Ulectomia x Ulotomia: suas diferenças e indicações?

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Problemas de erupção dentária são resolvidos com procedimento cirúrgico da ulectomia

O aparecimento dos dentes de leite é motivo de felicidade para muitos pais. Mas nem sempre esse desenvolvimento ocorre corretamente, impactando a arcada dentária e fazendo com que os dentistas recorram à ulectomia.

Existem alguns obstáculos que podem atrapalhar o nascimento dos dentes de uma criança. Contudo, o mais comum deles é o excesso do tecido fibroso na gengiva. Entretanto, a ulectomia é o procedimento que corrige o problema.

Ulectomia é um procedimento cirúrgico que consiste na remoção dos tecidos gengivais que revestem o dente não erupcionado e, consequentemente, impedem tanto o desenvolvimento quanto a saída.

O procedimento é simples e feito ainda durante a infância, tendo em vista que é essa a fase da vida na qual os dentes começam a nascer e se desenvolver.

Os dentes afetados por algum fator que os impede de crescer podem ser tantos os dentes decíduos (mais conhecidos como dentes de leite), como os dentes permanentes.

A ulectomia é um procedimento cirúrgico indicado em casos que a erupção dentária espontânea não ocorre ou para casos de retardo da erupção dentária.

Nem sempre essas situações possuem algum motivo aparente, mesmo com ausência da fibrose gengival.

A ocorrência de cisto de erupção é um outro caso no qual essa técnica é benéfica. A aparição desse hematoma de erupção consiste no acúmulo de líquidos nessa região, o que motiva grande dor e desconforto.

Esse hematoma, entretanto, é um prolongamento que se localiza na mucosa alveolar. Ele tem uma cor azulada e conta também com uma coroa dentária que não saiu de dentro da gengiva.

Acompanhe mais neste artigo sobre esse procedimento cirúrgico que beneficia crianças que apresentam problemas na mucosa oral, interferindo no deslocamento do dente em desenvolvimento. Vamos lá?

  1. Como Acontece a Erupção Dentária?
  2. Para Que Serve a Ulectomia?
  3. Como Acontece a Cirurgia de Ulectomia?
  4. Cuidados Pós-Cirúrgicos
  5. E a Ulotomia? O Que é?

Como Acontece a Erupção Dentária?

Erupção dentária é o nome dado ao processo em que os dentes que estão em formação saem do local intraósseo, no qual ficam originalmente, e passam pela gengiva chegando à posição na arcada dentária.

Podemos dividir essa passagem em três estágios:

  1. Pré-eruptivo: quando o dente ainda está dentro do osso e não se movimenta;
  2. Eruptivo: quando o dente começa a sair da gengiva;
  3. Pós-eruptivo: momento no qual o dente se posiciona corretamente, assumindo seu papel na oclusão dentária.

Desse modo, assim que o primeiro dente nasce, é recomendado que já comece a ser feito um acompanhamento odontológico para que o profissional possa analisar o quadro e notar eventuais problemas.

Cronologia de Erupção Dentária

Antes de mais nada, você sabe quanto tempo demora para cada um dos dentes de leite nascerem?

Esse é um ponto importante para saber se a erupção dentária está ocorrendo no tempo correto ou se está atrasada.

E você sabe quantos dentes decíduos uma criança possui?

Ao todo, são 20 dentes de leite separados da seguinte forma: 8 incisivos, 4 caninos e 8 molares.

Sendo assim, confira abaixo quando cada um deles normalmente nasce:

  • Incisivos centrais inferiores: entre 4 a 7 meses;
  • Frontais centrais superiores: 8 a 12 meses;
  • Incisivos laterais superiores: de 9 a 13 meses;
  • Incisivos laterais inferiores: 10 a 16 meses;
  • Primeiros molares superiores: entre 1 ano até 1 ano e 7 meses;
  • Primeiros molares inferiores: de 1 ano e 2 meses até 1 ano e 6 meses;
  • Caninos superiores: 1 ano e 4 meses até 1 ano e 10 meses;
  • Caninos inferiores: 1 ano e 5 meses até 2 anos de idade;
  • Segundos molares inferiores: 2 anos a 2 anos e 5 meses;
  • Segundos molares superiores: entre 2 anos até 2 anos e 9 meses.

