Como a quimioterapia afeta a nossa saúde bucal?

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Processos químicos sempre alteram a nossa saúde bucal, podendo causar inúmeros efeitos colaterais, como a candidíase oral, por exemplo. Quando um paciente inicia um tratamento com quimioterapia, essa realidade não é diferente. Por isso, fique atento e vá ao dentista.

O tratamento com quimioterapia abaixa a imunidade do nosso sistema. E, por essa razão, causa mudanças no nosso corpo que afetam todo o nosso organismo.

A quimioterapia é um tratamento contra o câncer. O tratamento é feito com substâncias químicas que atacam as células cancerígenas. Essas substâncias também atacam células saudáveis do nosso corpo, como as que ficam na nossa boca.

Todos os tratamentos para combater o câncer, como a quimioterapia e radioterapia devem ter acompanhamento de um dentista de confiança!

Procure por profissionais renomados e agende sua consulta.

Qual a diferença de quimioterapia e radioterapia?


Ao se deparar com um infeliz diagnóstico de câncer, sabe-se que os principais tipos de tratamentos são a quimioterapia e a radioterapia. Mas, você sabe a diferença entre esses dois recursos?

Esses dois tipos de tratamento são utilizados de acordo com as características específicas do câncer específico que acomete o paciente, bem como do seu organismo.

Para descobrir qual o melhor método a se administrar, o médico realiza exames como raio-x, tomografia computadorizada e ressonância magnética, por exemplo. Com isso, o profissional conseguirá visualizar as condições dos órgãos, a localização e o tamanho do tumor.

Assim, será possível saber que tipo de tratamento é indicado a cada caso. Confira a seguir quais são as especificidades e diferenças de cada um desses recursos:

Como funciona a radioterapia

radioterapia é um tipo de tratamento oncológico utilizado em casos onde não há metástase do câncer, ou seja, quando o tumor não se alastrou para outros órgãos do corpo, não atingindo sua fase avançada.

Esse tipo de método é considerado local/regional, pois é realizado por meio de radiações ionizantes diretamente no local do tumor. A radiação de alta energia é utilizada para danificar as células tumorais e induzir a morte celular, impedindo que elas se reproduzam.

A ministração desse tratamento pode ser realizada externamente ao corpo ou por meio de sementes radioativas aplicadas próximo ao câncer.

É preciso que o tratamento de radioterapia seja muito bem planejado, a fim de que altas doses sejam aplicadas na área do tumor, sem que, todavia, células saudáveis sejam afetadas.

O método de radioterapia pode ser utilizado para três diferentes finalidades no tratamento contra o câncer.

Primeiramente, pode ser utilizado de forma complementar à cirurgias, para evitar o risco do reaparecimento da doença.

Em segundo, pode ser usado em casos metastáticos – quando o câncer se espalha para outros órgãos – como método de alívio da dor, sangramento e falta de ar por obstrução das vias aéreas.

Por último, pode ser aplicado como um método curativo propriamente dito, sendo mais comum no tratamento dos tipos de câncer a seguir:

  • Colo do útero
  • Próstata
  • Pulmão
  • Orofaringe
  • Nasofaringe
  • Laringe

A duração do tratamento da radiografia costuma ser de 5 a 7 semanas quando é aplicada diariamente de forma externa com fim curativo ou de 1 a 2 semanas durante o tratamento paliativo.

Apesar dos efeitos desse tipo de método serem bem tolerados, é comum serem observado efeitos colaterais, como cansaço, perda de apetite, dificuldade na ingestão de alimentos e reações na pele.

Como funciona a quimioterapia

tratamento de quimioterapia é um método que utiliza a combinação de medicamentos quimioterápicos no combate à células reprodutoras do câncer, impedindo que elas se espalhem pelo corpo, de forma que impedem a divisão celular, processo conhecido como mitose.

A combinação de medicamentos tem como objetivo atingir populações celulares em diferentes fases do ciclo celular.

Diferentemente da radioterapia, a quimioterapia é considerada um tratamento sistêmico, isto é, ela age em todo o corpo e não apenas de forma local. Dessa maneira, os agente quimioterápicos podem atingir não apenas as células tumorais, mas também as normais.

