Importância da arcada dentária e suas principais funções

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Conheça mais sobre a arcada dentária e sua relação com a Odontologia

Nossa cavidade oral é composta por diversas partes. Todos trabalham em harmonia para realizar tarefas como mastigar, engolir e digerir os alimentos, incluindo a arcada dentária. Ela é essencial nessa estrutura!

Existe diferença entre a arcada dentária dos adultos e das crianças? Quais são suas principais funções? Como os dentes ficam alocados nessa estrutura? Afinal, o que é a arcada dentária?

Arcada dentária é o arco formado pelo conjunto dos dentes presentes na boca das pessoas e seus respectivos ossos. O número de dentes pode variar de acordo com a idade, heranças genéticas ou extrações dentais.

O arco formado por dentes é encontrado na parte superior (maxila) e inferior (mandíbula) da boca.

Se você ficou interessado pelo assunto, então fique ligado neste artigo! Isso porque vamos tirar todas as suas dúvidas e trazer curiosidades sobre a arcada dentária. Vamos começar?

  1. Quantos Dentes Têm na Nossa Arcada Dentária?
  2. Funções dos Dentes da Arcada Dentária
  3. Cronologia do Nascimento dos Dentes na Arcada Dentária
  4. Quais Problemas Mais Afetam a Arcada?
  5. Conhecendo Mais Sobre os Aparelhos Ortodônticos
  6. Como é Tirado o Molde da Arcada?
  7. Relação da Arcada Dentária e Odontologia Forense

Quantos Dentes Têm na Nossa Arcada Dentária?

Normalmente, nossa dentição começa a aparecer aos seis meses de idade. Em média, quando atingimos três anos, ela está completa.

Nessa fase da vida, os dentes ainda são decíduos. Ou, como são popularmente chamados, dentes de leite.

  • Quantos dentes temos na infância?
    A arcada dentária infantil costuma apresentar 20 dentes: sendo oito incisivos, quatro caninos e oito molares. Em seguida, eles são progressivamente substituídos pelos dentes definitivos, que nos acompanharão durante a vida toda.
  • Quando os dentes começam a cair?
    Esse processo costuma ter início aos seis anos de idade.
  • Quantos dentes temos na fase adulta?
    A arcada dentária adulta completa possui 32 dentes, divididos em oito dentes incisivos, quatro caninos, oito pré-molares e doze molares. Doenças, anomalias genéticas e extrações dentais podem fazer com que a pessoa tenha um número de dentes menor que a média.

Funções dos Dentes da Arcada Dentária

Funções dos dentes da boca dentro da nossa arcada dentária

Como já foi citado, a dentição decídua conta com 3 tipos de dente. Já na permanente, após o processo de substituição, existe a adição dos dentes pré-molares, fazendo assim com que ela disponha de 4 tipos dentais.

Mas você conhece a função de cada um deles?

  • Incisivos – dentes frontais e afiados que servem para cortar os alimentos;
  • Caninos – Também chamados de presas, são dentes pontiagudos que rasgam e perfuram os alimentos;
  • Pré-molares – esse dente possui duas pontas ou como são chamadas, cúspides. Elas possuem a função de esmagar e moer os alimentos;
  • Molares – esse dente também possui a função de esmagar e moer os alimentos, mas tem um número maior cúspides na superfície da mordida.

Além deles, ainda exista a possibilidade a pessoa desenvolver quatro ou menos dentes do siso, também conhecidos como terceiros molares. Porém, não é todo mundo que possui esse dente.

Eles são os últimos a nascer e normalmente são removidos, talvez por não apresentarem nenhuma função relevante em nossa boca, além de poderem ocasionar o apinhamento dentário.

Todos esses dentes, em conjunto com a saliva, são responsáveis pela mastigação. Esse processo é fundamental, pois é o início de nosso processo digestivo.

Quando arcada dentária está em perfeita harmonia, os alimentos são mastigados corretamente, podendo ser digeridos em pedaços menores.

Isso facilita a digestão, e consequentemente, ajuda o corpo a ter uma maior obtenção energética.

Agora você já conhece bastante sobre a arcada dentária, suas funções e seus componentes.

O essencial é cuidar direitinho dela e de todos os elementos que compõem a anatomia dental, assim ela pode desenvolver todas as suas funções da melhor maneira possível.

