Escova interdental: suas funções e indicações para o uso

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Indicada para quem usa próteses ou aparelho fixo, esse tipo de escova auxilia na higiene bucal

Nem só de escova convencional vive o ser humano. Além do uso do fio dental, uma boa limpeza pode ser alcançada com outros métodos. Um deles é a escova interdental, que possui algumas propriedades diferentes!

Para aqueles que fazem uso de prótese dentária ou aparelhos ortodônticos, a escova interdental facilita, e muito, a escovação. Neste artigo, vamos destacar seus benefícios e indicações.

Escova interdental é um tipo de escova que auxilia na limpeza entre os dentes ou braquetes do aparelho ortodôntico. Ela é feita para deslizar facilmente nessas cavidades. Tem uma haste, onde o usuário pode segurar e manusear de maneira descomplicada, mas seu objetivo é similar ao do fio dental.

É importante saber que, assim como as escovas comuns, as interdentais apresentam formatos diversos. Por isso, escolher a que se adapta melhor à sua boca é fundamental.

Outro ponto importante sobre a interdental, é que ela não substitui nenhum outro acessório para limpeza dental. Ou seja, para uma limpeza completa, os dentistas recomendam fazer o uso de ambas.

Sua forma é a partir de uma haste de plástico atrelada a uma ponta de metal com pequenas cerdas, que massageiam o meio do dente, sem que provoque reação alguma à gengiva.

O que pode acontecer é um pequeno sangramento da gengiva. Mas não se preocupe, isso é comum quando há o acúmulo de placa bacteriana.

E, para que isso não ocorra, é preciso fazer o uso adequado do fio dental e da escova de dentes. A interdental também é recomendada para quem tem o espaço entre os dentes um pouco maior.

  1. Como Usar a Escova Interdental?
  2. Quais São os Benefícios da Escova Interdental?
  3. Outros Métodos de Higiene Oral
  4. Como Passar Fio Dental Corretamente?
  5. Fio Dental com Haste

Como Usar a Escova Interdental?

Confira o passo a passo:

  1. Adquirir uma interdental de qualidade. Se preferir indicações, peça ao seu dentista, ele com certeza saberá apontar qual é a mais adequada para o seu tipo de arcada dentária.
  2. Inserir a cerda da escova de maneira perpendicular à cavidade interdental.
  3. Deixar a mão leve, sem comprimir nem aplicar uma força desproporcional.
  4. Fazer movimentos de vai e vem. A escova deve deslizar sem agressividade para que não machuque a gengiva.
  5. Para quem possui aparelho ortodôntico, a escova pode ser utilizada também de modo a entrar paralelamente entre o aparelho e o dente, limpando os resquícios de sujeira que se armazenam ali.
  6. Usar a escova diariamente, pelo menos antes de dormir.

Como dissemos, não se preocupe se nas primeiras vezes em que manipulá-la se sua gengiva sangrar um pouco. Quando a placa bacteriana se instala, fica por um tempo. Quando é removida, há um sangramento.

Se o sangramento se repetir por um longo período, consulte seu dentista.

Ele saberá te instruir da melhor forma. A escova pode estar lesionando a gengiva por conta do seu diâmetro, mau uso, ou até mesmo, um princípio de gengivite, por exemplo.

Escova Interdental Substitui o Fio Dental?

Embora os dois sejam utilizados para realizara a limpeza interdental, é importante destacar que um não inibe a utilização do outro. Eles ainda são recomendados de maneiras diferentes.

Entretanto, ambos atuam fortemente na limpeza e proteção dos dentes.

O fio dental é recomendado para espaços extremamente apertados, onde seja necessária a aplicação de uma pressão para que seja possível colocá-lo ali.

Ele é indicado nessas ocasiões pois pode ser que a escova não alcance essas regiões.

Assim, é possível realizar a limpeza adequada, removendo a placa bacteriana e prevenindo a gengivite, periodontite e a cárie.

Mas não pense que acabou por aí!

Como dissemos, o fio dental não substitui a utilização da escova interdental. Entretanto, é necessário saber que o acessório é utilizado em espaços maiores, onde os fios entrariam sem nenhuma resistência.

