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Tipos de cirurgia na gengiva e quando são indicados

Tipos de cirurgia na gengiva e quando são indicados

Uma cirurgia na gengiva pode ser realizada por motivos estéticos ou de saúde

Doenças periodontais afetam o tecido da gengiva e a estrutura óssea dos dentes. Elas causam inchaço, vermelhidão e até perda óssea. Quando esse tipo de patologia não é tratada no início, os cuidados acabam se tornando mais invasivos, e os dentistas acabam recorrendo à cirurgia na gengiva.

A cirurgia na gengiva também pode ser indicada para casos estéticos. Algumas pessoas se incomodam com o excesso de gengiva ao sorrir e a redução da gengiva é a solução mais adequada nessa situação.

Seja para buscar a harmonização facial ou para tratar doenças periodontais mais graves, a cirurgia de gengiva precisa ser realizada por um profissional especializado.

Por meio deste procedimento, o dentista pode remodelar o tecido saudável ao redor da gengiva.

Desse modo, não apenas melhora no aspecto estético, mas também diminui o risco de comprometimento dental e da estrutura óssea dos dentes.

  1. Tipos de Cirurgia Gengival
  2. Contraindicações da Cirurgia Gengival
  3. Cuidados Após Cirurgias Gengivais
  4. Principais Problemas que Afetam a Gengiva
  5. Mais Informações Sobre Cirurgia na Gengiva

Tipos de Cirurgia Gengival

O tipo de cirurgia na gengiva vai variar de acordo com o problema diagnóstica pelo dentista e apresentado pelo paciente.

Caso ele sofra de sorriso gengival (o excesso de tamanho da gengiva) o tratamento mais adequado é a gengivoplastia.

Esta cirurgia para diminuir a gengiva remove o excesso de tecido da gengiva que cobre os dentes.

Em casos mais graves é feita a gengivectomia. Neste caso, a remoção não é apenas de parte da gengiva, mas também do osso que a suporta.

Quando há retração, é realizada uma cirurgia gengival diferente.

Nesta situação, a gengiva sofre incisões e é descolada para que o dentista a remodele sobre os dentes. A região é suturada, e o paciente deve fazer repouso absoluto por 1 ou 2 dias.

Quando a retração é mais severa, a cirurgia indicada é o enxerto gengival.

Neste procedimento, é feita a remoção da gengiva de outra região da boca do paciente para ser recolocada nos locais que ficam mais aparentes ao sorrir.

De forma geral, esse é o básico do que acontece e de quando cada um dos procedimentos deve ser executado.

Vamos aprofundar mais um pouco em cada um e conhecer outros?

Redução da Bolsa Periodontal

Nesse procedimento, é possível reduzir as bolsas periodontais e, até em alguns casos, consegue-se eliminá-la por completo, oferecendo um sorriso mais agradável ao paciente. A cirurgia elimina também as bactérias.

Dessa forma, uma vez feito o tratamento periodontal, é importante que o paciente se comprometa com a manutenção da saúde bucal, visitando o dentista regularmente e realizando uma boa higiene bucal todos os dias.

Prolongação de Coroa

Já nessa cirurgia, o mais comum é que o médico periodontista cuide do problema evitando o crescimento excessivo da gengiva, visando então reduzir e, até mesmo, eliminar a bolsa periodontal.

Dessa forma, é assim se dá a sensação de dentes mais longos. Em alguns casos a doença já está avançada demais chegando a alcançar a coroa do dente.

Caso isso ocorra, o mais interessante e recomendado para recuperar a aparência dentária, é realizar tratamentos com efeitos cosméticos.

Enxerto de Tecido Mole

Esse procedimento é o mais indicado para uma cirurgia de instalação de implante.

Este procedimento tem a finalidade de estabilizar a estética da gengiva, evitando uma possível perda de alinhamento gengival na área operada.

É uma cirurgia basicamente estética. Então quando o paciente tem um defeito na linha da gengiva e do sorriso, nos dentes anteriores, é possível fazer um enxerto de tecido mole para corrigir o defeito gengival.

Ainda assim não há um diagnostico certeiro.

Ou seja, cabe o cirurgião-dentista analisar caso a caso e verificar se vale a pena, pois uma cirurgia mal executada nessa área pode trazer danos ainda maiores na gengiva.

