Riscos da má oclusão dentária e como corrigir o problema

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Problemas na oclusão dentária podem ser responsáveis por dores de cabeça e dificuldades na respiração

Atualmente, são inúmeras as técnicas odontológicas que corrigem diversas alterações como a cor ou tamanho dos dentes. Problemas com a oclusão dentária também podem ser reparados, caso seja necessário.

O alinhamento entre os dentes é essencial para quem quer manter a saúde bucal em dia e conquistar o sorriso perfeito. Assim, é importante que a oclusão dentária seja analisada pelo dentista desde a primeira formação dos dentes.

Oclusão dentária é o contato entre a parte superior e inferior da arcada dentária. Em geral, os dentes superiores são maiores que os inferiores, proporcionando o encaixe ideal. Caso essa ordem sofra alguma alteração, ocorre a chamada má oclusão.

Uma oclusão dentária adequada garante o melhor funcionamento de determinadas atividades da cavidade oral. Por isso, é importante que quem sofre com dentes desalinhados procure tratamentos que visem a correção do problema.

Entre essas funções, estão:

  • Mastigação;
  • Fonética;
  • Deglutição.

Tipos de oclusão dentária

Os diferentes tipos de oclusão são divididos em:

  • Classe I

Esse tipo de oclusão é considerado o mais comum e correto. É caracterizado pela presença de dentes superiores levemente maiores que os inferiores. Portanto, a mordida ocorre de maneira normal.

  • Classe II

É considerado um tipo de má oclusão. Na oclusão dentária de classe II, a parte superior da arcada dentária é muito maior quando comparada com a parte inferior, sendo acompanhada do avanço do maxilar.

  • Classe III

Dessa vez, a diferença de tamanho é relacionada aos dentes inferiores. Nesse tipo de má oclusão, os dentes inferiores se apresentam extremamente menores do que os superiores. Desse modo, ocorre o avanço da mandíbula.

A mordida aberta, a mordida profunda e a mordida cruzada também são considerados tipos de má oclusão.

Consequências da má oclusão dentária

Em geral, a oclusão deficiente é leve. Ou seja, não gera grandes efeitos negativos para a pessoa. Porém, em casos mais graves, dentes, gengivas, ossos, músculos, ligamentos e articulações da boca são prejudicados.

A oclusão correta evita que sejam feitos esforços excessivos durante o processo de trituração de alimentos. Assim, o ato de morder ou mastigar se torna desconfortável e até doloroso para quem sofre com a má oclusão.

Entre outros sintomas, estão:

  • Maior desgaste dos dentes;
  • Dores de cabeça;
  • Dores no pescoço;
  • Dores no maxilar e na mandíbula;
  • Dificuldades de respiração;
  • Alteração na aparência facial;
  • Dificuldades de fala;
  • Limitação da abertura bucal;
  • Aumento no risco de doenças orais, como a cárie;
  • Má postura;
  • Perda precoce de dentes definitivos;
  • Problemas na coluna.

O que causa a má oclusão?

O dentes desalinhados podem ser ocasionados por um fator genético, portanto, é transmitido hereditariamente.

Uma deficiência no tamanho da mandíbula também pode fazer com que os dentes não cresçam de maneira correta.

Quando a gengiva é pequena demais, os dentes não tem espaço suficiente para crescer e, consequentemente, não se desenvolvem adequadamente.

O espaço aberto após a perda de um dente, se não for tratado de maneira correta, afeta os dentes vizinhos. Posteriormente, isso acaba os deslocando.

Além disso, o hábito de chupar o dedo ou até mesmo chupeta durante a infância interfere no desenvolvimento e posicionamento ideal da arcada dentária.

Como tratar a má oclusão?

Os tratamentos ortodônticos que visam resolver o problema da má oclusão estão relacionados ao uso de aparelhos fixos ou móveis.

Entretanto, nos casos mais graves, podem ser necessárias cirurgias corretivas ou a extração de alguns dentes.

É importante lembrar que os problemas referentes à oclusão dentária não são corrigidos espontaneamente. Por isso, apenas um médico dentista pode atuar no solucionamento do transtorno.

Ramiro Murad
Ramiro Murad
Ramiro Murad Saad Neto, cirurgião-dentista com registro no Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CRO-SP) nº 118151, é graduado pela UNIC e residente em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial Facial no Sindicato dos Odontologistas de São Paulo (SOESP - SP). Possui habilitação em Harmonização Orofacial e também é gestor de clínicas e franquias odontológicas. Além disso, é integrante da equipe Bucomaxilofacial da Clínica da Villa, que está na Rua Eça de Queiroz, 467 - Vila Mariana, São Paulo - SP.

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