Torus mandibular: tipos, causas, sintomas e tratamento

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Na maior parte dos casos, o tórus mandibular não gera incômodos ou requer tratamentos

Cirurgias pré-protéticas são intervenções realizadas para deixar a cavidade bucal em condições de receber uma prótese dentária. E uma das disfunções que esse procedimento corrige é o tórus mandibular.

Para verificar o tórus mandibular com exatidão, o dentista pode solicitar que o paciente faça radiografias. Mas o que exatamente é isso?

Tórus mandibular é uma protuberância óssea congênita de origem benigna. Portanto, não apresenta riscos ao paciente. Ele é apenas uma má formação localizada na superfície lingual da mandíbula.

Mais precisamente na linha miloiódea perto dos pré-molares.

Na maior parte dos casos, é assintomático, ou seja, não possui sintomas. Por isso, raramente gera desconforto ao paciente. Mas se a pele que o envolve for fina demais, pode deixar o tórus mandibular doendo.

Apesar disso, por conta de seu posicionamento, a exostose (como também pode ser chamada a protuberância do tórus) é frequentemente retirada.

Sua prevalência é no sexo masculino, e curiosamente, a grande maioria dos casos ocorre em terras asiáticas. A lesão ainda está relacionada à vida adulta do paciente e seu tamanho pode variar bastante, dependendo do seu estágio.

Ela apresenta um crescimento bem lento e gradativo, com uma superfície lisa e cortical densa e escassa. Agora, iremos entender um pouco mais sobre esse crescimento ósseo.

  1. Mandíbula Humana
  2. Causas do Tórus Mandibular
  3. Tipos de Tórus Mandibular
  4. Como é o Diagnóstico da Lesão?
  5. Tratamento do Tórus Mandibular
  6. Existe Alguma Forma de Prevenção?
  7. Outros Tipos de Tórus

Mandíbula Humana

Para entender uma doença que afeta determinada região de nosso organismo, nada melhor do que aprender um pouco mais sobre esta parte do corpo, não é mesmo?

Por isso, iremos falar um pouco mais sobre a mandíbula: um elemento móvel que se move em três planos diferentes.

Sua forma é semelhante à uma ferradura horizontal com abertura posterior, cujas extremidades livres saem dois prolongamentos.

Em sua parte posterior, existe uma articulação sinovial, com os ossos temporais através do processo condilar, alongado ortogonalmente ao plano medial.

Este componente é a famosa articulação temporomandibular.

Cada lado contém, da extremidade anterior à posterior, oito alvéolos para a inserção dos dentes. São eles, respectivamente:

  • Dois alvéolos para o engastem dos incisivos;
  • Um alvéolo canino, bastante profundo;
  • Dois alvéolos pré-molares;
  • Dois ou três alvéolos molares, dependendo da formação ou não do terceiro molar ou dente siso.

Estes números referem-se à boca dos humanos. É interessante ressaltar que nos restantes grupos de mamíferos, os números variam, tendo evoluído de acordo com o tipo de alimentação de cada um.

Ainda sobre a anatomia da mandíbula humana, notamos a inserção de todos os músculos da mastigação, tendo como principais o masseter, o músculo temporal e os pterigóides, medial e lateral.

Causas do Tórus Mandibular

Torus mandibular normalmente é retirado em cirurgias pré-protéticas

Infelizmente, o tórus mandibular não possui etiologia conhecida. Os especialistas têm três suposições:

  • Hereditariedade;
  • Hábitos parafuncionais;
  • Fatores ambientais.

Hábitos Parafuncionais e o Bruxismo

Principalmente na vida adulta, os dentistas acreditam que a doença possa surgir por conta do bruxismo. Trata-se de um hábito bastante comum. Eles estão diretamente ligados à mandíbula e a articulação temporomandibular.

Os hábitos parafuncionais são ações cotidianas (como mastigar de um lado só), ou até mesmo distúrbios que levam a consequências negativas e algumas doenças graves.

Assim, o paciente pode adquirir sequelas, como por exemplo uma disfunção temporomandibular, uma grave lesão na ATM que pode impulsionar o surgimento da protuberância óssea.