Anatomia Dentária

Os principais elementos da anatomia dentária são:

  • Coroa: corresponde a parte visível e superior do dente. O formato da coroa determina qual será a função dos dentes. Por exemplo, os dentes com a coroa mais afiada servem para rasgar os alimentos;
  • Linha de junção dentária e gengival: representa o espaço no qual os dentes se encontram e se alinham entre si;
  • Raiz: ela é responsável pela ligação entre o dente e o osso;
  • Polpa: corresponde ao tecido interno por onde os vasos sanguíneos e nervos do dente passam dentro da cavidade bucal;
  • Esmalte dentário: representa a camada externa que reveste e dá coloração ao dente. Ela é extremamente mineralizada e dura, sendo considerada o tecido mais forte do corpo humano; e
  • Dentina: representa a camada interna, localizada debaixo do esmalte.

Cronologia do Nascimento dos Dentes na Arcada Dentária

Cronologia do nascimento dos dentes: descubra as dentições

Como já vimos, os nossos dentes começam a nascer logo por volta dos seis meses de idade e depois começam a cair. Estes dentes são considerados, portanto, a primeira dentição que temos.

Apenas aos 13 anos de idade, mais ou menos, os dentes permanentes começam a nascer. Estes são considerados a segunda dentição. Agora, vamos conferir mais sobre a cronologia do nascimento dos dentes!

Dentição Decídua

Já sabemos que os dentes de leite são os 20 primeiros dentes a nascerem.

Dessa forma eles correspondem ao primeiro conjunto de dentes existente na vida do ser humano. Os dentes começam a crescer por volta dos seis meses, ou seja, quando ainda somos bebês.

E, é apenas com seis anos de idade que todos os dentes de leite crescem e, então, começam a cair de forma natural. O processo de troca de dentes continua até a adolescência.

Os dentes decíduos, como também são chamados os dentes de leite, são temporários justamente por caírem em uma fase da nossa vida.

Eles têm como objetivo marcar as posições para o futuro conjunto dentário permanente, que é considerado bem mais forte.

Como o processo é natural, a erupção do dente e queda dele acontece de forma espontânea. Por isso, é preciso manter a calma na hora que os dentinhos do seu pequeno começarem a cair.

Além disso, é preciso ficar sempre em dia com as visitas ao dentista, ou odontopediatra, para confirmar se o processo está ocorrendo de forma adequada e prevista.

O profissional da odontologia fará exames clínicos e pode usar o raio x panorâmico e o scanner intraoral para acompanhar todo o processo de dentição da criança.

Processo de Nascimento dos Dentes de Leite

O processo de erupção dentária do bebê acontece, na maioria dos casos, seguindo uma ordem natural. Dessa forma, o nascimento acontece da seguinte forma: os primeiros dentes de leite a nasceram são os oito incisivos.

Tanto os quatro incisivos superiores como os quatro incisivos inferiores crescem, normalmente, entre o 6º e 16º mês.

Os dentes incisivos são seguidos pelos quatro dentes caninos, logo no mês seguinte, e crescem até 22 meses. Para cada arcada há dois dentes caninos. Ou seja, dois estão na arcada superior e dois estão na arcada inferior.

Os molares nascem durante o 13º e 33º mês, ou seja, quando a criança tem de 1 até 3 anos. No total, são oito molares distribuídos em: quatro no canto superior e quatro no canto inferior.

Processo de Troca dos Dentes de Leite

Mas, e quando a dentição decídua começa a cair? A resposta é simples: normalmente é a partir dos 6 anos de idade que o processo de queda dos dentes começa a agir.

No entanto, em alguns casos, as crianças podem começar a apresentar dentes caídos logo aos 5 anos de idade.

Na maioria dos casos, como já vimos, é entre os 6 e 8 anos de idade que os dentes incisivos começam a cair.

Eles são os primeiros do grupo decíduo a caírem. A partir dos 10 ou 12 anos os dentes caninos e molares também começam a cair. O processo acontece de forma natural e espontânea.

Dessa forma, todos os dentinhos de leite caem de forma rápida, fácil e natural. No entanto, é normal que as crianças fiquem na expectativa da caída do dente e fiquem mexendo para acelerar no processo.

Mas, mesmo muitas crianças empurrarem os dentes de leite com a língua para eles caírem, os profissionais recomendam esperar que o dente caia completamente sozinho. Isso para evitar qualquer trauma na região.

