Endodontia: conheça todos os detalhes da especialidade

Share on facebook
Compartilhe
Share on twitter
Tweet Isso
Share on linkedin
Compartilhe

Conhecida como tratamento de canal, a endodontia trata a estrutura interna do dente

Para entender o que é a endodontia e as principais funções dos profissionais dessa área, podemos analisar a palavra que dá nome à essa especialização. “Endo” significa dentro ou interno, e “dontia” é o mesmo que dente. Desse modo, anatomicamente falando, a endodontia tem relação com a parte interna do dente.

Dentes alinhados e branquinhos não são suficientes se a parte interna deles não estiver saudável. Portanto, a endodontia é uma das especialidades odontológicas mais importantes para a saúde da arcada dentária.

Endodontia é a especialidade da odontologia responsável pelo estudo da polpa dentária, de todo o sistema de canais radiculares e dos tecidos periapicais.

Em casos de cárie, fraturas dentárias, trauma dentário ou ortodôntico, lesões endo-periodontais, necessidades protéticas e outras doenças, o tratamento endodôntico é o mais indicado.

O termo “endodontia” pode não ser muito familiar, mas, tendo um breve resumo sobre o que é endodontia, tecnicamente falando, talvez você tenha assimilado esse termo a outro mais: o tratamento de canal.

No entanto, o termo “tratamento de canal” pode ser muito amplo, já que essa especialidade é responsável também por outros tipos de intervenções.

Assim, se você se interessou sobre o tema e busca saber tudo sobre endodontia, continue acompanhando o artigo para conhecer mais a respeito dessa especialidade!

  1. O Que Faz um Especialista em Endodontia?
  2. Principais Razões Para Buscar um Endodontista
  3. Quais São os Tratamentos Feitos Pela Endodontia
  4. Prevenção na Endodontia
  5. Qual a Diferença Entre Endodontia e Periodontia?

O Que Faz um Especialista em Endodontia?

Endodontia é uma especialidade da odontologia dentre inúmeras existentes nesse campo. O dentista graduado que realiza uma pós-graduação em endodontia, passa a ser considerado um especialista na área.

No Brasil, essa especialidade foi reconhecida por volta de 1960, sendo fundada, 49 anos depois, a entidade representativa da Endodontia no país – a Associação Brasileira de Endodontia (Sbendo).

Apesar de todo profissional formado em Odonto estar apto a realizar tratamentos da área, como dores de dente ou um tratamento de canal simples, é o especialista em endodontia que possui um conhecimento mais aprofundado e mais domínio para com esses tipos de tratamento.

Assim, é o endodontista é quem trata canal e quem possui a experiência, destreza, qualificação e aptidão necessárias para exercer e executar procedimentos de maior complexidade dentro da endodontia.

Como o próprio nome já sugere, o objetivo da endodontia e do dentista especializado nesse campo, é cuidar da estrutura interna do dente.

Sendo, mais especificamente, responsáveis pelo tratamento de doenças da polpa e da raiz do dente.

O profissional especialista em endodontia tem como função preservar o dente, tratar e controlar as alterações da polpa e dos tecidos peri radiculares, além de realizar o diagnóstico e prognóstico.

No entanto, possuir a especialização em endodontia não implica ao profissional exercer e atuar, obrigatoriamente, em todas as áreas de competência da especialidade.

O profissional é livre para atuar em apenas uma delas, por exemplo. Algumas das áreas de atuação do endodontista incluem:

  • Tratamento dos traumatismos dentários
  • Procedimentos conservadores da vitalidade pulpar;
  • Tratamento de dentes permanentes jovens com rizogênese incompleta;
  • Recuperação da cor dental;
  • Procedimentos cirúrgicos paraendodônticos; e
  • Procedimentos cirúrgicos no tecido e na cavidade pulpar

Para o profissional especializado em endodontia, os principais campos de atuação estão ligados ao planejamento de serviços públicos, serviço de pesquisa na área e atendimento em consultório.

Evolução da Especialidade Endodôntica

A endodontia é uma das áreas que possuem atualmente o maior número de profissionais e uma das mais lucrativas. Além de ser uma área marcada pela evolução ao longo dos anos.

Um dos fatores que a mantém em constante crescimento é alternativa de tratamento do dente em vez de extraí-lo.

