Causas da mucocele e seus possíveis tratamentos

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Mucocele é um cisto mucoso é benigno e indolor

O surgimento de uma bolha inesperada na boca, seja na região dos lábios ou na língua, causa preocupação e desconforto. Caso essa bolha contenha saliva em seu interior, recebe o nome de mucocele.

É normal que a mucocele rompa se pressionada por uma mordida forte, por exemplo. Nesses casos, provoca uma ferida de rápida cicatrização.

Mucocele é um tipo de cisto que irrompe na região da boca. É caracterizado pelo formato de uma bolha transparente ou roxeada que pode atingir até 2 ou 3 centímetros. Em geral, não causa dores ao paciente.

A mucocele pode se apresentar na forma de uma bolha no lábio, assim como na língua, no interior das bochechas e até mesmo no céu da boca.

Outra característica desse cisto mucoso é o preenchimento de seu interior com saliva. Isso acontece por causa da sua ligação com as glândulas salivares.

A avaliação de um dentista é de extrema importância para esses casos. Os sintomas do aparecimento de um cisto mucoso podem facilmente ser confundidos com os de um câncer na boca, que piora com o passar do tempo.

  1. O Que Causa a Mucocele?
  2. Tratamentos da Mucocele
  3. O Que é a Rânula?
  4. Outras Patologias que Afetam os Lábios
  5. Mucocele em Crianças
  6. Sobre os Cistos na Boca

O Que Causa a Mucocele?

O surgimento desse tipo de cisto é provocado por algum bloqueio ou lesão em uma glândula salivar.

Esse bloqueio pode se uma consequência de um trauma, como uma mordida muito forte nos lábios ou no interior da bochecha, ou pancadas na região do rosto.

Pessoas que têm em seu histórico outras doenças que afetam as mucosas, como a Síndrome de Sjö​gren, estão mais suscetíveis ao aparecimento dessa lesão benigna em suas bocas.

Além disso, é comum o aparecimento do cisto na boca de bebês recém-nascidos. Isso porque algumas lesões geradas durante o processo de nascimento podem ser provocadas para o bloqueio da glândula.

Mesmo nesses casos, raramente é necessário um procedimento cirúrgico – uma vez que a recuperação espontânea ocorre na grande maioria.

Tratamentos da Mucocele

Mucocele é uma lesão perigosa para saúde bucal?

Em geral, o cisto mucoso regride espontaneamente após alguns dias de seu surgimento. Nesses casos, não é necessária a realização de tratamentos para resolver a situação.

Apesar desse cisto ser diferente, você deve estar se perguntando se a mucocele sempre sai sozinha. A resposta é não! Em alguns casos, pode exigir algum tipo de tratamento.

Determinados casos são mais graves. Geralmente, a lesão benigna não aparenta nenhum tipo de melhora no decorrer dos dias ou até mesmo apresenta um tamanho acima do normal.

Nessas situações, um procedimento cirúrgico deve ser realizado pelo profissional da área da odontologia.

Nessa cirurgia, além da bolhinha gerada pela mucocele, também é retirada a glândula da saliva afetada pelo problema. O procedimento é simples e tem duração de uma ou duas horas.

Posteriormente, é indicado o repouso nas 24 horas. Apenas então, o paciente está liberado para retornar as suas atividades habituais e rotineiras.

Outro procedimento que pode ser utilizado é o de marsupialização. Essa técnica consiste na abertura de uma fenda no cisto, visando drenar os líquidos ou secreções presentes em seu interior.

Ainda, existem casos de retorno do cisto mucoso, a partir do qual será necessário um novo procedimento cirúrgico.

De uma forma mais aprofundada no assunto tratamentos, existem diversos procedimentos que podem ser feitos. Assim, as formas de tratamento para a mucocele são:

  1. Completa excisão com bisturi;
  2. Completa excisão com laser;
  3. Micromarsupialização;
  4. A criocirurgia;
  5. Tecnica de Shira

Vamos conhecer algumas mais profundamente?

Tratamento Por Meio da Micromarsupialização Modificada

A micromarsupialização é uma forma de tratamento indicada, principalmente, para pacientes pediátricos ou adultos com alteração sistêmica.

Quando é contraindicado um procedimento cirúrgico, essa técnica também é muito eficaz. Isso se deve por ser uma técnica pouco traumática, não necessitando de anestesia infiltrativa local e por ser bem tolerada pelo paciente.

