Seladora odontológica garante segurança de dentistas e pacientes

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Confira aqui a importância da seladora odontológica e os diferentes tipos desse equipamento

Durante a rotina odontológica, os profissionais da área utilizam instrumentos que otimizam o trabalho. A seladora odontológica é um exemplo deles.

Além de trazer benefícios para o profissional, esse equipamento também promove vantagens para os pacientes. Neste artigo iremos tirar todas as suas dúvidas sobre a seladora odontológica.

Seladora odontológica é um instrumento e máquina que, como o próprio nome sugere, sela embalagens. Ela faz parte da lista de equipamentos indispensáveis para o funcionamento da clínica ou consultório.

  1. Tipos de Seladora Odontológica
  2. Qual a Importância Para a Área Odontológica?
  3. Passo a Passo de Como Usar a Seladora Odontológica
  4. Adquira a Melhor Seladora do Mercado
  5. Sobre a Esterilização do Consultório Odontológico

Tipos de Seladora Odontológica

Entre os tipos de manuseio, existe a seladora manual e a seladora automática. Além dos equipamentos separados por esta característica, existem outros tipos específicos de seladoras.

Um exemplo é a seladora odontológica com guilhotina, que faze o corte apurado do material usado para as embalagens.

Além delas, também encontramos a seladora a vácuo, a seladora com suporte, a seladora com controle de temperatura e a seladora de papel cirúrgico.

Antes de comprar, veja qual é o melhor tipo para a sua rotina de trabalho.

Seladoras de Embalagem com Guilhotina

Existe também um tipo muito utilizado e que possui diversos benefícios. É uma seladora de qualidade, que vem em uma embalagem composta de uma guilhotina.

A grande vantagem dessas embalagens então é que, com a ajuda desse material, é possível cortar essa mesma embalagem de acordo com o tamanho certinho do instrumento.

Dessa forma, depois que todo o processo de selagem já tiver sido feito, esse corte da embalagem pode então ser feito na própria seladora. Ou seja, não precisa de mais nenhum outro equipamento.

Qual a Importância Para a Área Odontológica?

importância da seladora odontológica

Saber da importância da seladora odontológica é essencial, tanto para os profissionais da área como para os pacientes. Mas por que isso?

Bom, a resposta é simples: as seladoras otimizam o trabalho do profissional. Isso porque a máquina é rápida e economiza o tempo de trabalho.

Além disso, com as seladoras, os profissionais conseguem selar as embalagens que contém materiais clínicos e cirúrgicos. Isso para conseguir fazer a esterilização adequada desses instrumentais.

Com a esterilização, os dentistas garantem a limpeza de materiais odontológicos completa.

Ela elimina os microrganismos, que podem causar consequências graves como infecções, contaminações e transmissão de doenças pelos fluídos corporais.

Com isso, tanto os pacientes como os profissionais evitam qualquer contato com materiais contaminados. Assim, a seladora garante a segurança de todos os presentes em consultórios e clínicas.

Ficou com algumas dúvidas quanto a esse último assunto? Não se preocupe que explicaremos mais sobre esterilização de materiais odontológicos ao decorrer deste artigo.

Passo a Passo de Como Usar a Seladora Odontológica

para que serve a seladora odontológica

Existem alguns cuidados básicos e instruções a serem seguidas quando for utilizar uma seladora. Dessa forma, listamos para você o que deve ser feito para garantir uma boa utilização do produto. Vamos lá?

  • Primeiramente, deve-se colocar a embalagem do material a ser selado bem na área de selagem;
  • Em seguida, arrume-o para que nenhuma parte fique de fora, deixando espaços e então, feche a parte de cima, aguardando alguns segundos;
  • Durante esse tempo de espera, a área de selagem irá aquecer;
  • Por fim, a camada de plástico irá então derreter e será incorporada à parte de papel.

É importante lembrarmos sempre que todos os materiais dentro da embalagem prestes a serem selados devem estar devidamente higienizados.

