Fio dental com haste pode substituir o fio convencional

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O fio dental com haste é indicado para pacientes que não possuem familiaridade com o fio dental convencional

O kit de higiene bucal vem se reinventando com o passar dos anos. Uma das últimas inovações, mas que ainda não tem tantos adeptos, é o fio dental com haste.

Fio dental com haste? Isso mesmo. Esse instrumento tem os mesmos benefícios que o fio dental tradicional. No entanto, por possuir uma haste de plástico, facilita o manuseio, principalmente para aqueles que não tem o hábito.

Fio dental com haste é um utensílio que parece com uma forquilha, que em suas duas extremidades têm um fio preso. Sua função é limpar o meio do dente, a qual está fora de alcance da escova de dente convencional.

Portanto, ele é importante para garantir uma higiene bucal completa.

Além disso, uma de suas pontas possui um pequeno palito de plástico que pode ser utilizado no lugar dos palitos de madeira para retirar grandes partículas de comida que podem ficar presas na linha da gengiva ou entre os dentes.

Entretanto, é válido lembrar que o hábito de palitar os dentes não é nada benéfico a nossa saúde.

Pode até parecer que ele está limpando os órgãos dentários, mas o palito normalmente só empurra a comida para regiões de maior dificuldade de acesso.

Por isso, é mais interessante que você utilize o fio com haste para realizar a limpeza interdental com segurança e eficácia. Então, que tal conhecermos um pouquinho mais sobre este utensílio? Acompanhe!

  1. Indicações do Fio Dental com Haste
  2. Como Deve Ser o Uso?
  3. Prevenção de Doenças Bucais
  4. Fio Dental com Haste ou Escova Interdental?
  5. Custo do Mini Flosser
  6. Como Realizar uma Higienização Oral Completa?
  7. Dúvidas na Hora de Utilizar o Fio Dental com Haste ou Normal

Indicações do Fio Dental com Haste

Embora o produto seja recorrentemente indicado a alguns grupos de pessoas específico, qualquer um pode usá-lo.

Mas normalmente são recomendados para aqueles que não estão muito familiarizados com o fio dental, como por exemplo:

  • Crianças;
  • Idosos;
  • Pessoas que usam aparelhos ortodônticos;
  • Pessoas que apresentam dificuldades motoras;
  • Pacientes acamados.

É provável que o mini flosser (como também é chamado) provoque mais interesse nas crianças do que em qualquer outro grupo, já que elas são facilmente atraídas por novidades.

O seu formato diferenciado combinado à facilidade de manuseamento pode, certamente, atrair bastante o público infantil. Assim, já existe, inclusive, um modelo de fio dental com haste para crianças, adaptado para os baixinhos.

Como Deve Ser o Uso?

Fio dental com haste pode substituir o fio convencional

O mini flosser deve ser usado para complementar a escovação, assim como o fio dental convencional. Então, faça a escovação como de costume e, em seguida, o utilize o fio dental acompanhado de haste.

Ele possui como principal função retirar os resquícios de sujeira que sobraram na cavidade entre os dentes e o tecido gengival do paciente.

É preciso ressaltar que o aparato é de uso único, ou seja, após efetuar a limpeza de todos os dentes, ele deve ser descartado.

Confira o passo a passo:

  1. Segure o fio dental com haste com firmeza, utilizando o polegar e o indicador. Em seguida, deixe-o paralelamente à sua cavidade oral;
  2. Insira-o na cavidade e faça movimentos suaves de vai e vem, como se estivesse passando o fio convencional;
  3. O segredo é ultrapassar a linha que separa o dente da gengiva, realizando uma limpeza subgengival, o que promove a diminuição do mau hálito. É necessário ser cuidadoso. O tecido gengival é bastante frágil e pode ser danificado caso você force o fio contra a gengiva;
  4. Depois da limpeza de uma cavidade, limpe o fio com água corrente, pois dessa maneira evita que a placa bacteriana e os restos de comida sejam transportados de um dente para o outro;
  5. Ao fim, depois de higienizar as regiões subgengivais e realizar a limpeza interdental, descarte a fita dental.

Prevenção de Doenças Bucais

Fio dental com haste pode substituir o fio convencional

Todo mundo tem aquele amigo que morre de preguiça de passar o fio dental, não é mesmo? Entretanto, é bom avisá-lo que devido a isso ele corre risco de desencadear sérias doenças em sua cavidade oral.

Ao negligenciar a utilização do fio dental, o paciente permite que detritos alimentícios e bactérias se alojem nas regiões interdentais, que não são alcançadas pela escova de dentes.

Assim, ele pode estar propício a uma série de anomalias, como por exemplo:

Cárie

Não é segredo para ninguém que a cárie é uma das doenças orais mais conhecidas em todo o mundo.

