Tórus palatino não tem efeitos negativos para saúde

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Confira aqui se o tórus palatino pode indicar riscos para a sua saúde

É comum passarmos a nossa língua no céu da nossa boca para coçarmos o local. Mas você já sentiu alguma protuberância? Se a resposta for sim, pode ser o tórus palatino.

Ele é uma espécie de “caroço”. O tamanho é pequeno e tem cerca de 2 cm de diâmetro. No entanto, ele pode crescer com o passar dos anos. Afinal, o que é o tórus palatino?

O tórus palatino é uma protuberância óssea formada na linha média na parte anterior do palato. Ele se apresenta como uma massa dura.

O tórus palatino também é conhecido como exostose. Normalmente, o crescimento do osso no palato é percebido pelo próprio paciente. Mas o diagnóstico só é confirmado na consulta com um cirurgião-dentista.

Os exames clínicos, radiografias odontológicas e avaliações histológicas podem ser requisitados pelo profissional para ter certeza do diagnóstico.

  1. Causas para o Tórus Palatino
  2. Classificação do Tórus Palatino
  3. Sintomas do Tórus Palatino
  4. O Toro Mandibular traz riscos para a saúde?
  5. Como é realizado o diagnóstico do Tórus Palatino?
  6. Tratamentos para o Caroço no Céu da Boca
  7. Tórus palatino versus Tórus Mandibular
  8. Outros tipos de caroço no céu da boca
  9. Outra alteração pode afetar o palato duro?
  10. Importância do Acompanhamento Odontológico

Causas para o Tórus Palatino

Não há nenhuma causa definida que justifique o surgimento do caroço no céu da nossa boca.

No entanto, os profissionais da área da odontologia discutem sobre alguns fatores que podem influenciar no crescimento ósseo no palato. Esses fatores são: genético e ambiental.

Classificação do Tórus Palatino

Exostose: confira todas as classificações da alteração bucal

Como já vimos, o caroço se forma na parte anterior do palato, ou seja, se forma no palato duro. No entanto, é preciso saber que a protuberância óssea apresenta diferentes formados quando manifestada no céu da boca.

Por isso, fizemos uma lista com todos os tipos do caroço para você ficar conhecer ainda mais sobre o assunto!

Plano

O tórus plano se apresenta com um crescimento ósseo suave. Além disso, o caroço tem a forma mais convexa e ampla.

Fusiforme

O tórus fusiforme se manifesta mais na linha média do palato. Além disso, se apresenta como uma crista.

Nodular

O tórus nodular, diferente dos outros crescimentos ósseos, se manifesta como duas ou mais protuberâncias. Desse modo, essas protuberâncias são pequenas e pouco saliente, mas que podem apresentar sulcos entre si.

Lobular

O tórus lobular é a protuberância óssea mais volumosa. Por isso, ela é a protuberância mais visível.

Sintomas do Tórus Palatino

Sintomas do caroço no céu da boca: 3 principais

As protuberâncias ósseas são assintomáticas, ou seja, elas não apresentam nenhum sintoma. Portanto, são também indolores.

Mas isso quer dizer que você não vai sentir o tórus palatino dolorido? Então, a dor apenas vai surgir quando ocorre uma ulceração ou trauma no “caroço”.

Além disso, o toro mandibular, como também é chamado, apresenta as seguintes características:

  • Protuberância delimitada;
  • Massa dura; e
  • Superfície lisa.

O toro mandibular traz riscos para a saúde?

O toro mandibular traz riscos para a saúde dos pacientes?

Por ser uma protuberância no céu da nossa boca, não é de se estranhar que o paciente se sinta um pouco desconfiado quanto aos riscos do tórus palatino.

Mas pode ficar tranquilo!

Isso porque esse “caroço” não apresenta problemas para a saúde e higiene bucal. Desse modo, ele é apenas uma massa dura benigna.

Inclusive, em alguns quadros clínicos, principalmente os quais apresentam pessoas idosas, o toro mandibular tende a diminuir. E, você pode até perguntar: mas como isso é possível?

Bom, isso acontece por causa da reabsorção óssea.

No entanto, os profissionais da área da odontologia recomendam que o paciente esteja atento caso apareça algum trauma na protuberância.

Isso porque úlceras e sangramentos podem surgir caso haja alguma lesão.

Além disso, o paciente deve prestar atenção se o tórus palatino atrapalha a mordida ou a mastigação. Nesses casos, é necessário intervenção odontológica. Mas por que isso?

