fazer uma especialização, que atrai muitos profissionais. Mas você sabe o que é ortodontia?

Ortodontia é a área odontológica responsável pela correção das posições dos dentes e ossos maxilares que envolvem o rosto.

E como falamos no começo do artigo, esse profissional cuida também do desenvolvimento da arcada dentária como um todo, tendo como objetivo que ele seja feito da melhor maneira possível e sem problemas.

Em outras palavras, é o ortodontista quem irá verificar se existem alterações ou uma má formação dessa estrutura bucal.

É por meio da área ortodôntica que o profissional pode proporcionar ao paciente a melhora em sua saúde bucal, contando também com uma boa aparência esteticamente, e dentes em ótimo estado de conservação e posição.

E se você deseja saber mais sobre esta área dentre as tantas que existem na odontologia, você está no lugar certo!

Saiba mais detalhes e curiosidades sobre a ortodontia aqui neste artigo. Vamos lá?

  1. Qual a Função de um Ortodontista?
  2. Quais os Tipos de Ortodontia?
  3. Preciso de Um Ortodontista?
  4. Causas da Doença Periodontal
  5. Como São Feitos Tratamentos Ortodônticos?
  6. Conheça os Tipos de Aparelhos Ortodônticos
  7. Qual a Diferença da Endodontia e Ortodontia?
  8. Como se Especializar na Área de Ortodontia?

Qual a Função de um Ortodontista?

Antes de mais nada, é preciso explicar exatamente qual é a função do ortodontista.

E para isso, é necessário ter em mente o que foi citado anteriormente sobre as áreas nas quais o ortodontista age, tanto na estrutura da boca, quanto também na harmonia bucal.

Sendo assim, podemos dizer que a missão desta especialidade odontológica é a de fazer com que a boca do paciente fique mais saudável, possuindo uma aparência melhor e dentes que durarão por toda a vida.

Mas como o profissional chega até o tratamento e garante tais benefícios aos pacientes?

A resposta para isso é simples: por meio do estudo, prevenção e tratamento das disfunções que podem acometer o crescimento e desenvolvimento do rosto, dos dentes e da oclusão dental.

Também conhecida como a especialidade que coloca aparelho nos dentes, essa área mexe com a posição dos dentes, da mandíbula e da maxila para corrigir principalmente problemas na oclusão dentária.

É válido lembrar que alguma alteração nestes três fatores da anatomia da boca pode deixar os dentes tortos, que por sua vez geram maior dificuldade para realizar limpeza, e consequentemente a perda precoce deles.

Além disso, é possível que os dentes tortos causem outras consequências como o estresse adicional nos músculos responsáveis pela mastigação.

Esse estresse, por sua vez, pode gerar outros problemas como:

Outros Problemas que Surgem por Consequência de Dentes Tortos

É válido pontuar que além do desconforto estético, também existem os fatores prejudiciais que os dentes tortos causam a aparência da pessoa e isso pode trazer desdobramentos sobre a autoestima, por exemplo.

Além disso, a falta de alinhamento entre os dentes ou a presença de dentes tortos pode dificultar a alimentação. O que influi em vários problemas na saúde corporal dependendo do caso que o paciente apresenta.

Sendo assim, é de suma importância que o paciente procure pela ajuda de um ortodontista o quão antes possível para cuidar de eventuais problemas que podem acometer o bom andamento de sua saúde bucal.

Quais os Tipos de Ortodontia?

Quais os tipos de ortodontia?

Ao todo, existem três tipos de ortodontia que podem ser elencados. Confira-os abaixo:

  1. Ortodontia preventiva;
  2. Ortodontia interceptiva;
  3. Por fim, a ortodontia corretiva.

A diferença entre os três tipos se dá principalmente quanto ao momento no qual é feita a abordagem no paciente. Podendo ser feita ainda durante a fase de crescimento, durante a adolescência ou então na idade adulta.

Sendo assim, explicaremos agora mais detalhadamente sobre cada uma delas e quais são os principais procedimentos tomados em cada área.

