Bolha na gengiva é resultado da falta de higiene bucal

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Ter uma bolha na gengiva significa que há um sinal de infecção na boca

Você presta atenção aos cuidados com a polpa do dente? Negligenciá-los pode levar a quadros extremamente negativos para a saúde bucal, como a necrose pulpar ou até mesmo o desenvolvimento de bolha na gengiva.

A bolha na gengiva é muito parecida com uma espinha de pele, e em casos maiores, parecem com bolhas de queimadura.

Bolha na gengiva é um sinal de infecção no interior do dente ou na gengiva. Ela é formada por uma substância purulenta (pus) resultante da inflamação.

Então, é importante ressaltar que a fístula não é uma patologia, mas, sim, uma manifestação de que algo não está certo na cavidade bucal.

  1. O que causa Bolha na Gengiva?
  2. Como tratar a bolha na gengiva?
  3. Nunca estoure a bolha!
  4. A bolha pode surgir novamente?
  5. Como realizar uma boa higienização?
  6. O que é uma bolha na gengiva do bebê?

O que causa Bolha na Gengiva?

O surgimento da bolinha no gengiva está associado normalmente à agressões na polpa do dente.

A polpa dentária é o tecido conjuntivo constituído por vasos sanguíneos, fibras e nervos do dente. Dessa maneira, esse tecido é o responsável pela nutrição e sensibilidade do elemento dental.

Assim, os possíveis motivos para o desenvolvimento da bolha na gengiva são:

Contaminação da polpa por lesão cariosa (cárie)

Em geral, o principal causador da formação de uma bolha na região da gengiva é a necrose do tecido da polpa (tecido pulpar) por contaminação de lesão cariosa (cárie).

O tecido pulpar é um tecido totalmente asséptico.

Ou seja, livre de contato com qualquer tipo de bactéria ou com o meio externo.

Uma vez que haja qualquer situação que o exponha em algumas ou ambas as situações, seus danos são irreversíveis.

A cárie dentária é uma lesão estrutural provocada pela ação de bactérias nocivas em nossa cavidade bucal.

Caso não receba um tratamento adequado, a patologia tende a avançar em direção a polpa dentária.

Quando a atinge, a contaminação do tecido pulpar, como mencionado acima, e assim o processo necrótico, promove a formação de um material purulento – o pus no interior da bolha.

Uma vez que ocorra a drenagem desse pus, a pressão no interior do dente é aliviado e a sintomatologia dolorosa se torna imperceptível.

Porém, não ter dor no local ou não ver mais a tal bolinha, não significa que a situação esteja sanada.

Após notar essa bolha, é necessário passar por intervenção do cirurgião-dentista que realiza o tratamento de endodontia, também conhecido como tratamento de canal.

Gengivite

A gengivite consiste em uma inflamação na gengiva .

Assim como diversas outras doenças periodontais, ela acontece por conta do acúmulo de placa bacteriana nos dentes.

Essa placa bacteriana, por sua vez, pode causar a irritação na gengiva, levando à formação das bolhas.

Entre os principais sintomas de uma gengivite, estão:

  • Gengiva inchada;
  • Sangramento ao escovar os dentes ou passar o fio dental;
  • Nos casos mais graves pode haver sangramento espontâneo da gengiva;
  • Dor e sangramento da gengiva ao mastigar;
  • Vermelhidão intensa das gengivas;
  • Mau hálito;
  • Dentes que parecem mais longos do que realmente são porque a gengiva fica retraída;
  • Sensação de gosto ruim na boca.

É importante ressaltar que a gengivite é a fase inicial da doença periodontal.

Por isso, ela é mais fácil de ser tratada e provoca menos dor ao paciente. Contudo, se não for tratada de maneira adequada, pode progredir e causar complicações mais graves.

Periodontite

Ao exemplo dos casos de gengivite, a inflamação provocada pela infecção da periodontite também pode ser responsável pelo aparecimento das bolhas.