A realização desse procedimento é contraindicada quando não se tem certeza do diagnóstico clínico, pois não fornece material para exame anatomopatológico.

Tratamento Com Emprego da Técnica de Shira

A técnica de Shira consiste na injeção de corticoesteroide intralesional cuidadosa. Ou seja, dentro da lesão, com o objetivo de delimitá-la e removê-la por completo.

Os profissionais que utilizam esse procedimento dizem ser muito eficaz, pois diminui as chances de recorrência desta patologia. A técnica de Shira realiza então:

  1. A aspiração do conteúdo salivar da lesão;
  2. Uma injeção de material de moldagem hidrocolóide irreversível (alginato) mais fluído que o convencionalmente manipulado;
  3. Após reação de presa do material, uma excisão cirúrgica da lesão.

A utilização do alginato proporciona melhor delimitação da lesão. Além disso, facilita a excisão cirúrgica, diminui as possibilidades de rompimento da cápsula e reduz o número de recaída e reaparecimento da patologia.

Os pacientes devem ser orientados sobre a eliminação dos fatores etiológicos envolvidos. Afinal, a permanência poderá acarretar então o retorno da doença.

Tratamento de Mucocele Com Laser

Umas das opções de tratamento para a mucocele é a sua remoção cirúrgica por meio do procedimento com uso do laser de dióxido de carbono.

Terapias com laser apresentam uma série de benefícios para a prática odontológica. Podemos observar:

  • Uma excelente hemostasia;
  • Mínimo envolvimento de outros tecidos durante a cirurgia;
  • Não necessidade de sutura;
  • Redução do edema;
  • Uma cicatrização mais rápida.

Além disso, o laser utilizado na clínica de odontopediatria substitui ou é muito parecido como procedimentos complementares aos processos convencionais.

Isso pode então resultar em mais conforto e aceitação dos pacientes infantis e pais.

Temos ainda que ressaltar a redução da ansiedade e medo durante a consulta odontológica, uma vez que é silencioso e inofensivo.

Como os lasers de alta potência atuam por meio do aumento na temperatura, seu uso traz ainda como vantagem a descontaminação da superfície irradiada.

Dessa forma, há uma chance maior de ocorrer uma reparação tecidual sem a presença de infecção na ferida cirúrgica.

O Que é a Rânula?

Mucocele é uma lesão perigosa para saúde bucal?

Assim como Mucocele, a Rânula é um pseudocisto. Ambos caracterizados por acúmulo e extravasamento de muco salivar no tecido conjuntivo, geralmente induzido por trauma.

Rânula é o nome dado quando a mucocele se encontra no assoalho ou céu da boca. Essa lesão acontece em consequência do bloqueio de uma glândula salival causado por um trauma ou por uma infecção.

A rânula se apresenta como uma tumefação tissular azulada, flutuante e com forma de cúpula. As lesões mais profundas podem ter coloração normal.

Dessa forma, é comum que elas tenham uma tendência a ser maiores do que os mucoceles e podem atingir muitos centímetros de diâmetro, ocupar todo o soalho da boca e elevar a língua.

Geralmente, ela se localiza na lateral da linha média. Assim como as mucoceles, as rânulas podem romper-se e liberar o conteúdo, evitando a retenção de muco.

O tratamento da rânula consiste na remoção ou ainda na marsupialização da glândula sublingual. Essa marsupialização requer a remoção do teto da lesão intra-oral.

Isso permite então que, a partir da obstrução dos ductos excretores, a glândula sublingual restabeleça a comunicação com a cavidade oral.

No entanto, este procedimento, é conhecido por ser um pouco malsucedido.

O método de tratamento que costuma ser mais efetivo e eficaz é a remoção da glândula envolvida. Desse modo, é possível prevenir a recidiva da rânula, ou seja, que ela volte a aparecer.

Outras Patologias que Afetam os Lábios

Mucocele é uma lesão perigosa para saúde bucal?

Existem diversas outras doenças que afetam os lábios e são responsáveis por colocar a boa saúde bucal em sérias situações de risco.

O câncer de boca é muito mais comum do que imaginamos e pode se manifestar em qualquer pessoa das formas mais distintas possíveis.