Regeneração

Aqui o profissional elimina as bactérias causadoras da doença para, em seguida, inserir enxertos de osso ou proteínas estimulantes de tecido que se ajustam aos dentes.

Existem ainda os casos mais leves, onde é possível uma regeneração tendo apenas cuidados adequados na hora de escovação e um bom controle com o dentista.

Dessa forma, o mesmo acontece quando a retração gengival é mais acentuada: o caso é cirúrgico onde combinamos enxerto ósseo com enxerto gengival.

Retalhos Gengivais

Neste caso, se as bolsas periodontais tiverem mais de 5 milímetros de profundidade, o mais comum é que o profissional periodontista realize o procedimento para reduzi-las.

Grande parte dos pacientes diagnosticados com periodontite moderada a severa passa por este procedimento. Ele é o mais indicado e menos invasivo nesse quadro.

Dessa forma, o periodontista corta então o tecido gengival para separá-lo do dente, faz uma limpeza geral com o uso de um aparelho ultrassônico e manualmente.

Além disso, ainda na mesma linha desta última informação, a cirurgia é muito eficiente para remover o tártaro, a placa bacteriana e a película abaixo das bolsas.

Muitas vezes por meio de uma raspagem ou alisamento radicular.

Gengivoplastia

Este tipo de cirurgia é realizado para remodelar o tecido da gengiva saudável ao redor dos dentes e melhorar sua aparência.

Aqui, se a pessoa apresentar recessão gengival, ou seja, um possível afastamento da gengiva do dente, pode-se realizar uma gengivoplastia.

Apesar de essa ser a alternativa mais comum e mais ouvida por aí, pode-se também fazer um enxerto, retirando-se tecido do palato e costurando-o no local da recessão.

Gengivectomia

Talvez o mais simples entre todos. Este procedimento é realizado para remover o excesso de tecido gengival que incomode o paciente. Serve também para tratar a hiperplasia, causada a partir desse aumento do tecido.

Além disso, serve para proporcionar uma melhor limpeza dos dentes e acabar com o excesso de placas e bactérias.

Dessa forma, antes mesmo de cortar e eliminar o excesso de tecido, o periodontista anestesia a gengiva e seda o paciente, buscando sempre o seu conforto.

Reposicionamento da Margem Gengival Sem Enxerto Gengival

A técnica para reposicionamento da margem gengival é indicada principalmente para a correção de tipos muito específicos de retrações gengivais.

De forma geral, sua indicação é nos casos cujos enxertos de gengiva coletados no palato ou de áreas próximas não são necessários.

Nessa técnica, é realizada então uma única incisão, 2 a 3 mm abaixo da margem gengival próxima as recessões gengivais, com o objetivo de distensionar o tecido mole na região problemática.

Em seguida, a borda gengival livre é recolocada na posição correta para pode ser então suturada.

A taxa de sucesso para a técnica ainda é um alvo de discussões com relação à eficácia ou não do tratamento.

Contraindicações da Cirurgia Gengival

Cirurgia na gengiva é um procedimento complicado?

Sabemos que todo processo cirúrgico pode trazer diversas complicações e agentes que dificultam ainda mais a boa recuperação e estado do paciente.

Dessa forma, com a cirurgia gengival nada é diferente. É importante que o paciente saiba e esteja ciente de que alguns fatores ou até mesmo costumes e vícios dificultem esse momento.

Ter algumas precauções e fazer certas escolhas respeitando os períodos estipulados pelo profissional, o cirurgião dentista no caso, é fundamental para que tudo ocorra de maneira efetiva e sem maiores problemas.

Então, entre os casos de pacientes que irão operar, mas estão em maiores condições de risco e devem receber mais atenção podemos destacar:

  • Os adeptos ao tabagismo;
  • Possuem diabetes descompensada;
  • Casos de hipertensão descompensada, ou seja, a pressão alta;
  • Com problemas na coagulação sanguínea;
  • Apresente problemas gengivais não tratados;
  • Paciente com HIV com a carga viral fora do limite seguro;
  • Em casos de gravidez, elas podem adiar ou inviabilizar o procedimento plástico gengival.

Cada um desses itens que citamos tem seus motivos e particularidades do porquê são complicadores e podem atrapalhar o processo cirúrgico. Portanto, vamos entender mais sobre eles!

