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Sintomas do cisto no dente e seus principais tratamentos

Sintomas do cisto no dente e seus principais tratamentos

Cisto no dente é patologia consideravelmente comum, silenciosa e assintomática

Alguns problemas podem surgir de maneira silenciosa. Na área da odontologia, considerando a complexidade da anatomia bucal, é comum que essas patologias afetem nossa saúde. Sem exames de rotina e acompanhamento do dentista, o problema pode se espalhar e tornar o tratamento mais complicado. É o caso do cisto no dente.

O cisto no dente tem características que são parecidas às de outras doenças da região da boca. Por essa razão, é necessário cuidado para que não seja feito um diagnóstico errado. Seu reconhecimento só é possível a partir da análise de um profissional de odontologia por meio de exames clínicos e de imagem.

Cisto no dente é uma cavidade na região bucal onde se acumula líquidos e secreções. Esse líquido pode ser responsável por abrigar bactérias e células mortas. Se não for tratado com um profissional de odontologia, pode crescer e se espalhar, causando um enorme prejuízo ao sorriso, incluindo perda dos dentes.

  1. O Que é Cisto Dentígero?
  2. Sintomas do Cisto Dentário
  3. Causas do Cisto no Dente
  4. Tratamento do Cisto Dentário
  5. Tipos de Cisto Dentário
  6. Quanto Custa uma Cirurgia de Cisto Dentário?
  7. Outros Tipos de Cisto na Cavidade Bucal

O Que é Cisto Dentígero?

O cisto dentígero é um dos cistos mais recorrentes na área da odontologia, sendo o segundo mais frequente na área dos maxilares.

Trata-se uma lesão no dente considerada benigna proveniente do tecido da coroa de um dente não erupcionado. Ou seja, um dente que não “nasceu” e, portanto, não compõe a arcada dentária exposta dentro da boca.

Em síntese, o cisto no dente é derivado do acúmulo de líquido localizado entre as estruturas de formação de um dente não erupcionado e o tecido da coroa deste dente – a parte que normalmente exposta dentro da boca.

É comum que ocorra na área dos dentes chamados terceiros molares, os sisos, pois estes nascem de maneira mais lenta, passando, na maioria dos casos, vários dos primeiros anos da vida inclusos.

Há ainda alguns casos em que o dente do siso nunca chega a erupcionar e são chamados de dentes impactados.

Entretanto, isso não significa que os cistos nos dentes sejam exclusividade dos terceiros molares. Também é comum que atinjam os dentes caninos, principalmente os superiores, e os pré-molares.

Também pode acontecer a formação de cistos dentários advindos de coroas (forma de restauração dentária que cobre ou circunda um dos dentes) mal colocadas ou inseridas inadequadamente.

Os cistos dentígeros normalmente possuem características radiotransparentes, ou seja, possuem baixa densidade, de forma a serem mais dificilmente detectados em exames radiográficos.

Além disso, clinicamente falando, esses cistos apresentam bordas ósseas escleróticas e são uniloculares.

Tais lesões benignas podem ser observadas pelo cirurgião-dentista por meio de consultas de rotina, ou quando a erupção prevista de um dente permanente não ocorre.

Normalmente são observadas as ocorrências desses cistos durante as três primeiras décadas de vida.

Podendo atingir dimensões que podem causar deformidades faciais, impactação ou deslocamento dos dentes e estruturas adjacentes.

Sintomas do Cisto Dentário

O cisto dentário é um problema silencioso e possui um crescimento lento e indolor, além de ser considerado assintomático, isto é, sem a presença de sintomas.

Por isso, muitas vezes seu desenvolvimento passa despercebido, dificultando até mesmo o seu diagnóstico. No entanto, se não tratado, o cisto dentário pode chagar a provocar até mesmo a perda de dentes.

Todavia, a presença das cavidades que compõe o cisto, por ser uma lesão benigna, não pode ser confundida com o câncer de boca, normalmente associado ao hábito de fumar.

Por se tratar de uma lesão assintomática, o diagnóstico de um profissional faz-se extremamente necessário, já que a negligência quanto ao seu tratamento pode gerar futuras complicações.

Na grande maioria dos casos identificados o paciente não apresenta sinais visíveis de alterações na estrutura dentária. Porém, em quadros mais avançados da patologia, é possível identificar alguns desses sinais.

Chegar a um quadro mais avançado pode ser motivo de preocupação e requer ainda mais atenção tanto do paciente como do profissional.

Assim, ressaltamos novamente que a identificação dessa patologia deve decorrer das consultas regulares ao dentista e que não há motivos para esperar a manifestação sintomática dessa lesão.

