Importância da mandíbula e suas principais disfunções

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Dependemos da mandíbula para realizar diversas ações durante o dia, como falar, comer, beber e até mesmo para respirar.

Se a mandíbula for atingida por algum problema, essas tarefas básicas ficarão comprometidas. Normalmente, esse contratempo está associado à uma disfunção temporomandibular.

A mandíbula é um osso móvel localizado na parte inferior da cabeça. Nela estão acoplados os dentes da arcada inferior. O componente se articula com o osso temporal de cada lado do crânio, onde fica inserido.

Algumas pessoas a chamam de maxilar inferior. No entanto, não devemos confundir ela com o maxilar, que é a estrutura que suporta os dentes superiores.

Anatomia da mandíbula

Assim como já explicamos, a mandíbula é então um osso ímpar que está localizado na arcada dentária inferior.

Dessa forma, ela consiste de:

  • Corpo;
  • Ramos;
  • Processo coronoide;
  • Processo condilar;
  • Processos alveolares.

Vamos então conhecer mais sobre cada uma dessas estruturas, como elas funcionam e a importância de cada uma delas para esse osso?

Corpo da mandíbula

Essa estrutura é um elemento muito grande e possui um formato quase que completamente retangular. Ele se encontra em paralelo ou ainda perpendicular ao chão.

Essa posição irá depender principalmente se a pessoa está em pé ou deitada, por exemplo. Normalmente, quando se está em pé fica em paralelo e, com o corpo deitado, perpendicular.

Além disso, essa é também uma das partes do osso em que se encontram a maioria dos marcos anatômicos presentes na mandíbula, uma vez esses são parte de seu desenvolvimento ósseo.

Assim, esse corpo é ainda composto por 3 outras estruturas:

  1. Face externa
  2. Face interna
  3. Bordas

Face externa

  • Protuberância Mentoniana – eminência triangular;
  • Sínfise Mentoniana (Ponto Antropométrico) – crista suave na linha mediana
  • Forame Mentoniano – depressão de cada lado da sínfise. Passagem de vasos e nervo mentoniano
  • Linha Oblíqua Externa

Face interna

  • Espinha Mentoniana – par de espinhas próximo da sínfise
  • Fossas Digástricas – pouco abaixo das espinhas mentais
  • Fossa Sublingual – acima da linha milo-hioidea
  • Fossa Submandibular – abaixo da linha milo-hioidea
  • Linha Milo-hioidea (Oblíqua Interna) – ao lado da sínfise e dirige-se para trás

Bordas

  • Superior ou Alveolar – recebe os dezesseis dentes da arcada dentária inferior
  • Inferior

Ramos

Essa é a segunda maior parte da mandíbula, só perde para o corpo, que acabamos de citar no item anterior. Ele se estende do ângulo da mandíbula formando um ângulo de 110° para longe do corpo.

Existem muitas estruturas que estão ligadas às paredes do ramo, tanto à lateral quanto à medial, incluindo o músculo masseter lateralmente, o músculo pterigoide e o ligamento esfenomandibular, que está na face medial.

Dessa forma, há um ponto que é o mais superior de todo o ramo. Esse, se divide então em dois processos, que são também conhecidos como apófises, separadas assim pela incisura mandibular.

Localizados anteriormente, se encontra então o processo de apófise coronoide e, posteriormente, o processo de apófise condilar, articulando-se juntamente com o osso temporal.

Além disso, esses ramos apresentam também duas faces, quatro bordas e dois processos:

  • Face Lateral – apresenta cristas oblíquas para inserção do músculo masseter
  • Face Medial – apresenta as seguintes estruturas:1. Forame Mandibular – passagem de vasos e nervo alveolares inferiores
    2. Sulco Milo-Hioideo
    3. Língula da Mandíbula – crista proeminente acima do sulco milo-hioideo
  • Bordas inferiores – encontra-se o ângulo da mandíbula
  • Bordas posteriores – é recoberta pela glândula parótida
  • Borda Anterior – continua-se com a linha oblíqua
  • Borda Superior – possui dois processos muito importantes: Processo Coronoide e Processo Condilar (articula-se com o disco articular da articulação temporomandibular – ATM). Entre estes dois processos encontramos a incisura da mandíbula.