Bom, a resposta é simples: em casos de problemas na mordida ou na mastigação, o paciente pode estar apresentando o quadro clínico de má oclusão dentária.

A má oclusão dentária acontece quando os dentes da arcada superior e os dentes da arcada inferior não estão alinhados, ou seja, não estão encaixados. Por isso, o paciente pode mostrar consequências graves, como:

  • Desgaste do esmalte dentário;
  • Dores de cabeça;
  • Dores ao redor do pescoço;
  • Dores no maxilar e na mandíbula;
  • Dificuldades de respiração;
  • Alteração nas características orofaciais;
  • Alteração na função fonética;
  • Limitação da abertura da boca; e
  • Aumento no risco de doenças bucais, como a cárie.

Como é realizado o diagnóstico do Tórus Palatino?

Radiografias odontológicas no diagnóstico da alteração

Antes do planejamento de um possível tratamento, o cirurgião-dentista fará o diagnóstico.

Afinal, apenas com os resultados dos exames que o profissional tem certeza se a protuberância é definitivamente o toro mandibular.

Quais exames são esses?

Fizemos uma lista com os principais exames feitos e a ordem em que, normalmente são realizados:

  1. O primeiro exame a ser realizado é o exame clínico. Esse exame é dividido em: anamnese e exame físico. Na anamnese, o profissional perguntará sobre a protuberância e analisará o histórico odontológico do paciente.
  2. No exame físico, o profissional analisa e inspeciona toda a região anatômica da cavidade bucal do paciente. Desse modo, ele pode sentir o volume, a espessura e a forma da protuberância.
  3. Para completar e confirmar o diagnóstico, o profissional pode pedir por exames radiográficos, como a radiografia periapical e a radiografia oclusal.
  4. Além disso, os profissionais da área podem querer pelas avaliações histológicas.

Agora que você já sabe a ordem dos exames de diagnóstico, vamos conhecer um pouco mais sobre eles.

A anamnese odontológica, como já vimos, serve para o profissional analisar o histórico odontológico do paciente. Aliás, todo esse histórico fica armazenado nos arquivos do dentista de confiança.

Além disso, é nessa fase que o profissional faz perguntas sobre o caroço no céu da boca. Por isso, algumas das perguntas mais frequentes são:

  • Há quanto tempo você notou a protuberância óssea?
  • Existe histórico na sua família de pessoas que manifestem a protuberância óssea?
  • Ela coça?
  • O crescimento ósseo dói?
  • Ele prejudica alguma função do seu dia a dia?
  • Você sente problemas para mastigar?
  • O quanto te incomoda esteticamente?

Da mesma forma, no exame físico o profissional utiliza manobras de semiotécnica para inspecionar a região anatômica da boca. Por isso, algumas das técnicas mais comuns são:

  • Inspeção;
  • Palpação;
  • Percussão;
  • Auscultação; e
  • Olfação.

Tratamentos para o Caroço no Céu da Boca

Cirurgia de tórus palatino: confira como é realizada

Após o diagnóstico correto, por meio dos exames clínicos e complementares, os profissionais apresentam o quadro para o paciente e explicam que não há nenhum tratamento específico para eliminar a protuberância.

Isso porque ela é benigna para a nossa saúde.

No entanto, como já vimos, os únicos casos que pedem por algum tipo de intervenção são aqueles nos quais o paciente:

  • Sente desconforto;
  • Tem dificuldades na hora de morder ou na mastigação; e
  • Tem um trauma sério e agressivo.

Nessas situações, a cirurgia de remoção do tórus palatino é a mais indicada.

Por isso, os profissionais mais recomendados para realizarem o procedimento são: periodontistas, cirurgião buco-maxilofacial e dentistas clínicos com experiência na remoção.

A cirurgia de tórus palatino é feita de modo simples e rápido.

Primeiro o profissional aplica uma anestesia local. Assim que o paciente estiver anestesiado e não sentir nada na área, o profissional retira o “caroço”.

Então, essa remoção é realizada a partir do uso de instrumentos odontológicos específicos.

Com a cicatrização e com os cuidados necessários após a cirurgia, a remoção da protuberância não traz nenhuma complicação ao paciente.

Além disso, em casos de dores muito fortes, os profissionais podem recomendar o consumo de medicamentos. Dessa forma, os remédios aliviam os sintomas de desconforto.