Preventiva

Como o próprio nome sugere, tal segmento da ortodontia é responsável por prevenir que eventuais problemas acometam as crianças na fase de crescimento do osso facial.

Além disso, essa área também possui um papel importante quando os dentes de leite começam a cair e dar espaço para os dentes permanentes.

Neste segmento, entretanto, é mais comum o uso de aparelhos móveis, tendo em vista que eles não possuem uma ação mais agressiva sobre a estrutura dental e óssea do rosto.

Interceptiva

Aqui, no entanto, a ação do dentista é a de impossibilitar que o problema se forme ou então que ele se desenvolva e se agrave no paciente.

Sendo assim, ele percebe o começo do quadro, e então, planeja como barrar o problema de forma a não se instaurar completamente no paciente.

As questões mais comuns estão entre o posicionamento dos elementos dentais e dos ossos, além de disfunções respiratórias e posicionamento errado tanto da língua quanto labial.

Contudo, nesse tipo de ortodontia, os pacientes já estão com idade suficiente para que possam ser utilizados aparelhos móveis e aparelhos fixos na porção anterior do arco dental.

Corretiva

Esse tipo, por sua vez, já é mais comumente aplicado para corrigir quando os problemas já se encontram devida e totalmente situados na boca do paciente.

Via de regra, os procedimentos dessa área são feitos em adolescentes entre 16 e 18 anos ou então em adultos.

Isso se dá principalmente quando em ambos os casos o paciente já conclui o crescimento, e como citado anteriormente. o problema já tomou conta e pode gerar outras disfunções.

O tipo mais comum de distúrbio aqui é a má oclusão dental, que por sinal é o tratamento que demora mais tempo e dá mais trabalho ao profissional para ser revertido, mas é possível tratar.

Dependendo do quadro que o paciente apresenta, se ele for mais grave, pode ser necessária uma cirurgia ortognática ou então extrações dentárias de forma a abrir espaço para garantir uma boa oclusão.

Mas existem outras maneiras de corrigir de fato as disfunções, como por exemplo:

  • Aparelho fixo com outros acessórios juntos, como o elástico por exemplo;
  • Alinhadores transparentes.

Ambos possuem um papel importante dentro do tratamento quando feito corretamente, contudo é válido lembrar que nesses casos em específico pode ser que o paciente precise ficar com o aparelho por meses ou até anos.

Quais os Benefícios dos Tratamentos Ortodônticos?

Existem algumas vantagens que podem ser elencadas quando falamos dos tratamentos ortodônticos, independentemente da idade na qual eles sejam feitos.

Contudo, é válido dizer que a maioria dos ganhos se torna mais influente ou têm mais peso, principalmente durante a fase da adolescência. Por ser uma idade onde a pessoa ainda está passando pela autoaceitação.

São eles:

  • Benefícios estéticos: corrigir o posicionamento dos dentes também muda a disposição dos lábios, deixando-os mais volumosos;
  • Aperfeiçoamento das funções bucais: tanto dicção quanto fala e respiração são funções desempenhadas pela cavidade oral que podem melhorar junto da correção de problemas dentais e ósseos;
  • Conter dores de cabeça: como citado anteriormente, problemas na mordida podem causar dores de cabeça. Logo, corrigindo os problemas pode-se evitar dores causadas por isso;
  • Prevenção contra problemas bucais: a limpeza é mais fácil quando os dentes estão alinhados e a mordida está boa, o que evita o acúmulo de placa de tártaro e até de cárie;
  • Benefícios psicológicos: um sorriso bonito deixa a estética melhor, agregando para a autoestima do paciente e até podendo melhorar sua personalidade ou sua vida social.

Apesar de possíveis dificuldades que podem existir durante o tempo de realização do tratamento, benefícios não faltam assim que este for concluído.

E entre outros motivos, uma das principais recomendações de um ortodontista aos pais de uma criança que possui disfunções dentárias ou ósseas é que “o seu filho terá um sorriso lindo quando concluído o procedimento”.