É uma patologia maligna que, geralmente, tem sua origem na mucosa da boca – também chamada de epitélio de revestimento.

Dessa forma, pode atingir:

  • Os lábios;
  • Língua;
  • Céu da boca;
  • Gengiva;
  • Amígdala;
  • Glândulas salivares.

A causa mais frequente é o tabagismo, principalmente quando este é associado ao alcoolismo e à má higiene oral. Além da influência dos hábitos parafuncionais.

Que tal conhecermos mais sobre eles?

Os primeiros sinais de câncer na boca

Os sintomas iniciais são o surgimento de alguma ferida na boca que não cicatriza com facilidade e que é dolorosa. A doença também pode se manifestar com o surgimento de gânglios aumentados no pescoço e até mesmo úlceras.

Há prevenção para essa patologia?

A prevenção consiste basicamente em adotar hábitos saudáveis de vida, principalmente evitando fumar e consumir bebidas alcoólicas em excesso.

A consulta com um especialista logo no início dos sintomas pode facilitar o diagnóstico precoce da doença, feito por meio de biopsia.

Com isso, fica então muita mais fácil e propício de se evitar a necessidade de um tratamento cirúrgico de grande porte, aumentando as chances de cura da doença.

E como funciona o tratamento?

De forma geral, o tratamento pode ser cirúrgico. Logo, quando a cirurgia é necessária, o procedimento envolve uma ressecção. Ou seja, a retirada do tumor da boca e os gânglios linfáticos do pescoço.

Os gânglios são retirados pois podem alojar de forma oculta, metástases da doença. Em algumas situações é ainda necessário fazer também uma reconstrução plástica após a retirada do tumor.

O pós-operatório depende da extensão e da complexidade da cirurgia em função da doença. Em geral, o paciente necessita do apoio de uma equipe multiprofissional para a reabilitação da fala e da deglutição.

A radioterapia e a quimioterapia podem ser utilizadas como tratamentos coadjuvantes. Porém, é importante lembrar que nem todos os casos necessitam desse procedimento.

Carcinoma mucoepidermóide

Esse é o tumor maligno mais comum das glândulas salivares e representa a malignidade de glândula salivar menor, a mais comum na infância.

Ele pode atingir tanto as glândulas salivares maiores – glândula parótida, submandibular e sublingual – como as menores.

Esse tipo de carcinoma pode ser classificado em três tipos:

  1. Carcinoma de baixo grau;
  2. Carcinoma intermediário;
  3. Carcinoma de alto grau.

Essa classificação se dá a partir da quantidade de formação da lesão cística, da proporção de cada tipo célula e do grau de atipia citológica. Todos são capazes de causar metástases.

O carcinoma mucoepidermóide apresenta uma etiologia desconhecida. No entanto, pode estar associado a fatores genéticos, ao tabaco ou a exposição à radiação.

Com relação à radiação, é importante ressaltarmos que a ionizante é um fator de risco definitivamente vinculado a etiopatogenia dessas lesões.

Sabe-se que sua origem se dá através das células de reserva, nos segmentos interlobular e intralobular do sistema ductal salivar.

A patologia atinge ambos os sexos, mas com predominância no sexo feminino e entre a terceira e quinta décadas de vida. Também pode ser encontrado em outros órgãos, como a árvore traqueobrônquica.

Tratamento do carcinoma mucoepidermóide

De certa forma, o fator que mais influência é o tamanho. Ou seja, o tratamento vai depender do tamanho do tumor.

Ainda assim, deve-se também levar em conta as condições gerais do paciente, sua saúde e do grau de malignidade da doença.

Quando esta for considerada de baixo grau, só é preciso realizar uma excisão cirúrgica. Sendo recomendado a resseção de estruturas adjacentes, mesmo que isto cause vários defeitos ao tecido, como:

  • Problemas funcionais;
  • Desconforto ao pronunciar;
  • Dificuldade na hora da mastigação;
  • Alguns pacientes apresentam também problemas na hora de engolir.

Já os tumores considerados intermediários e de alto grau, além de ser necessário realização de uma cirurgia, o paciente deverá obrigatoriamente passar por seções de radioterapia pós-operatória.

Depois da operação, o paciente passa a utilizar a placa de Hawley, chamada popularmente de contenção.

A utilização desse objeto é necessária para o tratamento pois ajuda o indivíduo nas consequências da cirurgia.