Além disso, a mandíbula articula-se também com dois ossos temporais.

O que causa dor na mandíbula?

São diversos os problemas que podem então acometer dores na mandíbula, sejam eles de origem hereditária, que se desenvolveram com o tempo, ou ainda, devido a um acidente.

Os mais comuns são:

  1. Bruxismo
  2. Disfunção temporomandibular
  3. Trismo
  4. Osteonecrose mandibular
  5. Condições dentárias
  6. Abscessos dentários
  7. Osteomielite

Bruxismo

O bruxismo é o ato inconsciente de apertar ou ranger os dentes constantemente de forma rítmica.

Ele é considerado então com um hábito parafuncional, podendo ocorrer tanto durante o dia quanto durante a noite. Nos casos em que é chamado de bruxismo noturno, geralmente, possui consequências mais graves.

Dessa forma, o bruxismo nos dentes também pode levar a problemas que envolvam o mau funcionamento da articulação temporomandibular, conhecida como ATM, que é a articulação que liga a mandíbula ao crânio.

O diagnóstico deste problema deve ser feito pelo dentista. Dessa forma, seu tratamento é feito a partir de sessões de relaxamento, juntamente com uma placa de proteção dentária.

Assim, é fundamental não esquecer que ela deve ser usada somente durante a noite, quando o paciente está dormindo.

Os principais sintomas são então:

  • Ranger ou apertar os dentes;
  • Dentes achatados, fraturados, lascados ou soltos;
  • Esmalte dental desgastado, expondo camadas mais profundas do dente;
  • Aumento da sensibilidade dentária;
  • Dor na mandíbula ou dor na face;
  • Algo como se fosse uma dor de ouvido – mas que na verdade é resultado de bruxismo;
  • Desconfortos na região da cabeça;
  • Recuos de língua;

Disfunção temporomandibular

A DTM, disfunção temporomandibular, é uma doença crônica. Ela é o resultado de problemas na ATM. A disfunção é tratável e controlável, senão pode impedir movimentos mastigatórios e fonéticos.

Dentistas, otorrinolaringologistas e fisioterapeutas são os profissionais mais especializados para diagnosticar e tratar a dor. Dentro da odontologia, dentistas-cirurgiões buco-maxilar e crânio-maxilo-facial são os mais indicados.

Sintomas:

  • Dor de cabeça crônica, enxaqueca;
  • Dor de ouvido e zumbidos;
    Dificuldades na hora de abrir completamente a boca;
  • Inchaço na face;
  • Pressão atrás dos olhos;
  • Maxilar travado ao abrir ou fechar a boca;
  • Deslocamento da mandíbula;
  • Dificuldade na hora de mastigar;
  • Sensação de que os dentes superiores e inferiores não encaixam.

Trismo

Trismo é uma contração dolorosa da mandíbula. Pode ocorrer, por exemplo, durante o ato de bocejar ou mastigar. Por isso, em casos mais graves, o trismo atrapalha e até impede a abertura da boca.

Em geral, a contratura dolorosa dos dentes está relacionada principalmente aos problemas na ATM.

Dessa forma, a diferença entre o tamanho da abertura bucal em casos normais e em casos de trismo pode chegar a 15 milímetros.

Osteonecrose mandibular

A osteonecrose é uma espécie de infarto ósseo, quando o fornecimento de sangue à área é interrompido. Isso faz com que o osso entre em colapso, causando dor na mandíbula a longo prazo e resultando em uma artrose preocupante.

Sintomas envolvem:

  • Dor pulsátil no local que ocorre constantemente e que piora conforme a pessoa movimenta a articulação;
  • Cabeça doendo;
  • Dor de ouvido;
  • Incômodo na musculatura que realiza a mastigação;
  • Limitação na abertura da boca;
  • Estalo na mandíbula.

Condições dentárias

Existem também certas condições que podem levar a essa mesma dor na articulação. Normalmente elas incluem a doença periodontal, cáries ou abscessos.

Ainda assim, por mais que esses casos não tenham uma relação direta com a mandíbula em si, é muito comum que essa dor se irradie por toda a estrutura.