Dessa forma, seguindo esse passo a passo, todos os instrumentos estarão bem lacrados, seguros e prontos para serem usados novamente.

Selando Diferentes Tipos de Materiais

Como já explicamos anteriormente, existem várias razões para que serve a seladora odontológica e diversos tipos de instrumentos e materiais.

Então, para cada um deles, há também formas distintas de selagem.

Vamos conhecer o modo de realizar cada uma delas?

Selagem de Plástico com Plástico

Esse primeiro tipo se divide em quatro passos:

  1. Cole a fita armalon extra que acompanha o produto na resistência;
  2. Acione a chave liga/desliga para ligar o equipamento odontológico;
  3. Aguarde aproximadamente 15 minutos para que a seladora atinja a temperatura ideal de selagem (a temperatura da seladora é fixa e controlada automaticamente);
  4. Coloque o plástico sobre a resistência e pressione o braço da seladora firmemente por aproximadamente 4 segundos.
Selagem de Papel Grau Cirúrgico

Aqui, três passos são executados com o uso da seladora para papel grau cirúrgico:

  1. Acione a chave liga/desliga para ligar o equipamento;
  2. Aguarde aproximadamente 8 minutos para que a seladora atinja a temperatura ideal de selagem (a temperatura da seladora é fixa e controlada automaticamente);
  3. Caso esteja com a fita armalon sobre a resistência, o tempo de aquecimento passará de 8 para 15 minutos.
  4. Coloque o envelope para esterilização no papel grau cirúrgico sobre a resistência, sempre com a face do papel cirúrgico voltado para a resistência e o filme plástico voltado para cima e pressione o braço da seladora firmemente por aproximadamente 4 segundos.

Ainda assim, quando for utilizado nos dois tipos de selagem, tanto no de plástico quanto no de papel cirúrgico, o mesmo processo da selagem plástico + plástico é o que deve ser seguido.

Então, também não é necessário que a fita de armalon seja removida, uma vez que ela já foi previamente colada na resistência.

Adquira a Melhor Seladora do Mercado!

preço da seladora odontológica

Quando você for comprar o instrumento, é importante levar em consideração alguns critérios. Isso porque existem diversos modelos de seladoras odontológicas para dentista no mercado.

Por isso, caso você siga critérios específicos, a sua compra é feita com segurança e conforto. Além disso, você terá confiança no produto.

Um dos principais critérios é prestar atenção na durabilidade do produto e qual a resistência dele. E você precisa ficar atento para o custo do produto!

A compra dos produtos mais baratos nem sempre é o melhor caminho. Adquirir a seladora é um investimento tecnológico que melhora seu atendimento e otimiza seu trabalho.

Assim, preste atenção e opte pela tecnologia e características da seladora odontológica. Mesmo que a seladora odontológica seja mais cara, talvez ela seja o instrumento mais adequado para o seu trabalho.

Normalmente, o preço da seladora odontológica é, em média, R$550,00. Assim, há seladoras que custam R$100,00 e outras que chegam a custar R$1.000,00. A diferença dos preços são evidentes.

E o que causa essa diferença são as características do produto. Por isso, fique atento para:

  • Tipo de embalagem que a seladora sela;
  • Itens inclusos;
  • Garantia;
  • Design;
  • Comparar marcas; e
  • Procurar por referências e avaliações do produto.

Sobre a Esterilização do Consultório Odontológico

limpeza de consultório

Devido ao uso de muitos instrumentos, em alguns casos até mesmo cortantes, e que estão sempre em contato com a boca, a esterilização odontológica é um processo fundamental.

Porém, nem só dos materiais é preciso manter padrões de higiene. De acordo com um código e leis impostas pela vigilância sanitária, todas as áreas devem estar dentro dos padrões de limpeza. A seguir falaremos sobre:

  • Limpeza e cuidados com as instalações gerais
  • Procedimentos básicos
  • Higiene e esterilização de instrumentais
  • Cuidados com resíduos

Instalações Ideais Para um Consultório

Neste primeiro item, o abordado será informações mais gerais e que abrangem aspectos maiores em um consultório de odontologia. Por exemplo, a ventilação, que é algo fundamental na clínica.