Importante: os processos tanto de nascimento como de caída dos dentes da criança mudam de criança para criança. Por isso, não se preocupe e procure pelas orientações do dentista ou odontopediatra.

Dentição Permanente

Logo depois da queda dos componentes da dentição decídua, os dentes permanentes já começar a crescer, justamente porque são eles que empurram os de leite para fora da boca.

Já vimos que quando nos tornamos adultos, os nossos dentes se desenvolvem. Desse modo, a nossa arcada dentária fica formada por 32 dentes. A dentição permanente, portanto, classifica os dentes em:

  • Incisivos: apresentamos 4 incisivos superiores e 4 incisivos inferiores. Quando sorrimos esses dentes são os primeiros que vemos. São caracterizados por serem chapados e afiados, tendo como finalidade a de cortar alimentos.
    Incisivo Superior Central;
    Incisivo Superior Lateral;
    Incisivo Inferior Central: e
    Incisivo Inferior Lateral.
  • Caninos: nós temos 2 dentes caninos superiores e 2 dentes caninos inferiores. Eles são lembrados por serem pontiagudos e servem para rasgar alimentos.
    Dois Caninos Superiores; e
    Dois Caninos Inferiores.
  • Pré-molares: temos 8 dentes pré-molares. Eles se localizam entre os caninos e os molares e têm como finalidade a de triturar os alimentos.
    Quatro Pré-Molares Superiores; e
    Quatro Pré-Molares Inferiores.
  • Molares: temos 8 dentes molares. Eles se localizam bem no fundo da nossa boca. São caracterizados por serem lisos e servem para triturar e mastigar os alimentos.
    Quatro Molares Superiores; e
    Quatro Molares Inferiores.
  • Sisos: algumas pessoas apresentam os dentes do siso, mas isso não é regra. No total, são 4 dentes, mas o crescimento varia de pessoa para pessoa.
    Dois Sisos Superiores; e
    Dois Sisos Inferiores.

Importante: os dentes do siso são os últimos a nascerem e muitas vezes as pessoas nem chegam a apresentar qualquer um dos sisos desenvolvidos.

Além disso, normalmente são extraídos por atrapalharem a posição dos outros dentes na boca.

Quais Problemas Mais Afetam a Arcada?

Arco formado por dentes pode apresentar alterações estruturais

Os principais problemas que afetam a arcada dentária são:

  • Problemas oclusais ou má oclusão: representam o não encaixe do maxilar (arco dental superior) e da mandíbula (arco dental inferior). Dessa forma, os arcos podem não ter se desenvolvido como o esperado. Com isso, o paciente pode mostrar um tipo de mordida inadequado; e
  • Disfunção temporomandibular: correspondem ao desgaste da articulação temporomandibular. Dessa forma, a mandíbula tem seus movimentos limitados.

Além desses problemas, a arcada dentária mal desenvolvida durante o período de crescimento pode ocasionar:

  • Problemas na fala;
  • Alterações na respiração;
  • Dificuldade de mastigar;
  • Problemas no posicionamento da língua;
  • Dentes desalinhados e mal posicionados, o que pode ser sinal de arcada dentária torta; e
  • Aumento das chances de manifestação de doenças bucais, como cárie e doença periodontal.

Conhecendo Mais Sobre os Aparelhos Ortodônticos

Aparelho ortodôntico é alternativa de tratamento nas arcadas

Como já vimos, o aparelho ortodôntico é usado no tratamento de algumas correções da arcada dentária. Por isso, vamos conhecer mais sobre ele.

O aparelho ortodôntico é utilizado pelos profissionais da ortodontia nos pacientes. Isso com a finalidade de realizar o alinhamento dos dentes da boca. Mas, por que o aparelho é recomendado?

A resposta é simples: porque em alguns casos os dentes se desenvolvem de maneira inadequada.

Dessa forma, os aparelhos têm como finalidade corrigir a posição dos dentes.

Além disso, são usados para fins estéticos. Isso porque com a correção dos dentes também há correção do sorriso, deixando-o mais harmonioso.

Na odontologia, existem diferentes tipos de aparelhos.

Os principais tipos são divididos em: os fixos e os removíveis. O tipo de aparelho ideal para a correção dos dentes é indicado pelo ortodontista a partir da análise detalhada do quadro clínico do paciente.

Por isso, os profissionais tomam todos os cuidados necessários com a avaliação criteriosa do quadro antes da indicação.