Conforme os dentes de leite vão se desenvolvendo e assumindo a posição no arco dental, o bebê pode ter alguns sintomas como:

  • Irritabilidade;
  • Aumento de salivação;
  • Febre;
  • Apetite menor;
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Coceira na gengiva.

Esse último, entretanto, é considerado o sintoma mais comum. É possível analisá-lo quando o recém-nascido coloca com maior frequência as mãos ou brinquedos na boca na tentativa de diminuir esse incômodo.

Os mordedores são a melhor forma para o desconforto para os bebês.

Contudo, quando está calor, é recomendado que o brinquedo fique por um tempo na geladeira, deixando-o gelado ao ponto de melhorar o sintoma na criança.

Mas caso esteja frio, o brinquedo pode apenas ser dado à criança depois de ter sido feita limpeza.

A dedeira também pode ser utilizada para massagear a gengiva para ajudar nesse processo para o bebê.

Existem Problemas Que Podem Acometer o Nascimento Dentário?

Um problema que pode aparecer no bebê é a irrupção dentária. Diferente da erupção, esse processo faz com que os dentes surjam de forma ainda mais rápida.

Entretanto, isso causa ainda mais irritabilidade e incômodo ao recém-nascido.

Outras Curiosidades Sobre a Dentição

Durante a fase de erupção dos dentes de leite, normalmente ocorre a rizólise, que nada mais é do que o processo de reabsorção das raízes dentais.

Acontece antes da queda dos dentes de leite, entre 3 e 4 anos de idade, e ocorre por um longo período.

Esse fenômeno causa uma destruição gradual do tecido dentário, tanto o duro quanto o mole, enquanto a raiz dentária começa a apresentar novos aspectos.

De tal maneira, é por meio desse processo que a erupção dos dentes permanentes se inicia. Contudo, esse procedimento natural não é contínuo, possuindo então repousos.

É durante esses períodos de folga que as estruturas ligadas às raízes dentárias passam por uma regeneração e renovação.

Mas e a Dentição Permanente? Qual é o Tempo Em Que os Dentes Começam a Nascer?

Com o passar do tempo, os dentes de leite começam a cair, cedendo espaço para os dentes permanentes.

Aqui, entretanto, nascem 12 dentes a mais do que os de leite. Totalizando 32 dentes que podem ser separados da seguinte maneira: 8 incisivos, 4 caninos, 8 pré-molares e 12 molares, nos quais estão incluídos os 4 dentes do siso.

Os dentes do siso são os últimos a nascer. Normalmente eles aparecem entre os 16 e 21 anos de idade e não encontram espaço, fazendo com que eles empurrem os outros dentes.

Nos casos em que não há espaço suficiente para que eles se encaixem, os dentes devem ser extraídos. Mas a extração não precisa ser feita apenas após a erupção destes dentes.

É válido lembrar que existem casos onde a pessoa não nasce com germe dentário suficiente para que os terceiros molares se desenvolvam e nasçam.

De toda forma, confira abaixo qual é a relação de tempo para o desenvolvimento e erupção da dentição definitiva:

  • Incisivos centrais inferiores: entre 6 e 7 anos de idade;
  • Frontais centrais superiores: entre 7 e 8 anos;
  • Incisivos laterais inferiores: 7 a 8 anos;
  • Frontais laterais superiores: de 8 a 9 anos;
  • Primeiros molares inferiores: 9 a 11 anos;
  • Primeiros molares superiores: entre os 10 e 11 anos;
  • Caninos inferiores: de 9 a 11 anos;
  • Caninos superiores: entre 11 e 12 anos;
  • Segundos molares superiores: 10 a 12 anos;
  • Segundos molares inferiores: entre 11 e 12 anos;
  • Terceiros molares superiores e inferiores: entre 17 e 21 anos.

Diversos fatores podem atrapalhar o nascimento dos dentes permanentes. E eles podem ser classificados como fatores sistêmicos, genéticos e locais.