Qual a Melhor Escova Interdental Para Utilizar?

O ideal é sempre procurar auxílio de um dentista para identificar qual o melhor tipo de escova para você. Isso porque os nossos dentes são únicos.

Assim, cada um deve escolher seus acessórios de higiene oral avaliando suas particularidades e necessidades. Portanto, escolher a melhor escova não é uma atividade tão simples assim.

De acordo com sua arcada dentária, se a escova for muito fina, não conseguirá fazer a limpeza adequadamente e, se for muito grossa, não cabe no espaço interdental.

Pode provocar lesões na gengiva ou induzir um processo de retração gengival.

De Quanto em Quanto Tempo o Acessório Precisa Ser Trocado?

As recomendações para escovas interdentais são as mesmas que para as escovas comuns. Assim, logo que as cerdas demonstram sinais de desalinhamento, a troca deve ser efetuada.

Dentistas recomendam que seja trocada a cada três meses.

Quais São os Benefícios da Escova Interdental?

A escova interdental e suas funções

Assim como as escovas tradicionais, a escova interdental possui como principal objetivo a eliminação de restos alimentícios e bactérias que ficam acumuladas no meio de nossos dentes.

Entretanto, é bom que o paciente aprenda a usar a escova interdental corretamente. Caso contrário, ele pode desenvolver alguns problemas, como por exemplo:

Sensibilidade nos Dentes

O distúrbio atinge mais de 30% dos brasileiros, segundo pesquisa realizada pela agência Katar. Ele é causado, principalmente quando ocorre alguma disfunção na dentina, devido à má higienização.

Assim, em determinadas faixas etárias e de renda, o número pode chegar a casa dos 70%. Dessa maneira, trata-se do problema que mais compromete a saúde dos dentes dos brasileiros.

Cárie Dentária

Cárie é o problema bucal mais recorrente, o mais popular entre eles. Qualquer desequilíbrio ou descuido na higiene oral já aumentam suas possibilidades de desenvolver a anomalia.

Ela é formada a partir de bactérias e atinge principalmente dentes frágeis e debilitados.

Por isso, a maior causa é a negligência ou má higienização dos órgãos dentários. Existem diversos tipos de cáries, sendo eles:

  • Cárie comum;
  • Cárie oculta;
  • Cárie Incipiente;
  • Cárie infantil.

Gengivite

A gengiva não costuma ser o foco das preocupações das pessoas. Entretanto, ela deveria. Trata-se de uma doença bacteriana, que traça seu caminho através da má higienização dos dentes e da gengiva.

Se não tratada, a gengivite evolui para outras doenças odontológicas, como a periodontite. Em casos extremos, ela pode ser o fator que leva a perda óssea e, consequentemente, quedas precoces dos dentes.

Dentre os principais sintomas de gengivite podemos citar:

  • Gengiva inchada;
  • Vermelhidão intensa das gengivas;
  • Sangramento ao escovar os dentes ou passar o fio dental;
  • Nos casos mais graves pode haver sangramento espontâneo da gengiva;
  • Dor e sangramento da gengiva ao mastigar;
  • Dentes que parecem mais longos do que realmente são porque a gengiva fica retraída;
  • Mau hálito e gosto ruim na boca.

Halitose ou mau hálito

O mau hálito é um incômodo embaraçoso para qualquer pessoa. Entretanto, nossa preocupação geralmente é com o desconforto que ele causa, e não sua origem ou os problemas de saúde que ele proporciona.

É fundamental entender que a halitose pode indicar uma série de problemas dentários mais graves. Por essa razão, é preciso estar atento e buscar um dentista ao primeiro sinal de alteração.

Algumas das doenças relacionadas ao mau hálito são:

  • Doenças na gengiva;
  • Cárie;
  • Saburra lingual (como a língua branca);
  • Hipoglicemia;
  • Infecção de garganta;
  • Doenças nos rins;
  • Doenças no fígado;
  • Feridas cirúrgicas na boca;
  • Constipação intestinal;
  • Alimentos com odor forte;
  • Tabagismo;
  • Câncer na boca;
  • Diminuição do fluxo da saliva.