Para os locais que possuem ar condicionado, é preciso que eles sejam mantidos sempre limpos e seja realizada uma troca de filtros periodicamente – de 6 em 6 meses.

Outro caso é a iluminação. Principalmente para dentro do consultório, é importante que elas não possuam ofuscamentos ou sombras.

Superfícies e Revestimentos

Os pisos, tanto para dentro do consultório quanto para as áreas comuns como recepção e sala de espera, também têm especificações.

É preciso que sejam de um material liso, lavável, impermeável e resistente a produtos de limpeza.

Já as paredes devem ser todas feitas de alvenaria, ou ainda é preciso que tenham divisórias de cor clara. Além disso, todo o material usado deverá ser liso, lavável e impermeável.

Qualquer tipo de forro ou algo parecido que esteja presente no consultório, deverá ser de cor clara, sem presença de mofo, infiltrações ou descontinuidades. Ainda assim, o material também deve ser lavável.

É preciso que as superfícies da sala clínica sejam sempre impermeáveis, permitindo a desinfecção. É proibido também o uso de mesas e bancadas feitas de madeira.

Todas as instalações elétricas ou hidráulicas precisam estar embutidas ou protegidas por calhas ou canaletas externas. Dessa forma, evita-se que haja um depósito de sujeiras em sua extensão.

As cortinas devem ser de um material que permita a fácil higienização. Portanto, é proibido uso de cortinas de pano.

É importante também que o escritório esteja em uma parte separada da área de atendimento. Assim, possíveis reservatórios de micro-organismos conseguem ser evitados.

Especificações do Espaço Clínico

É importante que esse espaço não contenha plantas, aquários, quadros, sofás, brinquedos e outros materiais que possam se transformar em concentrações de insalubridade.

Quaisquer tipos de compressores de ar devem estar instalados em um ambiente que tenha tomada de ar externa e/ou com proteção acústica eficiente.

Caso seja instalado no banheiro, deve ser acoplado através de um ducto a tomada de ar externa.

Os banheiros ou lavatório precisam obrigatoriamente conter água destilada, que seja potável e da rede pública.

Essa deve ser de uso exclusivo das mãos, juntamente com um dispositivo para acionar a água que não necessite ser fechada.

As toalhas de papel não podem ser de um material descartável, nem reciclado, e deve conter sabonete líquido. Clínicas que realizam cirurgias devem possuir lavabo cirúrgico (100 x 50 x 50 cm) e usar detergente líquido.

É importante que o dentista e sua equipe tenham equipamentos que precisam de uma esterilização fora da área de atendimento. Normalmente, na Central de Material Esterilizado. Dessa forma, esses devem ainda apresentar:

  • Duas áreas distintas, uma que seja limpa e a outra suja;
  • Ventilações independentes que venham diretamente do exterior e se separem até o teto sem maiores dificuldades e obstáculos.

Além disso, na sala clínica, devem ser adotadas bancadas separadas. Ou seja, uma para lavagem de mãos e outra para a lavagem de instrumentais, permitindo assim que o fluxo de materiais seja adequado.

Quando essas estiverem na mesma bancada, é preciso que tenham uma boa distância entre elas, ou algum tipo de barreira. Impedindo, assim, que respingos da lavagem dos instrumentos contaminem as de mãos.

As cadeiras, equipos, refletores, mochos, sugadores de saliva, amalgamador elétrico e outros equipamentos devem estar limpos e dentro das normas de biossegurança e as legislações específicas.

Sala de Espera

Esse local precisa ter as condições adequadas para que os pacientes possam aguardar sua vez de serem atendidos confortavelmente. Por isso, boas cadeiras e ventilação são importantes.