Dessa forma, se o tratamento não for realizado de forma correta, poderá ocorrer uma recaída do paciente com retomada do carcinoma mucoepidermóide.

Mucocele em Crianças

Mucocele é uma lesão perigosa para saúde bucal?

A ocorrência deste tipo de lesão se dá principalmente nas primeiras décadas de vida. Entretanto, em diversos estudos foi observado que a ocorrência de mucocele em crianças com até 3 anos de idade é raro.

O aparecimento de mucocele é predominantemente em crianças e adultos jovens e não predispõe então de diferenças entre o sexo.

Acomete normalmente a região de lábio inferior, lateralmente a linha média e está associada, em sua maioria, ao
trauma do local.

Dessa forma, embora já tenhamos citado que até os 3 anos de idade é muito incomum que a doença se manifeste, é a idade onde a ocorrência de traumatismo na dentição decídua é mais elevada, entre 1 e 3 anos.

Ou seja, esse trauma pode futuramente ocasionar o aparecimento da patologia, chamando atenção dos profissionais da odontopediatria.

Sobre os Cistos na Boca

Mucocele é uma lesão perigosa para saúde bucal?

De forma geral, os cistos podem ser encontrados em várias regiões do corpo. Além disso, suas formações e causas são diversas.

São cavidades geralmente com característica patológica, que apresentam uma secreção líquida ou pastosa em seu interior e são revestidas de tecido epitelial.

Quando essas formações epiteliais patológicas têm origem na lâmina dentária ou no esmalte do dente, elas são denominadas cistos odontogênicos ou cisto de boca.

Enquanto os outros diferentes disso são denominados não-odontogênicos.

Como surgem os cistos de boca?

Essas formações são muito incômodas, desagradáveis e estão localizadas na região da boca. Na maioria dos casos, podem ser o resultado de uma proliferação de restos de tecidos epiteliais responsáveis pela formação dos dentes.

Esses restos, quando mal absorvidos pelo organismo, podem vir a se proliferar de maneira patológica e formar então os cistos na região.

Porém, os tecidos sozinhos não conseguem explicar o desenvolvimento dessas pequenas lesões.

Por isso, é preciso associar a presença dos restos epiteliais a um agente inflamatório ou a algum trauma na região para que a proliferação seja ativada.

Quais os tipos de cisto odontogênico?

Ele pode ser classificado de diversas maneiras, já que podem apresentar etiologia e caraterísticas diferentes.

Então, o mais comum a ser analisado para sua classificação é de acordo com a região de sua origem ou até com a faixa etária.

Eles podem ainda ser classificados em grandes 8 grupos, cada um com características particulares, diferentes causas e formas de tratamento. São eles:

  1. Cisto da lâmina dentária;
  2. Cisto primordial ou queratocisto;
  3. Cisto dentígero;
  4. Cisto de erupção;
  5. Cisto periodontal apical;
  6. Cisto periodontal lateral e cisto gengival do adulto;
  7. Cisto odontogênico calcificante.

Cisto da Lâmina Dentária

Esse cisto é também denominado cisto do recém-nascido, já que grande parte dos casos aparecem nessas crianças.

Eles se caracterizam então principalmente por pequenos nódulos esbranquiçados, geralmente localizados nos alvéolos dos maxilares.

Sua origem se dá pela proliferação de algumas células da lâmina dentária, que se queratinizam e formam os cistos.

Cisto Primordial ou Queratocisto

É um dos cistos menos frequentes. É uma formação geralmente assintomática, a não ser que esteja infectada por alguma outra razão.

Quando cresce muito, esse cisto incomoda e gera um pouco de dor na região. Sua frequência é mais comum no terceiro molar, mas pode surgir também em outras partes do maxilar.

É uma lesão encontrada em homens entre os 20 e 30 anos, mas também pode ser diagnosticada em mulheres, apesar da frequência ser mais rara.

Cisto Dentígero

Ele é mais frequente em adolescentes e jovens adultos, tem incidência um pouco mais elevada que a do queratocisto.

A lesão geralmente surge na coroa de um dente, com maior incidência nos terceiros molares, e está relacionada com dentes já formados. Ou seja, é praticamente inexistente em dentes de leite.

Seu crescimento é lento e assintomático, o que pode gerar grandes perdas ósseas e o deslocamento de outros dentes na arcada.