Tórus palatino versus Tórus Mandibular

Tórus palatino versus tórus mandibular: confira as diferenças

O tórus palatino e mandibular representam tipos de protuberância óssea. Desse modo, as duas podem ser chamadas de exostoses. Agora, qual é a diferença entre elas?

Bom, a resposta é: a principal diferença entre elas é que cada um se manifesta em um lugar diferente.

A primeira informação sobre o tórus mandibular que devemos saber é que ele se forma ao longo da superfície lingual da mandíbula. Inclusive, ele pode aparecer nos dois lados da cavidade bucal.

E, como já vimos, o tórus palatino se forma no céu da boca.

Semelhanças entre as protuberâncias

Agora que já conhecemos a principal diferença, algumas dúvidas sobre as semelhanças devem aparecer, como:

  1. Quais os sintomas das duas protuberâncias?
    Assim como o tórus palatino, o tórus mandibular é assintomático, indolor e benigno.
  2. Como o diagnóstico é realizado?
    Para o diagnóstico das duas protuberâncias, os profissionais realizam os exames clínicos. E, caso seja necessário a confirmação, realizam exames radiográficos periapicais e oclusais, além de avaliações histológicas.
  3. Como é o tratamento?
    Assim como no caso do toro mandibular, não há tratamento específico para a protuberância na mandíbula. Isso porque na maioria dos casos a exostose é benigna.

No entanto, caso o paciente manifeste um quadro do tórus mandibular doendo, o profissional deve planejar o tratamento.

Ou seja, a cirurgia de remoção do tórus mandibular só é necessária quando ele atrapalha o dia a dia do paciente.

Inclusive, outra semelhança entre as duas protuberâncias é que o tratamento do tórus palatino é o mesmo do palatino.

Desse modo, a cirurgia é feita de modo simples e rápido, com a aplicação de uma anestesia local.

Assim que o paciente estiver com o local anestesiado e não sentir nada na área, o profissional retira a protuberância da mandíbula.

Essa remoção é realizada a partir do uso de instrumentos odontológicos específicos.

Além disso, o mesmo alerta para pacientes com o tórus palatino também vai para pacientes com o tórus mandibular!

Com a cicatrização e com os cuidados necessários após a cirurgia, a remoção da protuberância não traz nenhuma complicação para o paciente.

Outros tipos de caroço no céu da boca

Céu da Boca: confira alterações bucais presentes na região

Como já vimos, os profissionais realizam exames clínicos e exames complementares (radiográficos e histológicos) para confirmar o quadro clínico da protuberância óssea no palato duro.

Isso acontece porque, assim como os casos clínicos de tórus mandibular, outras alterações bucais também podem ser confundidas com o tórus palatino.

Fizemos uma lista com as principais alterações que podem ser confundidas com o crescimento ósseo no palato.

Vamos conferir?

Câncer de boca

O câncer na boca ou câncer oral é um tipo de câncer que ataca os tecidos da região da cavidade bucal.

Esse processo acontece por causa da divisão descontrolada das células anormais ao organismo na região bucal. Os principais sintomas são:

  • Ferida nos lábios, gengiva ou no interior da boca: a ferida tende a sangrar facilmente e aparenta não melhorar;
  • Caroço ou inchaço na bochecha: é possível notar e sentir ao passar a língua;
  • Perda de sensibilidade ou sensação de dormência em qualquer parte da boca;
  • Manchas brancas ou vermelhas na gengiva, língua ou qualquer outra parte da cavidade bucal;
  • Dificuldade para mastigar;
  • Dificuldade para engolir;
  • Dores sem causa aparente;
  • Sensação de ter algo preso na área da garganta;
  • Inchaço: em muitos quadros clínicos esse inchaço impede a adaptação correta de dentadura e próteses; e
  • Alterações na função fonética.

Após o diagnóstico, também realizado com exames clínicos, radiográficos e histológicos, uma equipe interdisciplinar e multidisciplinar de especialistas desenvolve um plano a ser traçado para cada paciente.

Desse modo, ocorre a cirurgia de retirada do tumor seguida de tratamentos mais agressivos, como radio ou quimioterapia.

Mas por que o câncer se parece com o tórus palatino?

O caroço na região do céu da boca pode ser confundido entre o crescimento ósseo e o desenvolvimento de um tumor. Por isso, a importância da realização dos exames.