Os últimos 20 anos trouxeram à endodontia mudanças significativas. Entre elas, destaca-se a tecnologia e o avanço técnico científico que oferecem maior segurança e proporcionam maior bem-estar ao dentista e ao paciente.

Dentre essas mudanças podemos destacar o desenvolvimento dos instrumentos reciprocantes utilizados pelo endodontista.

Como o uso de ativadores sônicos e ultrassônicos, microscópio e obturações com cones únicos, que contribuem para um tratamento mais rápido.

Por isso, com a evolução tecnológica e, consequentemente, do tratamento endodôntico, a ideia de que esse procedimento é um processo dolorido e demorado vem sido desconstruída ao longo do tempo.

Proporcionando mais segurança, confiança e aumentando sua busca em meio a população.

Esse aumento na busca por tratamentos tem demostrado, consequentemente, que as pessoas compreendem melhor a importância da endodontia para a saúde bucal.

Assim, há uma conscientização maior de que salvar um dente, além de ser esteticamente benéfico, contribui grandemente para a manutenção da saúde bucal.

Afinal, perder um dente pode causar um prejuízo real à saúde de forma geral, já que o ambiente oral faz parte de um dos sistemas que completam o funcionamento total do corpo humano.

A perspectiva é que essa área, como é a tendência de todas as demais áreas da saúde, busque cada vez mais pela humanização, proporcionando maior segurança e confiança ao paciente.

Principais Razões Para Buscar um Endodontista

Principais razões para buscar um endodontista

As razões para buscar um endodontista podem se dar por sinais e sintomas notados pelo indivíduo que podem estar relacionados à pulpite, ou seja, a inflamação da polpa dentária.

Essa inflamação pode ser causada por cáries, traumas dentários, bruxismo, mastigação incorreta e agressões por produtos químicos, por exemplo.

Dessa forma, tanto a pulpite como outras patologias endodônticas podem gerar  alguns sintomas e sinais perceptíveis ao paciente.

Confira quais são os sintomas da pulpite, e outros mais, que podem exigir atendimento endodôntico:

  • Dor de dente;
  • Dor no maxilar (superior) ou na mandíbula;
  • Ao sofrer algum tipo de trauma dentário, mesmo que esse não seja aparente;
  • Trauma aparente (dentes escurecidos podem ser um sinal de infecção);
  • Inchaço com presença de bolhas e pus;
  • Incômodo ao toque;
  • Dificuldade para mastigar;
  • Sensibilidade dental intensa e de grande duração ao frio ou calor;
  • Exposição do nervo do dente.

Se percebidos alguns desses sinais, deve-se procurar um especialista em endodontia. Afinal, o tratamento evita que o dente inflamado precise ser extraído e que a infecção se espalhe pelo resto da boca.

Patologias Endodônticas

Como dito anteriormente, a pulpite não é a única patologia que pode exigir os cuidados da endodontia. Aliás, frequentemente as queixas de dores que chegam até os cirurgiões-dentistas são algias de origem endodôntica.

Confira agora quais são as patologias pulpares e periapicais que podem exigir tratamento endodôntico:

  • Abscesso Apical Crônico;
  • Abscesso periapical;
  • Alterações Degenerativas (outras características clínicas ou radiográficas);
  • Alterações e doenças periapicais;
  • Alveolite fibrinolítica;
  • Alvéolo seco;
  • Calcificações pulpares;
  • Cárie;
  • Celulite (Flegmão);
  • Cisto periodontal apical;
  • Cisto radicular;
  • Lesão de furca;
  • Necrose pulpar;
  • Osteomielite Esclerosante Difusa, Focal e com Periostite Proliferativa;
  • Osteomielite;
  • Periodontite Apical Aguda ou Sintomática;
  • Periodontite Apical Crônica ou Assintomática;
  • Pulpite Irreversível Assintomática;
  • Pulpite Irreversível Sintomática;
  • Reabsorção Externa; e
  • Reabsorção Interna.

Quais São os Tratamentos Feitos Pela Endodontia?

Quais são os tratamentos feito pela endodontia?

Pulpectomia

A pulpectomia, mais popularmente conhecida como tratamento de canal, é um dos mais conhecidos tratamentos endodônticos exercidos pelo profissional especializado em endodontia.

Dependendo da sua complexidade e gravidade, outros profissionais da área também são capazes de realizar.