Dessa forma, seu surgimento está relacionado a uma alteração no tecido epitelial do esmalte após a formação completa do dente.

Cisto de Erupção

Esse tipo de cisto é uma variação do cisto dentígero, porém associado a dentes de leite ou permanentes que estejam passando por um processo de erupção.

Essa lesão, geralmente, se localiza entre o epitélio reduzido do esmalte e da coroa do dente, e tem característica hemorrágica, deixando a região gengival com coloração roxa ou azulada.

Cisto Periodontal Apical

O cisto periodontal apical tem formação desconhecida por especialistas na área de odontologia. Principalmente pelo fato de ser assintomático.

O que se sabe até então com os estudos é que ele tem origem após a proliferação de células epiteliais que remanesceram na região em que é desenvolvida a lesão.

Cisto Periodontal Lateral e Cisto Gengival do Adulto

Esses dois tipos também se encontram entre as grandes questões não resolvidas pela ciência odontológica, especialmente em relação à sua formação e seu desenvolvimento.

Entretanto, o mais dito nos estudos é que sua origem seja a mesma, pois suas manifestações são semelhantes.

Ambos surgem por volta dos 40 anos, em homens e mulheres, em dentes pré-molares ou nos caninos inferiores e são (geralmente) assintomáticos.

Cisto Odontogênico Calcificante

O cisto calcificante é considerado uma lesão extremamente rara, já que sua frequência de aparecimento não chega a 1% dos casos.

Ao contrário dos outros cistos, o calcificante apresenta características neoplásicas e é tratado por especialistas da área como uma amostra de tumor odontogênico.

Dessa forma, ele atinge geralmente a região anterior da arcada, e sua manifestação clínica é caracterizada pelo crescimento constante, porém sem sintoma.

Seus picos de surgimento podem acontecer na faixa dos 20 ou dos 50 anos, com menor risco na faixa etária situada entre essas duas idades e sem diferenças por algum dos sexos.

Devido à sua característica neoplásica, muitos profissionais acreditam que ele pode influenciar a alteração de tecidos dentários e gengivais, aumentando o risco de desenvolvimento de tumores.

E como funciona o tratamento do cisto da boca?

Os tratamentos para os diversos casos do cisto de boca ocorrem basicamente em análise clínica e, se necessário, é realizado algum procedimento cirúrgico para a retirada da lesão.

Assim, com exceção do cisto do recém-nascido e do cisto de erupção, a cirurgia é indicada em praticamente todos os outros casos, uma vez que eles não apresentam resolução clínica.

Finalmente, para saber exatamente como proceder em um tratamento dessa patologia, é preciso analisar a lesão e claro, procurar sempre ajuda de um profissional.

Aos menores sinais, é fundamental consultar seu dentista e informá-lo. Somente um profissional capacitado poderá dar o diagnóstico certeiro.

Quais cuidados devo tomar após o tratamento?

Geralmente, são poucos os casos de cistos removidos ou reabsorvidos naturalmente que reaparecem nas mesmas regiões da boca.

Porém, é interessante manter sempre o acompanhamento no mínimo anual caso você apresente essas alterações ou sintomas, evitando novas complicações.

É imprescindível que o paciente siga sempre as orientações do profissional que realizou a cirurgia. Somente ele poderá dizer com precisão quais os cuidados a serem tomados.

Porém, como em qualquer outro procedimento cirúrgico na região da boca, cuidados básicos com a mastigação e higienização, por exemplo, são essenciais.

Não diferente da mucocele, assunto principal do nosso artigo, toda doença e patologia bucal deve ter sua devida atenção.

Rodrigo Venticinque

Rodrigo Venticinque

Graduado pela Universidade de Santo Amaro (UNISA) e especialista em Prótese e Reabilitação Oral Integrativa, Biofísica Quântica, Biorressonância Aplicada e Ortomolecular. Pós-graduado em Estética Dental e Reabilitação Oral, com certificação em Remoção Segura da Amálgama e Odontologia Biológica pela Academia Internacional de Medicina Oral e Toxicologia. Professor da pós-graduação em Biofísica e Ortobiomolecular da QuantumBio. Também atua nas áreas de Ozonioterapia, Odontologia Sistêmica, Sedação Consciente com Óxido Nitroso e Hipnose. Diretor da clínica Venticinque Odontologia.

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