Uma vez em um quadro mais avançado, isto é, quando há aumento do tamanho do cisto dentário, podem ser observados os seguintes sinais e sintomas:

Diagnóstico do Cisto Dentígero

Frequentemente o diagnóstico do cisto dentígero é realizado por meio do raio X. Porém, por apresentar características radiotransparentes, o exame nem sempre é suficientemente eficaz para o diagnóstico.

Ainda há o agravante de que as características do cisto dentário observadas na radiografia podem ser muito semelhantes a outras doenças, como o ceratocisto e o ameloblastoma.

Dessa forma, o cirurgião-dentista responsável deve certificar-se de realizar o exame histopatológico para o diagnóstico diferencial, podendo assim descartar outros tipos de lesões semelhantes.

O diagnóstico do cisto dentário exige, particularmente, que o profissional esteja de fato capacitado para realizá-lo.

Assim, contribui para que ele efetuado de forma precoce e, consequentemente, para a preservação de estruturas anatômicas e dentes adjacentes.

Causas do Cisto no Dente

A etiopatogenia, ou seja, a análise sobre as causas que provocam o desenvolvimento dessa patologia, ainda é considerada incerta.

Entretanto, o que se sabe é que o cisto dentário é um processo infeccioso que se forma em torno da região onde está um dente mal ou não desenvolvido.

Infecções em diversas áreas do corpo, principalmente na área da boca, podem ser origens para um cisto na raiz do dente, como infecções no nariz e garganta.

É comum, ainda, que procedimento dentários realizados de forma incorreta sejam um fator agravante para a formação dos cistos dentários.

Assim, procedimentos como colocação de coroas realizados de forma incorreta e canais não tratados ou tratamento de canal não finalizado, podem apresentar riscos no aparecimento dessa patologia.

É possível identificar, ainda, alguns outros fatores que podem ser caracterizados como fatores de risco, isto é, que propiciam a formação de um cisto na boca. Confira quais são eles:

Podemos ainda definir os cistos dentais como sendo provenientes das sobras das células restantes do crescimento das radículas dentais localizadas no interior do ligamento dos tecidos situado perto dos dentes.

Ou, ainda, como oriundos das sobras epiteliais da lâmina dental.

Isto é, o primeiro sinal do aparecimento de um dente que, por vezes, se decompõe em pequenas porções de epitélio, sendo novamente absorvido pelo organismo. Do contrário, ocorre o desenvolvimento de cistos.

E, por fim, como derivados do núcleo dental, englobando o esmalte do dente, papila e receptáculo dental.

Tratamento do Cisto Dentário

O tratamento do cisto dentígero acontece por meio de procedimento cirúrgico. Os métodos mais utilizados pelos médicos dentistas são a enucleação e a marsupialização.

A enucleação consiste na extração total ou parcial do cisto e também do dente afetado.

Enquanto a marsupialização consiste no corte de uma fenda na região do cisto, suturando suas bordas e criando uma superfície entre a área interna e a área externa. Assim, é possibilitada a drenagem do líquido acumulados

Essa técnica, que foca em diminuir a lesão, é recomendada para casos onde o cisto no dente já está grande.

Tipos de Cisto Dentário

Além do cisto dentígero, do qual já discorremos ao longo do artigo, existem outros tipos de cistos na odontologia que acometem a região bucal, classificados como cistos odontogênicos. Veja quais são eles:

  1. De erupção
  2. Gengival do recém-nascido
  3. Gengival do adulto
  4. Periodontal lateral
  5. Odontogênico calcificante
  6. Odontogênico glandular
  7. Ceratocisto Odontogênico
  8. Periapical

A seguir, explicaremos e detalharemos melhor as particularidades de cada um desses tumores odontogênicos. Confira:

Cisto de erupção

O cisto de erupção possui semelhança ao cisto dentígero, porém localiza-se em tecidos moles.

Este tipo de cisto desenvolve-se por conta da separação do folículo dentário que envolve a coroa de um dente em erupção dentro dos tecidos moles sobre o osso alveolar.

É caracterizado por uma tumefação mole translúcida na mucosa gengival que recobre a coroa dentária de um dente de leite ou de um dente permanente em erupção.

O cisto de erupção é desenvolvido mais frequentemente em crianças com menos de dez anos de idade, comumente nos dentes primeiros molares ou dentes incisivos.

O tratamento para este tipo de cisto é considerado simples, já que o cisto costuma se romper. Caso isso não ocorra, o cirurgião-dentista realizará uma incisão no revestimento cístico, promovendo, assim, a erupção do dente.

Cisto Gengival do Recém-Nascido

Os cistos gengivais do recém-nascido são caracterizados como pequenos cistos superficiais compostos por ceratina.

São encontrados na mucosa alveolar do recém-nascido, como o próprio nome já indica, provenientes dos remanescentes da lâmina dentária.

Clinicamente falando aparecem como pápulas esbranquiçadas em rebordo alveolar.

Podem, ainda, serem considerados raros após os três meses de idade.

