Lisina: uma substância presente no leite que ajuda manter a saúde boa

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A herpes labial é o tipo mais comum de manifestação desse tipo de doença. Mas para prevenir o seu surgimento, seja nesse tipo ou então nos outros dois possíveis, podemos elencar principalmente a Lisina.

Apesar de não estar presente naturalmente no corpo humano, a Lisina pode ser ingerida via oral, tanto por alimentos quanto por medicamentos, e possui diversos benefícios para o bom andamento da saúde como um todo.

Lisina é um aminoácido que não pode ser encontrado no corpo, mas que serve como anticorpo principalmente contra doenças como herpes e a osteoporose também.

Além disso, ela também serve para ajudar no crescimento de crianças e a preservação de proporção de nitrogênio em um adulto, uma vez que este elemento (o nitrogênio) é um fator crucial para as proteínas do corpo.

Mas as perguntas a serem feitas agora são: o que é Lisina e para que serve?

Bem, a primeira pergunta já foi respondida, mas ao longo desse artigo iremos elencar qual é a finalidade de tal aminoácido e também onde ele pode ser encontrado.

Qual é a importância da Lisina para a saúde?

Tendo em vista que ela é um aminoácido de grande importância para o corpo humano, para mostrar a importância dele na saúde é necessário elencar quais são os benefícios que ele proporciona.

Sendo assim, temos como vantagens da Lisina os seguintes pontos:

Contudo, apesar dessa grande lista, podemos dizer que a principal função da Lisina é o combate à herpes e as lesões que essa doença causa na pele, sendo este um dos maiores usos desse aminoácido.

Ela previne contra alguma doença?

Como citamos anteriormente, tal aminoácido pode ajudar na prevenção de algumas doenças específicas.

Dentre elas são elencadas principalmente as virais, uma vez que ela possui propriedades antivirais.

Contudo, ela é normalmente utilizada para prevenção e tratamento principalmente da herpes, sendo ela a herpes labial ou não.

Mas para que seja efetivo esse tratamento, é necessário que o paciente adulto ingira cerca de 1000 a 3000 miligramas por dia via oral.

Entretanto, a eficácia desse procedimento se dá principalmente quando o paciente começa a realizar a utilizar a Lisina desde o primeiro estágio da doença, logo quando o paciente recebe o diagnóstico.

Mas onde eu posso encontrar a Lisina? Em alimentos?

Uma pergunta que pode ser feita agora é: quais os alimentos ricos em Lisina?

Sendo assim, fizemos uma lista com todos os alimentos que possuem esse aminoácido e ajuda o corpo:

  • Leite e seus derivados, como queijo (principalmente parmesão) e iogurte principalmente;
  • Dentre os alimentos ricos em fibra, podemos elencar o feijão, que também contêm esse aminoácido;
  • Carnes de boi, porco, frango e peixe;
  • Soja;
  • Ervilha;
  • Nozes;
  • Lentilha;
  • Batata doce;
  • Melão;
  • Chocolate;
  • Abacate;
  • Ovos.

Contudo, apesar de essas serem as principais fontes de Lisina, é válido ressaltar que apenas a quantidade disponível nos alimentos não é capaz de realizar o tratamento contra doenças como herpes.

Por outro lado, a deficiência da tal substância no organismo pode levar o ser humano à quadros de anemia e até à fadiga também.

Sendo assim, em ambos os casos é necessário o uso do suplemento da Lisina em cápsula, que pode ser encontrado em farmácias a partir de R$22,00.

É válido ressaltar, entretanto, que não é necessário o paciente possuir receita médica para comprar, mas o preço pode variar conforme os seguintes pontos abaixo:

  • Quantidade de cápsulas;
  • Concentração do remédio (podendo ser 500 mg ou 1000 mg);
  • Laboratório que produziu o medicamento;
  • Local onde será comprado.

Entretanto, é necessário tomar cuidado também com o excesso da substância no corpo, uma vez que isso pode levar à acessos de tontura, náusea, cansaço, falta de apetite e até também cálculos na vesícula biliar.

Sendo assim, é aconselhado que o paciente tome uma cápsula de 500 mg três vezes ao dia, sendo uma vez após cada refeição.

O tempo de tratamento normalmente é de seis meses, mas esse valor pode ser maior ou menor dependendo da indicação médica.

De tal maneira, é extremamente importante que o paciente siga o que o médico disser, e caso sinta eventuais problemas ou efeitos colaterais, o médico deve ser não apenas alertado como consultado também.

Existem contraindicações para o medicamento?

O uso da medicação deve ser evitada, ou então feita apenas sob indicação e prescrição médica nos seguintes casos:

  • Mulheres grávidas ou então no período de amamentação;
  • Pacientes que possuem doenças renais (aqui o medicamento só pode ser utilizado depois de uma avaliação por parte de um médico);
  • Pacientes com doenças hepáticas;
  • Pessoas que tenham eventuais alergias aos componentes do medicamento;.

Entretanto, as contraindicações se dão principalmente pelos efeitos adversos que a medicação pode causar e que serão mencionados logo abaixo.

E podem ser elencados eventuais efeitos colaterais?

Como todo medicamento, podem ser elencados algumas reações adversas que esse tipo de remédio pode causar no paciente.

Dentre eles, se encontram:

  • Dor gástrica;
  • Diarreia;
  • Insuficiência renal, quando o paciente faz o tratamento em altas doses por um grande período de tempo.

Contudo, alguns testes feitos em ratos mostraram que concentrações muito altas de tal medicamento pode fazer com que a taxa de filtração glomerular e o fluxo urinário diminuam.

Além disso, também existe o caso de um paciente de 44 anos no qual foi gerada a Síndrome de Fanconi devido à alta dose do medicamento em um período de cinco anos como forma de prevenir a herpes simples.

É válido lembrar, entretanto, que o tratamento por meio deste medicamento deve ser aplicado conforme indicação médica e que o profissional deve estar a par de eventuais problemas que o paciente enfrentar.

Mas agora que você sabe a principal ação da Lisina e também onde ela pode ser encontrada, o recomendado é que passe a ter uma alimentação mais rica desse nutriente para poder evitar principalmente a aparição de herpes.

Ramiro Murad
Ramiro Murad
Ramiro Murad Saad Neto, cirurgião-dentista com registro no Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CRO-SP) nº 118151, é graduado pela UNIC e residente em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial Facial no Sindicato dos Odontologistas de São Paulo (SOESP - SP). Possui habilitação em Harmonização Orofacial e também é gestor de clínicas e franquias odontológicas. Além disso, é integrante da equipe Bucomaxilofacial da Clínica da Villa, que está na Rua Eça de Queiroz, 467 - Vila Mariana, São Paulo - SP.

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