Odontologia esportiva contribui para desempenho dos atletas

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Nova área da odontologia beneficia quem pratica esportes

Para alcançar seu melhor desempenho, atletas precisam estar com a saúde em dia. Lesões, dores e infecções na boca atrapalham ou até impossibilitam a atuação do esportista. Por isso, a saúde bucal não pode ser deixada de lado. Pensando nesse segmento, que é crescente, a odontologia esportiva foi desenvolvida.

Problemas na mastigação ou na trituração dos alimentos, causados pela ausência dos dentes, por exemplo, fazem com que a nutrição ocorra de forma incorreta. Assim, a preparação corporal do atleta é prejudicada. Evitar isso é o objetivo central da odontologia esportiva.

Odontologia esportiva é a área que foca na prevenção e no tratamento de doenças bucais em atletas. Esta especialidade é importante, pois garante um melhor desempenho de quem pratica esportes regularmente. Sejam profissionais ou amadores.

A falta de nutrientes para quem pratica esportes diariamente gera deficiências em sua preparação corporal.

Ocorrências de fadiga da musculatura esquelética ou de energia insuficiente representam uma grande queda no desempenho desse atleta e, consequentemente, nos seus resultados e vitórias.

Assim, sabendo disso, é possível dizer que para ser atleta é necessário, além de possuir disciplina e um bom condicionamento físico, ter uma saúde bucal impecável.

Interessante, não é mesmo? Então vamos conhecer um pouco mais sobre esta importante vertente do universo odontológico.

  1. Um pouco mais sobre a Odontologia Esportiva
  2. Profissionais x Amadores
  3. Principais Traumas que Afetam Atletas
  4. Outras atuações da Odontologia do Esporte
  5. Sobre os Protetores Bucais
  6. Odontologia Esportiva no Mercado de Trabalho
  7. Atletas Podem se Prevenir dos Problemas Bucais

Um pouco mais sobre a Odontologia Esportiva

Como vimos, essa área da odontologia visa promover uma melhora notável no rendimento dos atletas através do controle de sua saúde bucal.

Geralmente, a especialidade trabalha diretamente em clubes, federações, eventos de artes marciais e até mesmo academias.

O curioso é que, ao contrário do que muitas pessoas pensam, a modalidade não possui relação direta com a Educação Física.

A sua relação com o esporte ocorre devido a necessidade de cuidar da qualidade da higiene oral de atletas e outros profissionais ligados ao meio esportivo.

Além disso, por possuir um foco multidisciplinar, essa área da odontologia reúne uma grande equipe de especialistas odontológicos.

Todos eles possuem uma ampla visão esportiva para melhorar o rendimento dos atletas por meio da saúde bucal dos mesmos.

Profissionais x Amadores

Odontologia esportiva contribui para atletas terem melhor desempenho

Outro ponto bastante relevante é a questão da diferenciação do tratamento em atletas profissionais e amadores. Isso porque, na grande maioria das vezes, os atletas de alto nível apresentam uma rotina diferente da dos demais.

Eles possuem alimentação diferenciada, suplementos, ingestão de isotônicos e a necessidade de um planejamento das ações combinado com o calendário das competições.

Além disso, um esportista profissional, por exigir mais condicionamento físico em relação aos amadores, precisa estar sempre atento à saúde geral e bucal.

Assim, é necessário realizar um exame odontológico minucioso para tratar eventuais doenças ou, até mesmo, evitá-las, visando inibir maiores complicações ao paciente.

Com isso, é possível que o indivíduo consiga desempenhar sua atividade, seja ela qual for, da melhor maneira possível.

Já para os atletas amadores, é importante procurar um dentista especializado na área do esporte e visitá-lo com regularidade ou sempre que necessário.

Principais Traumas que Afetam Atletas

Odontologia esportiva contribui para atletas terem melhor desempenho

Os principais traumas que acometem os atletas são os traumas orofaciais e dentários, ocasionados principalmente em esportes de contato.

A literatura com seus levantamentos epidemiológicos consegue ainda diferenciar esses traumas de acordo com a modalidade praticada.

O grande problema é que, esses traumas mesmo relatados na literatura, muitas vezes são negligenciados por serem encarados como acidentes.