Comumente este tipo de cisto regride espontaneamente.

Cisto Gengival do Adulto

O cisto gengival do adulto é uma lesão considerada incomum e, assim como o cisto do recém-nascido, também é proveniente dos restos da lâmina dentária.

Esse tipo de cisto corresponde a contraparte do cisto periodontal lateral dos tecidos moles e é caracterizado por possui um crescimento limitado e ausência de sintomatologia, o que pode gerar dificuldades para identificá-lo.

Apresenta-se como tumefação arredondada bem delimitada e firme, indolor e com aparência semelhante a uma cúpula. Na grande maioria dos casos está localizado na face vestibular.

Quase sempre na região dos pré-molares e caninos inferiores ou em áreas vizinhas. Em contrapartida, na minoria das vezes, ocorre o cisto no maxilar.

Os pacientes que mais comumente apresentam esse tipo de cisto possuem mais de 40 anos de idade, sem predileção a sexo.

Trata-se com uma simples excisão cirúrgica.

Cisto Periodontal Lateral

O cisto periodontal lateral ocorre na superfície perirradicular de um dente que possui vitalidade e considerado incomum.

Seu desenvolvimento tem origem na lâmina dentária, ocorrendo ao longo da superfície lateral da raiz e possuindo tamanho pequeno.

Pode ser encontrado mais facilmente nas regiões de incisivo lateral, canino e pré-molar inferior. Além disso, os pacientes afetados costumam estar entre a faixa etária de 50 a 70 anos de idade, mais prevalente no sexo masculino.

Clinicamente falando, possui aspecto radiográfico de uma rarefação óssea circunscrita, com limites definidos e corticalizados, além de ser unilocular, em contato com a região perirradicular.

Por fim, é uma lesão que, assim como outras já mencionadas, é caracterizada como assintomático, isto é, sem presença de sintomas. Dificultando sua identificação pelo paciente acometido.

O diagnóstico preciso exige estudo histopatológico da lesão e seu tratamento se dá por enucleação, assim como no cisto dentígero, método já explicado anteriormente.

Cisto Odontogênico Calcificante

O cisto odontogênico calcificante é uma lesão considerada incomum, podendo ser classificado como intra-ósseo e extra-ósseo. Porém, a maioria dos casos são definidos como intra-ósseos.

A região onde são mais frequentemente encontrados é na anterior, isto é, região dos  incisivos e caninos, totalizando cerca de 65% dos casos. A faixa etária média de pacientes acometidos por esse tipo de cisto é de 33 anos de idade.

Clinicamente falando, a lesão pode ser caracterizada radiograficamente por consistir em uma área radiolúcida unicolar (ocasionalmente multilocular) circunscrita e bem definida.

Podem ser encontradas, ainda, estruturas radiopacas ou um dente incluso associados, bem como reabsorção radicular e divergência de dentes adjacentes.

Cisto Odontogênico Glandular

O cisto odontogênico glandular é considerado raro e pode apresentar um comportamento agressivo. Isto porque cistos grandes podem causar expansão óssea, dor e parestesia.

Esse tipo de cisto ocorre mais comumente em adultos com uma faixa etária média de 49 anos de idade.

Além disso, afeta mais frequentemente a região anterior da mandíbula, podendo, até mesmo, cruzar a linha média.

Clinicamente falando, apresenta uma imagem radiotransparente multiocular, definidas e circundadas por borda esclerótica.

O tratamento pode se dividir em duas opções: a remoção em bloco o método de enucleação cirúrgica.

Ceratocisto Odontogênico

Assim como outros já citados, o ceratocisto odontogênico possui origem nos remanescentes celulares da lâmina dentária.

Esse tipo de cisto é mais frequentemente encontrado em homens entre a faixa etária de 10 a 40 anos de idade. Além disso, é mais comum ser um cisto na mandíbula, tendo preferência pela região posterior mandibular.

Caratocistos grandes possuem tendência de crescimento no sentido antero-posterior e podem ser associados a dor.

Quando são utilizadas as manobras semiotécnicas, podem apresentar um líquido de cor semelhante a de uma vela derretida. Além disso, são caracterizadas como lesões radiotransparentes bem definidas, multiloculadas, com margens regulares e corticadas.

curetagem de cisto no dente pode ser um método de tratamento para esse tipo de cisto. Além disso, pode-se usar ostectomia periférica ou a cauterização química.

Cisto Periapical

O cisto periapical é um cisto odontogênico inflamatório, sendo o tipo de cisto mais comum encontrado na cavidade oral.

Ele desenvolve-se por conta da necrose pulpar. Caracteriza-se pela formação de um granuloma na ponta do dente que se desenvolve a partir da luta das células de defesa do organismo contra os microrganismos.

A partir dessa formação do granuloma há proliferação epitelial, formando o revestimento, dando origem assim ao cisto periapical.