Os abscessos dentários, por exemplo, são o resultado de uma infecção que afeta o nervo, ou ainda, a polpa do dente.

Normalmente, ele costuma se manifestar então quando já existe a presença de uma cárie dentária que não teve a devida atenção e tratamento por muito tempo.

Dessa forma, no momento em que as bactérias  presentes na infecção se espalham pelo canal do dente, acabam atingindo também tecidos ósseos que estão logo abaixo.

Isso costuma causar um dor muito intensa e que pode irradiar. Por isso, estar com os exames em dia e tratar imediatamente toda e qualquer cárie é a melhor opção para evitar que isso aconteça.

Osteomielite

Essa também é um tipo de infecção, porém, ela afeta principalmente os ossos.

No momento em que a osteomielite se manifesta na mandíbula, automaticamente também impacta na articulação temporomandibular, causando dores, febre e um inchaço do rosto da pessoa.

Porém, não é necessário se preocupar pois, esse quadro, costuma ser facilmente tratado com a ajuda de uma série de antibióticos, ou ainda, um procedimento cirúrgico leve que consiga remover as áreas dos ossos afetados.

Tipos de fratura na mandíbula

É muito comum que as fraturas que ocorrem na região da mandíbula sejam classificadas em mais de uma categoria. As que normalmente aparecem são:

  1. Anatômica (condilares, de ângulo, sinfisária, alveolar, de ramo, de processo coronóide e de corpo mandibular);
  2. Tipos (galho verde, simples, cominutivas e compostas);
  3. Favoráveis ou desfavoráveis;
  4. Diretas ou indiretas;
  5. Parciais e completas;
  6. Abertas e fechadas;
  7. Anteriores e posteriores.

Nesses casos de mandíbula fraturada, o tratamento pode variar então desde uma dieta leve com alimentos que não forcem a mastigação, até a fixação maxilomandibular, uma fixação rígida aberta, ou ambos os casos.

Se a condição para uma fixação estiver disponível logo nas primeiras horas após a lesão ter ocorrido, o fechamento do lábio ou de qualquer laceração na boca deve ser pausado, até que a fratura tenho sido melhorada.

Já no caso de ocorrer uma fixação maxilomandibular, serão colocadas barras de metal em arco, ou seja, ela serão fixadas à superfície bucal dos dentes superiores e inferiores.

Feito isso, essas barras podem ser então ligadas entre si com o auxílio de fios metálicos após a conclusão certa ter sido corretamente estabelecida.

É importante saber também que, os pacientes que passarem por uma fixação maxilomandibular, devem sempre ter em seu kit odontológico cortadores de fios metálicos, caso seja necessário em alguma situação de emergência.

Outro detalhe sobre essa fixação é que ela pode ser necessária por várias semanas. Além disso, uma alimentação agora muito mais restrita, conta com líquidos, purês e também uma boa e eficiente suplementação.

Não se esqueça também que, somente as superfícies externas dos dentes poderão ser escovadas. Dessa forma, enxaguar a boca pode ser a solução.

Querubismo

O querubismo é uma doença que deforma as estruturas fibro-ósseas da mandíbula e da maxila. Ele interfere em questões estéticas e em funções normativas. Geralmente, a doença tem caráter hereditário.

Essa anomalia também é conhecida como “doença dos anjos”. O nome foi dado porque de acordo com as ilustrações, os anjos também teriam rostos ovais e bochechas salientes como no querubismo.

O cirurgião-dentista é o profissional mais indicado para lidar com a patologia.

Sintomas:

  • Queda precoce dos dentes de leite (decíduos);
  • Erupção e desenvolvimento anormal dos dentes permanentes;
  • Olhos esbugalhados por causa da retração palpebral;
  • Aspecto de olhos virados para cima;
  • Rosto ovalado;
  • Queixo para frente;
  • Anomalia no palato;
  • Má-oclusão;
  • Reabsorção radicular dos dentes de leite e permanentes;
  • Impacção dental;
  • Problemas respiratórios;
  • Problemas na audição.

