Perigos do tabagismo para a saúde bucal

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Não é novidade que o tabagismo causa diversos problemas para o corpo, incluindo a boca. Contudo, um dos reflexos desse hábito é o mau hálito, um problema que gera um grande incômodo.

Mas você sabe quais são as consequências que o tabagismo traz para o bom andamento da saúde bucal? Este é o tema do nosso artigo de hoje.

Tabagismo é é o nome dado à dependência psicológica do consumo de tabaco, uma substância que possui nicotina em sua composição.

A nicotina, por sua vez, é uma substância viciante que, por sua vez, gera impactos no organismo como um todo.

Sendo assim, a dependência de nicotina também é um problema comum em fumantes, sem contar que gera dificuldades à pessoa na hora de abandonar o vício.

Ela, por si só, aumenta o risco de que o paciente desenvolva os seguintes problemas:

  1. Derrame, também conhecido como AVC;
  2. Infarto;
  3. Doenças pulmonares;
  4. Câncer, dos mais variados tipos;
  5. Coágulo nas veias, tendo em vista que ele reduz a dimensão dos vasos sanguíneos.

Essa substância, por sua vez, impulsiona a produção de dopamina.

A dopamina nada mais é do que um neurotransmissor indispensável para que o cérebro realize sua atividade naturalmente.

Sendo assim, se a pessoa passa muito tempo sem fumar, o corpo acaba consequentemente diminuindo sua produção.

Para chegar a um equilíbrio, o cérebro começa a produzir mais noradrenalina, um agente que deixa o ser humano em estado de alerta.

E é por isso que, quando a pessoa se encontra no estado que citamos anteriormente de estar sem fumar há um tempo, ela pode começar a ficar mais nervosa ou irritada.

Contudo, neste artigo nós também traremos dicas para parar de fumar, além dos problemas de saúde que o tabagismo traz. De tal forma, confira conosco agora.

Por que o tabagismo é tão perigoso?

Ao analisar a situação do mundo, é possível ver que os países começaram a realizar o combate ao tabaco e ao cigarro devido aos seus riscos e perigos conforme os anos foram passando, e o Brasil se destaca nessa luta.

Mas apesar disso, o tabagismo no Brasil ainda é algo forte, uma vez que cerca de 9,3% da população maior de 18 anos fuma, segundo dados do Vigitel 2018. Desse valor total, 12,1% são homens e cerca de 6,9% mulheres.

Além disso, normalmente os cigarros são experimentados ainda na idade escolar, entre 13 e 17 anos. Segundo a pesquisa Pense realizada em 2015, que é a mais recente, cerca de 18,4% de estudantes do 9º ano provaram cigarros.

Aqui, entretanto, o índice continua sendo maior entre os meninos (cerca de 19,4% do total) do que entre as meninas, que somam 17,4%.

Mas a dúvida que fica é: o tabagismo faz tão mal? Por quê? E para responder à isso, é bem simples.

Normalmente esse vício é muito associado ao desenvolvimento de uma doença crônica não transmissível, sem contar também a relação com a evolução de muitas outras doenças que serão exploradas aqui em outro momento.

Portanto, este é o grande perigo que o tabagismo oferece não somente a quem fuma, mas também para as pessoas ao redor.

Fumante ativo X Fumante passivo

Entretanto, é válido ressaltar que essa relação feita com a deterioração da saúde de pessoas próximas à fumantes se dá pelo tabagismo ativo e passivo.

A diferença entre ambos é que, enquanto no primeiro é a pessoa que fuma inala as substâncias químicas do cigarro, no segundo tipo a pessoa que não fuma inala as substâncias do cigarro que estão presentes no ar.

Dessa forma, até mesmo pessoas que não possuem esse hábito acabam se tornando suscetíveis ao desenvolvimento de doenças e outros malefícios que são causados pelas substâncias presentes na fumaça do cigarro.

Em outras palavras, o perigo é dobrado uma vez que não é apenas quem fuma que acaba comprometendo o bem estar da saúde.

Quais as substâncias cancerígenas do cigarro?

Quais as substâncias cancerígenas do cigarro?

Ao todo, o cigarro possui cerca de 4.720 substâncias que consideradas tóxicas. E desse total, cerca de 70 delas são cancerígenas.

Contudo, as principais substâncias de sua composição são:

  • Monóxido de carbono;
  • Amônia;
  • Cetonas;
  • Formaldeído;
  • Acetaldeído;
  • Acroleína;
  • Nicotina;
  • Alcatrão.