Além do bruxismo, existem outros hábitos que são bastante comuns, como:

  • Apertar os lábios;
  • Colocar objetos entre os dentes ou mordê-los;
  • Apoiar a mandíbula nas mãos;
  • Chupar ou morder os dedos;
  • Roer as unhas e cutículas;
  • Mastigar com apenas um lado;
  • Apoiar a bochecha na mão para dormir;
  • Usar travesseiros inadequados;
  • Apoiar o celular no ombro e pressioná-lo contra a orelha.

Consequências

Estes hábitos colocam a boca e os ossos da face em posições anormais ou as sobrecarregam.

Assim, algo tão simples como morder a caneta todos os dias já esforça seus ossos, dentes e articulações mais do que o necessário.

Com isso, esses movimentos e esforços podem levar a diversos problemas, além da já citada exostose.

O desgaste nos dentes e as dores de cabeça são as consequências (e sintomas) mais comuns nos pacientes.

Em casos mais intensos de bruxismo, os dentes podem até mesmo trincar e apresentar casos sérios de sensibilidade dental.

Alguns problemas para dormir e dores no pescoço também podem aparecer, principalmente com o bruxismo noturno e os hábitos relacionados ao sono.

Eles ainda podem aumentar o estresse e a sensação de cansaço ao acorda.

No entanto, o que mais preocupa é a DTM. Para muitos especialistas, a anomalia pode ser apontada como o principal fator relacionado ao surgimento do tórus nos pacientes.

Tipos de Tórus Mandibular

Torus mandibular normalmente é retirado em cirurgias pré-protéticas

Estudos apontam que existem quatro tipos diferentes de tórus, sendo classificado com base em seu formato:

  • Planos: manifesta-se como uma exostose leve de aparência convexa;
  • Fusiformes: é parecida com uma crista;
  • Nodulares: duas ou mais saliências ósseas estreitas e pouco protuberantes;
  • Lobulares: única massa óssea volumosa.

Além disso, existem ainda subclassificações dessa lesão, que podem ser classificados da seguinte maneira:

  1. De acordo com o seu tamanho, podendo ser pequeno (quando apresenta entre 0,5 e 3 cm de diâmetro), médio (entre 3 e 5 cm de diâmetro) e grande (quando é maior que 5 cm de diâmetro);
  2. De acordo com o seu número, podendo ser único, quando se apresenta de forma solitária, múltiplo unilateral, quando se desenvolve mais de uma lesão em apenas um lado da mandíbula e múltiplo bilateral, quando se desenvolve mais de uma lesão em ambos os lados da mandíbula;
  3. Além disso, existem lesões semelhantes em lugares diferentes da boca, podendo ser classificadas recebendo o nome de outras estruturas intraorais.

Ainda, é importante dizer que, em relação ao seu número, os casos mais comuns se apresentam em ambos os lados.

Como é o Diagnóstico da Lesão?

Torus mandibular normalmente é retirado em cirurgias pré-protéticas

O diagnóstico do tórus mandibular ocorre principalmente de forma clínica. Uma avaliação odontológica completa deve ser realizada no paciente.

Assim, o correto é que o dentista apalpe a lesão para verificar sua consistência óssea, avaliar a mucosa bucal em busca de úlceras ou traumatismos e verificar a vitalidade dos dentes próximos à lesão.

Ainda devem ser solicitados alguns exames complementares. Inicialmente, é necessário um estudo radiológico periapical, no qual existem áreas de alta opacidade em relação à raiz dos dentes afetados.

Em seguida, caso haja algum tipo de suspeita, uma bateria de estudos patológicos poderá ser solicitada. Isso serve para averiguar se não existe nenhuma lesão maligna na região e para ter certeza do diagnóstico inicial.

Já o diagnóstico diferencial engloba a formação de abscessos, câncer ósseo, tumores de glândulas salivares, tumores vasculares, síndrome de Gardner e miomas.

Assim, cabe ao dentista, através de seu conhecimento, definir se é ou não necessária a realização de novos procedimentos para verificar o estado de saúde de seu paciente.