De tal maneira, confira abaixo quais são os eventuais contratempos dentro de cada classificação:

Sistêmicos
  • Problemas de nutrição, seja da gestante durante a gravidez ou então da criança;
  • Falta de vitamina D;
  • Quando o paciente é portador de doenças endócrinas;
  • Uso de medicamentos;
  • Nascimento prematuro.
Genéticos
  • Má formação do esmalte dentário;
  • Síndrome de Apert;
  • Displasia cleidocraniana;
  • Síndrome de GAPO;
  • Síndrome de Down;
  • Osteopetrose;
  • Osteogênese imperfeita.
Locais

Existem estudos que mostram que a erupção dos dentes incisivos superiores de crianças que não passaram pelo processo de amamentação foi atrasada, enquanto a dos molares superiores, por outro lado, foi precoce.

Um outro estudo obteve o resultado de que crianças que mesmo após os seis meses de idade continuaram a ser amamentadas também obtiveram um relativo retardo na erupção.

De tal forma, é recomendado que a partir de seis meses de vida a criança passe a ter uma alimentação que conte com alimentos mais sólidos para que, dessa maneira, o desenvolvimento da boca seja incentivado.

Além disso, a estrutura bucal conta também com o germe dentário, local de onde originam tanto a formação do dente e bem como a sustentação dele.

E uma vez que os dentes permanentes erupcionados se alinham, a coroa dentária é definida. Fazendo com que cada dente exerça a sua função própria na arcada dentária e oclusão.

Para Que Serve a Ulectomia?

Para que serve a ulectomia?

Sendo assim, agora iremos responder a seguinte pergunta: o que é ulectomia em odontologia e qual é a importância desse procedimento cirúrgico?

Antes de prosseguirmos, é válido lembrar algo que já falamos anteriormente: esse problema pode estar presente em qualquer um dos dois momentos de erupção dental, seja com os dentes decíduos ou os permanentes.

Sabendo disso, vamos ao procedimento! Ulectomia é um processo no qual é feito o corte e a remoção do tecido gengival que impede ou atrapalha a erupção dentária.

Também podemos chamar esse tecido de “capa”, uma vez que ele impede o dente de sair da gengiva para ocupar o espaço devido.

Esse problema é mais comum nos incisivos centrais superiores, nos molares permanentes ou então nos segundos molares decíduos.

Dessa maneira, é feito um corte do terço incisal da gengiva, de forma a permitir o deslocamento do dente.

Quando Isso Acontece nos Dentes Permanentes?

Quando esse problema aparece na dentição permanente, normalmente ele foi causado pela perda dos dentes de leite incisivos superiores antes do tempo que deveria acontecer naturalmente.

E a mastigação sem os dentes que deveriam estar ali gera um trauma que, por sua vez, estimula a formação de novos feixes fibrosos, fazendo com que a gengiva se torne mais dura e dificulte a erupção dos dentes.

Sendo assim, é de suma importância que seja feito o procedimento cirúrgico para permitir que os dentes continuem a se desenvolver e locomover para o local correto.

Contudo, é necessário que seja feito um diagnóstico pelo profissional antes da execução da cirurgia.

Sendo assim, caso seja constatado apenas que esse é o único problema impedindo a erupção dentária, por meio de uma radiologia, o procedimento pode ser adotado.

O procedimento também pode ser aplicado em casos de dentes irrompidos, quando ele ainda não nasceu devidamente.

Todavia, ainda não foi devidamente apresentado o que exatamente causa esse problema.

O que sabe-se é que há a possibilidade de o paciente apresentar casos de inflamação de pericoronarite.

Esse acesso inflamatório acontece porque a não erupção do dente faz com que bactérias apareçam na região, e isso causa a inflamação.

Além disso, esse problema pode gerar consequências na oclusão dental, que atrapalham tratamentos ortodônticos ou então fazem com que estes sejam necessários.

Ou seja, a ulectomia também é um procedimento que pode ser utilizado para prevenir que eventuais problemas de má-oclusão.

E para que isso aconteça, deve ser feito um diagnóstico precoce e a cirurgia deve ser bem planejada, de forma a ser obtido o melhor resultado possível.