Isso porque a quimioterapia seleciona as células que possuem um crescimento mais acelerado, como é o caso das tumorais. Entretanto, também é o caso de algumas células normais do corpo, como no caso das do sangue, cabelo e intestino.

Quando essas células normais são atingidas pela quimioterapia podem responder com:

  • Anemia
  • Queda de imunidade
  • Queda de cabelo
  • Diarreia
  • Vômitos
  • Náuseas

No entanto, as células normais conseguem se renovar de forma constante e, assim, se recuperarem dos efeitos da quimioterapia. Essa renovação é um fator observado para que o médico defina a periodicidade dos ciclos de administração do tratamento.

A escolha quanto a forma de administração da quimioterapia dependem da extensão do tumor, sua localização e do estado de saúde do paciente.

Em alguns casos pode ser necessária uma combinação de métodos para a cura da doença, como cirurgia, quimioterapia e radioterapia.

A radioterapia pode ser muito eficaz em conjunto com a quimioterapia, por exemplo. Pois, enquanto a quimioterapia age em todo o organismo, a radioterapia age em regiões específicas, tornando mais eficaz a interrupção das células cancerígenas, alcançando a cura do paciente.

Como a quimioterapia é administrada?

Como a quimioterapia é administrada?

Assim como a radioterapia, a quimioterapia pode possuir diferentes tipos de administração, a depender de diversos fatores relacionados ao tumor e o atual estado de saúde do paciente e somente o médico oncologista poderá determinar qual protocolo quimioterápico será adotado para cada caso específico.

Dessa maneira, as principais formas de administração da quimioterapia são:

  1. Intravenosa
  2. Intratecal
  3. Tópica
  4. Intramuscular
  5. Via oral
  6. Subcutânea

Veremos, a seguir, como cada forma funciona.

Administração Intravenosa

A quimioterapia intravenosa é um dos tipos de administração mais comuns para esse tratamento.

Em síntese, a administração intravenosa é a aplicação dos medicamentos quimioterápicos diretamente na veia dos pacientes com câncer, de modo que o medicamento circule pela corrente sanguínea.

O tempo de duração do tratamento é determinado pelo médico oncologista, variando quanto ao tipo de tumor. Por exemplo, um câncer de mama pode ter uma duração de tratamento diferente do câncer de intestino.

De forma geral, o tratamento é feito em ciclos que consistem na aplicação de uma dose quimioterápica seguida de um tempo de descanso, onde o paciente não recebe a medicação.

A aplicação pode ser realizada por meio de injeção ou colocado em cateter para facilitar a manutenção da aplicação.

Esse tipo de administração é considerada indolor, exceto pela pequena picada da agulha ou cateter.

Administração Intratecal

A quimioterapia intratecal é uma administração menos frequente do tratamento.

Por ser um tipo de administração dolorosa, é utilizada apenas quando não há outras vias disponíveis para o tratamento, considerando que cada administração possui uma eficácia diferente com relação ao tipo de tumor.

Sua aplicação é muito utilizada no tratamento de câncer como as leucemias, por exemplo.

Isso porque em outros tipos de administrações, como no caso oral ou intravenoso, os medicamentos não atravessam a barreira hematoencefálica, isto é, a barreira que protege o Sistema Nervoso Central, sendo necessário métodos como o intratecal.

A aplicação intratecal se dá diretamente no canal espinhal, entrando no líquido cefalorraquino – líquor ou fluído cérebro espinhal que circula no espaço intracraniano – que envolve o cérebro e a medula espinhal, a fim de alcançar as células cancerígenas.

Administração Tópica

A quimioterapia de uso tópico é considerada uma administração muito simples e eficiente para apenas alguns tipos de câncer.

Isso porque sua aplicação se dá diretamente sobre a pele ou mucosas, por meio da administração dos agentes quimioterápicos em forma de creme, gel ou pomada.

Esse tipo de administração é mais eficaz para os tratamentos de tumores cutâneos menos agressivos, como o carcinoma basocelular.

Todavia, seu uso em tumores mais agressivos requer mais estudos. No entanto, sua aplicação localizada é um tipo de tratamento promissor para diminuir o efeitos colaterais causados pela quimioterapia sistêmica.

