Flúor: benefícios, maneiras de aplicar e suas funções

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O mineral é essencial na prevenção de cárie nos dentes

No nosso dia a dia utilizamos diversos produtos de higiene oral, seja para a simples higiene, alívio do mau hálito, ou em busca de dentes mais brancos. E existe um elemento presente nesses produtos que usamos diariamente, como cremes dentais e enxaguantes bucais, mas que talvez nem todos conheçam: o flúor.

Importante para a prevenção de cáries, o flúor passou, na década de 30, a ser distribuído e colocado na água fornecida por empresas à comunidade. Essa tática foi apoiada pela Associação Brasileira de Odontologia, a Organização Mundial de Saúde e o Ministério da Saúde.

Flúor é um mineral facilmente encontrado na natureza. Ele está presente em alguns alimentos e na água  das cidades. Atuando no fortalecimento do esmalte do dente, o flúor é um grande aliado na prevenção da cárie.

  1. Qual é a Ação do Flúor?
  2. Crianças Podem Usar Flúor?
  3. Onde o Flúor Pode Ser Encontrado?
  4. Como Flúor é Aplicado?
  5. Quais São os Riscos do Flúor?

Qual é a Ação do Flúor?

É comum que, ao ver esse nome escrito em diversos produtos de higiene orais, as pessoas de perguntem: para que serve o flúor.

Inicialmente, o flúor é fundamental para o crescimento e desenvolvimento dos dentes em crianças, seja durante o nascimento do dente de leite, como na dentição dos dentes permanentes.

Se concentrando nos dentes e nos ossos, ele ajudar a fortalecer o esmalte dos dentes das crianças. Em dentes já desenvolvidos, esse mineral também atua como fortalecedor do esmalte dos dentes.

Desse modo, a função do flúor no ambiente oral é fundamental.

Como Esse Mineral Previne a Cárie Dental?

Por conta do controle da placa bacteriana, a presença de saliva na boca e outros fatores, os dentes sofrem continuamente o processo desmineralização e remineralização.

O flúor atua nos dentes através do processo conhecido como remineralização. O esmalte dentário é a camada grossa e branca que envolve outras partes do dente, como a dentina e a polpa dentária.

Na composição do esmalte do dente estão minerais como o cálcio e o fósforo.

Quando o flúor dental está presente no processo de remineralização, que acontece naturalmente, esses minerais se tornam mais fortes. Por isso, seu desgaste é dificultado.

Em contra partida, quando ocorre o processo de desmineralização, ou seja, quando o esmalte sofre perda de íons pela diminuição do pH da boca, ocorre o enfraquecimento do esmalte, dando início à cárie.

Desse modo, o mineral ajuda a conter a progressão e o desenvolvimento de cáries, além de ser útil no combate à bactérias que podem estar acumuladas na boca.

O mineral pode ser adicionado aos dentes de maneira sistêmica ou de maneira tópica. O flúor dental sistêmico é comumente ingerido, tanto via água fluoretada, quanto via alimentos.

Já o tópico, é aplicado diretamente nos dentes. Ele está presente em cremes dentais e enxaguantes bucais, por exemplo. Além disso, existem procedimentos que podem ser realizados no consultório dentista.

Como Ajudar o Mineral na Proteção dos Dentes Contra a Cárie?

Sabia que existe uma forma de ajudar a ação do flúor no combate às cáries?

A cárie está diretamente relacionada à formação do biofilme – ou placa bacteriana – na superfície dos dentes.

Dessa maneira, uma forma de ajudar o flúor nesse combate é utilizando-o da maneira correta, evitando assim o aparecimento da placa bacteriana.

A forma correta de utilização do flúor consiste, em primeiro lugar, na dosagem correta. Deve-se usar produtos de higiene bucal que contenham o flúor em sua fórmula, principalmente o creme dental com flúor.

A quantidade utilizada para realizar a escovação diária deve ser proporcional ao tamanho de um grão de ervilha.