Contudo, a periodontite se expressa como uma forma mais grave de doença periodontal.

Isso porque essa doença oral compromete todos os os tecidos de suporte ao redor do dente. Ossos e ligamentos periodontais são os mais afetados.

Por isso, uma das consequências mais temidas da periodontite é a queda dos dentes por conta da perda óssea desenvolvida.

Outros sintomas característicos dessa doença são:

  • Mau hálito;
  • Sangramentos durante a escovação;
  • Sensibilidade nas gengivas;
  • Inchaço e vermelhidão ao redor dos dentes;
  • Abscessos dentários;
  • Queda de dentes.

Abscesso dentário

O abscesso dentário consiste no acúmulo de pus na gengiva ou no dente, como resultado do avanço de infecções orais, formando uma bolsa esbranquiçada e dolorida.

Essas infecções são causadas pela ação das bactérias nocivas.

Elas podem entrar em contato com os tecidos gengivais por meio de uma ferida na gengiva, a quebra de um dente ou até mesmo a existência de uma casquinha de pipoca presa na gengiva.

Um abscesso é caracterizado pela presença de sintomas como fortes dores de dente, sensibilidade, mau hálito, além de inchaço e vermelhidão na gengiva.

São dois os tipos conhecidos de abscesso dental: o tipo periapical e o tipo periodontal.

O abscesso periapical atinge a raiz do dente e tem como causa cárie avançada. O abscesso periodontal, por sua vez, atinge a gengiva em si e é causado por doenças periodontais em estado grave.

É preciso se manter bastante atento à evolução do abscesso nos dentes.

Isso porque ele pode desencadear consequências mais sérias, com casos de febres, vômitos e diarreias.

Além disso, se a infecção for ignorada por muito tempo, também pode acarretar diagnósticos de outras doenças.

Por exemplo, a sinusite (quadro de inflamação da mucosa que se encontra nos seios da face) ou osteomielite (quadro de inflamação que afeta os ossos).

Por mais que seja raro, um abscesso dental também pode estar envolvido com a ocorrência de um abscesso cerebral.

Pênfigóide

O pênfigóide cicatricial é uma doença crônica e rara.

Ela se manifesta por meio da formação de uma camada bolhosa e inflamatória.

Uma vez que a doença afeta as mucosas do corpo humano, inclusive a oral, ela pode ser motivo para o aparecimento das bolhas na gengiva.

Além disso, é comum que a patologia esteja acompanhada de quadros de gengivite descamativa.  O que provoca perda da camada de queratina presente na gengiva e fortes dores ao paciente.

O desenvolvimento dessa doença é mais comum em mulheres entre os 50 e os 60 anos. Contudo, isso não significa que não afeta pessoas de todos os sexos e idades.

Em relação as suas causas, ainda não se sabe ao certo o que provoca esse tipo de doença.  No entanto, uma das possíveis causas para esse desenvolvimento é a indução por drogas.

Queimadura

O aparecimento das bolhas também pode ser consequência de uma queimadura na boca.

Uma queimadura na cavidade oral se dá pelo contato dos tecidos orais com alimentos ou líquidos muito quentes.

Além da formação das bolhas, também podem ser identificados como sintomas da queimadura a sensação de ardência no céu da boca e a vermelhidão.

Câncer

Inchaços, caroços ou bolhas na gengiva, que são sentidos ao passar a língua, podem ser os primeiros sinais de um câncer na boca.

O processo de câncer oral se dá pela divisão descontrolada de células incomuns ao corpo nessa região.

Alguns outros sintomas também precisam ser observados, como:

  • Perda de sensibilidade ou sensação de dormência em qualquer parte da boca;
  • Formação de feridas nos lábios, gengiva ou no interior da boca, que sangram facilmente e não parecem melhorar;
  • Dor sem razão aparente ou sensação de ter algo preso na garganta;
  • Inchaço que impede a adaptação correta da dentadura;
  • Manchas brancas ou vermelhas na gengiva, língua ou qualquer outra parte da boca;
  • Dificuldade para mastigar ou para engolir;
  • Alterações na fala.