O Que Fazer Quando Casos de Dentes Irrompidos São Apresentados?

Ao todo, existem três possibilidades de procedimentos a serem feitos em situações assim:

  1. Abstenção;
  2. Extração;
  3. Colocar o dente na arcada dentária.

A abstenção é utilizada apenas quando existe alguma eventual contraindicação para fazer uma cirurgia no local.

Sendo assim, o dente não sofre nenhuma interferência odontológica, mas continua sob monitoração, tanto com o controle clínico quanto com um controle radiológico constante.

Já a retirada do dente pode ser feita ou quando ele se encontra apinhado, ou então quando não existe espaço na gengiva para o dente ocupar a posição na arcada dentária.

Essa decisão também pode ser tomada quando acontece a malformação do dente ou então quando são analisados problemas como a cárie dental.

A colocação do dente, por sua vez, é feita apenas em situações onde existe espaço para que ele se encaixe e quando não existem eventuais complicações locais.

É válido lembrar que para qualquer um dos três casos é aconselhado que seja feita uma consulta com um profissional que irá analisar as possibilidades conforme as condições que o paciente apresenta.

Dessa forma, o paciente e o dentista chegarão à melhor opção de tratamento para o problema apresentado.

Entretanto,podemos ressaltar a importância do diagnóstico como fator essencial. Afinal, nem sempre a erupção dentária atrasada é sinal de necessidade de uma ulectomia para corrigir o problema.

E Se a Ulectomia Não For Feita?

E se a ulectomia não for feita?

A não execução dessa cirurgia gera curvamento do ápice da raiz ou fechamento do espaço pela inclinação dos dentes vizinhos, tornando necessário um tratamento ortodôntico para recuperar os espaços perdidos.

Mas você sabe quais problemas a curvatura na raiz do dente causa?

Essa anomalia atrapalha e pode chegar até a interromper a erupção dental.

Juntamente a isso, ela impede ou dificulta a realização de alguns procedimentos odontológicos, por exemplo a extração dental e o tratamento de canal.

Sendo assim, quem possui essa anomalia, sendo ela consequência de não ter feito a ulectomia ou não, deve tomar ainda mais cuidado com a saúde bucal.

Além disso, a oclusão dentária também acaba sendo comprometida quando esse tratamento cirúrgico não é realizado devidamente.

Quando Exatamente a Cirurgia é Indicada?

Como citado anteriormente, esse tipo de procedimento é indicado quando dente do paciente está pronto para nascer, mas não irrompe a gengiva.

Dessa maneira, a área fica mais robusta e adquire uma coloração mais branca e clara.

Além disso, a opção cirúrgica também pode ser aplicada quando acontece o retardo na erupção dentária.

O procedimento é indicado principalmente para prevenir a presença de infecções dentárias secundárias que, por sua vez, geram outros problemas à saúde bucal.

Entretanto, é somente após a realização do raio X que o dentista irá analisar a necessidade ou probabilidade de ser feita a ulectomia.

Existem Contraindicações?

As contraindicações são poucas e, geralmente, elas são aplicáveis em uma quantidade pequena de casos.

Contudo, elas são:

  1. Pacientes que possuem doenças da infância, impedindo a realização da cirurgia;
  2. Crianças que estão realizando quimioterapia ou radioterapia;
  3. Condições sistêmicas próprias que não permitem que a cirurgia seja feita;
  4. Presença de inflamações na região dos dentes como a pericoronarite, por exemplo.

Em casos de inflamações, é necessário que o paciente faça primeiro o tratamento desse problema antes de ser feita a cirurgia.

Uma vez tratado o distúrbio, o procedimento cirúrgico pode ser feito.

Mas caso o paciente não se enquadre em nenhum desses três casos e se encontre dentro das situações que fazem ser necessário o procedimento, ele deve ser aplicado o mais breve possível.

Como Acontece a Cirurgia de Ulectomia?

Como acontece a cirurgia de ulectomia?

Por se tratar de uma cirurgia que normalmente é feita ainda durante a infância, ela pode ser realizada por um cirurgião-dentista especializado na área de odontopediatria.