Usar o flúor na medida correta é uma forma de fazer com que ele só traga benefícios para a saúde bucal, já que seu uso em excesso não é benéfico.

Mas é só isso? Não!

A aplicação do flúor será ineficaz se, por exemplo, houver acúmulo de alimentos à margem gengival.

Pois esses alimentos nutrirão bactérias que formarão a placa bacteriana. A prevenção da cárie está, não somente na aplicação do flúor, mas na higienização correta do ambiente oral.

Muitas pessoas acreditam que seus hábitos de higiene orais são suficientes e eficazes para manter a boca livre de doenças. Mas isso pode ser um equívoco.

Será Que Você Sabe Fazer Uma Higienização Correta?

Uma boa higienização começa pela escolha da escova de dentes.

A escova de dentes mais adequada para qualquer tipo de pessoa, independentemente de suas preferências, é a escova com as cerdas mais macias possíveis.

Um erro bastante comum é o de achar que as cerdas mais rígidas serão mais eficientes na limpeza por conta do maior atrito com os dentes.

A rigidez das cerdas, além de não ajudar na eficácia da limpeza dos dentes, também é responsável por ferir as gengivas.

Afinal, elas não foram feitas para serem escovadas e, quando isso acontece usando um material tão rígido, as gengivas podem ser danificadas, o que pode causar seu sangramento.

O que realmente é eficiente no momento da escovação é a quantidade de cerdas presente na escova de dentes. Quanto mais cerdas, melhor.

Em segundo lugar, temos a escolha do creme dental. É nessa parte que a presença do flúor se faz necessária. Usar um creme dental que contenha flúor em sua fórmula é fundamental, já que ele possui ação contra a cárie

Em seguida, temos o passo que fará toda a diferença na prevenção do problema: o uso do fio dental.

A utilização do fio dental é imprescindível para evitar a cárie, já que ele consegue alcançar partes dos dentes em que a escova de dentes não consegue.

O fio dental completará a higienização, removendo os restos de comida que não são percebidos a olho nu e nem são removidos somente com a escovação.

Se esses restos não foram devidamente removidos, podem tornar o ambiente oral favorável a proliferação de bactérias, que desencadeiam a cárie.

Para finalizar, utilize um enxaguante bucal que contenha flúor, assim os dentes ficarão ainda mais resistentes.

Crianças Podem Usar a Substância?

Crianças podem usar flúor?

Muito pais podem apresentar dúvidas quanto à higiene oral dos pequenos. Uma das dúvidas que costumam surgir é a utilização de flúor, ou pasta de dente com flúor.

Já que ele é um agente tão importante na prevenção das cáries, tanto na dentição de leite como na permanente, bebês e crianças devem utilizá-lo em sua escovação diária?

Quem responde essa pergunta é a Associação Dental Americana (American Dental Association), referência mundial na área. De acordo com a associação, o público infantil deve, sim, fazer uso de creme dental fluorado.

Essa recomendação é dada aos pais desde 2015, baseada em uma série de estudos científicos sobre o caso.

A mesma orientação também é dada pela Associação Brasileira de Odontopediatria (ABO), que recomenda que, desde o nascimento do primeiro dentinho, os pais adotem o uso do flúor na escovação.

Antes da erupção dos molares os pais podem optar pelo uso da dedeira na hora da higienização. Porém, depois de sua erupção, o uso de uma escova de dentes de cerdas macias e cabeça arredondada torna-se obrigatório.

Isso ocorre porque os dentes molares têm depressões e sulcos, além de estarem em locais de alcance mais difícil. Todas essas características favorecem o acúmulo e, consequentemente, a proliferação de bactérias.

Todas essas fases da escovação, no entanto, já permitem o uso do creme dental com flúor.

O Mineral Faz Mal aos Pequenos?

A realidade é que havia um temor a respeito da intoxicação de crianças por conta do uso do flúor e a ideia de que o flúor faz mal às crianças. Mas essa é uma tese que precisa ser esclarecida.