Existem 4 principais tipos de câncer de boca:

  1. Carcinoma de Células Escamosas: representam 90% dos cânceres da cavidade oral. Os carcinomas de células escamosas têm início em formas primitivas de células escamosas. Elas são células planas, do tipo que normalmente formam o revestimento da boca e da garganta;
  2. Carcinoma Verrucoso:  representa menos de 5% de todos os cânceres orais. É um câncer que conta com o crescimento lento e de disseminação rara para outras partes do corpo;
  3. Carcinoma de Glândulas Salivares: esse câncer de glândulas salivares pode se desenvolver tanto nas glândulas da mucosa da boca. quanto perto da garganta. Existem vários tipos de câncer de glândulas salivares. Entre eles, estão o carcinoma adenoide cístico, o adenocarcinoma polimorfo de baixo grau e o carcinoma mucoepidermoide;
  4. Linfomas: as amígdalas e a base da língua fazem parte do sistema imunológico. Dessa maneira, os cânceres que afetam essa região são denominados linfomas.

Antidepressivos

O consumo excessivo de determinados medicamentos, como alguns antidepressivos, pode ter como efeito colateral o desenvolvimento de camada bolhosa na gengiva.

Isso acontece porque esse remédios provocam a diminuição no fluxo salivar.

Tabagismo

O consumo excessivo de cigarro, assim como de álcool ou até mesmo a exposição a metais pesados, como o chumbo, também são fatores de risco para o desenvolvimento de bolhas na gengiva.

O tabagismo, em específico, consiste em uma dependência psicológica do consumo de tabaco.

Isso acontece porque o produto é rico em nicotina, uma substância viciante que acaba interferindo no funcionamento do organismo.

A ação desse produto na saúde bucal é extremamente prejudicial.

Ela facilita o desenvolvimento de doenças como o câncer oral, a gengivite e a periodontite que, como já vimos anteriormente, podem ser as responsáveis pelo aparecimento das bolhas.

Como tratar a bolha na gengiva?

Cárie na polpa do dente provoca acúmulo de pus nas gengivas

O tratamento vai variar de acordo com a causa específica do problema.

Cárie na polpa do dente

Se o motivo estiver sendo a disfunção na polpa dentária, o dentista terá de efetuar o tratamento de canal que consiste em recuperar a parte interna do dente.

Em resumo, quando um paciente chega ao dentista com o canal em crise, o tratamento consiste em abrir o dente, eliminar a infecção no canal, desalojando as bactérias invasoras dali e, por fim, remendar sua área interna.

Gengivite

Se a situação for gerada por uma inflamação da gengiva, o profissional fará a raspagem periodontal, um tratamento que retira o tártaro acumulado nas superfície dental, entre os dentes e a gengiva.

A aglutinação do tártaro é prejudicial para a saúde bucal. Ele é resultado da calcificação da placa bacteriana, que, ao longo do tempo, causa inflamação das gengivas.

Periodontite

A periodontite é uma doença que não pode ser curada. Contudo, isso não significa que o paciente não deve procurar por tratamentos junto a um dentista qualificado.

O tratamento visa frear o avanço da doença e impedir maiores estragos para a saúde bucal.

Ainda, é importante ressaltar que quanto mais rápido for o início do tratamento, mais efetivo ele será.

Entre os tratamentos possíveis, existem os cirúrgicos e os não-cirúrgicos.

Os tratamentos cirúrgicos abrangem procedimentos como a aplicação de derivados de matriz do esmalte dental.

Esse procedimento é eficaz pois o esmalte cria uma proteção contra novas bactérias, aumentando as chances de um crescimento de osso saudável.

Outro recurso cirúrgico pode ser a realização de uma regeneração tecidual guiada. Esse procedimento consiste na inserção de um tecido entre o dente e o osso afetado.