Fatores de Risco Para Sucesso da Cirurgia na Gengiva

Como já explicamos, dependendo do paciente, diferentes complicações podem aparecer como um empecilho. Podem causar até mesmo uma doença periodontal.

Como por exemplo de fatores temos:

  1. Biotipo da gengiva: as gengivas possuem diferenças na espessura que influenciam nos resultados das cirurgias plásticas da gengiva. Tanto para os enxertos de gengiva nos tratamentos de retrações gengivais, quanto nas cirurgias para remoção de excesso de gengiva. Nos dois casos, gengivas finas trazem prognóstico menos favorável comparadas a gengivas mais espessas.
  2. Localização dos dentes na arcada: a cirurgia plástica gengival tem melhor prognóstico em arcadas cujos dentes estão alinhados. Dentes desalinhados oferecem prognósticos desfavoráveis. Cirurgias para enxertos ósseos são ainda mais prejudicadas em casos com um ou mais dentes desalinhados na arcada.
  3. Fumo: a nicotina age nos tecidos gengivais diminuindo a vascularização e trânsito de células envolvidas nos processos de inflamação na gengiva e invasão bacteriana. O resultado é um processo de cicatrização mais lento do que em paciente não fumantes. Um protocolo de restrição de uso da nicotina 6 semanas antes e 2 semanas após a realização da cirurgia plástica gengival é eficaz para minimizar os problemas provocados pelo tabaco.
  4. Diabetes: indivíduos com diabete não controlada apresentam menor capacidade de cicatrização de tecidos como gengivas e epitélios do que pacientes saudáveis ou com diabete controlada.
  5. Cuidados pós-operatórios: a cirurgia gengival requer cuidados pós-operatórios que podem ultrapassar a capacidade individual de prevenção a alimentos duros no local da cirurgia. Assim, a cooperação do paciente após a cirurgia plástica gengival é fundamental no resultado do tratamento.

Se após ler isso você ficou preocupado pois se identificou com alguma das situações, não fiquei! Procure ajuda e orientação do seu dentista que ele saberá como melhorar seu caso.

Cuidados Após Cirurgias Gengivais

Cirurgia na gengiva é um procedimento complicado?

Independentemente do tipo de procedimento na gengiva que seja realizado, não deixa de ser cirúrgico. Por isso, é preciso paciência até que todo o local esteja cicatrizado.

O processo de cicatrização pode variar dependendo do tipo de cirurgia gengival, mas em média, leva cerca de um mês.

Apesar disso, em 48 horas o paciente já está liberado para se alimentar com comidas frias e de fácil mastigação, como sucos, sopas e vitaminas.

É possível ainda frisar então alguns outros cuidados mais específicos nesse momento tão importante. Atente-se a:

  • Na hora da higiene bucal também são necessários alguns cuidados importantes além da escovação tradicional. É recomendado o uso de um antisséptico bucal em um cotonete;
  • O uso do fio dental não é recomendado uma vez que pode machucar as gengivas;
  • A aplicação deve ser feita sob pressão de baixo para cima nas gengivas enquanto elas se restabelecem. É preciso evitar bochechos rígidos;
  • O repouso após cirurgia é indispensável. Por essa razão, esforços físicos não são recomendados. Neste período é importante repousar com a cabeça mais alta e, em caso de dor, tomar um analgésico receitado pelo dentista;
  • As atividades normais, como trabalhar, comer alimentos mais sólidos e beijar na boca, podem ser realizadas após 72 horas. Depois desse período, não haverá mais risco de um sangramento na gengiva.

Qual Meu Papel Como Paciente no Pós-Operatório?

Dessa forma, falando de modo geral, o pós depende muito da colaboração do recém operado. Principalmente com relação à higiene, além é claro, de outros cuidados como:

  • Consumir apenas alimentos leves;
  • Tomar muito cuidado na escovação para não bater nos pontos que são delicados e foram recém dados;
  • Fazer sempre o uso correto dos medicamentos prescritos;
  • É fundamental manter um controle das doenças sistêmicas como a diabetes, mas em geral, leva de 15 a 20 dias para ter uma cicatrização.