Diagnóstico e tratamento do querubismo

Clinicamente, o que é observado no caso desse problema, é uma expansão da mandíbula e da maxila tipicamente bilateral, sem dores e que, normalmente, ocasiona um aumento da face e uma retração das pálpebras.

Ao tocar essas lesões, elas se mostram firmes e muito rígidas, podendo ainda aparecer associadas a uma linfadenopatia cervical.

Outros problemas irão ou não aparecer de acordo com o grau da lesão, como é o caso de um comprometimento bucal e sistêmico do paciente. Além disso podem aparecer também:

  • Queda prematura dos dentes decíduos;
  • Erupção anormal dos dentes permanentes;
  • Distúrbios oculares;
  • Obstrução respiratória;
  • Problemas de audição.

Mais do que essas complicações, é possível que se manifestem também deformações no palato, uma impacção dental que tem como resultado a má-oclusão e reabsorção radicular em decíduos e permanentes.

Dessa forma, o diagnóstico do querubismo é alcançado por meio de uma evolução clínica da doença, histórico familiar, achados radiológicos e uma confirmação feita a partir de uma avaliação histopatológica.

Já o tratamento será feito principalmente com base em um curso natural da doença e também dependendo de como é o comportamento clínico individual, ou seja, pode variar de paciente para paciente.

Em casos mais graves, a saída pode ser apenas por meio da realização de uma cirurgia que consiga eliminar todo o tecido fibroso que está presente na região.

Como já explicamos, dependerá de paciente para paciente, por isso, existem também casos em que há a opção de realizar enxertos ósseos nos locais mais afetados.

Juntamente com um tratamento ortodôntico eficaz para que futuros problemas dentários permanentes ocorram, um acompanhamento oftalmológico em casos que afetam a órbita ocular, deslocamento do globo ou perda visual, também deve ser feito.

Retrusão mandibular

Casos de retrusão mandibular são caracterizados quando a mandíbula possui um recuo que impede o perfeito encaixe dos dentes.

Agora que você entendeu o funcionamento da mandíbula e quais suas principais patologias, não hesite em visitar o dentista se estiver sentindo qualquer incômodo.

Dessa forma, ficou claro que, quanto mais cedo o problema for diagnosticado, menor são os riscos de se desenvolver em algo mais grave!

Qual remédio tomar para dor na mandíbula?

Tanto o cirurgião-dentista quando médicos podem receitar remédios, que, normalmente, entre eles, temos os analgésicos e anti-inflamatórios, como a Dipirona ou o Ibuprofeno.

Existem também os relaxantes musculares que, nesse período, irão fazer então com que a tensão por toda a musculatura diminua consideravelmente.

Porém, não é para todos os pacientes que esses medicamentos irão então funcionar. Pelo contrário, muitos deles podem acabar sendo extremamente tóxicos e tornando-re responsáveis por outros problemas de saúde.

Dessa forma, entre essas complicações que podem ser acometidas temos:

  1. Leves irritações gastrointestinais;
  2. Complicações renais e também hepáticas;
  3. Doenças ligadas à hipertensão como o acidente vascular cerebral;
  4. Entre outros problemas cardíacos.

Na área da odontologia, é muito mais comum então que os analgésicos não narcóticos e AINES, opióides, antidepressivos e anticonvulsivantes, sejam administrados para o controle da dor.

Porém, ainda assim, existe uma hierarquia e está é sempre respeitada, começando então com os analgésicos não narcóticos.

O que fazer para relaxar a mandíbula?

São diversos os exercícios ou apenas medidas básicas que podem ser feitos e adotados com o objetivo de conseguir manter a mandíbula relaxada, logo, com menos dor.

Entre os principais e mais indicados contamos com os seguintes exercícios:

  • Abre e fecha
  • Massagens
  • Utilizando as bochechas
  • Falando em câmera lenta
  • Bocejos

Ficou curioso para entender melhor sobre como cada uma dessas simples coisas podem ajudar a aliviar seus incômodos? Então continue lendo este artigo para saber exatamente o que e como fazer.

Exercícios para relaxar a mandíbula

Que relaxar é muito bom, isso todos nós já sabemos. Além de fazer com que diversos músculos do nosso corpo sejam ativos, ela também consegue proporcionar outros benefícios.