Preciso de um Ortodontista?

Preciso de um ortodontista?

É somente o profissional qualificado quem poderá informar a necessidade de um tratamento ortodôntico. E sendo assim, ele fará a indicação de um ortodontista que irá auxiliar no tratamento quando houver a necessidade.

Mas entre problemas que levam a necessidade de um procedimento ortodôntico, podemos encontrar os seguintes casos:

  1. Sobremordida, ou mordida profunda: é quando os dentes superiores cobrem os dentes inferiores quase que por completo, causando problemas de mastigação e um sorriso agressivo;
  2. Mordida cruzada: ao morder, a arcada superior não se encontra um pouco a frente da arcada inferior, como deveria estar naturalmente;
  3. Mordida aberta: quando ao morder há um espaço que fica vazio entre os dentes da arcada superior e os da inferior;
  4. Apinhamento: quando a arcada dentária não consegue acomodar todos os dentes ou então quando os dentes se acomodam da maneira como podem no arco dental;
  5. Diastema: quando há espaços que não estão ocupados entre os dentes;
  6. Desvio de linha mediana: quando o centro da arcada superior e o centro da arcada inferior não estão alinhados.

Todas as disfunções aqui citadas dependem de um diagnóstico que será feito por um profissional da área, e logo será começado o tratamento o mais breve possível para poder reverter o quadro.

Como é Feito o Diagnóstico na Ortodontia?

Como é feito o diagnóstico

Como citado antes, o diagnóstico possui uma forte influência sobre o andamento do tratamento ortodôntico do paciente.

E para isso, o ortodontista usa de alguns artifícios que o auxiliam na hora de fazer a análise e passar de fato então para o tratamento. Os procedimentos que o profissional toma são os seguintes:

Todos estes fatores, juntos, são feitos individualmente e servem para traçar o melhor tratamento possível para cada um dos pacientes.

Como São Feitos os Tratamentos Ortodônticos?

Como são feitos os tratamentos ortodônticos?

Entre os tratamentos ortodônticos, os profissionais desta área usam principalmente os aparelhos fixos ou móveis.

Tais instrumentos auxiliam para que o paciente tenha uma boa formação tanto dos dentes quanto dos ossos maxilares.

E para fazer com que isso aconteça, os aparelhos exercem pressão sobre estes dois elementos estrutura facial.

Todavia, o tipo de tratamento irá variar de acordo com a gravidade do problema que o paciente apresenta e de um acordo feito entre o profissional e o paciente.

Contudo, o aparelho fixo é o tratamento mais comum.  Ele é constituído por peças que são coladas nos dentes, chamadas de braquetes, e interligadas com fios metálicos que possuem o formato de arco.

Esse sistema permite que sejam aplicadas força e tensão sobre os dentes para que eles se encaixem na posição correta dentro da boca.

Sendo assim, o profissional deve acompanhar o andamento do quadro com uma certa frequência, analisando quais reflexos surgem na posição da arcada dentária.

E as ações que ele pode tomar são principalmente mudar o fio metálico, ou então colocar elásticos nos braquetes que puxarão a arcada para o local certa.

Mas uma dúvida que pode surgir é: quanto tempo demora para tirar o aparelho fixo?

E para responder isso é válido pontuar, entretanto, que o processo de reorganização dos dentes pode durar desde meses até anos.

Portanto, é impossível determinar a duração exata que o tratamento terá. O que pode ser afirmado é que o tempo médio é de 3 anos.

Quais são Outras Opções Para o Tratamento com o Aparelho Fixo?

Os aparelhos fixos especiais, que são colados nos dentes com o auxílio de bandas, servem para controlar problemas como língua-presa e o costume de chupar os dedos.

Também existe o mantenedor de espaço fixo, que nada mais é do que um protetor de espaço que faz com que o local que era ocupado pelo dente de leite que caiu precocemente continue aberto.

Os aparelhos móveis são os mais diversos, mas também funcionam como uma forma de tratamento ortodôntico.