Ela está relacionada à desmineralização do dente, que deixa a estrutura mais fraca e, consequentemente propensa a lesões.

Isso ocorre quando tipos específicos de bactérias produzem ácidos que destroem o esmalte e a dentina dos órgãos dentais do paciente.

Estas bactérias são extremamente danosas ao nosso organismo, podendo inclusive implicar em problemas cardíacos. Elas se fortalecem a partir dos detritos alimentícios remanescentes na boca da pessoa.

Halitose

A halitose ou mau hálito é uma condição anormal do hálito, que se altera  e fica com um odor desagradável. Esse problema bucal é temido e bastante embaraçoso.

Ela pode possuir diversas causas, mas a principal é a má higiene bucal. Assim, podemos dizer que ele surge a partir da negligência na escovação e na utilização do fio dental.

A anomalia também pode surgir em pessoas com infecções bucais ou estomacais, ou ainda em quem faz uso excessivo de tabaco ou álcool.

Porém, o ideal é sempre realizar o diagnóstico junto a um profissional qualificado. Somente ele poderá definir a causa específica do problema, indicando o melhor tratamento.

Gengivite

Trata-se de uma inflamação na gengiva, causada pelo acúmulo de placa bacteriana nesta região. Isso acontece devido a períodos onde o paciente não passa o fio dental.

Normalmente a pessoa afetada apresenta sensibilidade, inchaço, vermelhidão e sangramento na área infeccionada, provocando fortes incômodos.

Em casos mais avançados, surgem bolsas entre os dentes e a gengiva. Esse quadro tem relação direta com a halitose, podendo ser um dos seus principais fatores desencadeadores.

Placa Bacteriana

A placa bacteriana é uma película viscosa e incolor, que se aloja ao redor dos nossos dentes. Ela aproveita os resíduos alimentícios presentes em nossa boca para se nutrir e crescer.

A doença, também conhecida como biofilme dental, é uma das principais aliadas da cárie, halitose e gengivite, e tem como sintoma a formação de uma grossa camada nos dentes, dor no órgão dental e retração gengival.

Periodontite

É a principal responsável pela perda dental, especialmente em pessoas de faixa etária mais elevada. É ocasionada pelo agravamento da gengivite.

O aumento da sensibilidade e do sangramento são os principais sintomas dessa da doença bucal. Como dissemos, pode ocasionar a queda do dente quando não tratada da maneira adequada.

Doenças Cardiovasculares

Nossa boca abriga uma diversidade enorme de bactérias. Em conjunto aos resíduos alimentícios elas formam a temida placa bacteriana.

Assim, caso não realizemos a higiene bucal corretamente, utilizando o fio dental e uma escova adequada essa placa se transforma em tártaro.

A partir daí coração está em perigo! O tártaro causa o aparecimento de cáries, gengivite e periodontite, que provocam feridas na boca.

Assim, o caminho das bactérias fica livre para corrente sanguínea, e consequentemente para o coração, podendo afetá-lo de diferentes maneiras.

Quais São os Sinais de Alerta?

Devemos dizer que detectar o perigo é o primeiro passo para combatê-lo. Assim, você impede que ele evolua, se tornando ainda mais prejudicial para sua saúde.

A partir da descoberta da patologia, também é possível realizar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado.

Aqui iremos listar alguns sinais de risco que indicam algo de errado com sua saúde.

Fique de olho caso você note:

  • Gengivas muito vermelhas, inchadas e sensíveis;
  • Sangramentos da gengiva em situações cotidianas, como ao escovar os dentes ou usar o fio dental;
  • Pontos de infecção nas gengivas e em volta dos dentes, com a presença de pus;
  • Mau hálito ou a sensação recorrente de estar com um gosto ruim na boca;
  • Dentes se afastando ou ficando moles.

É fundamental ficar atento a esses sinais. E mais importante ainda é não deixar com que sua saúde chegue a esse ponto.

Portanto, realize a higiene oral corretamente, sem esquecer do fio dental e mantenha seu coração e seu sorriso saudáveis.

Fio Dental com Haste ou Escova Interdental?

Fio dental com haste pode substituir o fio convencional

O ideal é escolher os dois! Isso porque a forquilha dental não substitui a escova interdental. Para uma limpeza completa, os dentistas recomendam a utilização de ambos.

Mas afinal, o que é escova interdental?

A escova interdental é um tipo de escova que auxilia na limpeza entre os dentes ou braquetes do aparelho. Ela é feita para deslizar facilmente nessas cavidades.

Ela tem uma haste semelhante à de uma escova unitufo, onde o usuário pode segurar e manusear com mais facilidade o utensílio. Seu funcionamento é similar ao do fio dental e do mini flosser.

Em sua ponta encontram-se pequenas cerdas, que massageiam o meio do dente sem que provoque reação alguma à gengiva.