Assim, se a literatura nos diz que uma pessoa que pratica uma determinada atividade apresenta uma chance de 10% maior de sofrer uma fratura dentária, por exemplo, este traumatismo não pode ser encarado como acidente.

Ele pode e deve ser prevenido. Afinal, faz parte do conjunto de atividades exercidas por um profissional da odontologia esportiva.

Outros traumas que apresentam grande frequência e que passam batidos em muitos casos são os traumatismos funcionais.

Eles ocorrem pelo simples apertamento contínuo realizado pelos esportistas durante o exercício.

Trata-se de algo bastante comum no meio esportivo. Esse tipo de lesão está relacionado principalmente aos levantadores de peso ou modalidades que proporcionam grande pressão nas estruturas ósseas do atleta.

Em meados de 2015, pesquisadores e colaboradores publicaram um estudo de caso sobre traumas dentais com constatações extremamente interessantes.

Nesta pesquisa, a incidência de disfunções temporomandibulares foi 50% maior em um grupo de lutadores profissionais quando comparado a amostra de pessoas que não praticavam nenhuma atividade física.

Fora isso, algumas lesões traumáticas podem acometer outras regiões da boca.

Elas chegam, inclusive, a prejudicar gravemente as gengivas dos pacientes, trazendo complicações severas.

Traumas Orofaciais

Traumas orofaciais englobam os mais diversos problemas que afetam a mandíbula e a articulação temporomandibular dos pacientes.

Como existem diversos esportes de contato ou suscetíveis a quedas e/ou acidentes, é possível dizer que esse tipo de lesão acaba sendo mais comum em atletas, principalmente em esportistas profissionais.

Geralmente, a lesão atinge a ATM, uma articulação que faz a ligação do nosso maxilar ao osso temporal do crânio, que fica localizado à frente das orelhas, nas laterais da cabeça.

Essa articulação é uma das mais complexas do corpo humano.

Por ser extremamente flexível, é responsável por todos os movimentos da mandíbula: para frente, para trás e para os lados, sendo fundamental para o desempenho de uma variedade imensa de atividades de nosso cotidiano.

Quando o paciente apresenta esse tipo de problema, é comum que o dentista recomende a realização de uma terapia orofacial.

O interessante é ressaltar que o tratamento é multidisciplinar. Assim, ele envolve o médico, o fisioterapeuta e o cirurgião-dentista.

O objetivo principal dessa modalidade é evitar a necessidade de realização de um procedimento cirúrgico no futuro. Além disso, uma fisioterapia orofacial possui outros propósitos, como:

  1. Reposicionar a mandíbula ao crânio para melhorar a função;
  2. Minimizar a dor muscular;
  3. Melhorar a amplitude de movimento;
  4. Melhorando a postura;
  5. Reeducar o paciente em relação ao posicionamento correto da mandíbula;
  6. Reduzir a inflamação;
  7. Reduzir a carga adversa na ATM;
  8. Fortalecer o sistema músculo-esquelético.

Traumatismos Funcionais

A anomalia também pode ser definida como uma vertente do bruxismo. Trata-se do ato inconsciente de apertar ou ranger os dentes constantemente de forma rítmica.

O hábito parafuncional pode ocorrer tanto durante o dia quanto durante a noite. Em casos de bruxismo noturno, geralmente as consequências são mais graves.

Dentre os principais sintomas do problema, é possível citar hábitos como:

  • Ranger ou apertar os dentes (às vezes tão alto que pode despertar uma pessoa que estiver dormindo ao lado);
  • Dentes achatados, fraturados, lascados ou soltos;
  • Esmalte dental desgastado, expondo camadas mais profundas do dente;
  • Aumento da sensibilidade dentária;
  • Dor na mandíbula ou dor na face;
  • Dor que se sente como se fosse uma dor de ouvido – mas que na verdade é resultado de bruxismo;
  • Dor de cabeça;
  • Recuos de língua.

Além disso, outros sintomas graves incluem:

  • Transtornos alimentares;
  • Ansiedade, irritabilidade, estresse e tensão;
  • Depressão;
  • Sensação de calor ou frio nos dentes;
  • Insônia.

O principal tratamento do bruxismo é a utilização de uma placa de bruxismo pelo paciente ou até mesmo a realização de técnicas de relaxamento ou aromaterapia.