Entre eles, os niveladores são como uma alternativa para os aparelhos fixos, tendo em vista que eles não têm os fios nem os braquetes e podem ser removidos para fazer as refeições, por exemplo.

A ortodontia também se utiliza de aparelhos reposicionadores de mandíbulas para tentar alcançar um fechamento mais correto.

Como Funciona de Fato o Tratamento? Podem ser Elencadas Etapas ou Fases?

Tendo em vista que o resultado positivo depende de alguns fatores que contam principalmente com a colaboração do paciente, experiência do profissional e seguir as etapas do tratamento, podemos elencar seis passos.

Mas antes de entrarmos a fundo nos passos, precisamos frisar que é recomendado seguir os passos conforme apresentados tendo em vista que o não cumprimento pode gerar problemas estéticos e na saúde bucal também.

E podem existir eventuais circunstâncias que atrasem o tratamento, como eventuais extrações que sejam indispensáveis, alguma cirurgia ou problemas acusados por se manter ruins hábitos de higiene.

Dito isso, podemos entrar de fato nas etapas que constituem o tratamento ortodôntico. Vamos lá?

Diagnóstico

Este é sempre o primeiro passo uma vez que é ele quem definirá a necessidade do paciente bem como uma análise de qual será o procedimento a ser tomado.

Após feito isso, o ortodontista deve explicar tudo para o paciente e dizer quais são as possíveis opções de tratamento para que juntos seja escolhido o melhor procedimento, acessível financeiramente e de qualidade.

Colocar o aparelho

Aqui podemos dizer que o tratamento realmente foi iniciado.

Novos exames e fotos serão feitas para poder ter como registro como estava o quadro no início do tratamento e fazer a comparação quando o aparelho for retirado.

E logo após tiradas as fotos e feitos os exames, o aparelho é de fato colocado.

A partir do momento em que o aparelho é instalado nos dentes do paciente eles já começam a fazer o reposicionamento a fim de corrigir o problema, independente de qual tratamento tenha sido escolhido.

Contudo é válido lembrar a necessidade de manter uma boa higiene bucal, para prevenir problemas como cárie e acúmulo de placa.

Sendo assim, a intenção é para que a correção do problema seja feita em bom andamento e não existam eventuais contratempos que atrapalhem ou interrompam o tratamento.

Posicionamento

Juntamente com o diagnóstico, este é um dos passos cruciais para que o tratamento seja bem-sucedido uma vez que os dentes precisam estar bem nivelados e alinhados para que o reposicionamento deles seja efetivo.

É por essa razão que geralmente a primeira correção feita sobre os dentes é realizada com a utilização de fios leves e mais finos, justamente para girar os dentes e promover o alinhamento entre eles.

Existem situações onde é necessário que um dente seja retirado para que isso ocorra, mas normalmente o alinhamento é feito de forma natural com o fio que mencionamos.

Correção

Após o alinhamento entre os dentes, começa-se a corrigir de fato o problema que o paciente apresenta.

Aqui, começam a ser utilizados fios feitos de aço e mais grossos juntamente com elásticos para movimentar os dentes e realizar os seguintes ajustes:

  • Fechar espaços;
  • Ajustar desvios;
  • Fechar mordidas abertas e outros problemas da oclusão.

Esse pode ser considerado o passo que mais demora.

Contudo, os resultados são altamente visíveis.

Conclusão do Tratamento

Uma vez que os dentes assumem o local os quais eles deveriam de fato estar desde o começo, chega o momento de finalizar o tratamento.

Aqui, podem ser utilizados tanto elásticos verticais quanto dobras nos arcos ou até a instalação de mais braquetes e acessórios.

É comum que o paciente pense que o sorriso já está bom o suficiente quando entra nessa etapa, mas pulá-la pode comprometer todo o tratamento que já foi feito.

Sendo assim, ela precisa de um maior esforço do profissional e a cooperação do paciente junto de uma dose de paciência.