Aftas

Afta é uma pequena ferida que se manifesta e se forma dentro da cavidade bucal.

A ferida pode ser identificada por algumas características principais, como:

  • Forma arredondada;
  • Centro da ferida com coloração amarelada ou esbranquiçada; e
  • Vermelhidão ao redor.

Na maioria dos quadros clínicos, a lesão na cavidade bucal some por conta própria em cerca de 7 a 10 dias. Mas quando a ferida é mais densa, o tempo de recuperação pode se estender.

Curiosidade: quando a ferida está muito inflamada, a recuperação pode levar meses.

O tratamento é planejado pelo cirurgião-dentista no atendimento clínico. Dessa forma, o profissional pode receitar medicamentos para os casos em que o paciente sente dores fortes e quando a lesão está muito inflamada.

No entanto, quando não houver consequências mais sérias e graves, o profissional pode indicar para o paciente:

  1. Aplicação de pomadas analgésicas;
  2. Aplicação de corticoide tópico;
  3. Realização de bochecho com enxaguante bucal; e
  4. Aplicação de gelo.

Agora, por que a afta se parece com o tórus palatino?

Pelo formato arredondado e a sua coloração, muitos pacientes podem confundir a afta com o crescimento da protuberância óssea.

Além disso, quando mais espessa, a afta pode apresentar uma superfície lisa, ao mesmo tempo que o interior se apresenta mais duro (por causa do pus).

Pênfigo vulgar

O pênfigo é uma doença autoimune, portanto não é contagiosa. Ele ataca e agride a pele e as mucosas do corpo humano.

A doença pode se manifestar em uma ou várias regiões do corpo.

Importante: por ser autoimune, a doença não é contagiosa. Além disso, existem dois tipos de pênfigo: o pênfigo vulgar e o pênfigo foliáceo.

  • Pênfigo vulgar: ataca peles e as mucosa;
  • Pênfigo foliáceo: ataca apenas a pele

Como tratamento, os profissionais da área da saúde indicam o uso de medicamentos.

Normalmente, os corticoides de via oral são os mais utilizados. Em quadros clínicos mais graves e sérios, os profissionais podem sentir a necessidade do uso de imunossupressores.

A duração do tratamento é longa. E, em alguns casos clínicos, o paciente precisa passar a vida inteira tomando medicamentos para conseguir controlar a doença.

Por que o pênfigo se parece com o caroço no céu da boca?

O pênfigo pode surgir no palato duro e, por isso, pode ser confundido com o crescimento ósseo.

Inclusive, como a doença autoimune desenvolve bolhas e feridas, muitos pacientes confundem essas lesões bucais com a protuberância óssea.

Além disso, por causa das manchas vermelhas no céu da boca causadas por ambas as alterações, é comum a confusão entre as duas.

Mucocele

Mucocele é um tipo de cisto que se manifesta na região da cavidade bucal. Ele pode se desenvolver no lábio, língua, interior das bochechas e, inclusive, no céu da boca. Suas principais características são:

  • Bolha transparente com coloração arroxeada;
  • Tamanho varia de 2 a 3 centímetros; e
  • Normalmente, não causa dores para o paciente.

A manifestação do cisto ocorre por conta de um bloqueio ou de uma lesão na glândula salivar. Isso pode acontecer por causa:

  • Mordida muito forte no lábio ou no interior da bochecha;
  • Trauma na região do rosto; e
  • Histórico de doenças que afetam e agridem a mucosa oral.

Na maioria dos quadros clínicos, a bolha desaparece de forma espontânea após alguns dias da sua manifestação.

No entanto, caso o paciente note um aumento no tamanho da bolha e a piora de uma inflamação, é preciso pedir orientação para o dentista o mais rápido possível.

Evitando assim consequências mais sérias e graves.

Além disso, na hora do tratamento, o profissional da odontologia pode indicar dois caminhos: o da cirurgia e o da marsupialização.

A cirurgia consiste na remoção da bolha da mucocele e da glândula salivar lesionada.

O procedimento cirúrgico dura de 1 a 2 horas e é considerado seguro e simples.

Enquanto isso, a marsupialização consiste na abertura de uma fenda no cisto.

Dessa forma, o profissional drena líquidos e secreções que estão dentro da bolha da mucocele.

Agora, por que a mucocele se parece com o tórus palatino?