Administração Intramuscular

A quimioterapia intramuscular é um tipo de administração onde os agentes quimioterápicos são injetados no interior do músculo.

O tratamento para cada tipo de câncer específico exige um tempo determinado de absorção dos medicamentos. Por exemplos, algumas drogas são mais eficientes quando liberadas de forma mais lenta na circulação, enquanto que outras de forma mais rápida.

Assim, a escolha do tipo de administração também pode depender da velocidade ideal de absorção para cada câncer específico. No caso da administração intramuscular, tem-se uma absorção mais rápida que a via subcutânea, por exemplo.

Administração Via Oral

A quimioterapia via oral é um dos tipos de administração do tratamento considerados mais confortáveis para o paciente.

Isso porque esse tipo de administração pode ser realizada em casa e de modo indolor, já que se dá por meio da ingestão dos agentes quimioterápicos em forma de comprimidos, cápsulas ou líquido.

Quando o tipo de administração escolhida pelo oncologista é o de via oral, é necessário que o paciente seja devidamente informado quanto horários, tempo de tratamento e a dose exata a ser administrada.

No entanto, a administração via oral é ainda muito pouco utilizada, pois o medicamento deve possuir uma boa absorção gastrointestinal, de forma que não seja um agente irritante para as paredes do intestino e do estômago.

Ainda sim, devido ao constante avanços de estudos e pesquisas nessa áreas, temos hoje uma vasta gama de medicamentos quimioterápicos orais disponíveis.

Administração Subcutânea

Por último, a quimioterapia subcutânea se dá pela injeção dos medicamentos quimioterápicos no tecido subcutâneo (hipoderme).

Esse tipo de administração faz com que o medicamento possua um fluxo mais lento pelos capilares sanguíneos, ideal para o tratamento de cânceres que tenham esse tempo ideal mais lento.

Indicações da quimioterapia

Fora as maneiras com que a quimioterapia pode ser administrada no paciente, a depender de cada tipo de câncer, assim como a radioterapia, a quimioterapia também pode ser ministrada com diferentes finalidades, veja:

  • Neoadjuvante: se dá quando a quimioterapia é administrada antes de um tratamento local, como o caso de cirurgias ou radioterapia. O objetivo da quimioterapia neoadjuvante é a diminuição do tamanho do tumor a fim de minimizar efeitos mais agressivos da cirurgia ou radioterapia;
  • Adjuvante: se dá quando a quimioterapia é administrada após um tratamento de intenção curativa, como a radioterapia e cirurgia, de forma a reduzir os riscos do reaparecimento da doença em algum local do corpo;
  • Combinada: é chamada assim quando associa-se a quimioterapia à radioterapia, de forma a aumentar a eficácia do tratamento contra o tumor;
  • Exclusiva: se dá quando a quimioterapia é o principal tratamento com fim curativo do câncer. Pode ser muito comum em casos em que o câncer possui característica metastática, ou seja, quando a doença se dissemina. No entanto, nesses casos, não se exclui a necessidade de do uso de cirurgias ou radioterapias em alguma fase do tratamento, a fim de potencializar e ajudar a quimioterapia a alcançar melhores resultados.

A duração da aplicação da quimioterapia pode durar em torno de ciclos de 2 a 3 semanas. No entanto, quando utilizada de modo curativo, pode durar de 3 a 6 meses. Quando em tratamento paliativo, o tempo de duração do tratamento é indeterminado.

O que a quimioterapia pode causar?

O que a quimioterapia pode causar?

Como já citamos anteriormente, por ser um tratamento sistêmico, a quimioterapia não é um tratamento local, mas age em todo o organismo.

Assim, sua ação atinge não somente as células cancerígenas, mas também as células saudáveis, podendo desencadear uma séria de efeitos colaterais ao paciente que passa pelo tratamento oncológico.

Os efeitos colaterais da quimioterapia podem ser variados, dependendo muito do tipo de quimioterapia na qual se sujeitará o paciente, isto é, a agressividade de cada tipo de combinação de agentes quimioterápicos podem ser diferentes.

O tipo de câncer e o seu estágio também interferem no tipo de tratamento quimioterápico e, consequentemente, nos efeitos colaterais sentidos pelo paciente.