É bem verdade que a fluorose, ou seja, o aparecimento manchas brancas nos dentes permanentes (mesmo antes de sua formação), é causada pelo flúor. Isso só ocorre, de fato.

Mas apenas quando a criança ingere uma grande quantidade de flúor, sem o controle dos pais.

Assim, os pais devem ficar atentos à quantidade de creme dental com flúor utilizada na escovação dos pequenos. Além disso, também é função dos pais orientar a higienização e se responsabilizar por ela.

Qual a Quantidade Correta Que Uma Criança Deve Utilizar?

Agora que sabemos que a fluorose dentária está ligada à quantidade de pasta de dentes ingerida pela criança, e que para evitar isso devemos controlar essa quantidade, a pergunta é: qual é a quantidade correta?

Como vimos, bastante creme dental não é sinônimo de uma limpeza. As recomendações da quantidade de creme dental para cada idade são as seguintes:

  • Até 2 anos de idade: uma quantidade proporcional a meio grão de arroz cru, já que crianças nessa idade não possuem total controle na hora de cuspir o conteúdo;
  • De 2 a 6 anos de idade: uma quantidade proporcional a um grão de arroz inteiro;
  • Maiores de 6 anos de idade: uma quantidade proporcional a uma ervilha.

Após os 6 anos e até a idade adulta, recomenda-se a quantidade seja proporcional ao grão de ervilha, a fim de evitar o excesso de flúor.

No entanto, também não há proibições sobre porções acima do recomendado, já que o ato de cuspir o creme dental pode ser realizado sem maiores problemas.

Como Escolher o Creme Dental Adequado Para a Criança?

O mercado de higiene bucal brasileiro possui uma variada gama de produtos. Por conta disso, a escolha do creme dental infantil pode se tornar uma tarefa complicada para os pais.

No entanto, iremos auxiliá-los nessa função!

Primeiramente, os pais devem possuir um acompanhamento com um odontopediatra, assim que o primeiro dentinho nascer.

Afinal, além desse acompanhamento ser de suma importância para a saúde bucal dos pequenos, é esse profissional que poderá analisar cada caso individualmente.

Isso porque as orientações podem variar de acordo com a rotina alimentar da criança e com suas características pessoais.

Uma criança que consome, em sua rotina diária, muito mais açúcar que outra, pode demandar necessidades de escovação diferentes, por exemplo.

No entanto, de uma forma geral, a escolha do creme dental não sofre grandes variações.

A começar pela diferenciação do creme dental “adulto” e o infantil.  Com tanto que haja flúor, a eficácia dos dois tipos é a mesma.

De resto, o que realmente pode mudar é o “sabor”, que se torna mais agradável na pasta de dente infantil e, que por sinal, pode ser um atrativo para a ingestão do conteúdo pelos pequenos.

No mercado, podemos encontrar pasta de dente sem flúor, essa, no entanto, não previne o aparecimento das cáries e não é indicada para o uso das crianças.

O creme dental ideal para o uso de crianças menores de seis anos é aquele que possuir uma concentração de flúor entre 1100 e 1450 ppm (parte por milhão).

Se essa concentração estiver abaixo dos 500 ppm, o creme dental não será eficiente para prevenir a cárie.

E Aplicação do Mineral em Consultório? É Necessária Para as Crianças?

Quando o flúor presente na água, ou no creme dental, não é suficientemente eficaz na prevenção das cáries, pode ser necessária aplicação de flúor em consultório.

No entanto, nem todas as crianças precisam realizar o procedimento de aplicação de flúor. Para fazer essa análise será preciso da orientação do odontopediatra.

Na hora de decidir ou não pela aplicação do flúor em consultório, o profissional levará em conta o quanto a criança possui o risco de desenvolver as cáries.

Para isso, ele analisará a alimentação do pequeno de uma forma geral, se a higienização atual é suficiente e o seu histórico da condição – se já teve ou não cárie anteriormente.