Quando presente no céu da boca, a mucocele é chamada de rânula. E, essa rânula, devido ao seu formato, localização e coloração, é facilmente confundida com o caroço.

Outra alteração pode afetar o palato duro?

Além das protuberâncias ósseas: veja o que também atinge o palato

Além das alterações bucais que acabamos de ver e do crescimento ósseo no palato, a fenda palatina também se manifesta no palato duro. Por isso, a resposta para essa pergunta é: sim!

A fenda palatina é uma má formação que causa a abertura dos lábios superiores até o palato duro.

Essa má formação aparece na gestação. Por isso, os profissionais da área da saúde acreditam que a manifestação da fenda palatina está ligada, por parte das mães, ao:

  • Consumo de bebidas alcoólicas;
  • Consumo de drogas;
  • Tabagismo;
  • Medicação: como antibióticos, antifúngicos, broncodilatadores e anticonvulsivantes;
  • Diabetes; e
  • Predisposição genética.

Mas a fenda traz riscos para a saúde? A resposta é sim! Desse modo, as principais complicações para o desenvolvimento das crianças causadas pela má formação são:

  • Problemas na função fonética;
  • Dificuldades na hora de amamentar;
  • Problemas na função mastigatória: isso causa desnutrição e anemia, por exemplo;
  • Problemas de função respiratória;
  • Desenvolvimento de pneumonia aspirativa;
  • Problemas no crescimento;
  • Alterações no desenvolvimento dos ossos da criança;
  • Risco frequente de infecção; e
  • Em casos mais graves, perda de audição.

O tratamento para a fenda palatina já é recomendado quando a criança completa 1 ano.

O tratamento sugerido é uma cirurgia de reconstrução dos lábios e do palato. Além disso, é realizado o reposicionamento do nariz.

O procedimento cirúrgico visa recuperar a funcionalidade dos músculos da face, além  da integridade da estrutura óssea.

No processo de recuperação, que dura 7 dias normalmente, a criança fica restrita a algumas atividades como mamar.

Além disso, nos acompanhamentos pós-cirúrgicos, o paciente infantil trabalhará com uma equipe interdisciplinar:

  • Odontologistas;
  • Pediatras;
  • Fonoaudiólogos; e
  • Otorrinolaringologista.

Importância do acompanhamento odontológico em casos como o Tórus Palatino

Remoção do tórus palatino depois da consulta odontológica

Como vimos na última sessão do artigo, muitas alterações bucais sérias podem ser confundidas com as protuberâncias ósseas.

Por isso, é essencial o cuidado na análise dos exames e a preocupação em ouvir as dúvidas dos pacientes.

Só assim é possível planejar o melhor tratamento para o quadro clínico.

Ainda, sem o tratamento adequado e necessário, muitas das alterações bucais podem trazer consequências graves para os pacientes.

Nos casos de tratamento medicamentoso, é preciso que o paciente esteja sempre atento para as recomendações dos cirurgiões-dentistas.

Dessa forma, o paciente toma cuidado com possíveis reações adversas, por exemplo.

Além disso, é importante o protocolo medicamentoso na área da odontologia para o paciente conseguir a liberação do remédio na farmácia.

Desse modo, o profissional consegue controlar a dose e garantir ao paciente uma orientação correta de como o tratamento com o remédio deve acontecer.

Nos casos em que as cirurgias são recomendadas pelos odontologistas como tratamento, o paciente também deve ficar atento a recomendações fundamentais.

Assim, cuidados como alimentação e repouso são levados a sério.

Por isso, é muito importante fazer visitas para o dentista de confiança assim que notar qualquer alteração na cavidade bucal, como o tórus palatino. Desse modo, o paciente consegue o tratamento o mais rápido possível.

Rodrigo Venticinque

Rodrigo Venticinque

Graduado pela Universidade de Santo Amaro (UNISA) e especialista em Prótese e Reabilitação Oral Integrativa, Biofísica Quântica, Biorressonância Aplicada e Ortomolecular. Pós-graduado em Estética Dental e Reabilitação Oral, com certificação em Remoção Segura da Amálgama e Odontologia Biológica pela Academia Internacional de Medicina Oral e Toxicologia. Professor da pós-graduação em Biofísica e Ortobiomolecular da QuantumBio. Também atua nas áreas de Ozonioterapia, Odontologia Sistêmica, Sedação Consciente com Óxido Nitroso e Hipnose. Diretor da clínica Venticinque Odontologia.

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