Retração da Gengiva

Você olhou no espelho de manhã e notou que seu dente (ou dentes) parecem maiores? A região do dente próxima à gengiva está amarelada?

Isso são apenas alguns dos sinais de retração gengival! E ela é mais comum do que muitos imaginam e muitas pessoas pelo mundo afora possuem a anomalia.

Ela pode causar problemas como: enfraquecimento do dente e abertura para bactérias. Ou seja, ela é a porta de entrada para doenças como a gengivite e a cárie.

Os principais sintomas da retração de gengiva são:

  • Dentes sensíveis;
  • Dores na gengiva;
  • Sangramento da gengiva durante escovação ou ao passar fio dental;
  • A gengiva pode ficar mais vermelha e sensível;
  • Mau hálito;
  • Perda dos dentes (em casos mais graves).

Bruxismo

O bruxismo é o ato inconsciente de apertar ou ranger os dentes constantemente de forma rítmica.

Esse hábito parafuncional pode ocorrer tanto durante o dia quanto durante a noite, quando é chamado de bruxismo noturno e, geralmente, possui consequências mais graves.

O bruxismo pode acontecer em crianças e adultos. Essa doença bucal afeta mais do que apenas os dentes e pode causar dores de cabeça, insônia e até depressão.

Tártaro

O tártaro é um dos problemas bucais mais perigosos, pois também serve como “porta de entrada” para patologias mais graves. Em alguns casos, ela pode levar a perda dos dentes.

Existem dois tipos de ocorrência do tártaro:

  • O tártaro supragengival é localizado acima da borda da gengiva e não apresenta dificuldades para ser identificado. Possui coloração amarelada, esbranquiçada ou em tons mais escuros;
  • O tártaro subgengival é localizado abaixo da borda da gengiva e não pode ser identificado em um exame visual. Possui coloração mais próxima aos tons de verde e preto.

Má oclusão

Os dentes desalinhados podem ser ocasionados por um fator genético. Sendo assim, a principal causa da má oclusão é transmitida pelos genes.

Além disso, a má higiene oral também pode ser grande responsável pelo problema. Isso porque ela pode proporcionara a perda precoce dos dentes, o que implicaria na má oclusão.

Uma deficiência no tamanho da mandíbula pode fazer com que os dentes não cresçam de maneira correta. Além disso, o hábito de chupar o dedo ou até mesmo chupeta durante a infância interfere no posicionamento dos dentes.

Alguns sintomas da má oclusão:

  • Maior desgaste dos dentes;
  • Dores de cabeça;
  • Dores no pescoço;
  • Dores no maxilar e na mandíbula;
  • Dificuldades de respiração;
  • Alteração na aparência facial;
  • Dificuldades de fala;
  • Limitação da abertura bucal;
  • Aumento no risco de doenças orais, como a cárie;
  • Má postura;
  • Perda precoce de dentes definitivos;
  • Problemas na coluna.

Dentes frágeis e amarelados

O amarelamento dos dentes é o único problema que não é considerado uma alteração grave. No entanto, os dentes amarelados podem afetar nossa autoestima e, por isso, ganharam sua posição na lista de problemas bucais.

Outros Métodos de Higiene Oral

 

outros métodos de higiene oral

Agora está na hora de falar um pouco mais sobre outras maneiras de realizar a higiene bucal de maneira correta e efetiva. Para começar, que tal falarmos sobre o fio dental e o fio dental com haste?

Fio dental convencional

O fio dental, também conhecido como fita dental, é um importante item utilizado no processo de higiene oral. Ele ajuda a eliminar os resíduos interdentais do paciente.

O interessante é que, segundo especialistas, ele pode ser utilizado tanto antes quanto depois da escovação. O importante é que independentemente da ordem, o paciente utilize a ferramenta de maneira correta.

Como Passar o Fio Dental Corretamente?

Fita dental ou fio dental: você sabe a diferença?