A interdental também é recomendada para quem tem o espaço entre os dentes um pouco maior, que faz as impurezas se acumularem facilmente.

Custo do Mini Flosser

Fio dental com haste pode substituir o fio convencional

A embalagem do fio dental com haste contém, normalmente, de 36 a 40 unidades. Seu preço médio gira em torno de R$ 15 a R$ 35, dependendo do local.

É interessante ressaltar que, devido às diversas vantagens citadas no decorrer deste artigo, ele vem se popularizando gradativamente.

Como Realizar uma Higienização Oral Completa?

Fio dental com haste pode substituir o fio convencional

Agora está na hora de você entender como realizar uma higienização oral completa e ficar bem longe das doenças bucais. Acompanhe o passo a passo a seguir:

  1. Comece escovando as superfícies voltadas para a bochecha dos dentes superiores e, depois, dos inferiores, sempre realizando movimentos leves, sem exagerar;
  2. Siga fazendo a escovação das superfícies internas dos dentes superiores e inferiores;
  3. Escove as superfícies de mastigação de todas as estruturas dentárias presentes em sua cavidade oral;
  4. Faça movimentos circulares ou verticais, da gengiva para fora. Repita o movimento por cerca de 10 vezes, a cada 2 dentes;
  5. Escove a língua fazendo movimentos para trás e para a frente. Esta parte é de fundamental importância, pois a língua humana pode acumular uma diversidade imensa de bactérias no decorrer do dia.

Além disso, pode ser interessante utilizar um enxaguante bucal e bochechar para finalizar é uma boa prática. Esse hábito elimina o mau hálito e ajuda a manter a saúde bucal.

A pasta deve ter flúor na sua composição, em quantidade entre 1000 e 1500 ppm. Você pode verificar essa informação no rótulo da embalagem e procurar pelo nome fluoreto de sódio.

O ideal é usar cerca de 1 cm para adultos, e no caso das crianças, uma quantidade que corresponda ao tamanho de um feijão ou ervilha.

Mas você deve estar se perguntando em que parte o fio dental entra nessa história. A grande verdade é que ele pode ser passado tanto antes quanto depois da escovação.

Segundo especialistas, a sequência não faz diferença, contanto que o adereço seja bem utilizado. Assim, basta seguir as dicas passadas aqui e manter o sorriso brilhando.

Sobre o Enxaguante Bucal

Enxaguante bucal é um auxiliar para higiene bucal que age no controle químico da placa bacteriana, dissolvendo essa placa.

Assim, ele ajuda a prevenir problemas como cáries, gengivite e mau hálito, citados acima, possibilita um hálito refrescante. Existem diferentes tipos de enxaguantes, que dependem da ação e da efetividade do produto:

  1. O enxaguante bucal com álcool deve ser utilizado apenas para os pacientes que recebem prescrição médica, uma vez que apresenta alguns riscos ao paciente.
  2. O enxaguante bucal sem álcool é o mais recomendado. Ele apresenta produtos que agem na diluição dos princípios ativos, porém que não agridem à boca.
  3. Existem também os enxaguantes com flúor, que são os mais indicados para pessoas com problemas de cárie ou sensibilidade, graças à sua composição;
  4. O enxaguante antisséptico que tem componentes como o gluconato de Clorexidina é capaz de eliminar as bactérias mais facilmente, sendo indicado para as pessoas que querem diminuir o mau hálito. Contudo, seu uso é restrito por sete dias. Se for utilizado por mais tempo, pode prejudicar os dentes.

É sempre bom lembrar que apesar de serem extremamente efetivos e deixarem o hálito fresco, os enxaguantes são apenas complementos, não podendo substituir a escovação e o fio dental.

Qual a Escova de Dentes Ideal?

Grande parte dos dentistas sugere que a escova de dentes tenha cerdas macias. Isso porque, esse tipo é o melhor para a remoção da placa bacteriana e dos resíduos de alimentos.

Fora isso, é indicado procurar escovas com cabeças menores pois são mais adequadas e alcançam com facilidade todas regiões do interior de nossas bocas.

Ainda é recomendado trocar a escova de dentes a cada três meses ou quando notar que ela está desgastada e com as cerdas tortas.

Nem todos se atentam para esse detalhe, mas é muito importante trocar de escova depois de uma gripe ou resfriado para diminuir o risco de nova infecção por meio dos germes que aderem às cerdas.

Para manter a higiene da escova e evitar cáries e outras infecções não compartilhe com outras pessoas. Guarde sua escova em um local seco, com os as cerdas viradas para cima. De preferência, proteja a escova com uma tampa.

Como Escovar os Dentes e Passar Fio com Aparelho

A escovação para quem usa aparelho ortodôntico é bem similar ao procedimento ao descrito acima.