No entanto, as células sadias com maior probabilidade de serem afetadas pelo tratamento são:

  • Medula óssea;
  • Folículos capilares;
  • Revestimento da boca;
  • Trato digestivo;
  • Sistema reprodutivo.

No entanto, é possível que os medicamentos quimioterápicos afetem ainda as células de outros órgãos, como:

  • Rins;
  • Coração;
  • Bexiga;
  • Pulmões;
  • Sistema nervoso;

O tratamento ainda afeta o sistema imunológico, o que deixa o corpo mais suscetível a infecções.

Vale dizer que nem todos os pacientes apresentam todos os tipos de efeitos colaterais, dependendo do organismo de cada um. Além disso, por mais que dois pacientes apresentem os mesmos efeitos colaterais, é possível ainda que sua intensidade seja diferente para cada um deles.

É visto ainda que alguns pacientes podem apresentar efeitos colaterais a longo prazo, como cardíacos e neurológicos, enquanto outros não.

Assim, é preciso avaliar junto ao médico os prós e os contras da realização do tratamento quimioterápico para o controle da doença. Lembrando que é possível gerenciar esses efeitos colaterais e até mesmo preveni-los com a ajuda de medicamentos.

Principais efeitos colaterais

Confira, a seguir, os principais efeitos colaterais que podem ser percebidos durante o tratamento quimioterápico:

  • Fadiga;
  • Hematomas e hemorragias;
  • Anemia;
  • Queda de de cabelo;
  • Diarreia;
  • Constipação;
  • Queda das unhas;
  • Perda de peso;
  • Alterações cutâneas como da cor, ressecamento e descamação da pele;
  • Problemas neurológicos e musculares;
  • Perda de peso;
  • Veias escuras, em caso de administração intravenosa;
  • Alterações no humor;
  • Alterações na libido;
  • Infecções;
  • Problemas renais;
  • Infertilidade;
  • Problemas de concentração;
  • Náuseas e vômitos.

Problemas na saúde bucal

Como vimos, o tratamento contra o câncer pode prejudicar a nossa saúde por inteiro. E, infelizmente, nossa boca, dentes e outros elementos da cavidade oral não estão imunes a esses efeitos.

Dentre alguns dos efeitos da quimioterapia na saúde bucal encontramos:

  • Boca e gengiva dolorida;
  • Desordem fonética;
  • Boca seca (xerostomia);
  • Variação e alteração na mastigação;
  • Alteração no paladar, como falta de apetite;
  • Modificação e alteração na deglutição, ou disfagia;
  • Ardência na língua;
  • Infecções e inflamações na boca, como casos de mucosite;
  • Inchaço da língua;
  • Alterações do funcionamento das papilas gustativas;
  • Sensibilidade na boca;
  • Candidíase oral devido à baixa no sistema imunológico;

Higiene bucal durante a quimioterapia

Higiene bucal durante a quimioterapia

A forma como a quimioterapia e saúde bucal se relacionam deve ser supervisionado tanto pelo paciente como pelo odontologista e oncologista, exigindo uma ação multidisciplinar.

Tendo em vista os efeitos colaterais que se desenvolvem no ambiente oral, é preciso ter uma atenção minuciosa com a saúde bucal, para além do consultório odontológico, para diminuir os riscos de problemas futuros. Assim, separamos algumas recomendações para você seguir.

O primeiro passo é ir ao dentista, como já vimos. Assim, entenda como a sua higiene oral deve funcionar e quais cuidados é preciso tomar a partir das indicações do profissional.

Escove os dentes com uma escova extra macia depois de acordar, depois das refeições e antes de ir dormir. Faça movimentos suaves e circulares em torno de todos os dentes. De preferência, utilize cremes dentais com flúor.

Lembre de sempre escovar a língua também, porque ela tem bactérias que podem fazer mal a saúde. É importante tentar não passar a escova bruscamente.

O uso do fio dental pelo menos uma vez ao dia é recomendado pelos dentistas. Não precisa passar o fio de forma bruta, mas é preciso que você limpe toda a área ao redor do dente e perto da gengiva.

Mantenha sua boca úmida! Não esqueça de beber água e incentivar a salivação, pois manter a hidratação da boca poderá ajudar a evitar diversos efeitos colaterais causados pelo tratamento, como no caso da xerostomia.