Traumatismos Dentários

O trauma dentário é toda e qualquer pancada que possa causar lesões na boca, abrangendo os dentes, os ossos de sustentação, a gengiva e todos os tecidos moles.

Os tipos de ferimentos dividem-se em: fratura no esmalte, fratura entre a coroa e a raiz, concussão, subluxação, luxação e avulsão. Vamos entender melhor cada um deles:

  1. Fratura no esmalte: a fratura no esmalte acontece quando atinge somente a coroa do dente, ou seja, o dente é parcialmente fraturado. O tratamento pode ser feito com a restauração da área, utilizando resina;
  2. Fratura entre a coroa e a raiz: geralmente são mais graves que as fraturas no esmalte. Podem ser identificadas através de uma radiografia da região. Em casos muito agressivos, pode ser até mesmo que o dente precise ser extraído;
  3. Concussão: trata-se do caso mais simples. Ocorre quando há uma pancada leve, que no máximo causa sensibilidade no dente do paciente;
  4. Subluxação: pode ser grave ou moderada. Quando moderada, implica em uma leve mobilidade dentária. Já quando ocorre de maneira grave, uma remoção do órgão dental envolvido pode ser necessária;
  5. Luxação: aqui, o dente desloca-se da sua posição original na arcada dentária. É acompanhado de inchaço e sangramento. O tratamento permeará entre um reposicionamento dentário e um tratamento endodôntico;
  6. Avulsão: acontece quando o dente é deslocado totalmente do seu osso. Neste tipo de situação, o tempo é precioso. Reimplantes dentários têm mais chances de darem certo se feitos nos primeiros 30 minutos após a batida, portanto, o ideal é visitar um dentista o quanto antes.

É importante frisar que o grande perigo de traumas dentários é que eles podem se manifestar de maneira não aparente.

Assim, o paciente pode não perceber a lesão e acabar negligenciando o tratamento. O que pode acarretar maiores complicações para a saúde geral e bucal.

Portanto, não hesite!

Quando sentir qualquer desconforto após um trauma dentário, o ideal é que você consulte o seu profissional de confiança o mais rápido possível.

Lesões Gengivais

A anomalia é causada por traumas e acidentes. Em geral, para curar uma gengiva cortada não são necessários procedimentos cirúrgicos ou a realização de pontos na região.

A área tende a se recuperar sozinha, no decorrer de alguns dias. Nesse período, é indicado que não se faça bochechos nem se toque na ferida.

O sangramento advindo do corte pode ser estancado com um pedaço de gaze limpa. Desse modo, é possível pressionar a área para moderar o fluxo de sangue.

Caso o problema persista, o ideal é procurar ajuda profissional. Um dentista poderá te auxiliar a resolver o problema da melhor maneira possível.

Outras atuações da Odontologia do Esportiva

Odontologia esportiva contribui para atletas terem melhor desempenho

A produção dos protetores bucais também fica a cargo do profissional da odontologia do esporte. Esse equipamento é fundamental para evitar fraturas e ferimentos na área da boca.

Entre os esportes que necessitam deste acessório estão os aquáticos, como o surf, e esportes de contato, como lutas marciais.

Além da proteção dos dentes, ingerir algumas substâncias é proibido para atletas.

Portanto, os profissionais da odontologia do esporte são fundamentais para evitar que os atletas tomem medicamentos que contenham essas substâncias.

Dessa forma, eles não correm o risco de serem erroneamente pegos por um exame antidoping, por exemplo.

Também está entre as funções do especialista odontológico esportivo a prevenção de traumatismos que possam ser causados por práticas esportivas.

Assim, como já dissemos, o trabalho se mostra um processo multidisciplinar, agregando diversas áreas da saúde em prol da melhora do rendimento físico do atleta.

Sobre os Protetores Bucais e a Odontologia Esportiva

protetores bucais são feitos por dentistas do esporte

O protetor bucal é uma espécie de aparelho para os dentes que serve para protegê-los. Seu objetivo é fazer com que o impacto da pancada seja reduzido, não afetando ou afetando muito pouco a arcada dentária.

Assim, ele é recomendado para praticantes de rugby, skate ou para aqueles que praticam alguma atividade passível de lesão na boca.