Já a fumaça do cigarro é composta basicamente por esses mesmos componentes. Entretanto, ela por sua vez possui aproximadamente 60 substâncias cancerígenas.

Dentre elas, as principais são:

  • Arsênio;
  • Níquel;
  • Benzopireno;
  • Cádmio;
  • Sobras de agrotóxicos;
  • Substâncias radioativas como o Polônio 210;
  • Acetona;
  • Naftalina;
  • Fósforo P4 e P6.

Também é possível analisar a presença de algumas dessas substâncias também na composição de venenos utilizados para matar ratos.

Essa observação faz uma breve comparação e constatação da utilidade de tais componentes, ilustrando o mal que ele pode causar ao organismo e também à saúde.

E quais são os tipos de câncer que o tabagismo pode causar?

Uma vez que estamos falando sobre as substâncias cancerígenas presentes no cigarro, é necessário falar sobre quais tipos dessa doença podem ser analisados em pessoas que possuem esse vício.

Contudo, os que mais comumente são associados ao tabagismo são: câncer de laringe, câncer de pulmão, câncer de faringe, câncer de boca, câncer de garganta e câncer de língua.

Mas também existem alguns tipos que normalmente não são associados, mas que também são causados pelo tabagismo.

Sendo assim, temos: câncer de esôfago, câncer de estômago, câncer de pâncreas, câncer de fígado, câncer de colo de útero, câncer de bexiga, câncer de pescoço e o câncer nos rins também.

Contudo, essa é a razão pela qual normalmente quando se fala em combate ao cigarro é mencionado principalmente o combate ao câncer.

Afinal, além de existir mais do que uma possibilidade de câncer que pode se desenvolver, ele é um dos principais e até piores efeitos colaterais oriundos do tabagismo.

O que o tabagismo pode causar?

O que o tabagismo pode causar?

Como já citamos anteriormente, uma das coisas mais comuns quando se fala de doenças causadas pelo uso do cigarro é associar ao câncer.

Sendo assim, a principal associação feita é entre tabagismo e câncer de boca, mas essa relação se dá porque a boca é um dos primeiros locais aos quais o cigarro tem contato.

Contudo, esse não é o único problema dentre os malefícios do tabagismo e doenças causadas pelo tabagismo. Sendo assim, também podemos elencar:

  • Patologias buco-dentais;
  • Leucemia mielóide aguda;
  • Hipertensão;
  • Infarto;
  • Angina;
  • Bronquite crônica;
  • Refluxo gastroesofágico causado uma vez que o tabagismo diminui o fluxo sanguíneo e também a produção de muco no estômago;
  • Enfisema pulmonar;
  • Asma;
  • Infecções e doenças respiratórias;
  • Aneurisma;
  • Trombose;
  • Úlceras no aparelho digestivo;
  • Osteoporose;
  • Catarata;
  • Impotência sexual nos homens;
  • Infertilidade nas mulheres;
  • Menopausa precoce e complicações durante a gravidez.

Contudo, é válido ressaltar que essas são as principais patologias relacionadas ao uso de cigarros.

Ao todo, podem ser elencadas mais de 50 doenças que causadas pelo vício em tabaco.

Existem outros problemas que podem ser causados pelo tabagismo?

Sim, não são apenas doenças que podem aparecer devido ao hábito de fumar.

Sendo assim, confira quais são os possíveis problemas:

  • Possibilidade de adoecer duas vezes mais, comparando à não fumantes;
  • Menos resistência física;
  • Diminuição no fôlego;
  • Piora no desempenho de esportes e também na vida sexual;
  • Envelhecimento mais rápido;
  • Dentes com aspecto amarelado;
  • Pele cheia de rugas e com o cheiro do fumo;
  • Cabelos mais escuros.

A lista de problemas e doenças é grande, o que evidencia o mal que o cigarro causa à saúde, deixando principalmente o fumante mais vulnerável à outras doenças.

Além disso, é válido pontuar que, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), cerca de 12,6% das mortes anuais são causadas pelo tabagismo, o que dá um total de 156.216 óbitos por ano.

E ainda segundo o INCA, cerca de 90% dos casos de câncer de pulmão são causados pelo tabaco, o que gera um estado de alerta quando à doença.