Use uma escova comum, e inicie com movimentos circulares entre a gengiva e a parte de cima dos braquetes, removendo a sujeira e placas bacterianas que podem estar nesta região.

O próximo passo é repetir o movimento na parte de baixo dos braquetes, removendo também a placa nesta região.

Não esqueça de escovar também a parte interna assim como indicado no procedimento sem aparelho fixo e a língua.

Após terminar com a escova de dentes comum, usa a escova interdental para alcançar locais de difícil acesso e limpar as partes laterais dos braquetes.

Essa escova tem uma ponta mais fina com cerdas. Por isso, é útil para quem usa aparelhos ou para quem tem próteses na hora de escovar os dentes.

Também é indispensável a utilização do fio dental nestes casos. E sua utilização só é possível graças ao passa fio, uma estrutura similar a uma agulha de costura e bastante flexível.

Em uma de suas extremidades existe uma abertura onde é introduzido o fio dental. Sua outra ponta é uma haste cilíndrica que facilita a pessoa a passar o utensílio entre o fio ortodôntico e a face vestibular do dente.

Além desse e do fio com haste, existem outros meios de se passar o fio dental, como iremos acompanhar agora:

Fio Dental Monofilamentoso

Como o próprio nome sugere, ele possui um único filamento, ou seja, possui uma menor probabilidade de desfiar ou se romper durante o uso.

Assim, ele é indicado principalmente para pacientes que possuem pouco espaço interdental e podem degrade o fio durante a higienização.

Fio dental Multifilamentoso

Este é o fio mais comumente utilizado pelas pessoas. Ele é composto por muitas fibras de nylon, que se abrem, sendo capazes de atingir uma superfície de limpeza maior.

Entretanto, nem tudo são flores. Por conta de sua abertura, ele é mais propício a desfiar e se romper. Assim, é indicado com um maior espaço entre os dentes.

Dúvidas na Hora de Utilizar o Fio Dental com Haste ou Normal

Fio dental com haste pode substituir o fio convencional

Agora iremos apresentar uma série de dúvidas que os pacientes possuem na hora de realizar a limpeza entre os dentes, seja com o fio dental com haste ou com o modelo convencional. Acompanhe:

Quantas Vezes Devo Utilizar o Fio Dental Por Dia?

Não existe um número exato de vezes que o produto deve ser utilizado por dia. Entretanto, existe uma quantidade mínima de vezes que ele deve ser passado.

Segundo especialistas, essa quantidade mínima se refere ao número de refeições que o indivíduo teve no decorrer do dia.

Assim, podemos dizer que o ideal é que o paciente utilize o acessório após todas as suas refeições diárias.

Quais São os Erros Mais Comuns?

Os erros mais comuns cometidos pelos usuários ocorrem durante a pressa do dia-a-dia, quando a pessoa passa o fio dental superficialmente. Assim elas podem:

  • Deixar de limpar as paredes interdentais;
  • Remover o fio puxando-o pelo espaço interdental;
  • Forças demais o fio, provocando lesões na gengiva.

E Quando Sai Sangue da Gengiva?

Como dissemos no tópico anterior, a força excessiva pode provocar lesões gengivais, o que explicaria o sangramento na região.

Entretanto, pode ser que a gengiva já esteja infeccionada e a força aplicada nem seja tão alta a ponto de danificá-la em seu estado normal.

Com isso é possível dizer que em alguns casos o processo de sangramento seja influenciado pela má higiene oral do paciente.

Apesar disso, o ideal é que o paciente passe o fio dental de forma leve e suave, tomando extremo cuidado para não danificar o seu tecido gengival.

Qual Tipo de Fio Devo Utilizar?

Para responder essa questão, você deve observar se sua dentição possui um grande ou curto espaçamento.

Assim é possível definir qual o melhor tipo de fio dental a ser utilizado. Como já citamos, para dentes com espaços mais estreitos o ideal é o fio monofilamentoso.

Já para os dentes com maior espaçamento, é legal que o paciente utilize o fio multifilamentoso, até mesmo por sua superfície de limpeza. Entretanto, este paciente também pode optar pelo fio monofilamentoso, caso queira.

Agora você já conhece um pouco mais sobre o fio dental com haste e a sua importância para a nossa saúde oral. Lembre-se de realizar a higiene bucal corretamente, sem negligenciá-la, para ficar bem longe de qualquer anomalia oral.

Ramiro Murad Saad Neto

Ramiro Murad Saad Neto

Cirurgião-dentista graduado em Odontologia pela UNIC. Gestor de clínicas odontológicas e franquias. Residente em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial Facial no Sindicato dos Odontologistas de São Paulo (SOESP - SP). Habilitação em Harmonização Orofacial e integrante da equipe Bucomaxilofacial Dr. Carlos Eduardo Xavier na Clínica da Villa, em São Paulo. CRO - 118151

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