É muito importante que o paciente coopere nesse período de cicatrização. As que acabamos de citar são importantes dicas, porém, outras são essenciais e devem ser seguidas à risca:

  1. Evitar exposição solar, esforços físicos e ingestão de bebidas alcoólicas nos primeiros três a sete dias após o procedimento;
  2. Evitar falar excessivamente nas primeiras 24 a 48 horas após a cirurgia;
  3. Não escovar ou manipular a área tratada até a remoção de suturas, se houver, ou de acordo com a recomendação do profissional;
  4. Alimentar-se de forma leve, dando preferência a alimentos mornos ou frios, de consistência pastosa/líquida, coados e livres de fibras nos primeiros sete dias após o procedimento;
  5. Higienizar a região tratada com produtos específicos para este fim, prescritos pelo profissional;
  6. Ingerir corretamente as medicações pós-operatórias prescritas pelo profissional responsável pelo procedimento.

A cirurgia gengival é minimamente invasiva, portanto, não costuma causar inchaço e dor. Por mais que é comum em todo processo cirúrgico que um incomodo aconteça de tempos em tempos.

O Resultado da Cirurgia é Permanente?

Imaginamos que após passar por todos os procedimentos, todo o pré e pós-operatório, restrições e cuidados, você não deva estar querendo operar novamente tão cedo, certo?

Por isso, é comum que você queria saber se vai ou não precisar realizar algum tipo de manutenção, ou até mesmo apenas uma checagem. Vamos falar mais sobre isso.

O fato é que depende da técnica utilizada, ela irá, na maioria das vezes, indicar a necessidade de retoque ou não.

O resultado da cirurgia plástica gengival para recobrimento de recessões gengivais, por exemplo, não é permanente para a maioria das situações. Ou seja, exige uma manutenção.

Além disso, outros fatores como o biotipo da gengiva ou a quantidade de osso que suporta as gengivas, que já citamos neste artigo, contribuem para a recidiva da retração gengival, o que ocorre ao longo dos anos.

Já a cirurgia gengival para nivelamento e alinhamento do zênite gengival pode ser considerada, na maioria dos casos, permanente.

Essa livra o paciente de ter que realizar algum outro procedimento mais invasivo novamente.

É o mesmo que pode ser observado nas cirurgias para correção do sorriso gengival, cujos resultados não apresentam modificações significativas ao longo dos anos.

Como Evitar Uma Cirurgia na Gengiva?

A melhor maneira de evitar uma cirurgia de gengiva é realizar uma boa higiene bucal. Para isso, deve ser utilizado um creme e enxaguante bucal adequados, que previnam possíveis doenças gengivais.

O creme dental composto de fluoreto de estanho é uma boa recomendação. Ele ajuda a evitar a gengivite antes mesmo que ela se desenvolva.

Principais Problemas Que Afetam a Gengiva

Cirurgia na gengiva é um procedimento complicado?

Após essa chuva de informações, aguente firme que ainda não terminamos. É bem provável que você esteja se perguntando o que causa complicações à gengiva, certo? Nós te explicamos.

A cirurgia plástica gengival é muito realizada e conhecida por se manter na taxa de sucesso do tratamento a longo prazo.

Entretanto, a seleção adequada da técnica contribui para que pacientes frustrados com os resultados do procedimento sejam pouco frequentes, buscando sempre o melhor para cada.

Dessa forma, podemos dizer então que são vários os fatores que interferem em uma possível falha durante o tratamento. Como por exemplo:

Recidiva dos Resultados

A recidiva da cirurgia plástica gengival tem uma taxa consideravelmente elevada nos tratamentos para retrações gengivais ou aumento de espessura para gengivas muito delicadas.

Já para as cirurgias que envolvem procedimentos de nivelamento da altura gengival se não pudermos dizer que raros, eles são com certeza inexistentes.

Descolamento do Enxerto Gengival

A cirurgia plástica da gengiva com enxerto gengival requer cuidados pós-operatórios severos, já que o descolamento de enxertos gengivais é um problema frequente nesses procedimentos.

Caso o descolamento venha mesmo a acontecer, é importante que o cirurgião-dentista que está operando saiba o que fazer e como lidar com a situação. Prevenir-se de complicações nunca é demais.

Infecções Pós-Operatórias

A infecção bacteriana pós-operatória é um risco a qualquer procedimento cirúrgico, ainda mais em pacientes que não recebem alta de pronto e acabam precisando ficar um tempo no hospital.

Nos casos gengivais a situação não é diferente. Portanto, estar em áreas expostas e de risco não é o ideal.