A depender da análise do profissional, pode ser preciso realizar a aplicação de flúor em consultório.

Onde o Flúor Pode Ser Encontrado?

Onde o flúor pode ser encontrado?

Existem alguns locais específicos onde pode ser encontrado o flúor.

De uma forma geral, o flúor ou fluoreto, pode ser encontrado abundantemente na natureza, já que é um mineral natural encontrado na crosta terrestre.

Entretanto, podemos encontrar esse mineral também em alguns produtos, alimentos e até mesmo na água.

A água inclusive é um dos principais elementos que possuem a presença do flúor.

abastecimento de água fluoretada é obrigatória desde 1974 e faz parte de uma política de saúde pública que visa a promoção da saúde bucal na prevenção contra o aparecimento de cáries.

Conheça outros produtos e elementos que consumimos que possuem a presença de flúor:

  • Alimentos processados preparados e reconstituídos com água fluoretada;
  • Frutos do mar;
  • Fígado bovino;
  • Alimentos preparados em panela que usam o polímero Teflon (contém flúor);
  • Peixe;
  • Ossos de carne bovina;
  • Arroz;
  • Feijão;
  • Cebola;
  • Alho;
  • Algumas frutas, como a laranja;
  • Batatas;
  • Gelatina;
  • Infusões (como chá);
  • Leite materno;
  • Creme dental com flúor;
  • Enxaguante bucal com flúor;
  • Suplementos de flúor (indicado para gestantes e pessoas sem acesso a água fluoretada).

Como o Flúor é Aplicado?

Como é aplicado?

Assim como vimos anteriormente, as aplicações do flúor podem ser realizadas de forma tópica, sistêmica ou em consultório.

Sua aplicação por meio de qualquer uma dessas vias pode ser chamada de fluorterapia, tendo como objetivo principal a prevenção contra o aparecimento de cáries e desgaste do dente.

A aplicação em consultório é indicada quando a presença do agente na água e nos produtos de higiene bucais não são suficientes no combate à cárie.

Isso pode ocorrer por diversos fatores, como a alimentação e má higienização, por exemplo. Esses fatores também podem ser considerados pelo profissional e determinantes na aplicação ou não do flúor.

Entenda esses fatores:

  • Alimentação: esse tópico é de extrema importância na avaliação do dentista, já que uma dieta rica em açúcares, sacarose e alimentos industrializados aumentam a tendência do aparecimento de cáries;
  • Má higienização: o profissional pode, ainda, levar em consideração o tipo de higiene praticada pelo paciente. Uma higienização inadequada pode proporcionar um ambiente favorável ao aparecimento das cáries;
  • Idade: a aplicação de flúor em consultório é realizada com mais frequência em crianças e adolescentes. Entretanto, não existem restrições à idade, podendo haver aplicação de flúor em pacientes de todas as idades.

Além desses, outros fatores podem determinar riscos cariogênicos, como:

Grande quantidade de restaurações já presentes;

  • Histórico de cáries;
  • Desordem alimentar;
  • Fratura no dente;
  • Medicamentos específicos;
  • Xerostomia, ou baixa produção salivar;
  • Medicamentos específicos;
  • Defeitos no esmalte dos dentes;
  • Ingestão excessiva de álcool ou outras substâncias químicas; e
  • Radioterapia.

O Passo a Passo

Como em todo procedimento odontológico, um profissional deve ser o responsável pela aplicação de flúor nos dentes.

Afinal, o flúor odontológico apresenta uma forma mais concentrada, o que pede o conhecimento de um especialista em sua aplicação, visto que o excesso de flúor também pode ser prejudicial aos dentes.

O flúor pode estar em forma de gel, solução, espuma ou verniz fluoretado. Ele é aplicado nos dentes por meio de escovas, cotonetes, bochechos ou por meio de moldeira.

O dentista inicia o procedimento deixando, primeiramente, a boca do paciente seca. Em seguida realiza a aplicação do mineral.