O tratamento endodôntico é feito na parte interna do dente, ou seja, no canal. Trata-se da extração da polpa, também chamada de tecido mole. Esse tecido pode estar inflamado, infectado ou até mesmo morto.

Dependendo de cada caso, o tratamento do canal do dente pode ser realizado em mais de uma etapa e serão necessárias algumas visitas ao dentista.

O primeiro passo é realizar uma abertura na parte posterior de um dente frontal ou na coroa de um dente posterior, molar ou pré-molar.

Em seguida, a polpa infeccionada é removida e o espaço pulpar e os canais são esvaziados em preparação para o seu preenchimento. Uma restauração temporária é colocada na abertura da coroa, a fim de proteger o dente

Na última etapa do tratamento endodôntico, a restauração temporária é removida e a cavidade da polpa e os canais são preenchidos.

Um material em forma de cone é inserido em cada um dos canais e geralmente selado em posição com um cimento apropriado.

É comum inserir uma coroa sobre o dente para restaurar seu formato e dar uma aparência natural. Se o dente estiver fraturado ou muito destruído pode ser necessário colocar um pino cimentado no canal antes da confecção da coroa.

O tratamento e o número de seções necessárias para seu êxito dependerão da avaliação do dentista.

Tratamento Expectante

O tratamento expectante constitui-se como uma prática conservadora para tratamentos de cáries. Isso porque esse tipo de tratamento procura evitar a realização do canal propriamente dito.

Apesar de ser realizado, geralmente, pelo dentista que está cuidando da cárie, esse tratamento também pode ser realizado pelo endodontista.

Em síntese, o tratamento expectante consiste na remoção do tecido cariado com o intuito de proteger o complexo dentina-polpa. Ele é realizado quando não existe o comprometimento irreversível da polpa pela cárie dentária.

Nesse tipo de tratamento, pode não ser haver o processo de remoção completo da cárie, justamente para a preservação da polpa dentária.

O profissional retira a maior quantidade possível de tecido cariado com auxílio de uma cureta ou brocas de baixa rotação, para, em seguida efetuar, com uma solução especial, a lavagem da cavidade.

Para finalizar, o profissional aplica cimento específico na parede de fundo e efetua o selamento com restauração própria.

Apesar de o tratamento expectante ser realizado em apenas um a consulta, o paciente deve retornar após em média 50 dias para verificação sintomatológica e validade do dente.

Curetagem Pulpar

O tratamento de curetagem pulpar consiste na remoção superficial de polpa coronária. Esse tipo de tratamento é utilizado quando a polpa coronária é exposta durante um determinado tratamento endodôntico.

Por conta dessa exposição, a polpa coronária é contamina por microrganismos que estão presentes no meio bucal e precisa ser tratada.

Pulpotomia

A pulpotomia é a remoção parcial da polpa, com preservação do tecido pulpar presente nos canais. Diferentemente da pulpectomia, que realiza a remoção da polpa por completo.

Esse tratamento é realizado pelo endodontista quando a lesão não compromete a polpa radicular. Ou seja, quando a lesão está restrita apenas à polpa coronária ou quando a coroa está em parcialmente inteira.

O procedimento de pulpotomia inicia-se com a completa abertura coronária e a remoção de interferências. Em seguida, realiza-se a remoção da polpa coronária com auxílio da cureta.

Após a remoção, o endodontista fará a irrigação e aspiração utilizando água de cal, soro fisiológico e solução de Ringer com o objetivo de reduzir o sangramento.

Em seguida realiza-se o selamento provisório com cimento à base de oxido de zinco e eugenol. O paciente deve voltar ao consultório para realizar a segunda parte do procedimento de 48 a 72 horas após a primeira parte.

Na segunda seção, o endodontista finalizará o procedimento removendo o curativo provisório e realizando a restauração do elemento dental.

Tratamentos de Traumatismos Dentários

Traumatismos dentários podem ser muito comuns em crianças pequenas, geralmente até 2 anos.

Isso porque, nessa fase, é comum que os pequenos realizem muitas atividades físicas e, ao mesmo tempo, possuem pouca coordenação motora para isso.

Dessa forma, pequenos acidentes que causam traumas nos dentes de leite não são incomuns. Porém, os traumatismos dentários podem acometer qualquer idade.

Mesmo que a região traumatiza não possua sintomas evidentes, procurar ajuda odontológica se faz necessário, já que traumas podem desencadear complicações futuras.