Assim como a grande maioria, o cisto periapical é assintomático e é diagnosticado através da consulta de rotina com o dentista, por meio de radiografia, onde aparece como uma pequena bola na ponta da raiz do dente.

Seu tratamento pode ser realizado através de canal ou com remoção cirúrgica, ou ainda com remoção do dente, com curetagem do osso.

Quanto Custa uma Cirurgia de Cisto no Dente?

Os preços dos tratamentos odontológicos costumam ser uma das principais dúvidas dos pacientes. Entretanto, uma cirurgia de cisto dentário é um serviço prestado pelo cirurgião-dentista, e não apenas um produto.

Assim, não é possível determinar um valor exato para esse tipo de procedimento, podendo depender de inúmeros fatores para a variação de preço.

Por exemplo, o preço pode variar de acordo com a experiência clínica do profissional, conhecimento científico no assunto, estrutura do consultório ou clínica, entre outros fatores.

No entanto, para termos um valor base a respeito dos procedimentos odontológicos, é possível conferir a tabela VRPO (Valores referenciais para Procedimentos Odontológicos).

Para isso, utilizaremos a tabela VRPO produzida pelo Sindicato dos Odontologias do Estado de São Paulo, atualizada pela última vez em 2016. Para a enucleação, a tabela indica o valor de R$331,52.

Já para o procedimento de marsupialização e enucleação final, o valor na tabela é de R$382,57. Para a cirurgia do cisto a tabela indica o valor de R$174,46.

Ressaltamos mais uma vez que são preços de referência que nem sempre são seguidos à risca. Além disso, até mesmo o preço base pode variar se comparado a outros estados.

Assim, a obtenção de valores mais precisos só é possível por meio da realização de um orçamento com um profissional da odontologia de sua confiança.

Vale lembrar que o Sistema Único de Saúde (SUS) também disponibiliza atendimento odontológico gratuito, basta procurar a unidade de atendimento mais próxima para realizar uma consulta.

Outros Tipos de Cisto na Cavidade Bucal

Além dos cistos odontogênicos, podemos encontrar um outro grupo de cistos na cavidade bucal, classificados como não odontogênicos. Veja quais são:

  1. Do ducto Nasopalatino
  2. Nasolabial
  3. Dermoide

Acompanhe a seguir os detalhes sobre cada um deles:

Cisto do Ducto Nasopalatino

O cisto do ducto nasopalatino é considerado muito comum. Originado de remanescentes do ducto nasopalatino, possui uma estrutura embrionário que liga a cavidade nasal e oral na região do canal incisivo.

Esse tipo de cisto não possui preferência de idade para se desenvolver, mas é mais frequentemente encontrado em pacientes do sexo masculino na faixa etária entre 40 a 60 anos de idade, sendo mais raro em pacientes jovens.

Muitas das lesões identificadas apresentam características assintomáticas e podem ser identificadas em radiografias nas consultas de rotina. No entanto, tumefação da região interior do palato, drenagem e dor, também podem ser considerados sintomas comuns.

Clinicamente falando, as radiografias apresentam lesão radiolúcida bem circunscrita.

Seu tratamento se dá por meio de enucleação cirúrgica.

Cisto Nasolabial

O cisto nasolabial também é considerado uma lesão rara e ocorre no lábio superior, lateral a linha média.

Esse tipo de cisto apresenta-se como um aumento de volume do lábio superior lateral à linha média, o que resulta na elevação da asa do nariz.

Pode haver expansão da lesão, causando obstrução nasal e pode até mesmo interferir no uso de prótese.

Não há relatos de dor para esse tipo de cisto, exceto quando há infecção na lesão. é possível que o cisto se rompa de forma espontânea, podendo drenar para a cavidade oral ou nasal.

Dessa forma, o tratamento se dá por meio de remoção cirúrgica total. Pode ser preciso, ainda, remover parte da mucosa nasal para que a lesão seja removida de forma completa.

Cisto Dermoide

O cisto dermoide é uma malformação cística do desenvolvimento incomum e é considerado uma lesão benigna do teratoma.

Ocorrem mais frequentemente na linha média do soalho bucal e, ocasionalmente, lateralmente do soalho bucal. Comumente os pacientes mais afetados são crianças e jovens adultos.

Esse tipo de cisto cresce de forma lenta e assintomática, aparentando uma massa borrachoide ou pastosa. É comum que marcas de dedos são retidas sob pressão digital.

Ele é caracterizado por ser revestido por um epitélio muito semelhante à epiderme, contendo anexos cutâneos em suas paredes. Seu tratamento se dá por remoção cirúrgica.

Por fim, concluímos que, apesar de ser uma patologia silenciosa e assintomática, o cisto no dente exige um diagnóstico rápido e tratamento odontológico especializado!

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