Uso de Contenção

Após removido o aparelho, o paciente pode pensar que o tratamento acabou.

Mas ainda falta um último passo que é tão importante quanto os anteriores: adaptação dos dentes à nova posição.

Durante os primeiros meses esse passo precisa de uma maior atenção, mas as consultas podem possuir um intervalo maior entre elas.

De toda forma, o ortodontista irá indicar a colocação de uma contenção fixa ou então removível para manter a arcada dentária no local.

E sendo assim, ele irá acompanhar o desenvolvimento do quadro para ver se os dentes estão se mantendo na posição certa ou então regredindo à posição anterior.

Todavia, analisando os seis passos aqui citados, é necessário relembrar que: não é possível estimar a duração do tratamento como um todo e nem mesmo de cada etapa separadamente.

Mas isso se dá pelo simples fato de que cada corpo reage de uma forma, e cada um precisa de um acompanhamento individual e próximo por parte do profissional.

Contudo, a cooperação é um fator muito decisivo para que o tratamento demore o menor tempo possível por não existirem contratempos.

Conheça os Tipos de Aparelhos Ortodônticos

Conheça os tipos de aparelhos ortodônticos

Você conhece os tipos de aparelhos ortodônticos? Alguns deles já foram citados aqui, contudo nós iremos agora falar quais são e qual é a principal forma que cada um deles age. Confira:

  • Aparelho fixo: tipo mais comum, onde são utilizados os braquetes com fios e bandas em alguns casos para puxar os dentes à posição na qual se deseja colocá-los;
  • Mantenedor de espaço: utilizado quando o dente decíduo é perdido antes do tempo, ele mantém o espaço aberto para permitir que o dente permanente nasça;
  • Aparelho móvel: tipo de ferramenta ortodôntica que se encaixa na boca do paciente e ajuda principalmente na movimentação da arcada dentária e na reorganização de funções da boca;
  • Jasper Jumper: dispositivo de uso ortopédico que possui dois módulos que exercem força sobre cada lado da boca. Deve ser usado junto do aparelho fixo para corrigir principalmente má oclusão de classe II;
  • Expansor palatino: aparelho que é colocado sobre céu da boca que tem como finalidade alargar o arco da mandíbula superior;
  • Aparelho lingual: funciona como os aparelhos comuns, mas é colocado na parte posterior dos dentes, escondendo braquetes e fios;
  • Aparelho extrabucal: também conhecido como freio de burro, tem como finalidade abrir espaço na arcada dentária e acertar a posição mandibular do paciente.

Mas e Com o Avanço das Tecnologias? Os Aparelhos Sofreram Alguma Alteração?

Mas com o avanço da tecnologia, hoje podemos encontrar aparelhos como o alinhador transparente e invisível, que possui as mesmas características do aparelho fixo.

Entretanto, a principal diferença entre ambos é que o transparente, como o nome sugere, não possui cor por normalmente ser feito de porcelana, gerando um menor desconforto à aparência.

Além disso, também surgiu o aparelho fixo autoligado, que possui se difere do convencional por não possuir as borrachinhas que prendem o fio ortodôntico.

De tal maneira, ele faz com que o fio seja conectado diretamente com o braquete, proporcionando vantagens quando comparado ao fixo normal.

Qual a Diferença de Endodontia e Ortodontia?

Qual a diferença de endodontia e ortodontia?

Mas, afinal, existe diferença de endodontia e ortodontia? E qual é, então, a diferença?

O profissional especializado na endodontia é responsável pelos cuidados com a polpa dentária, que é a parte do dente responsável pela vitalidade dental.

Sendo assim, essa área trata de problemas como o dente inflamado e também o tratamento de canal, por exemplo.

Já o tratamento ortodôntico é mais focado em manter o sorriso com maior beleza e alinhamento.

De tal forma, são utilizados os aparelhos aqui citados para prevenir e tratar problemas que alterem a harmonia facial, os arcos dentários ou então a mordida.