O uso correto do fio dental previne o acúmulo de alimentos e da placa entre os dentes. Assim, você fica bem longe de diversos problemas bucais. Vamos aprender como passar o fio dental nos dentes em 5 passos. Acompanhe:

  1. Para começar, é necessário enrolar um pedaço de 40 centímetros nos dedos médios. Deixe um espaço aproximado de 10 centímetros entre eles.
  2. Segurando o fio dental entre o polegar e indicador das duas mãos, realize um movimento suave. Deslize para cima e para baixo na região entre os dentes.
  3. Você deve passar o fio dental na base de cada dente da boca. O segredo é ultrapassar a linha que separa o dente da gengiva, realizando uma limpeza subgengival, o que promove a diminuição do mau hálito. É necessário ser cuidadoso. O tecido gengival é bastante frágil e pode ser danificado caso você force o fio contra a gengiva.
  4. O recomendado é passar pedaços novos, que ainda não foram utilizados, para cada dente a ser limpo.
  5. Utilize movimentos de trás para frente para remover o fio dental do meio dos dentes.

Simples não é mesmo? Mas e quando a pessoa utiliza aparelho ortodôntico, como usar o fio dental? Existe uma diferenciação ou alguma técnica específica? É sobre isso que falaremos agora. Por isso fique bem atento!

Como passar fio dental nos dentes com aparelho?

O fio ortodôntico presente no aparelho ortodôntico pode ser um grande obstáculo. Entretanto, não pense que ele impedirá com que você utilize o fio dental.

Existem ferramentas que auxiliam no processo. O passa fio, por exemplo, uma agulha de plástico, a qual conduz o fio dental por baixo do fio do aparelho ortodôntico, pode ser utilizado.

Ele faz com que o paciente consiga passar o fio dental por toda lateral do dente até a começo da gengiva. Dessa forma, é possível manter a higiene na área, ficando distante de doenças e anomalias orais.

Uma alternativa seria o irrigador dental. Trata-se de um aparelho portátil que gera um jato de água nos dentes. O objeto ainda é bastante utilizado, inclusive, por pacientes que não utilizam aparelho.

Ele também é bastante popular entre os portadores de prótese dentária.

O irrigador dental ajuda a remover as partículas de comida de maior tamanho de entres seus dentes e estimula as gengivas. No entanto, ele remove apenas as partículas maiores.

Assim, acaba não sendo tão interessante e eficiente na limpeza interdental. Logo, o paciente utilizando aparelho dental ou não. a melhor opção continua sendo o uso do fio dental.

Entender como passar o fio dental e criar o hábito de utilizá-lo após as refeições é um feito notável, de extrema importância para a saúde bucal e uma melhor qualidade de vida para qualquer um.

Até para as pessoas que não tem tempo ou até mesmo possuem preguiça em realizar este ato, foi inventado o fio dental com haste, que pode facilitar a sua vida. Vamos conhecer um pouquinho mais sobre ele.

Fio Dental com Haste

Fio dental com haste pode substituir o fio convencional

O fio dental com haste é um utensílio que se assemelha bastante a uma forquilha, e que em suas duas extremidades têm um fio preso.

Sua finalidade principal, logicamente, é limpar o meio do dente, a qual está fora de alcance da escova. Portanto, ele é importante para garantir uma higiene bucal completa.

Fora isso, uma de suas pontas possui um pequeno palito de plástico que pode ser utilizado no lugar dos palitos de madeira para retirar grandes partículas de comida que podem ficar presas na linha da gengiva ou entre os dentes.

Entretanto, é válido lembrar que o hábito de palitar os dentes não é nada benéfico a nossa saúde oral.

Pode até parecer que ele está limpando os órgãos dentários, mas o palito normalmente só empurra a comida para regiões de maior dificuldade de acesso.

Além disso, o ato de palitar pode danificar a região gengival, além de prejudicar os próprios dentes, estragando o seu esmalte e deixando-os mais frágeis e suscetíveis à lesões.

Assim, é mais interessante que você utilize o fio com haste para realizar a limpeza interdental com segurança e eficácia. Então, que tal conhecermos um pouquinho mais sobre este utensílio? Acompanhe!

Indicações do Fio Dental com Haste

Ainda que o produto seja recorrentemente indicado a alguns grupos de pessoas específico, a grande verdade qualquer um pode usá-lo.