Tabagismo e saúde bucal

Tabagismo e saúde bucal

Mas uma pergunta que fica quando falamos do tabagismo olhando pelo lado da odontologia é: como funciona a relação entre tabagismo e saúde bucal?

A resposta para isso é simples: os principais danos causados são câncer de boca, doenças periodontais, halitose e o escurecimento dos dentes e das mucosas.

Mas ainda assim existem outros, que nós iremos abordar agora.

Contudo, é válido lembrar que algumas delas possuem outros motivos que podem ser a causa, mas o nosso foco é justamente o tabagismo. Sendo assim, confira conosco.

Câncer bucal e câncer de de língua

O câncer na boca é gerado pela multiplicação das células afetadas na região oral. Já o câncer de língua é originado nas células escamosas, que por sua vez gera um tumor e pode se espalhar para todo o resto do corpo.

Contudo, cerca de 16.000 casos são diagnosticados por ano, o que faz com que ela se torne uma preocupação da saúde pública do país.

Quando a pessoa inala a fumaça do cigarro, ela passa pela mucosa oral e pela garganta, até chegar nos pulmões.

Após isso, essa substância começa então a afetar a saúde dessas cavidades.

E os principais tipos de câncer que são causados pelo cigarro, como citado anteriormente, são os de faringe, laringe, esôfago e lábio.

Agora, quando falamos em sintomas, eles possuem uma grande variedade que depende diretamente do desenvolvimento da doença.

Todavia, os sintomas que podem indicar a possibilidade de câncer são:

  • Ferida nos lábios, gengiva ou no interior da boca, que sangra facilmente e não melhora mesmo passado um tempo;
  • Presença de um caroço, ou inchaço, na bochecha que o paciente sente quando passa a língua no local;
  • Perda da sensibilidade ou então uma sensação de dormência em qualquer parte da boca;
  • Presença de manchas brancas ou vermelhas na gengiva, na língua ou então em qualquer outra parte da boca;
  • Dificuldade e dor para mastigar ou para engolir;
  • Dor sem motivo claro ou sensação de ter alguma coisa preso na garganta;
  • Inchaço na boca que impossibilita o posicionamento correto dos dentes;
  • Alterações na fala.

Gengivite

A gengivite é uma inflamação localizada na gengiva causada principalmente pelo acúmulo de placa bacteriana nos dentes.

Isso por sua vez causa alguns sintomas como dor, vermelhidão, inchaço e sangramento repentino.

Todavia, ela é a fase inicial da doença periodontal o que, consequentemente, a torna mais fácil de ser tratada.

Mas se o paciente não tratar, ela pode progredir e gerar complicações ainda mais graves.

O tabaco influencia sobre o sistema imunológico, o que traz diversos problemas por si só.

Portanto, entre outras coisas isso acaba dificultando a cicatrização porque o corpo não consegue combater as bactérias que causam as doenças periodontais.

Confira agora então quais são os sintomas da gengivite:

  • Gengiva inchada;
  • Vermelhidão forte nas gengivas;
  • Sangramento ao escovar os dentes ou passar o fio dental;
  • Em alguns casos mais graves, pode ocorrer o sangramento espontâneo da gengiva sem motivo aparente;
  • Dor e sangramento da gengiva ao mastigar;
  • Dentes que parecem mais longos do que realmente são, uma vez que a gengiva fica retraída;
  • Mau hálito e gosto ruim na boca.

Periodontite

Como citamos, a periodontite é uma evolução da gengivite.

Ela é uma doença bucal que compromete todos os tecidos de suporte que se encontram ao redor do dente.

Mas tanto os ossos quanto os ligamentos periodontais são os mais afetados.

Essa doença pode causar a queda e também perda de dentes por conta da fragilidade óssea desenvolvida, e as consequências vão desde a destruição da estrutura bucal até a agressividade na estética dental.

Os sintomas dessa doença periodontal são:

  • Mau hálito;
  • Inchaço e vermelhidão em torno dos dentes;
  • Sangramentos durante a escovação;
  • Sensibilidade nas gengivas;
  • Abscessos dentários;
  • Queda de dentes.

Mau hálito

O mau hálito nada mais é do que o cheiro desagradável que uma pessoa solta pela boca.

Mas algo que precisamos dizer é que ele não é uma doença ou então uma anomalia, mas sim um indício de que algo no organismo não está certo.

A relação que possui com o fumo é porque ele diminui a salivação, contribuindo para que seja feita a instalação da halitose.