Se forem colocados em uma moldeira, a solução deve agir por alguns minutos antes de ser retirada.

A forma de aplicação direta sobre os dentes é mais recomendada em caso de paciente mais jovens, como crianças, que não lidam bem com o uso de moldeiras.

Após a realização do procedimento, o paciente pode receber a orientação de não enxaguar a boca, não beber e nem comer nada por cerca de 30 minutos.

Essa recomendação se justifica pela necessidade da melhor absorção do flúor pelos dentes.

A depender da análise do profissional e o estado de saúde bucal do paciente, o procedimento deve ser repetido com certa frequência, com intervalos de até três, seis ou doze meses.

Quais São os Riscos do Flúor?

Quais são os riscos?

Quem disse que o flúor pode fazer mal aos dentes não mentiu. Quando seu uso é excessivo, pode causar mais males do que benefícios aos dentes.

O flúor para os dentes, se for aplicado de forma excessiva, gera danos à saúde bucal. O principal risco da aplicação excessiva desse mineral é o desenvolvimento de fluorose dental.

A fluorose é uma alteração no esmalte e na dentina, que as deixa mais porosas e passíveis ao aparecimento de manchas ou linhas brancas nos dentes nos dentes permanentes, antes mesmo de sua formação.

Ela ocorre exatamente pelo excesso de flúor nos dentes, que pode ter algumas causas específicas. Veja quais são elas:

  • Consumo excessivo de água fluoretada;
  • Consumo excessivo de alimentos e produtos industrializados;
  • Ingestão recorrente de gota ou comprimido que possua flúor, como suplementos de flúor;
  • Ingestão excessiva do creme dental com flúor; e
  • Descuido do dentista quanto à aplicação de flúor.

É importante dizer que a escovação diária e frequente não é um fator suficientemente relevante para causar a fluorose, sendo que, ao contrário, esse se faz importante e necessário.

Características da Fluorose

As principais características da fluorose são as manchas que aparecem na superfície dentária, podendo apresentar formatos irregulares e diversas tonalidades, a depender do grau de intensidade da fluorose.

Sua forma mais comum e menos acentuada de manifestação é por meio de manchas esbranquiçadas na superfície dentária, podendo variar entre a cor branca opaca apenas ou pequenos traços brancos.

Porém, se a fluorose possuir um grau de intensidade maior, as manchas podem chegar a níveis mais escuros, apresentando-se como manchas amarronzadas.

Essa patologia pode chegar a níveis ainda mais graves, como quando provoca irregularidades e perda da estrutura dentária.

Isso ocorre pelo fato de que a fluorose torna o esmalte hipomineralizado, tornando seu desgaste mais fácil e provocando dor e sensibilidade dentária.

A fluorose é uma patologia que não tende a desaparecer com o tempo.

No entanto, existem alguns métodos e tratamentos realizados em consultório que podem levar a diminuição, ocultação ou até eliminação das manchas.

Para evitar o aparecimento da fluorose, o controle na utilização do flúor é essencial.

A fluorose é desenvolvida principalmente durante a infância, devido à ingestão de pasta de dentes “saborosas” ou sua ingestão devido a criança não saber cuspir o conteúdo.

Assim, é importante que os pais supervisionem os menores, evitando assim o aparecimento dessa patologia.

Apesar dos seus benefícios há riscos no uso, também, para pessoas que possuam problemas endocrinológicos. Para estas, o flúor não é indicado. Para todos os efeitos, um profissional da odontologia sempre deve ser consultado.

Ramiro Murad Saad Neto

Ramiro Murad Saad Neto

Cirurgião-dentista graduado em Odontologia pela UNIC. Gestor de clínicas odontológicas e franquias. Residente em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial Facial no Sindicato dos Odontologistas de São Paulo (SOESP - SP). Habilitação em Harmonização Orofacial e integrante da equipe Bucomaxilofacial Dr. Carlos Eduardo Xavier na Clínica da Villa, em São Paulo. CRO - 118151

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