Além disso, um sanitário masculino e outro feminino também devem estar presentes. Assim como um banheiro adaptado para que pacientes portadores de necessidades especiais possam utilizar.

Esse cômodo deve contar também água potável disponível e copos descartáveis à disposição dos pacientes, sempre pensando em seu bem-estar.

Um depósito de material de limpeza também deve existir. Esse local normalmente é uma sala feita para guardar os aparelhos, utensílios e materiais de limpeza, contando com um tanque para lavagem.

Todas as áreas molhadas precisam ter obrigatoriamente fechos hídricos (sifões) e uma tampa com fechamento escamoteável. Entretanto, ralos onde os pacientes são examinados ou tratados são totalmente proibidos.

Alguns outros detalhes também obrigatórios envolvem:

  • Rodapés: não devem ser arredondados, evitando assim ressaltos junto à parede;
  • Instalação de som: somente caixa de som, preferencialmente metálica, dentro da sala clínica;
  • Possuir vestiário para o profissional e seus auxiliares;

Ainda assim, existem alguns ambientes que são incompatíveis e não devem ficar juntos, como o escritório X a sala clínica; central de material e esterilização X depósito de material de limpeza; copa X sala clínica.

Procedimentos Básicos Para Limpeza das Áreas

Todos os materiais que forem passar pela central de material e esterilização, ou ainda, que estarão na bancada da sala, devem seguir uma sequência de passos de acordo com sua área.

Área Contaminada por Procedimentos Prévios

O que deve ser feito principalmente nesta região em que já houve qualquer tipo de infecção é algo básico, mas muito importante.

  1. Primeiramente, o material contaminado é todo recebido;
  2. Feito isso, ocorre então a descontaminação prévia. Ela é realizada por meio de uma pré-lavagem em uma cuba ultrassônica, juntamente com o auxílio de desincrustantes ou outros produtos como detergente enzimático;
  3. Por último, é realizada então uma profunda limpeza do material, realizando a lavagem e sempre secando-o adequadamente ao final.

Assim, o auxiliar que toma conta de realizar essas etapas deve estar sempre utilizando um avental impermeável e luva de procedimento de borracha resistente, juntamente com gorro, máscara, óculos e sapato fechado.

Área Limpa (Procedimentos Finais)

Em áreas que já estão limpas, o procedimento é diferente, uma vez que a região já está limpa e, consideravelmente livre de possíveis contaminações.

  1. Primeiro deve ser realizado um preparo, que consiste em: empacotamento com colocação de fitas indicadoras e/ou integradores químicos;
  2. Após isso, faz-se então a desinfecção (física ou química) ou esterilização (física, química ou físico-química);
  3. Por fim, ocorre o armazenamento do material em um armário fechado, limpo e seco.
Uso dos Equipamentos de Proteção Individual EPI

É imprescindível que toda a equipe faça uso dos equipamentos de proteção, evitando quaisquer tipos de acidentes ou ainda contaminações.

Dessa forma, o essencial e indispensável nessa lista de equipamentos é então:

  • Luvas para atendimento clínico e cirúrgico, que devem ser descartadas a cada paciente;
  • Avental de proteção;
  • Máscaras descartáveis;
  • Óculos de proteção. Nesse caso, tanto o profissional quanto os pacientes que estão em procedimentos que possam causar uma dispersão mecânica de partículas, devem utilizá-lo durante todo o processo operatório;
  • Gorro.

Ainda assim, existe a opção de disponibilizar gorros e sapatilhas descartáveis para o paciente. E outro detalhe é que, todos os EPIs não devem ser utilizados fora do local de atendimento.

Higienização dos Materiais

Como já citamos por diversas vezes anteriormente neste artigo, após certos procedimentos, os materiais podem vir a ficar seriamente contaminados.

Dessa forma, a higienização desses objetos é indispensável e, esta é uma etapa que jamais deve ser pulada ou deixada de lado, podendo trazer sérios riscos a quem os opera e ao paciente.