Mas fique tranquilo, apesar de tudo as infecções pós-operatórias nas cirurgias gengivais são raras, fáceis de tratar e não deixam sequelas.

Tempo de Cicatrização Fina Prolongada

O tempo máximo de cicatrização conhecido é de até 6 meses. Isso, independente do caso e/ou procedimento que foi executado no paciente.

O tempo médio para a cicatrização fina, que tem esse nome por ser tão sutil a ponto de não poder ser visualmente percebida pelo paciente, é de 90 dias.

Porém, procedimentos muito extensos e invasivos, como é o caso da correção cirúrgica do sorriso gengival alto e ainda associado ao tratamento com facetas e lentes de contato dental, são uma exceção.

Nesses casos, o tempo que podem necessitar sobe o dobro, chegando a até 180 dias para que tudo está correto para o início do tratamento.

Mais Informações Sobre Cirurgia na Gengiva

Cirurgia na gengiva é um procedimento complicado?

Estamos chegando ao fim deste artigo. É possível que você ainda tenha algumas dúvidas. Por isso, preparamos um FAQ com respostas gerais sobre o assunto:

Quem precisa realizar esse tipo de procedimento?

Isso irá depender de cada caso. Podemos citar por exemplo o procedimento estético de recontorno da gengiva.

É indicado para indivíduos cujo desalinhamento e mal posicionamento das gengivas comprometem a harmonia do sorriso.

Outra indicação clássica para a cirurgia plástica da gengiva é a cirurgia para recobrir recessões e retrações gengivais.

Este caso que vai no sentido contrário aos procedimentos de nivelamento e alinhamento gengival com remoção de gengiva e osso.

Nessa técnica, a espessura de gengivas finas e delicadas são aumentadas para recuperar a harmonia do sorriso.

Dessa forma, seja qual for a necessidade, as cirurgias gengivais estabeleceram um outro padrão nos resultados estéticos de diversos tratamentos dentários.

Qual o momento ideal para a cirurgia plástica gengival?

É importante ressaltarmos que esse tipo de cirurgia não pode ser realizada a qualquer momento.

Principalmente, em tratamentos de transformações estéticas dos sorriso com próteses dentárias em porcelana pura ou laminados cerâmicos.

Então, consideramos que o momento mais adequado para corrigir problemas de harmonia e contorno gengival é de, no mínimo, 3 meses antes do início do tratamento com as porcelanas.

Isso só acontece, pois a cicatrização gengival, embora visualmente pareça estabilizada e pronta já a partir de 21 dias, é delicada e demorada na sua reconstituição interna.

Existem novas técnicas de cirurgia na gengiva?

As técnicas para cirurgias plásticas na gengiva estão sempre evoluindo ou apresentando variações.

Assim, o uso de imagens tomográficas, por exemplo, é um meio importante no auxílio da posição do osso abaixo da gengiva.

Facilitando técnicas cirúrgicas atualizadas que evitam o afastamento total da gengiva durante o procedimento.

Esse tipo de avanço acaba resultando em um pós-operatório melhor. Além de resultados de cicatrização provavelmente melhor do que as técnicas convencionais.

Recorrer à profissionais com referência também pode ser um diferencial para cirurgia na gengiva. Ter um bom dentista é importante! Afinal, é ele quem vai indicar a melhor escovação e cuidar da sua saúde bucal.

ACESSO RÁPIDO
    Rodrigo Venticinque
    Rodrigo Venticinque é graduado pela Universidade de Santo Amaro (UNISA) e especialista em Prótese e Reabilitação Oral Integrativa, Biofísica Quântica, Biorressonância Aplicada e Ortomolecular. Possui pós-graduação em Estética Dental e Reabilitação Oral, com certificação em Remoção Segura da Amálgama e Odontologia Biológica pela Academia Internacional de Medicina Oral e Toxicologia. Também é professor de pós-graduação em Biofísica e Ortobiomolecular da QuantumBio e atua nas áreas de Ozonioterapia, Odontologia Sistêmica, Sedação Consciente com Óxido Nitroso e Hipnose. Além disso, Rodrigo possui registro no Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CRO-SP) nº 52860 e é diretor da Clínica Venticinque Odontologia Biológica e Integrativa, que fica na Rua dos Chanés, 505 - Moema, São Paulo - SP.

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