Tipos de Aparelhos

Como já vimos, os aparelhos podem ser divididos em dois grupos: os removíveis e os fixos. Mas, qual a diferença entre eles?

Bom, os aparelhos removíveis são encaixados na boca e, por isso podem ser retirados pelo paciente ou ortodontista a qualquer hora.

A hora da alimentação, por exemplo, é um período que muitos pacientes retiram o aparelho da boca. O aparelho móvel pode ser classificado como:

  • Ortodônticos: são utilizados com a finalidade de realizar pequenas movimentações dentárias; e
  • Ortopédicos: eles realizam correções de alterações ósseas ocorridas durante o crescimento. Por estarem na fase de crescimento, esses tipos de aparelhos são indicados para crianças e adolescentes. Eles são utilizados com o objetivo de inibir ou estimular o desenvolvimento dos ossos. Além disso, são usados para o redirecionamento de uma tendência de crescimento inadequada.

Enquanto isso, o segundo grupo, classificado pelos aparelhos fixos, é indicado quando o objetivo do tratamento é o de movimentar dentes dentro do osso.

Dessa forma, os aparelhos são compostos por braquetes que garantem o suporte para o arco metálico. Os materiais usados no aparelho fixo podem ser:

  1. Metálicos;
  2. Plásticos; e
  3. Porcelana

Importante: cada tipo de alinhador dentário tem uma indicação. Mas, por que isso? A resposta é simples: porque a arcada dentária de cada paciente é diferente e exige tipos diferentes de aparelhos.

Estética

Como muitos pacientes podem se incomodar com o “sorriso metálico”, os profissionais da área indicam os aparelhos ortodônticos produzidos com policarbonato, safira e porcelana.

Dessa forma, essas opções são compostas por peças de suporte se confundem com a coloração do dente ou nem aparecem.

No entanto, é importante lembrar que esses tipos de materiais são indicados apenas para fins estéticos.

Sendo assim, eles não dispõem de nenhum benefício a mais ou promovem mudanças significativas no resultado do tratamento ortodôntico.

Como é Tirado o Molde da Arcada?

Moldagem odontológica é essencial para o tratamento ortodôntico

Para que o paciente tenha o aparelho adequado para a sua arcada dentária, é preciso que o profissional da odontologia realize a moldagem odontológica. Mas, o que é ela?

A moldagem odontológica é uma técnica da odontologia que reproduz um modelo 3D de arcada dentária do paciente a partir do molde dela. O molde da arcada é usado para o planejamento de tratamentos variados.

A colocação do aparelho dentário e planejamento de implante dentário são exemplos.

Além disso, a moldagem na odontologia também é utilizada para a confecção de prótese dentária dos mais diversos modelos ou de outras estruturas que serão confeccionadas em laboratório.

Mas, pode ficar calmo! O procedimento é rápido e indolor. Ele pode ser feito no próprio consultório pelo dentista responsável pelo tratamento ou em uma clínica especializada em exames odontológicos.

Prova de Moldeiras

Antes de iniciar o procedimento da moldagem, o profissional precisa testar e provar as moldeiras. Isso para assegurar que o modelo da boca do paciente seja o mais real possível.

Dessa forma, o profissional precisa, em primeiro lugar, provar a moldeira a inferior. Ela deve entrar com uma folga, além de conseguir alcançar a região posterior e a altura do fundo de saco.

Em segundo lugar, depois da inferior, é preciso provar a moldeira superior. Com isso, você deve aplicar os mesmos métodos e por fim inclinar a cabeça do paciente para frente.

Em terceiro lugar, o profissional realiza a desinfecção e o vazamento do molde. Na maioria dos casos ortodônticos, os profissionais usam o alginato. Para o escoamento ideal, é preciso ter uma boa espatulação.

Assim, a fidelidade da impressão e densidade correta da inserção são garantidas.

Depois de realizada a moldagem, o profissional fará o registro da oclusão dentária. Ela pode ser registrada como oclusão funcional, em rc e/ou em mih.

A análise do diagnóstico completo consegue responder essas questões.

Para garantir que o resultado da moldagem odontológica será satisfatório, o profissional precisa copiar todo o fundo de saco e região posterior, bem como os dentes e acessórios ortodônticos.

Além disso, o profissional deve manter a moldeira firme em posição.

