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Quanto tempo demora para tirar o aparelho fixo?

Quanto tempo demora para tirar o aparelho fixo?

Saiba quanto tempo demora para tirar o aparelho fixo

Quando um paciente vai a consulta com o dentista e ele diz que é preciso colocar um aparelho fixo, uma das primeiras perguntas que surgem é: quanto tempo demora para tirar o aparelho fixo?

Saber quanto tempo demora para tirar o aparelho fixo não é tão simples. Por isso, quando pacientes ficam ansiosos para saber a duração, o ortodontista precisa ter cautela e explicar todos os fatores.

Mas, afinal, quanto tempo demora para tirar o aparelho fixo? A duração do tratamento com aparelho ortodôntico vai depender de alguns pontos como o cuidado do paciente com a higiene, o tipo de aparelho e as indicações.

Como assim as indicações? Nesse caso estamos falando do problema bucal que levou o paciente ao dentista para realizar o tratamento.

Tipos de Tratamento Odontológicos

Existe uma série de tratamentos e procedimentos realizados pelos dentistas no consultório. Com o diagnóstico adequado e os exames corretos, é possível determinar qual deles é o mais indicado.

Normalmente, estão ligados a uma especialização na área. E além da Ortodontia, ainda temos:

  1. Implantodontia
  2. Clínica geral
  3. Clareamento dos dentes
  4. Prótese dentária móvel
  5. Periodontia
  6. Endodontia

Existe Uma Estimativa de Quanto Tempo Demora Para Tirar o Aparelho Fixo?

A duração do tratamento depende do cuidado com a saúde bucal, sendo este um fator determinante para o seu prosseguimento.

Desta forma, esta é uma condição importante para que ocorra o reposicionamento dos dentes, e consequentemente, a oclusão dentária.

Sendo assim, não existe um tempo mínimo para usar o aparelho odontológico.

Porém, o tempo máximo para usar o aparelho ortodôntico varia entre alguns meses e 2 ou 3 anos, dependendo do tratamento.

Cada pessoa terá uma necessidade e um andamento diferente da movimentação dos dentes. Por essa razão, é impossível determinar com exatidão a duração do tratamento.

Modelos de Aparelhos Ortodônticos e as Suas Funções

Os modelos de aparelhos ortodônticos variam dependendo do tratamento. Confira a lista deles abaixo.

  • Aparelho fixo: o mais comum, feito de metal, com bandas, fios e braquetes. O intuito é puxar os dentes para realinhá-los.
  • Aparelho fixo estético: tem a mesma função que o metálico, mas os braquetes são feitos de policarbonato, porcelana ou safira, deixando-os mais discretos.
  • Aparelho móvel: eficaz em crianças que não possuem arcada dentária definitiva e aconselhado até os 12 anos de idade, bem como após a retirada do aparelho fixo por manter os dentes na posição correta.
  • Expansor palatino: pouco conhecido, mas muito útil para corrigir um problema de mordida cruzada nos jovens uma vez que aumenta a largura do céu da boca e dá espaço para os dentes anteriores.
  • Aparelhos alinhadores: frequente em tratamentos odontológicos estéticos. São feitos sob medida por um software que permite visualizar resultados. Servem também como tratamento higiênico.
  • Aparelho lingual: recomendado em tratamentos de curta duração. Os braquetes ficam colados na parte interior do dente, em contato com a língua, mas tem a mesma funcionalidade que o aparelho fixo.

Cuidados com os Aparelhos Ortodônticos

Assim como existem cuidados que devem ser tomados com a saúde bucal, os aparelhos usados nos tratamentos também precisam de cautelas.

É necessário fazer uma boa limpeza além da escovação, evitando uma concentração de placas bacterianas e a aparição de cárie.

É aconselhado por dentistas o uso de fio dental, a escova interdental e o uso de um enxaguante bucal. Dessa forma, é possível manter o bom andamento no tratamento.

Sendo assim, para não demorar muito tempo com o aparelho fixo, tome cuidado e mantenha uma frequência de consultas para manutenção do aparelho. Por isso, não deixe de ir ao seu dentista.

ACESSO RÁPIDO
    Ramiro Murad
    Ramiro Murad Saad Neto, cirurgião-dentista com registro no Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CRO-SP) nº 118151, é graduado pela UNIC e residente em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial Facial no Sindicato dos Odontologistas de São Paulo (SOESP - SP). Possui habilitação em Harmonização Orofacial e também é gestor de clínicas e franquias odontológicas. Além disso, é integrante da equipe Bucomaxilofacial da Clínica da Villa, que está na Rua Eça de Queiroz, 467 - Vila Mariana, São Paulo - SP.

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