Dessa forma, o tecido inserido impede a entrada de novas toxinas na área, permitindo que o osso comprometido cresça novamente de forma natural e saudável.

Já entre os tratamentos não-cirúrgicos está a limpeza, que visa a remoção da placa bacteriana causadora da periodontite, a raspagem periodontal e o alisamento radicular.

Abscesso dentário

O tratamento adequado de um abscesso dentário requer acompanhamento de um profissional especializado na área da odontologia. Isso porque a patologia não conta com cura espontânea.

Desse modo, entre os tratamentos que podem ser utilizados dentro do consultório odontológico para curar o abscesso dentária, estão:

  1. Drenagem do pus através de uma incisão;
  2. Prescrição de antibióticos;
  3. Tratamento de canal;
  4. Raspagem das raízes dos dentes;
  5. Em casos mais extremos, quando o dente não pode ser salvo, a remoção do dente.

Pênfigóide

Para o tratamento, principalmente nos casos que afetam a mucosa oral, é comum que sejam prescritos medicamentos corticosteroides tópicos.

Queimadura

Existem algumas opções caseiras para tratar os efeitos da queimadura na boca. Ingerir muita água e líquidos gelados, por exemplo, ajuda a aliviar a sensação de ardência.

Tratamentos com pomadas e até mesmo medicamentos podem ser úteis nos casos mais graves.

Contudo, é essencial que o paciente consulte o dentista para que o profissional possa indicar o melhor recurso terapêutico.

Câncer

O tratamento do câncer bucal, em geral, consiste na realização de uma cirurgia seguida de tratamentos mais agressivos. Exemplos desses tratamentos são a radioterapia e a quimioterapia.

Antidepressivos

Nesses casos, é indicado que o paciente procure pelo seu médico, visando trocar o medicamento utilizado por um que não provoque os mesmos danos colaterais.

Tabagismo

A opção de parar de fumar não é saudável apenas para o fim das bolhas, mas também para toda a saúde do paciente.

Assim, o paciente pode buscar ajuda profissional para encerrar o hábito.

Nunca estoure a bolha!

Perigo das infecções que afetam a polpa dentária

Em nenhuma hipótese a bolha deve ser estourada, isso só aumentaria a inflamação.

Além disso, o paciente pode acabar provocando sangramentos, traumas e aumento do período de cicatrização.

Por isso, a melhor saída é deixar que ela suma naturalmente.

A bolha pode surgir novamente?

Inflamação na gengiva promove aparecimento de bolhas

A fístula na gengiva pode aparecer novamente? Sim, mesmo que seja improvável.

Com a correção do defeito, ela irá desaparecer. No entanto, se o paciente continuar com os mesmos hábitos, possivelmente ela voltará.

Portanto, confira essas recomendações de como ter hábitos saudáveis para manter a integridade da boca.

Como realizar uma boa higienização?

Abscesso nos dentes e sua relação com bolhas nas gengivas

A cárie e a inflamação da gengiva são formadas por conta da proliferação de bactérias em nossa boca, que são combatidas através da limpeza bucal.

Veja essas dicas de como manter a higiene bucal em dia:

Escovar os Dentes

Escovar os dentes é um ato diário de higiene e deve ser incorporado à rotina. Além de manter a saúde bucal, uma escovação correta deixa os dentes fortes e resistentes.

Inibe o desenvolvimento de cárie e outras doenças periodontais, que causam dor, sangramentos e dificuldade para falar e mastigar.

Escova Unitufo

A escova unitufo tem uma pequena cerda na ponta de uma das duas hastes.

Essa cerda possui forma cônica e permite que ela penetre no sulco gengival, fazendo uma limpeza adequada e prevenindo que a gengiva inflame.

Escova Interdental

A escova interdental é um tipo de escova que auxilia na limpeza entre os dentes ou braquetes do aparelho.

Ela é feita para deslizar facilmente nessas cavidades e tem uma haste que facilita o manuseio do utensílio.

Fio Dental

Aprender como passar o fio dental nos dentes possibilita limpar as áreas da boca que estão fora do alcance de sua escova de dentes.

