Revascularização pulpar é técnica inovadora em consultórios

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Procedimento é alternativa à apicificação dentária

Com o avanço dos estudos em odontologia, uma série de procedimentos inovadores, como a revascularização pulpar, surgem para auxiliar os profissionais em tratamentos dentários.

Neste artigo vamos conhecer mais sobre a revascularização pulpar na odontologia.

Revascularização pulpar é um procedimento odontológico que visa recuperar dentes em casos de rizogênese incompleta ou necrose pulpar.

Como acontece a Revascularização Pulpar?

Esse procedimento inovador é uma alternativa para outros diversos tratamentos que visam à recuperação do dente.

Dessa maneira, a revascularização do dente consiste, basicamente, na substituição de tecidos afetados por células semelhantes e saudáveis.

A técnica facilita, principalmente, um tratamento endodôntico, e recupera a vitalidade do dente. O primeiro passo para realização do procedimento é a desinfecção dos canais radiculares.

Posteriormente, o sangramento da região periapical é induzido. Assim, o canal radicular é preenchido com coágulo e células-tronco.

Desse modo, a técnica promove a formação de um novo tecido. O que possibilita ainda o fortalecimento da raiz do dente. Além disso, ela também reduz o risco de fraturas durante um tratamento ou até mesmo a perda de dentes.

Indicações da Revascularização Pulpar

A revascularização pulpar surgiu como uma técnica alternativa para a resolução de dois problemas odontológicos: a rizogênese incompleta e a necrose pulpar.

Em geral, esses problemas são resolvidos com a realização de um procedimento chamado apicificação. Esse procedimento consiste na formação de uma barreira apical para facilitar a realização de uma obturação dentária.

Além disso, ele também permite o selamento do canal radicular de forma mais eficiente.

A obturação é o procedimento que, com propósito terapêutico, consiste no fechamento de um orifício causado por uma lesão profunda. Contudo, o procedimento de apicificação acarreta algumas desvantagens.

Entre elas estão o fato de que o dente permanece frágil e suscetível ao aparecimento de fraturas. Isso porque não ocorre reforço da parede radicular.

Agora, vamos conhecer mais sobre os problemas odontológicos que podem ser solucionados pelo tratamento com revascularização pulpar.

Rizogênese incompleta

A rizogênese incompleta é caracterizada pela falha no desenvolvimento adequado da raiz dentária. Dessa maneira, o dente carece de dentina revestida por cemento.

O cemento é um tecido conjuntivo mineralizado. Seu principal papel é o de cobrir a raiz do dente. Ainda, ele serve para ancorar alguns elementos bucais. Nele, é possível observar aspecto delgado e coloração amarelada.

Necrose pulpar

A necrose pulpar é caracterizada pela falência do sistema de nervos e irrigação sanguínea de um dente. Esse sistema fica localizado na região que recebe o nome de polpa dental.

Quando isso acontece, o sistema vascular e nervoso que traz vitalidade ao dente para de funcionar. Isso significa que o dente morre.

Uma vez que o processo é assintomático, é comum que os paciente acometidos pela necrose pulpar não sintam dor.

Contudo, a necrose na polpa dentária comece a incomodar no momento em que alcança a estrutura de suporte do dente. Desse modo, ocorre o surgimento de sintomas como a alta sensibilidade e inchaço local.

A causa de uma necrose na polpa do dente é a evolução de um inflamação na polpa dentária. Assim, qualquer estímulo que possa provocar uma inflamação mais forte que sua defesa pode ser considerado a causa.

Entre eles, podemos citar o bruxismo, traumatismos e cáries não tratados, periodontites, irritações químicas e até mesmo a idade avançada.

É importante que o paciente consulte um profissional de confiança para conferir qual é a melhor solução para um caso de necrose pular, seja ela a revascularização pulpar ou o procedimento de apicificação.

Rodrigo Venticinque

Rodrigo Venticinque

Graduado pela Universidade de Santo Amaro (UNISA) e especialista em Prótese e Reabilitação Oral Integrativa, Biofísica Quântica, Biorressonância Aplicada e Ortomolecular. Pós-graduado em Estética Dental e Reabilitação Oral, com certificação em Remoção Segura da Amálgama e Odontologia Biológica pela Academia Internacional de Medicina Oral e Toxicologia. Professor da pós-graduação em Biofísica e Ortobiomolecular da QuantumBio. Também atua nas áreas de Ozonioterapia, Odontologia Sistêmica, Sedação Consciente com Óxido Nitroso e Hipnose. Diretor da clínica Venticinque Odontologia.

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