Dicas para a Moldagem

Antes de realizar a moldagem, os pacientes podem ter algumas sobre como o procedimento será realizado. Por isso, é necessário que o profissional oriente o paciente sobre tudo o que for relevante.

Por exemplo, é necessário indicar para o paciente que ele deve ir para o consultório no dia do procedimento em jejum. O jejum deve ser de pelo menos 1 hora antes do procedimento.

Além disso, é preciso simular o passo a passo do procedimento para o paciente antes da manipulação e do ato em si. Com isso, o paciente fica mais calmo e consegue entender de fato o quão importante é a moldagem odontológica.

Na fase de simulação, é importante que o profissional observe a reação do paciente, como fechamento de boca, rigidez muscular e dificuldade de respiração. Após a análise, o profissional corrigirá o que for necessário.

Ainda, muitos pacientes podem sentir um certo enjoo, afinal de contas estão mexendo na nossa boca.

Por isso, para evitar a sensação de enjoo, o paciente pode inclinar a cabeça para baixo e depois respirar todo o tempo pelo nariz.

Caso isso cause muita salivação, o paciente não deve engolir a saliva. Por isso o babador estará abaixo.

Caso você sinta algum desconforto, sinalize para o dentista. Ele fará orientações e pedirá para você se concentrar na respiração nasal, além de recomendar você respirar mais rápido.

Relação da Arcada Dentária e Odontologia Forense

Descubra sobre a relação da odontologia forense com a arcada dentária

Você pode estar se perguntando: “como a arcada dentária pode ajudar a área da odontologia?”.

A partir do reconhecimento das arcadas dentárias, o profissional da área, chamado de odontolegista, consegue identificar arcadas compatíveis de vítimas.

Importante: todas as arcadas dentárias são diferentes. Cada um tem características específicas e material genético próprio. Por isso, os profissionais conseguem fazer o reconhecimento.

A identificação da arcada dentária é possível graças aos formulários odontológicos. Isso porque eles armazenam informações gráficas sobre as arcadas na ficha odontológica.

Dessa forma, os profissionais responsáveis por identificar os corpos podem resgatar essas informações e comparar os dados com a arcada encontrada.

De forma resumida, os Odontolegistas realizam o reconhecimento de arcada e procuram no banco de prontuários arcadas compatíveis com as reconhecidas.

Para você conhecer mais sobre a área de trabalho dos profissionais da odontologia forense, elencamos os principais pontos dessa profissão.

Primeiro devemos saber que a odontologia forense também é conhecida como odontologia legal. Essa área da odontologia trabalha junto com a Justiça. Desse modo, o profissional escolhe em qual vara deseja atuar.

Ou seja, ele pode escolher entre as varas:

  • Cível;
  • Criminal; e
  • Trabalhista.

Além disso, o profissional pode atuar dentro de processos administrativos e éticos. A odontologia forense no campo das investigações criminais é o que mais possui demandas.

É nele que o profissional faz a identificação de corpos humanos, por exemplo.

Responsabilidades dos Odontolegistas

Os profissionais dessa área são responsáveis por:

  • Identificação dos corpos humanos em acidentes crimes, caso os corpos estejam difíceis de reconhecer;
  • Processos de pacientes contra profissionais por conta de erros;
  • Estimativa de idade;
  • Verificar e analisar marcas de mordidas;
  • Acompanhar acidentes que envolvam o sistema estomatognático;
  • Estudar doenças bucais originadas a partir de condições de trabalho;
  • Processos éticos;
  • Processos administrativos;
  • Procedimentos assegurados pelo convênio de saúde;
  • Testar produtos que ainda não são comercializados;
  • Fiscalizar os não pagamentos dos serviços prestados pelo dentista; e
  • Julgamentos para analisar a conduta ética do dentista.

Mas, antes de atuar na área, é preciso que o futuro profissional tenha passado pela faculdade de odontologia. Isso porque é na faculdade que será possível aprender conhecimentos específicos sobre as áreas odontológicas.

Além disso, o futuro profissional aprende sobre as técnicas, prevenções e tratamentos da futura área profissionalizante.

É a partir do conhecimento das técnicas odontológicas que os profissionais conseguem fazer o reconhecimento da arcada dentária.

Silmara Alves Rozo Ducatti

Silmara Alves Rozo Ducatti

Cirurgiã-dentista graduada pela Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE) e especialista em Ortodontia pelo Sindicato dos Odontologistas de Mato Grosso do Sul (SIOMS).

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