Além disso, todos os elementos químicos atrelados à uma má higienização fazem com que o mau cheiro vindo da boca potencialize.

Escurecimento dos dentes e da mucosa

Produtos que contêm alcatrão, nicotina e metais pesados, presentes em cigarros e cachimbos, por exemplo, ajudam a manchar os dentes e o tecido gengival.

Em resumo, é possível sintetizar todas as ocorrências em uma única frase: cigarro e saúde bucal não combinam!

Formação de placa bacteriana

Fumantes também possuem um maior acúmulo de placa bacteriana na boca, o que causa diversos problemas como doenças periodontais principalmente.

Além disso, é válido ressaltar que as placas formam toxinas que destroem os seguintes pontos:

  • Gengiva;
  • Cemento;
  • Osso e ligamento periodontal.

Sendo assim, é por essa razão que é causada a gengivite e em alguns casos a periodontite em fumantes.

Métodos para acabar com o vício de fumar

Métodos para acabar com o vício de fumar

Bem, se você chegou até aqui, provavelmente uma das coisas que você mais quer saber são algumas dicas para deixar de fumar.

É válido pontuar nesse momento que existe uma solução bastante efetiva para todos os problemas, mas que pode ser de extrema dificuldade: parar de fumar.

Contudo, a abstinência de nicotina causada por não fumar é considerado um dos maiores desafios a serem enfrentados, principalmente quando a pessoa costumava fumar muito.

Mas isso se dá principalmente pelo fator que citamos anteriormente sobre o vício que o tabaco fumado causa.

Mas como parar de fumar?

Confira algumas dicas e formas para parar de fumar que separamos:

  • Mascar chicletes de nicotina: nada mais é do que um chiclete composto de nicotina, que liberam a substância gradativamente;
  • Utilizar pastilhas de nicotina: assim como os chicletes, soltam o elemento aos poucos. Estes devem ser colocados logo abaixo da língua;
  • Colar adesivos de nicotina: a princípio esse tipo de terapia é uma que não possui contraindicações, e são aconselhados quando o paciente deseja largar o tabagismo. Seu uso deve ser feito entre 45 a 90 dias;
  • Fazer o uso do spray nasal de nicotina: essa por sua vez é uma solução que possui consistência de água que coloca nicotina no nariz e possui uma absorção em 10 minutos. Seu uso é recomendado por três meses;
  • Bupropiona: um medicamento antidepressivo que pode também ser usado para tratar o vício de tabaco. Entretanto, ele possui efeitos colaterais como: insônia, agitação, boca seca e dor de cabeça;
  • Parada imediata: marcar um dia para largar de fato o vício, e jogar fora maços de cigarro, parando com o uso;
  • Parada gradativa: a diferença aqui, entretanto, é que a pessoa começa a diminuir o número de cigarros fumados por dia conforme os dias e meses passam;
  • Cigarro eletrônico: ainda não existem estudos que comprovem que esse produto ajuda no processo de abandono do vício, mas ele pode ser utilizado para abandonar aos poucos o cigarro comum.

Contudo, o aconselhado é que o paciente sempre realize algum acompanhamento médico para voltar a ter uma boa saúde.

Sendo assim, procure algum especialista que te ajude nesse processo antes de começar a seguir alguma dessas dicas aqui citadas.

Todavia, lembre-se que o tabagismo não traz nenhum benefício ao nosso corpo, muito pelo contrário. Então não há porque manter esse hábito.

Pode ser elencado alguma outra forma?

Sim, e uma das maneiras mais conhecidas para parar com o hábito é o auxiliar de memória chamado START.

A sigla é em inglês, possuindo um verbo para cada letra caracterizado da seguinte forma:

  • S (Set): escolher uma data para abandonar o vício;
  • T (Tell): dizer para amigos e familiares que pretende largar o hábito;
  • A (Anticipate): planejar com antecedência e antecipar eventuais dificuldades que a interrupção do vício e abstinência do cigarro causa;
  • R (Remove): afastar-se de cigarros ou produtos que possuam tabaco de locais como casa, carro, trabalho ou onde mais pode ter algum desses produtos;
  • T (Talk): conversar com um médico e pedir ajuda profissional para interromper o vício.

A ajuda do médico, por sua vez, é justamente a de prescrever medicamentos que reduzem o desejo pelo cigarro e também que amenizam os sintomas da abstinência, que podem ser os mais variados dependendo do paciente.