Todos os instrumentais do consultório odontológicos que são necessários para o funcionamento devem então ser compatíveis com:

  1. O processo de esterilização adotado, o nº de pacientes atendidos e o tipo de procedimento realizado;
  2. O instrumental esterilizado deve ser guardado em um armário fechado, com prateleiras e exclusivos para esta finalidade. Deverão ser de fácil limpeza, em um local seco, bem arejado, livre de odores e umidade (jamais embaixo da pia com conexão de água e/ou esgoto). Estando também em um local de acesso exclusivo da equipe de saúde bucal;
  3. Devem ser anotadas nos pacotes ou caixas de armazenamento a data de esterilização e a data limite de validade, de sete dias. Deve-se utilizar pacotes ou caixas metálicas pequenas e individuais
  4. É necessário fazer a validação do processo de esterilização a partir do uso de indicadores químicos e/ou biológicos;
  5. As brocas devem ser esterilizadas cada uma à sua maneira. As brocas aço carbono na estufa, e outras na  autoclave e/ou estufa;
  6. Usar uma bandeja, um jogo de instrumental e um jogo de brocas para cada paciente.

Dessa forma, nunca repetir esses materiais em mais de um paciente sem que estejam devidamente esterilizados é fundamental para evitar a proliferação de doenças e bactérias.

O Que Fazer com os Resíduos?

No caso dos materiais perfurocortantes, por exemplo, é necessário que a desinfecção seja feita em um recipiente rígido, estanque, vedado e identificado pela simbologia de substância infectante e imerso na solução.

Este deve ainda ser descartado junto com o lixo hospitalar. É importante que todas as clínicas de assistência odontológica se cadastrem então junto com o serviço de coleta diferenciada pelo Serviço de Saúde.

Dessa forma, dentro dos estabelecimentos, é importante que os resíduos sejam mantidos em um recipiente fechado com tampa que seja acionada por pedal.

Além disso, devem estar separados em lixo comum e lixo contaminado. O uso do saco branco leitoso para o lixo contaminado é essencial.

Assim, todos resíduos devem possuir um local reservado para guardá-los. Assim, este deve ser escolhido de uma maneira que não permita possíveis contaminações.

Todo o material contaminado deve passar por tratamentos adequados.

Cada um deles deve possuir um abrigo externo que seja próprio para a coleta hospitalar. Os restos de mercúrio, por exemplo, deverão ser mantidos em:

  • Um recipiente rígido
  • Vedado por tampa rosqueável
  • Que contenha água e um fixador de RX em seu interior

É importante então que todos sejam enviados diretamente para as usinas de reciclagem.

O revelador de RX, por si só, tem algumas exigências. Ele deve ser neutralizado antes de ser despejado no esgoto. O fixador deve ser encaminhado em sua embalagem original para firmas de recuperação de prata.

Observações Importantes e Cuidados Extras

Todos os profissionais da área da saúde, não só os da odontologia, devem estar cientes de que todas suas atividades, assim como a de seus auxiliares, são de risco.

Por isso, todo esse protocolo que citamos anteriormente, é somente parte de tudo que deve e não dever ser feito dentro das clínicas e consultórios.

Por fim, nada que uma boa e detalhada pesquisa sobre esse e sobre outros instrumentos odontológicos não tire suas dúvidas, não é mesmo? Assim, você garante a melhor seladora odontológica do mercado.

Ramiro Murad Saad Neto

Ramiro Murad Saad Neto

Cirurgião-dentista graduado em Odontologia pela UNIC. Gestor de clínicas odontológicas e franquias. Residente em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial Facial no Sindicato dos Odontologistas de São Paulo (SOESP - SP). Habilitação em Harmonização Orofacial e integrante da equipe Bucomaxilofacial Dr. Carlos Eduardo Xavier na Clínica da Villa, em São Paulo. CRO - 118151

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