Tratamento do Tórus Mandibular

Como dissemos, é habitual que o tórus na gengiva não provoque incômodos. Mesmo assim, ele deve ser extraído dependendo da situação.

Em grande parte dos casos de turus, não é necessário um tratamento específico. De fato, muitos passam despercebidos até que o dentista os detecte em um check-up de rotina ou em uma consulta.

Ainda em alguns casos, o tratamento é conservador. Apenas os poucos sintomas que podem aparecer são tratados. Entretanto, existem situações onde a intervenção cirúrgica é necessária.

Quando a Cirurgia é Necessária?

Os casos que mais requisitam a retirada do tórus são:

  • Instalação de próteses dentárias, caso a lesão atrapalhe qualquer procedimento de instalação dessas estruturas no paciente;
  • Presença de constantes traumatismos no tecido que o reveste. Isso ocorre quando, devido ao seu tamanho desproporcional, o tórus na mandíbula causa lesões na mucosa oral, produzindo úlceras e sangramento na região afetada;
  • Interferência na fonética, uma vez que, também devido ao seu tamanho o tórus pode proporcionar dificuldades na fala do paciente acometido pelo problema;
  • Atrapalhar a mastigação, já que o seu tamanho pode influenciar no posicionamento do alimento e da língua dentro da cavidade bucal, além de poder influenciar no posicionamento dentário do paciente;
  • Deformidade estética, uma vez que o seu tamanho elevado pode levar os pacientes a buscar uma cirurgia oral.

A remoção cirúrgica pode ser realizada de diversas maneiras diferentes. Os principais instrumento odontológicos utilizados nesse processo são:

  1. Cinzeis, um instrumento cirúrgico utilizado principalmente na separação entre os ossos e o tecido mole do paciente. Geralmente é utilizado após a aplicação da anestesia;
  2. Brocas, utilizadas na remoção da lesão mandibular e na preparação de cavidades dentais ossos mandibulares. Existem brocas apropriadas para o acoplamento nas canetas de alta rotação como também para o acoplamento nos micromotores, de baixa rotação;
  3. Martelo odontológico, instrumento utilizado basicamente como um amplificador de força.

Como é a Cirurgia?

A remoção da protuberância mandibular é realizada através de uma cirurgia oral pouco comum. Nela, uma seção do osso que inclui não apenas o aro, mas uma borda óssea limpa para evitar a reprodução, é eliminada.

A dica para que o profissional realize a técnica é eliminar a menor quantidade de tecido possível, mantendo o periósteo intacto e, consequentemente, efetuando um procedimento menos agressivo ao paciente.

A cirurgia pode ser realizada sob anestesia local em um consultório condicionado ou em uma unidade de cirurgia ambulatorial. Isso fica a critério do dentista e do próprio paciente.

Entretanto, existem situações que requerem anestesia geral na sala de cirurgia, devido ao risco de comprometer a via aérea do paciente.

Outra preocupação bastante recorrente é se o toro está relacionado a estruturas vasculares ou nervosas que poderiam ser lesadas se o paciente se mover durante o procedimento.

Depois de uma incisão adequada, separando o osso com brocas especializadas acopladas a um motor ultrassônico de alta frequência, a lesão é removida com um cinzel e as bordas são suturadas com bastante cuidado.

Pós-Operatório

A sutura da cavidade é feita de maneira interdental. Dessa forma, o paciente precisa se atentar a alguns cuidados no pós-operatório de tórus mandibular. E por essa razão fizemos uma lista. Confira:

  • Não fazer esforços físicos durante os primeiros dias;
  • Fazer compressas de gelo para aliviar o inchaço e diminuir o incômodo;
  • Ingerir alimentos pastosos e líquidos;
  • Não cuspir, fazer bochecho ou sugar com canudo, já que isso pode estourar os pontos;
  • Dormir com o travesseiro inclinado para evitar sangramento ou dor;
  • Tomar todos os medicamentos prescritos pelo dentista;
  • Não fumar;
  • Não consumir bebidas alcoólicas;
  • Fazer uma ótima higiene bucal, mas tomando cuidado com a área suturada;

Por fim, dentro de uma semana volte ao consultório para que o dentista verifique a cicatrização da extração do tórus mandibular.