Mas quais são as vantagens que parar de fumar traz?

Como já citamos aqui, vantagens não faltam quando falamos em parar de fumar. Confira abaixo quais são elas:

  • Melhora no ritmo cardíaco;
  • Normalização da temperatura corporal;
  • Diminuição da nicotina no corpo, até que ela se torne ausente;
  • Aumento na quantidade de oxigênio no corpo;
  • Menor chance de ter um ataque cardíaco;
  • Melhora em sentidos como olfato e paladar, e também na sensibilidade;
  • Os agentes antioxidantes do organismo melhoram;
  • Normalização da circulação sanguínea;
  • Fôlego natural;
  • Melhora no sistema imunológico;
  • A pessoa se torna mais calma;
  • O pulmão volta a funcionar normal e perfeitamente;
  • Diminuição na possibilidade de ter um AVC;
  • Menor chance de desenvolver câncer;
  • Menor risco de desenvolver doenças cardíacas, bem como doenças arteriais e arritmias;
  • Melhora na atividade sexual e fertilidade;
  • Possibilidade de permanecer com o aspecto facial jovem por mais tempo, uma vez que o cigarro proporciona um envelhecimento precoce;
  • Dentes mais brancos e também um hálito fresco;
  • Chance de viver mais;
  • Proteção à pessoas próximas, afinal fumantes passivos também correm riscos de saúde, como já citamos antes.

Analisando essa lista, podemos dizer que benefícios de parar com esse vício não faltam.

Então, se você é fumante, ou conhece alguém que seja, a nossa recomendação é que após ler atentamente todas essas vantagens a sua decisão seja parar de fumar pelo bem da sua saúde.

Dicas que ajudam durante o tratamento

Dicas que ajudam durante o tratamento

Se existem pontos que devem ser colocados como possibilidade de tratamento, os principais para abandonar o vício são: autocontrole e determinação.

Contudo, também é válido pontuar que ter o apoio e estímulo de pessoas próximas, sejam familiares ou amigos, ajuda muito a pessoa a deixar o vício.

Mas podemos também elencar algumas dicas que te ajudarão a largar o vício. Confira:

  1. Evite locais com fumantes;
  2. Desfaça a rotina de fumar, seja enquanto toma café ou então ao sentir vontade;
  3. Procure se concentrar em alguma outra atividade, seja ela física como um esporte ou então alguma distração que exija concentração, e de preferência mantenha boca e mãos ocupadas;
  4. Procure ajuda com seus amigos e familiares para acabar com o hábito;
  5. Tome cuidado para não substituir um vício por outro, como comer impulsivamente, por exemplo;
  6. Busque o autocontrole para parar de fato;
  7. Não desista caso dê errado uma vez.

Este último ponto, por sua vez, é muito importante uma vez que dependendo de há quanto tempo o paciente fumava, pode ser muito difícil acabar com esse costume repentinamente, fazendo com que ele volte a fumar.

Um ponto importante a se destacar é que fumar durante a gravidez não é algo recomendado, pois também faz mal ao feto que está em desenvolvimento.

Mas isso se dá por algumas razões, que são:

  • Aumenta a probabilidade de aborto espontâneo ou partos prematuros;
  • O peso e o tamanho do recém-nascido se tornam mais baixos do que o comum;
  • A eficiência intelectual do bebê é reduzida;
  • O leite materno acaba contendo nicotina também.

Além disso, também existe o dia mundial sem tabaco, que é comemorado no dia 31 de maio e tem como objetivo finalidade alertar sobre a epidemia do tabaco e as mortes causadas pelo vício ao uso dessa substância.

Mas agora que você sabe mais sobre o tabagismo, a nossa dica é justamente que o vício seja abandonado o mais rápido possível e que um dentista seja procurado para fazer um diagnóstico sobre como está a saúde da sua boca.

Ramiro Murad
Ramiro Murad
Ramiro Murad Saad Neto, cirurgião-dentista com registro no Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CRO-SP) nº 118151, é graduado pela UNIC e residente em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial Facial no Sindicato dos Odontologistas de São Paulo (SOESP - SP). Possui habilitação em Harmonização Orofacial e também é gestor de clínicas e franquias odontológicas. Além disso, é integrante da equipe Bucomaxilofacial da Clínica da Villa, que está na Rua Eça de Queiroz, 467 - Vila Mariana, São Paulo - SP.

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