Alguns são voltados somente à arcada superior, que, por ser grande, acaba realizando também a proteção dos dentes da parte inferior.

Mas existem os protetores próprios para a boca toda. Eles se encaixam anatomicamente às duas partes.

O intuito é evitar fraturas nos dentes e cortes na boca quando sofrer algum choque. Especialmente, se o praticante utilizar aparelhos ortodônticos.

Tipos de Protetores Bucais

Independentemente do tipo de protetor de boca, ele deve ser flexível, resistente e confortável. Além disso, seu uso não poder restringir a fala e a respiração do usuário.

Os materiais utilizados na produção desses dispositivos são à base de silicone, polímeros ou E.V.A.

Então, vamos conhecer um pouquinho mais sobre cada um deles:

Protetores comuns

Não requer qualquer preparação especial. São vendidos em lojas de artigos esportivos nos tamanhos pequeno, médio e grande.

Por serem os mais baratos, sua qualidade não é tão alta. Por isso, se danificam rapidamente.

Normalmente, seu preço está entre R$ 7 e R$ 12.

Protetores moldáveis em água quente

Os protetores desta categoria vêm todos da mesma forma, sem modelagem. Ou seja, são virgens para serem modelados de acordo com a nossa boca.

Para isso, basta colocá-los em água quente para amolecerem. Em seguida, morda o protetor para que ele tome a forma da sua boca.

Leia as instruções com atenção para não ficar com um protetor que não se adere bem aos seus dentes.

Seu preço varia de R$ 25 a R$ 40.

Protetores sob medida

Estes, com certeza, são os que trazem mais conforto porque, como o próprio nome diz, são feitos diretamente para a forma da boca da pessoa.

Você pode consultar o dentista sobre como fazê-lo. É ele quem vai tirar o molde de seus dentes e fazer o protetor.

Por serem feitos sob medida, oferecem uma garantia maior de proteção bucal e de conforto.

No entanto, são mais caros. Seu preço atinge a casa dos R$150.

Protetores laminados sob pressão

Este funciona de forma semelhante ao citado anteriormente, o sob medida.

Além de também ser modelado de acordo com a boca do paciente, é mais espesso e oferece uma proteção maior.

Assim, é considerado o melhor tipo de protetor de boca para atletas.  Entretanto, também é o mais caro.

Odontologia Esportiva no Mercado de Trabalho

mercado de trabalho para dentistas especializados

A área da odontologia do esporte passou a ser reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia em 2015.

O profissional que tiver interesse nesta especialidade pode trabalhar em lugares onde as pessoas pratiquem esportes, como clubes, academias ou federações.

Dessa forma, os atendimentos podem tanto ser emergenciais, quanto preventivos.

Após ser regulamentada como especialidade, cursos de pós-graduação e especialização começaram a surgir.

O profissional que se dedicar a um desses cursos terá acesso a conhecimentos advindos de múltiplas áreas. Entre elas estão a de nutricionista, nutrólogo, fisioterapeuta, educador físico e fonoaudiólogo.

A odontologia esportiva, apesar de recente, vem se mostrando uma área promissora.

Diversos profissionais já procuram a especialização nesse novo modelo. Do lado do paciente, a busca também cresce.

Atletas Podem se Prevenir dos Problemas Bucais

Odontologia do esporte contribui para atletas terem melhor desempenho

Quando falamos sobre saúde bucal, a melhor maneira de se prevenir contra as anomalias é por meio de uma boa higiene. Já discutimos bastante sobre problemas causados pela prática do esporte em si.

Porém, agora está na hora de falarmos sobre as disfunções bucais causadas pela falta de higiene e que podem prejudicar os dentes e o desempenho dos atletas. Dentre as mais comuns, podemos citar:

  • Cárie;
  • Halitose;
  • Gengivite;
  • Periodontite;
  • Placa bacteriana;
  • Periodontite;
  • Afta.

Vamos conhecer um pouquinho mais sobre cada uma delas:

Cárie

Podemos dizer que este é o distúrbio bucal mais conhecido. Assim, apesar de ser bastante comum, a cárie pode ser considerada a grande “estrela” das doenças bucais.