Possíveis Complicações do Procedimento

Assim como em qualquer processo cirúrgico, a remoção do osso mandibular danificado pode trazer algumas complicações ao paciente. Entre elas é possível citar:

  1. Lesões nervosas;
  2. Lesões vasculares;
  3. Infecções;
  4. Hemorragias;
  5. Cicatrizes hipertróficas;
  6. Distúrbios de retenção.

Existe Alguma Forma de Prevenção?

Torus mandibular normalmente é retirado em cirurgias pré-protéticas

Infelizmente, como já dissemos anteriormente, o toro mandibular não possui uma etiologia muito bem definida. Assim, fica difícil elaborar uma estratégia para preveni-lo.

Entretanto, sabemos que ele está fortemente ligado à presença do bruxismo e até mesmo de uma disfunção temporomandibular.

Com isso, é possível estabelecer que a melhor maneira de prevenção para o problema seja combatendo estas “anomalias secundárias” que realmente possuem um tratamento específico. Acompanhe!

Bruxismo

A melhor maneira de tratar esta anomalia ocorre por meio da utilização de uma placa de proteção dentária ou placa de bruxismo.

Geralmente, o adereço é usado durante a noite, visando evitar ao máximo o atrito entre os órgãos dentais. Além disso, o paciente pode recorrer ao uso de alguns medicamentos relaxantes, tais como:

  1. Relaxantes musculares;
  2. Antidepressivos;
  3. Calmantes,

Ainda é possível recorrer a técnicas de relaxamento para reduzir o estresse e ansiedade, minimizando assim os sintomas do bruxismo.

Quando necessário, é indicado fazer acompanhamento psicológico. Alguns profissionais indicam, inclusive, a aplicação de Botox na região mandibular dos pacientes.

Para aliviar a dor causada pela anomalia, pode-se aplicar gelo ou água morna nos músculos da mandíbula, evitar ingerir alimentos duros, fazer massagem no pescoço, ombros e rosto e exercícios de alongamento ao acordar.

Se a doença provocar uma fratura nos dentes ou em alguma prótese, o ideal é que o paciente busque ajuda o mais rápido possível.

Assim, o dentista poderá realizar uma restauração e, em casos mais graves, até mesmo um implante dentário.

DTM

Para entender sobre a disfunção temporomandibular e como ela pode ser tratada, o ideal é que primeiro você conheça a articulação afetada nessa situação.

Trata-se de uma espécie de dispositivo essencial para que haja uma ligação mandibular correta. Apesar de não ser tão famosa, a ATM é uma das articulações mais complexas de nosso organismo.

Ela é altamente flexível e, devido a isso, está encarregada de propiciar a realização de todos os movimentos de nossa mandíbula: para frente, para trás e para ambos os lados.

Assim, sempre que ocorre alguma lesão ou disfunção nessa região, o problema recebe a nomeação de DTM ou até mesmo D-ATM. Mas qual é o tratamento para este problema?

Diversos especialistas indicam que o tratamento é bastante semelhante ao do bruxismo. Entretanto, quando os procedimentos já citados não funcionam, o ideal é recorrer à uma cirurgia na ATM.

Além disso, em algumas situações pode ser que o tratamento seja pautado na utilização de um aparelho ortodôntico. Porém, cabe ao dentista definir se a técnica é viável ou não, dependendo da ocasião.

Outros Tipos de Tórus

Agora que já explicamos tudo sobre o tórus mandibular, é interessante que você também conheça um pouquinho sobre outros tipos de tórus.

Trata-se do tórus palatino. E, para começar a falar sobre esse tipo de lesão, nada melhor do que explicarmos o que é o palato e qual a sua importância.

