Forame palatino maior: conheça sua anatomia e posicionamento

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Sua exata posição ainda é um questionamento sem respostas para estudos da literatura

Casos de pacientes que se submetem à exodontia se tornam cada vez mais comuns com o passar do tempo. Nesses casos, a localização do forame palatino maior pode ser complicada.

Os exames de tomografia são utilizados para diagnóstico de várias patologias. Quando falamos de forame palatino maior, essa pode ser uma valiosa ferramente de análise.

Forame palatino maior é quem conduz o nervo palatino maior, responsável pela inervação da região posterior do palato duro.

Anatomia do Forame Palatino Maior

A localização do forame pode ser complicada em pacientes edêntulos. Ou seja, que possuem ausência do elemento dentário.

E também naqueles submetidos à exodontia dos molares superiores ou quando há variações na anatomia do forame.

Com relação à sua posição, pode ser localizada mais anterior da abertura ou projeções ósseas. Esses casos podem representar problemas durante a inserção da agulha para anestesias realizadas na região.

A ENP pode ser útil para que profissionais localizem o FPM, por ser um ponto anatômico de referência constante e facilmente identificável.

A espinha nasal posterior pode ser um caminho muito útil para que os profissionais localizem o forame palatino, uma vez que é um ponto anatômico de referência constante e facilmente identificável.

Como funciona a anestesia do Forame Palatino Maior?

É comum observarmos que, quanto mais conhecimento se tem sobre as referências anatômicas para localização do FPM, maiores se tornam as chances de sucesso da anestesia do nervo palatino maior e do nervo maxilar.

Consequentemente, é automático que apresentem uma menor probabilidade de ocorrer complicações pré-operatórias ou pós-operatórias.

Em casos em que o FPM está mais próximo do terceiro molar, essa adjacência torna-se uma referência anatômica importante.

Porém, já em casos que o paciente não possui o terceiro molar ou ainda não possui dentes na região posterior superior, são necessárias referências a outras estruturas anatômicas.

Qual a importância do forame palatino maior?

Um dos procedimentos em que ele aparece, é no bloqueio do Forame Palatino Maior. Ele é muito utilizado na odontologia.

É encontrado com frequência em processos que envolvem a manipulação de tecidos da região do palato. Dessa forma, é fundamental sempre definir o formato e a posição em relação à estruturas anatômicas padrão.

Além de seu comprimento médio e padrão do canal palatino maior, sendo esse então o maior auxilio para os cirurgiões-dentistas na sua localização.

Aspectos importantes do forame palatino maior

Algumas características e informações devem ser levadas em conta na hora de uma análise de casos clínicos envolvendo o forame palatino. São elas:

  • Largura do FPM, ou seja, a distância entre as paredes medial e lateral do forame;
  • Posição do FPM em relação aos molares superiores;
  • Distância do centro do FPM à sutura palatina mediana;
  • Distância do centro do FPM à espinha nasal posterior;
  • Distância do centro do FPM ao centro do forame incisivo;
  • Distância percorrida pelo CPM, da fossa pterigopalatina ao FPM;
  • Determinação do padrão do CPM a partir da fossa pterigopalatina, na reconstrução sagital

É importante que o cirurgião-dentista tenha conhecimento do forame palatino maior e os procedimentos que o envolvem, realizando o melhor tratamento para seu paciente.

Rodrigo Venticinque
Rodrigo Venticinque
Rodrigo Venticinque é graduado pela Universidade de Santo Amaro (UNISA) e especialista em Prótese e Reabilitação Oral Integrativa, Biofísica Quântica, Biorressonância Aplicada e Ortomolecular. Possui pós-graduação em Estética Dental e Reabilitação Oral, com certificação em Remoção Segura da Amálgama e Odontologia Biológica pela Academia Internacional de Medicina Oral e Toxicologia. Também é professor de pós-graduação em Biofísica e Ortobiomolecular da QuantumBio e atua nas áreas de Ozonioterapia, Odontologia Sistêmica, Sedação Consciente com Óxido Nitroso e Hipnose. Além disso, Rodrigo possui registro no Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CRO-SP) nº 52860 e é diretor da Clínica Venticinque Odontologia Biológica e Integrativa, que fica na Rua dos Chanés, 505 - Moema, São Paulo - SP.

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