O que é uma bolha na gengiva do bebê?

Fístula pode ser consequência de cárie dentária

O desenvolvimento de bolhas na região gengival de um bebê também pode ser sinal de uma infecção dentária que provocou a produção de pus.

Assim, a bolha aparece como um caminho para expulsar a substância.

Para resolver o problema, deve ser tratada a cárie dentária e realizado o procedimento de canal.

Contudo, bolhas amareladas na boca de uma recém-nascido pode ser sinal de uma outra condição: as pérolas de Epstein.

Essas pérolas são cistos gengivais que se manifestam exclusivamente em bebês recém-nascidos.

O seu tamanho pode variar entre um a três milímetros e, além da gengiva, também podem aparecer no céu da boca e na língua.

Por conta de sua coloração e a época de seu desenvolvimento, esses cistos podem ser confundidos com os pequenos dentes que estão prestes a romper o tecido gengival.

No entanto, a pérola de Epstein é consequência do bloqueio das glândulas da mucosa, que ainda não se encontram amadurecidas.

Elas desaparecem de forma espontânea, dentro de duas semanas. Por isso, não é necessário intervir medicinalmente.

Porém, existem alguns casos que duram um pouco mais, como um ou dois meses.

E o que são nódulos de Bohn?

Além do surgimento de dentes, as pérolas de Epstein também são comumente confundidas com os nódulos de Bohn.

Esses nódulos, por sua vez, também se apresentam como bolinhas brancas ou amareladas na cavidade oral de recém-nascidos.

Ainda, eles também são formados por células epiteliais, membranas mucosas e acúmulo de queratina. Entretanto, o que muda o local em que se concentram.

Isso porque, enquanto as pérolas se manifestam como cisto no palato, na gengiva e na língua do bebê, os nódulos se encontram exclusivamente no tecido gengival.

O aparecimento de nódulos de Bohn demonstra que os primeiros dentes da criança, também chamados de dentes de leite, estão em processo de formação.

Dessa maneira, ficará como responsabilidade do odontopediatra a realização de exames clínicos, visando descartar os problemas que são mais recorrentes em adultos, como as aftas ou doenças virais ou fúngicas.

Passando o dedo sobre a ferida e visualizando a falta de reação do bebê, perceberá que a bolinha não causa dor. Assim, será identificado que se trata de um cisto de inclusão.

Cuidados com a higiene bucal do bebê

Para evitar as bolhas causadas pelos processos infecciosos, a limpeza da cavidade bucal do bebê deve ser iniciada antes mesmo do nascimento do primeiro dente.

Nessa fase, é ideal que o procedimento  seja realizado com uma gaze ou um paninho umedecido com água.

Após o momento de erupção do primeiro dente, é possível começar a escovação com objetos como dedeiras próprias para isso. Isso porque eles possuem uma ponta de silicone com cerdas bem macias.

Quando a criança completar dois anos, o fio dental pode ser inserido em sua rotina.

Agora que você entendeu como a bolha na gengiva age e como funciona o tratamento dela, evite que ela apareça. Afinal, ela é dolorosa e causa muito incômodo ao paciente. Para ficar livre dela, basta seguir as indicações!

Rodrigo Venticinque

Rodrigo Venticinque

Graduado pela Universidade de Santo Amaro (UNISA) e especialista em Prótese e Reabilitação Oral Integrativa, Biofísica Quântica, Biorressonância Aplicada e Ortomolecular. Pós-graduado em Estética Dental e Reabilitação Oral, com certificação em Remoção Segura da Amálgama e Odontologia Biológica pela Academia Internacional de Medicina Oral e Toxicologia. Professor da pós-graduação em Biofísica e Ortobiomolecular da QuantumBio. Também atua nas áreas de Ozonioterapia, Odontologia Sistêmica, Sedação Consciente com Óxido Nitroso e Hipnose. Diretor da clínica Venticinque Odontologia.

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