Sendo assim, a diferença entre as duas áreas é que enquanto uma cuida da vitalidade dental, a outra cuida do bom funcionamento da boca e dos elementos que a compõe.

Como se Especializar na Área de Ortodontia?

Como se especializar na área da ortodontia?

Para se tornar especialista na área de ortodontia, é necessário que após os cinco anos da graduação em odontologia o aluno faça ainda um curso de especialização.

Entretanto, este curso pode ser feito por meio de uma especialização lato sensu, ou então stricto sensu que seria o mestrado ou o doutorado.

De toda forma, o ensinamento que o futuro profissional ortodôntico terá será sobre:

  • Crescimento e desenvolvimento ósseo da face;
  • Anatomia facial;
  • Biogênese da oclusão dental;
  • Causas da má oclusão dental;
  • Modos de tratamento das três áreas da ortodontia, tanto tratamentos preventivos, como interceptivos e corretivos.

Como citamos antes, essa é uma das áreas mais procuradas pelos profissionais da área da odontologia.

Mas isso se dá principalmente pela grande quantidade de público que carece de tratamentos ortodônticos e também porque é uma das áreas que possui uma maior possibilidade de sucesso também.

E, apesar de existir uma grande gama de locais que oferecem o curso, uma grande dúvida surge: qual é o melhor local para fazer a especialização?

Mas para responder a tal pergunta, podemos elencar alguns pontos que ajudam na hora de escolher qual é o melhor local. Confira:

  • O curso oferece um suporte técnico para realização de tratamentos que tenham uma boa base científica?
  • A fundamentação teórica do diagnóstico e da mecânica ortodôntica abrangem o estudo de alguns casos clínicos utilizados como exemplo?
  • São oferecidas aulas teóricas que possuem os conhecimentos técnicos como base que as fundamenta?
  • São feitas simulações que representam os procedimentos clínicos da ortodontia?
  • É feito um contato supervisionado com o cliente?
  • São apresentados casos clínicos para estudo mais aprofundado?

A base dessas perguntas são a alta competitividade e concorrência entre as clínicas que oferecem esse tipo de serviço ao público.

Existe Alguma Dica que Pode ser Dada para Nortear?

Uma dica que podemos dar é: escolha cursos que tenham reconhecimento do Ministério da Educação (MEC).

Para escolher, leve em consideração o conceito sobre o local, bem como o corpo docente, modelo de ensino e infraestrutura que oferece materiais de qualidade.

Para poder oferecer um bom tratamento aos futuros pacientes é necessário ter uma boa formação e estar ciente dos avanços tecnológicos que ajudam nos tratamentos ortodônticos.

De tal maneira, escolher o melhor local para fazer o curso de especialização de ortodontia é o primeiro passo para poder se tornar um profissional renomado e altamente qualificado na área.

Silmara Alves Rozo Ducatti

Silmara Alves Rozo Ducatti

Cirurgiã-dentista graduada pela Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE) e especialista em Ortodontia pelo Sindicato dos Odontologistas de Mato Grosso do Sul (SIOMS).

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sobre a Simpatio

Somos dedicados em criar conteúdo de qualidade e informativo. Nossa missão é informar pacientes, dentistas e clínicas provendo conteúdos altamente relevantes sobre odontologia e saúde bucal gratuitamente.

Agende uma consulta

Precisando de algum tipo de ajuda ou apoio relacionado a sua saúde ou estética bucal? Clique no botão abaixo!

Postagens Recentes

Receba Nossos Conteúdos

Preencha seu e-mail acima e receba conteúdos exclusivos gratuitamente!

© All rights reserved

Simpatio 2020

As informações contidas neste site têm como objetivo único informar. A Simpatio tem o compromisso de estimular, e nunca substituir, as relações entre dentistas e pacientes. Sempre deixamos isso muito claro nos textos e na comunicação com nossos leitores. É fundamental que o paciente, ao notar qualquer alteração em sua saúde bucal, consulte seu dentista de confiança. Cada indivíduo requer um tratamento personalizado.