O tratamento de traumatismo dentário pode variar, a depender do tipo de trauma ocasionado.

Porém, nem todo tipo de trauma dentário exige tratamento endodôntico. Ele geralmente é exigido quando o trauma provoca mortificação pulpar.

A morte pulpar em si pode não ser acarretada unicamente por um trauma, mas pode ser decorrente de uma infecção causada por cárie.

Seu tratamento é realizada pela endodontia e, se não tratada, pode passar para as regiões circunvizinhas ao dente e se transformar em uma abscesso dentário periapical.

Alguns tipos de traumas dentários que exigem tratamento endodôntico incluem fratura de esmalte e dentina com degeneração pulpar ou com exposição pulpar e escurecimento do dente com necrose pulpar.

O tratamento endodôntico justifica-se justamente pelo traumatismo envolver consequências à polpa do dente. Pode ser preciso que o endodontista realize a remoção total da polpa (pulpectomia) ou remoção parcial (pulpotomia).

Etapas Operatórias do Tratamento Endodôntico

Para maior contextualização, citaremos a seguir quais são as etapas de início do tratamento endodôntico de forma resumida. Veja:

  1. Diagnóstico e plano de tratamento;
  2. Raio-x inicial com posicionador;
  3. Determinação do ponto de trepanação;
  4. Determinação da forma de contorno;
  5. Forma de conveniência ou desgaste compensatório;
  6. Tratamento das paredes de esmalte;
  7. Limpeza da câmera pulpar;
  8. Localização da entrada dos canais radiculares;
  9. Preparo do canal radicular;
  10. Selamento do preparo.

E se o Tratamento Endodôntico Não For Realizado?

Como já vimos até aqui, a endodontia é uma especialidade muito importante na manutenção da saúde bucal, pois, além dos cuidados externos, dentes saudáveis também exigem que sua parte interna esteja igualmente sadia.

Portanto, negligenciar esse cuidado necessário significa trazer sérias consequências à saúde bucal.

Afinal, abrir mão desse cuidado pode transformar aquilo que poderia ser simples de resolver em algo complexo que pode comprometer, de forma mais grave, a integridade dos seus dentes.

Apesar de, normalmente, os sintomas de patologias relacionadas às causas endodônticas iniciarem apenas com um quadro de dor, podendo parecer até suportável e irrelevante, ela poderá se intensificar.

Uma vez que um quadro de dor pode ter diversos motivos e não é considerado algo normativo, se for a causa de uma infecção, por exemplo, a negligência quanto ao seu tratamento pode ser um agravante ainda maior.

Isso porque a infecção pode se estender às regiões circunvizinhas como, por exemplo, a região periapical.

As consequências disso podem provocar sintomas mais sérios, como febre e inchaço, atingindo o indivíduo afetado de uma forma mais ampla.

Se isso não for o suficiente para significar um senso de urgência a respeito de sua saúde e, mesmo assim, você persistir em negligenciá-la, a consequência pode ser uma complicação ainda mais grave: a Angina de Ludwig.

Angina de Ludwig uma infecção bacteriana aguda que atinge a boca e a garganta, leva ao inchaço e pode causar o bloqueio das vias respiratórias.

A depender da gravidade dessa infecção, pode se alastrara para o maxilar, debaixo da língua e até mesmo para áreas adjacentes do pescoço.

Dessa forma, é recomendado que, sentidos quaisquer dos sintomas já citados anteriormente, se realize uma consulta com um dentista de sua confiança.

Prevenção

Prevenção na endodontia

Cuidar da saúde bucal é a melhor maneira de evitar qualquer um dos sintomas ou o agravamento de incômodos nos dentes relacionados à patologias endodônticas.

Manter o cuidado diário dos dentes evita situações mais graves como o tratamento de canal do dente. É importante lembrar que nossa boca é responsável por funções vitais como a mastigação, a fala e respiração.

Evitar a ingestão de açúcar, principalmente antes de dormir, também é uma forma de prevenção.

As cáries são resultado da digestão ou metabolização do açúcar e começam em formato de placa bacteriana. Essa placa, aos poucos, estraga os dentes, desde o esmalte até as outras estruturas, até formar a cárie.

Cuidados com a estética do dente também podem ajudar na limpeza e prevenção. Para esses casos, se você tem dentes tortos ou desalinhados, procure um ortodontista.