O primeiro passo, como citado anteriormente, é a verificação do problema através de exames clínicos e também pela radiografia odontológica.

Sendo assim, é por meio da análise dos resultados que o profissional irá apontar se existe ou não a necessidade do procedimento.

Normalmente, ele é feito nos casos em que dois terços da raiz dos dentes se encontram visíveis no exame radiológico. Posteriormente a uma limpeza bucal, é aplicada uma anestesia local.

Após feito isso, com o auxílio de um bisturi é realizada a remoção da mucosa gengival de maneira a expor o dente.

Para finalizar, o local deve ser irrigado com o uso de soro fisiológico e tampado com uma gaze limpa.

Sendo assim, o procedimento está concluído tendo em vista que a intenção é justamente a de abrir a gengiva para possibilitar que seja feita a erupção dentária dos dentes, sejam eles decíduos ou então permanentes.

Todavia, é recomendado que após sete dias de realizada a cirurgia o paciente retorne ao dentista para que ele possa fazer uma análise posterior do quadro do paciente.

Cuidados Pós-Cirúrgicos

Cuidados pós-cirúrgicos

A cirurgia não requer sutura ou pontos auxiliadores para cicatrização.

Entretanto, a região bucal em volta do local da cirurgia deve ser limpa com soro fisiológico e tampada com gaze para evitar infecções dentárias.

Medicamentos analgésicos também podem ser indicados pelo dentista para serem usados nos dias após a operação.

O paciente deve também manter a higiene oral com escova de dentes e o uso do fio dental. Contudo, deve ser tomado muito cuidado durante o processo tendo em vista que o local pode ficar sensível.

É aconselhado que os defeitos de erupção dentária não sejam ignorados, pois eles podem ser a causa de outros problemas na saúde bucal.

O encurvamento da raiz dos dentes, por exemplo, faz com que o espaço livre para a erupção de outros dentes seja menor. E nos casos em que não há a correção pela ulectomia, o uso de aparelhos ortodônticos é a solução.

Entretanto, caso seja notado algum fator que impeça o bom desenvolvimento dos dentes, é necessário que um odontopediatra seja consultado.

E a Ulotomia? O Que é?

E a ulotomia? O que é?

Também é uma cirurgia que possui o objetivo de abrir espaço na arcada dentária para que a erupção dos dentes aconteça da maneira certa.

Contudo, a principal diferença entre os procedimentos de ulectomia e ulotomia é o método que é utilizado para a realização das cirurgias.

Diferente da ulectomia, na ulotomia não é feita a extração de partes do tecido gengival.

Sendo assim, a ulotomia consiste em um corte simples na gengiva para solucionar os casos de dente não erupcionados.

Entretanto, alguns autores consideram esse procedimento como ineficaz, ou então uma operação sem finalidade, na maioria dos casos.

Isso se dá uma vez que a reparação do tecido gengival é feita rapidamente tendo em vista que se trata de um procedimento no qual normalmente é feita uma sutura.

E dessa maneira, a cicatrização da gengiva ocorre antes mesmo de o dente irromper o tecido.

E se esse for o caso, existem duas formas que o dentista pode agir caso a ulotomia não dê certo:

  1. Fazer o procedimento uma outra vez; ou
  2. Realizar a ulectomia, que possui uma eficácia maior nesses procedimentos.

Todavia, o procedimento também é feito após a aplicação da anestesia odontológica no local onde será feita a cirurgia.

Mas agora que você sabe sobre a ulectomia, marque uma consulta com um odontopediatra assim que o primeiro dente de leite do seu filho nascer para que ele possa ter um acompanhamento profissional.

Ramiro Murad Saad Neto

Ramiro Murad Saad Neto

Cirurgião-dentista graduado em Odontologia pela UNIC. Gestor de clínicas odontológicas e franquias. Residente em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial Facial no Sindicato dos Odontologistas de São Paulo (SOESP - SP). Habilitação em Harmonização Orofacial e integrante da equipe Bucomaxilofacial Dr. Carlos Eduardo Xavier na Clínica da Villa, em São Paulo. CRO - 118151

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