O palato

O palato, conhecido por muitos como o céu da boca, é o principal responsável por separar a nossa cavidade oral da cavidade nasal. Ele é dividido em duas partes, sendo uma o palato duro e outra o palato mole:

  • Palato duro: é a parte anterior do palato. É formado pelo tecido ósseo, ou seja, corresponde a parte esquelética. Por isso é “duro”. É nele que a lesão se desenvolve;
  • Palato mole: é a parte posterior do céu da boca. É formado por músculos. Por isso é “mole”. Além disso, é aqui que a úvula palatina fica.

Esses elementos bucais se tencionam durante a mastigação e respiração. Eles também são responsáveis por auxiliar em nossa fonética.

Tórus Palatino

O tórus de palato é uma anomalia que provoca o crescimento ósseo anormal na região da apófise palatina do ser humano.

Geralmente, a anomalia é percebida pelo próprio paciente. Entretanto, é necessário o acompanhamento e diagnóstico de um especialista para confirmar a lesão.

Ainda não foi descoberta nenhuma causa específica para o surgimento da protuberância no céu da boca. Contudo, os especialistas da área apontam que ela pode estar relacionada a fatores genéticos e ambientais.

Sintomas

As protuberâncias ósseas são assintomáticas, ou seja, elas não apresentam nenhum sintoma.

Mas, isso quer dizer que você não vai sentir o tórus palatino dolorido? Então, a dor apenas vai surgir quando ocorre uma ulceração ou algum trauma no “caroço”.

Além disso, o toro apresenta as seguintes características:

  • Protuberância delimitada;
  • Massa dura;
  • Superfície lisa.

Diagnóstico

Para a realização de um diagnóstico da lesão, o ideal é que o paciente seja submetido a uma série de exames. Entre eles, podemos citar:

  1. O exame clínico. Esse exame é dividido em: anamnese e exame físico. Na anamnese, o profissional perguntará sobre a protuberância e analisará o histórico odontológico do paciente.
  2. No exame físico, o profissional analisa e inspeciona toda a região anatômica da cavidade bucal do paciente. Desse modo, ele pode sentir o volume, a espessura e a forma da protuberância.
  3. Para completar e confirmar o diagnóstico, o profissional pode pedir por exames radiográficos, como a radiografia periapical e a radiografia oclusal.
  4. Além disso, os profissionais da área podem querer pelas avaliações histológicas.

A Lesão Representa Risco Para a Saúde do Paciente?

Logicamente, por ser uma protuberância no céu da nossa boca, o paciente pode se sentir bastante desconfortável e desconfiado em relação a lesão.

Porém, pode ficar tranquilo! O caroço não apresenta problemas para a saúde e higiene bucal. Ele apenas se apresenta como uma massa dura, benigna e bastante incômoda.

Inclusive, em alguns quadros clínicos, principalmente nos que envolvem pessoas idosas, o toro tende a diminuir. E isso acontece devido a reabsorção óssea.

No entanto, os profissionais da área da odontologia recomendam que o paciente esteja atento caso apareça algum trauma na protuberância. Isso porque úlceras e sangramentos podem surgir caso haja alguma lesão.

Além disso, o paciente deve prestar atenção se o tumor benigno atrapalha a mordida ou a mastigação. Nesses casos, é necessário intervenção odontológica.

Mas por que isso? Bom, a resposta é simples: em casos de problemas na mordida ou na mastigação, o paciente pode estar apresentando o quadro clínico de má oclusão dentária.

A má oclusão dentária acontece quando os dentes da arcada superior e os dentes da arcada inferior não estão alinhados, ou seja, não estão encaixados.

Por isso, o paciente pode mostrar consequências graves e que impliquem em sua saúde oral. O mesmo ocorre em casos de tórus mandibular. Portanto, ambas as doenças devem ser tratadas.

Valdir de Oliveira

Valdir de Oliveira

Cirurgião-dentista graduado em Odontologia pela Universidade de Santo Amaro (UNISA). Pós-graduado em Ortodontia e Ortopedia dos Maxilares pela Sboom. Com especialização e mestrado em Implantodontia, habilitação em Harmonização Orofacial e Anatomia da Face. Professor nas áreas de Cirurgia Bucomaxilo Facial e Harmonização Orofacial. Voluntário há mais de 20 anos na Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais - ADRA Brasil.

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