Em crianças, a prevenção deve começar antes mesmo de surgir os primeiros dentes de leite.

Os pais devem ressaltar a importância de bons hábitos e cuidados com a saúde bucal infantil. Além disso, é essencial manter as visitas recorrentes ao odontopediatra, profissional especializado para os pequenos.

Qual a Diferença Entre Endodontia e Periodontia?

Qual a diferença entre endodontia e periodontia?

Pode ser que haja uma confusão entre os termos endodontia e periodontia, já que muitos problemas da saúde bucal possuem relações com essas duas especialidades da área odontológica.

É o caso, por exemplo, de processos infecciosos no Periodonto com origem endodôntica.

Pareceu muito complicado? Não se preocupe! Se você não sabe qual é a diferença entre essas duas especialidades, ou faz algum tipo de confusão entre elas, vamos explicar direitinho para você quais são as suas diferenças.

A principal diferença está exatamente na área em que cada especialidade trata no contexto da saúde bucal.

A Grande Diferença

Como já vimos até aqui, a endodontia, em síntese, estuda o sistema de canais radiculares a polpa dentária e os tecidos periapicais, cuidando e tratando de patologias relacionas à essas estruturas.

Anatomicamente falando, o elemento dental é composto por esmalte, dentina e cemento, conjunto chamado de endodonto. Sua parte interior é formada por pela câmera pulpar, onde se encontram nervos e vasos sanguíneos.

O que mantém o elemento dental em sua posição é o osso alveolar, cemento radicular e ligamento periodontal, conjunto que faz parte do periodonto de sustentação, estrutura de atuação da periodontia.

Apesar do endodontista possuir uma área de atuação mais presente no endodonto – com ênfase na cavidade pulpar, polpa e dentina – o periodonto de sustentação também é região de seu interesse.

Com ênfase no ligamento periodontal e parede alveolar – e, talvez, seja esse o motivo de confusão entre as duas especialidades.

Em contrapartida, a periodontia é o ramo da odontologia especializado no cuidado, estudo e tratamento de processos infecciosos e inflamatórios que atingem o tecido que reveste o osso de sustentação dos dentes.

Ou seja, a gengiva. Essa é a especialidade que trata, por exemplo, de patologias relacionadas à formação da placa bacteriana, como a gengivite e a periodontite.

Dessa forma, assim como a endodontia, a periodontia também possui grande importância, já que o cuidado da gengiva deve ser tão relevante quanto ao dedicado aos dentes em si.

Conscientização da Necessidade do Cuidado com a Saúde Bucal

Agora que ficou mais clara a diferença entre essas duas especialidades da odontologia, esperamos ter trazido conhecimento e conscientização sobre a importância com o cuidado e manutenção da saúde oral.

É importante ressaltar que as consultas de rotina ao cirurgião-dentista são parte importante para prevenção de doenças de origem tanto endodôntica como periodontais.

Portanto, se você notou a presença de algum dos sinais apresentados nesse artigo, não será difícil encontrar um dentista especializado para realizar uma consulta e analisar melhor o seu caso.

Assim, se você procura por um especialista em endodontia ou periodontia, agende já uma consulta!

Silmara Alves Rozo Ducatti

Silmara Alves Rozo Ducatti

Cirurgiã-dentista graduada pela Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE) e especialista em Ortodontia pelo Sindicato dos Odontologistas de Mato Grosso do Sul (SIOMS).

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sobre a Simpatio

Somos dedicados em criar conteúdo de qualidade e informativo. Nossa missão é informar pacientes, dentistas e clínicas provendo conteúdos altamente relevantes sobre odontologia e saúde bucal gratuitamente.

Agende uma consulta

Precisando de algum tipo de ajuda ou apoio relacionado a sua saúde ou estética bucal? Clique no botão abaixo!

Postagens Recentes

Receba Nossos Conteúdos

Preencha seu e-mail acima e receba conteúdos exclusivos gratuitamente!

© All rights reserved

Simpatio 2018

As informações contidas neste site têm como objetivo único informar. A Simpatio tem o compromisso de estimular, e nunca substituir, as relações entre dentistas e pacientes. Sempre deixamos isso muito claro nos textos e na comunicação com nossos leitores. É fundamental que o paciente, ao notar qualquer alteração em sua saúde bucal, consulte seu dentista de confiança. Cada indivíduo requer um tratamento personalizado.