Uma maior clareza mental, ampliação da memória, equilíbrio emocional e aumento no bom humor e na autoestima, estão entre os bens que um bom relaxamento faz.

Fora isso, principalmente para os pacientes que sofrem com problemas como a DTM, estar mais relaxado pode fazer muito bem para essas pessoas.

Movimentos de abre e fecha

Fazer os simples movimentos de abrir e fechar a boca pode se tornar quase que uma tortura para os pacientes que sofrem com essa disfunção.

Dessa forma, com muita paciência, calma, tempo e essas dicas, é possível manter a mandíbula alongada e relaxada, veja:

  1. Primeiro sente-se em uma cadeira que tenha um encosto mantendo sua postura ereta;
  2. Toque o céu da boca com a língua;
  3. Com a língua ainda nesta mesma posição, tente abrir levemente sua boca;
  4. Ao estar fazendo essa tentativa, respire muito lentamente e expire aos poucos;
  5. Por fim, feche a boca. Se sentir que a dor deu uma boa aliviada ou até mesmo sumiu: NÃO PARE! Repita o exercício umas dez vezes.

Massagem

Você sabia que é sim possível ganhar uma massagem de você mesmo? Agora seus dias longos e estressantes poderão ser cuidados por você.

Dessa forma, o ideal para esses casos é massagear por toda a área do maxilar, principalmente concentrando-se nos locais onde há dor, passando a ponta dos dedos em movimentos circulares.

Assim, dar alguns leves beliscões na região, apenas soltando suavemente a pele do músculo diversas vezes, também pode ajudar.

Ainda com a ajuda das mãos, chegou o momento então de alongar sua mandíbula para baixo, abrindo lentamente a boca para cada um dos lados.

Colocando as bochechas para trabalhar

Além de ser fofinhos e gostosos de apertar, esse músculo tem uma extrema importância. Auxiliando muito na mastigação e também na fala, a bochecha é útil para relaxar outras musculaturas e ossos da face.

Dessa forma, um dos exercícios mais eficazes é encher as bochechas com ar, movimentando-o dentro da boca de um lado para o outro, esticando todas as estruturas.

Ao repetir esse procedimento pelo menos umas dez vezes, você com certeza irá notar que seu maxilar ficou bem mais soltinho e leve, além é claro, de promover a elasticidade, o que faz muito bem para a saúde.

Falando em câmera lenta

Você sabia que esse hábito tão natural, comum e que nós nem damos muita atenção, movimenta mais de setenta músculos do nosso rosto?

Então, obviamente esse não poderia ficar de fora da lista dos ótimos exercícios para alongar e também conseguir relaxar o maxilar.

Falar de uma forma mais arrastada, em câmera lenta mesmo, bem devagar, irá movimentar sim todos esses músculos e trará menos desconfortos à mandíbula.

Pode bocejar sem se preocupar

Além de levar e manter uma boa quantidade de oxigênio no cérebro, bocejar também ajuda a melhorar  a atenção e age como um bom alongamento.

Por isso, sempre que surgir a verdade, não reprima seu bocejo, faça com vontade se sabendo que está fazendo assim um bem para sua musculatura.

Existem ainda casos em que a pessoa possui uma DTM que foi desencadeada a partir de problemas e fatores completamente emocionais. Nesses casos, uma terapia psicológico é o mais indicado.

Bom, após todas essas dicas que já demos sobre como manter a mandíbula relaxada, caso elas não funcionem, o ideal mesmo é procurar um profissional o quanto antes, para que este possa identificar a raiz do problema.

Ramiro Murad
Ramiro Murad
Ramiro Murad Saad Neto, cirurgião-dentista com registro no Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CRO-SP) nº 118151, é graduado pela UNIC e residente em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial Facial no Sindicato dos Odontologistas de São Paulo (SOESP - SP). Possui habilitação em Harmonização Orofacial e também é gestor de clínicas e franquias odontológicas. Além disso, é integrante da equipe Bucomaxilofacial da Clínica da Villa, que está na Rua Eça de Queiroz, 467 - Vila Mariana, São Paulo - SP.

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