Para isso, você também pode optar pelo uso de um lubrificante bucal, mais conhecido como “saliva artificial“, encontrado em farmácias.

Importância das consultas de rotina

Importância das consultas de rotina

Como já dito anteriormente, além do cuidado com a cavidade bucal em casa, é preciso sempre um acompanhamento com um cirurgião dentista capacitado.

Normalmente, é aconselhado que pacientes façam visitas aos dentistas de 6 em 6 meses.

No entanto, no caso de pacientes que irão começar o tratamento oncológico, é necessário fazer uma visita 2 semanas antes do início.

Isso porque o profissional de confiança consegue montar um planejamento para prevenir futuras lesões e outros problemas bucais.

Caso você já tenha iniciado o tratamento, marque uma consulta assim que puder.

O profissional é quem determinará qual a regularidade das próximas visitas. Fique atento e não se esqueça das consultas.

A maior atenção ao ir nas consultas é entender como cuidar da saúde bucal quando se está fazendo o tratamento, evitando o parecimento de possíveis efeitos colaterais.

O que evitar durante o tratamento?

O que evitar durante o tratamento?

Além dos cuidados com a higiene bucal em casa, muitos pacientes desejam ter um papel mais ativo durante o processo de tratamento quimioterápico.

Todavia, é preciso que o médico seja sempre consultado antes que o paciente tome qualquer medida complementar em seu tratamento.

Isso porque muitos dos pacientes acreditam que podem ajudar a melhorar suas defesas naturais, de forma a acelerar o tratamento e sua recuperação com o uso de vitaminas, por exemplo.

Assim, é comum que alguns pacientes consumam altas doses de vitaminas, o que não é indicado. Isto é, o uso de algumas vitaminas, ao contrário do esperado por esses pacientes, podem tornar a quimioterapia menos eficaz.

Dessa forma, vitaminas como A, E e C, por exemplo, atual como antioxidantes, de forma que podem impedir a de forma que podem impedir a formação de radicais livres que danificam o DNA.

Recomendações

Confira outras recomendações do que deve ser evitado durante a quimioterapia:

  • Alimentos ácidos, condimentados, de consistência dura, quentes e difíceis de mastigar;
  • Para evitar as náuseas e vômitos, evite consumir líquidos durante as refeições, frituras, alimentos muito doces, carnes, alimentos gordurosos, bebidas alcoólicas e cafeína. Além de movimentos bruscos e excessivos e esforços físicos após as refeições;
  • Jejuns;
  • Retirar cutículas;
  • Desodorantes com álcool;
  • Devido a diminuição das taxas sanguíneas e suas consequências, evite contato direto com animais e suas excreções, lugares fechados, sem ventilação e com aglomeração de pessoas;
  • Exposição ao sol das 10 às 16 horas;
  • Relação sexual sem proteção, pois o preservativo protege o casal da eliminação de medicamentos da quimioterapia e a possibilidade de gravidez, já que o tratamento pode causar má-formação fetal

É importante lembrar que a orientação médica é fundamental para que o paciente obtenha outras recomendações e também conheça as contraindicações que envolvem a quimioterapia.

Assim, será possível potencializar o tratamento quimioterápico da forma correta, tomando todos os cuidados exigidos.

Dessa maneira, o paciente em quimioterapia deve ter um cuidado maior com a saúde do corpo de modo geral, acatando um tratamento multidisciplinar com profissionais capacitados para tratar pacientes oncológicos, contando com consultas de rotina com o dentista, dermatologista, nutricionista, psicólogo e, é claro, o oncologista.

Ramiro Murad
Ramiro Murad
Ramiro Murad Saad Neto, cirurgião-dentista com registro no Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CRO-SP) nº 118151, é graduado pela UNIC e residente em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial Facial no Sindicato dos Odontologistas de São Paulo (SOESP - SP). Possui habilitação em Harmonização Orofacial e também é gestor de clínicas e franquias odontológicas. Além disso, é integrante da equipe Bucomaxilofacial da Clínica da Villa, que está na Rua Eça de Queiroz, 467 - Vila Mariana, São Paulo - SP.

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