A cárie está relacionada à desmineralização do dente, que ocorre quando tipos específicos de bactérias produzem ácidos que destroem o esmalte e a dentina.

Além do prejuízo estético dental, a doença ainda pode influenciar diretamente no rendimento dos atletas.

Halitose

Halitose ou mau hálito é uma condição anormal do hálito, que se altera e fica com um odor desagradável.

Essa doença bucal é bastante temida e embaraçosa. Ela pode possuir diversas causas, mas a principal é a má higiene bucal.

A anomalia também pode surgir em pessoas com infecções bucais ou estomacais, ou ainda em quem faz uso excessivo de tabaco ou álcool. Porém, o ideal é sempre realizar o diagnóstico junto a um profissional qualificado.

Entre as principais causas da halitose, podemos citar:

  • Acúmulo de partículas de alimentos exóticos, como alho cebola e alimentos muito condimentados;
  • O consumo excessivo de tabaco, álcool e café;
  • Infecções respiratórias, como sinusite e amidalite;
  • Excesso de refluxos ácidos;
  • Má higiene bucal: problemas gengivais, dentes quebrados ou cariados, dentaduras higienizadas incorretamente, entre outros.

Gengivite

Trata-se de uma inflamação na gengiva, causada pelo acúmulo de placa bacteriana nesta região. Normalmente, a pessoa afetada apresenta sensibilidade, inchaço, vermelhidão e sangramento na área infeccionada.

Em casos mais avançados, surgem bolsas entre os dentes e a gengiva. Assim, esse quadro tem relação direta com a halitose, podendo ser um dos seus principais fatores desencadeadores.

Placa bacteriana

A placa bacteriana é uma película viscosa e incolor, que se aloja ao redor dos nossos dentes. Desse modo, ela aproveita os resíduos alimentícios presentes em nossa boca para se nutrir e crescer.

A doença é uma das principais aliadas da cárie, halitose e gengivite, e tem como sintoma a formação de uma grossa camada nos dentes, dor no órgão dental e retração gengival.

Periodontite

É a principal responsável pela perda dental, principalmente em pessoas de faixa etária mais elevada. É ocasionada pelo agravamento da gengivite.

O aumento da sensibilidade e do sangramento são os principais sintomas dessa fase da doença.

Afta

As aftas geralmente aparecem na língua ou nas paredes internas da cavidade bucal, se apresentando como feridas bastante dolorosas.

Além disso, o afetado pode apresentar ardor, coceira e vermelhidão local. Elas são fruto de pequenas lesões bucais, que são confundidas com bactérias e atacadas por nossas células de defesa.

Como se prevenir?

Conhecendo essa variedade relativamente grande de anomalias bucais, é interessante entender como se prevenir. E a melhor maneira de fazer isso é através de uma correta e regrada higiene bucal.

O ideal é que você escove os dentes pelo menos três vezes ao dia, sempre utilizando o fio dental. Lembre-se de escovar sua língua e utilizar um creme dental com flúor.

Usar um enxaguante bucal também é uma boa ideia. Entretanto, é sempre bom frisar que este componente não substitui uma boa escovação e a utilização do fio.

Além disso, visitar o seu dentista regularmente é um passo fundamental para se precaver contra as doenças bucais.

Ele pode observar como anda a sua higiene bucal, além de identificar possíveis anomalias que se manifestem de maneira sorrateira em sua boca.

O conselho é válido principalmente quando falamos de atletas de alto rendimento, consultar um especialista em odontologia esportiva pode impulsionar os resultados obtidos nas competições disputadas por estas pessoas.

Rodrigo Venticinque

Rodrigo Venticinque

Graduado pela Universidade de Santo Amaro (UNISA) e especialista em Prótese e Reabilitação Oral Integrativa, Biofísica Quântica, Biorressonância Aplicada e Ortomolecular. Pós-graduado em Estética Dental e Reabilitação Oral, com certificação em Remoção Segura da Amálgama e Odontologia Biológica pela Academia Internacional de Medicina Oral e Toxicologia. Professor da pós-graduação em Biofísica e Ortobiomolecular da QuantumBio. Também atua nas áreas de Ozonioterapia, Odontologia Sistêmica, Sedação Consciente com Óxido Nitroso e Hipnose. Diretor da clínica Venticinque Odontologia.

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