Contudo, normalmente são recomendados para aqueles que não estão muito familiarizados com o fio dental convencional, como por exemplo:

  • Crianças;
  • Idosos;
  • Pessoas que usam aparelhos ortodônticos;
  • Pessoas que apresentam dificuldades motoras;
  • Pacientes acamados.

Ainda, é provável que o fio com haste provoque mais interesse em crianças do que em qualquer outro grupo, já que elas são facilmente atraídas por novidades.

O seu formato diferenciado combinado à facilidade de manuseamento pode, certamente, atrair bastante o público infantil. Assim, já existe, inclusive, um modelo de fio dental com haste para crianças, adaptado para os baixinhos.

Como Deve Ser o Uso do Fio com Haste?

Ele deve ser usado para complementar a escovação, assim como o fio dental convencional. Então, faça a escovação como de costume e, em seguida, o utilize o fio dental acompanhado de haste.

O instrumento possui como principal função remover os detritos de sujeira que sobraram na cavidade entre os dentes e o tecido gengival do paciente.

É preciso ressaltar que o aparato é de uso único, ou seja, após efetuar a limpeza de todos os dentes, ele deve ser descartado, não podendo ser reutilizado de maneira alguma.

Confira o passo a passo de como você deve manuseá-lo:

  1. Segure o fio dental com haste com firmeza, utilizando o polegar e o indicador. Em seguida, deixe-o paralelamente à sua cavidade oral;
  2. Insira-o na cavidade e faça movimentos suaves de vai e vem, como se estivesse passando o fio convencional;
  3. O segredo é ultrapassar a linha que separa o dente da gengiva, realizando uma limpeza subgengival, o que promove a diminuição do mau hálito. É necessário ser cuidadoso. O tecido gengival é bastante frágil e pode ser danificado caso você force o fio contra a gengiva;
  4. Depois da limpeza de uma cavidade, limpe o fio com água corrente, pois dessa maneira evita que a placa bacteriana e os restos de comida sejam transportados de um dente para o outro;
  5. Ao fim, depois de higienizar as regiões subgengivais e realizar a limpeza interdental, descarte a fita dental.

Complete o Processo com um Enxaguante Bucal

Enxaguante bucal é um auxiliar para higiene oral, que age no controle químico da placa bacteriana, dissolvendo essa placa que pode trazer uma série da malefícios para nossa boca.

Dessa maneira, ele ajuda a prevenir problemas como cáries, gengivite e mau hálito, citados acima, e ainda possibilita um hálito refrescante. Existem diferentes tipos de enxaguantes, que dependem da ação e da efetividade do produto:

  1. O enxaguante bucal com álcool deve ser utilizado apenas para os pacientes que recebem prescrição médica, uma vez que apresenta alguns riscos ao paciente.
  2. O enxaguante bucal sem álcool é o mais recomendado. Ele apresenta produtos que agem na diluição dos princípios ativos, porém que não agridem à boca.
  3. Existem também os enxaguantes com flúor, que são os mais indicados para pessoas com problemas de cárie ou sensibilidade, graças à sua composição;
  4. O enxaguante antisséptico que tem componentes como o gluconato de Clorexidina é capaz de eliminar as bactérias mais facilmente, sendo indicado para as pessoas que querem diminuir o mau hálito. Contudo, seu uso é restrito por sete dias. Se for utilizado por mais tempo, pode prejudicar os dentes.

É sempre bom lembrar que apesar de serem extremamente efetivos e deixarem o hálito fresco, os enxaguantes são apenas complementos, não podendo substituir a higienização com a escova interdental ou convencional.

Rodrigo Venticinque

Rodrigo Venticinque

Graduado pela Universidade de Santo Amaro (UNISA) e especialista em Prótese e Reabilitação Oral Integrativa, Biofísica Quântica, Biorressonância Aplicada e Ortomolecular. Pós-graduado em Estética Dental e Reabilitação Oral, com certificação em Remoção Segura da Amálgama e Odontologia Biológica pela Academia Internacional de Medicina Oral e Toxicologia. Professor da pós-graduação em Biofísica e Ortobiomolecular da QuantumBio. Também atua nas áreas de Ozonioterapia, Odontologia Sistêmica, Sedação Consciente com Óxido Nitroso e Hipnose. Diretor da clínica Venticinque Odontologia.

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