Alimentos crocantes são vilões em tratamentos ortodônticos

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Os riscos para quem passa por um tratamento ortodôntico aumentam quando não há cuidado

Podendo ser extremamente prejudiciais para quem está passando por um algum tipo de tratamento odontológico mais frágil, como o ortodôntico, os alimentos crocantes precisam de cuidados ao serem mastigados.

Por conta da força que é necessária durante a mastigação desses alimentos crocantes, os acessórios presentes, por exemplo, os braquetes nos aparelhos ortodônticos, podem quebrar.

Os alimentos crocantes quando consumidos em excesso ou sem cuidados e cautela, podem ocasionar problemas ao tratamento. Quebrar, lascar, soltar são alguns deles. Com isso, o procedimento é atrasado e prolongado.

Quem deve evitar alimentos crocantes?

Os principais alvos dos alimentos crocantes são os pacientes que usam aparelhos ortodônticos. Apesar de não quebrarem tão fácil assim, a alimentação é um momento que exige atenção e cuidados.

Sobretudo, as duas principais características de alimentos que apresentam riscos para quem faz tratamentos ortodônticos, são:

  • Alimentos pegajosos: principalmente balas, estas podem ficar presas nos acessórios do aparelho e atrapalhar no processo de higienização. A goma de mascar, além de ficar presa em áreas complicadas, ainda exerce uma constante pressão da mastigação em determinada área, prejudicando ainda mais.
  • Alimentos crocantes: é importante que os alimentos aqui sejam bem mastigados e fragmentados. Existem alguns tipos que são essenciais para nossa saúde, como as frutas e legumes. Por isso, contraindicá-los não é uma opção.

Os alimentos a serem evitas são:

  • Amendoim;
  • Milho de pipoca;
  • Balas muito duras;
  • Biscoitos e bolachas;
  • Maçã;
  • Frutas e legumes em estado muito rígido.

Isso não significa que, durante o tratamento, os alimentos listados nunca mais deverão ser ingeridos. É importante  apenas frisar os cuidados extras que eles exigem.

Além disso, o alimento quebrar o aparelho ortodôntico, ocasiona não somente problemas no tempo de tratamento, mas também à saúde bucal do pacientes.

Afinal, os braquetes, fios e outros acessórios soltos, podem machucar a mucosa da boca.

Pacientes com implantes dentários, pontes, tratamentos recentes de canal, devem também evitar ao máximo o consumo de alimentos crocantes. Pois nesse caso, é possível ainda quebrar os dentes.

O prejuízo com um dente quebrado devido ao abuso de alimentos rígidos é desnecessário e compromete também a estética do paciente. Por isso, é importante ter cuidado.

Existem benefícios dos alimentos crocantes?

Ainda assim, existem algumas vantagens em consumir alimentos crocantes, uma vez que a mastigação seja feita com cautela.

Muitos alimentos podem funcionar como detergentes. Ou seja, ajudam na limpeza superficial dos dentes e suas camadas. Principalmente quando consumidos com a casca, alguns dos alimentos que entram nessa categoria, são:

  • Acelga;
  • Brócolis;
  • Cenoura;
  • Pepino;
  • Maçã;
  • Melancia;
  • Kiwi;
  • Castanhas e nozes.

Devido a sua textura crocante, esses alimentos exigem um tempo maior de mastigação, o que faz com que haja mais atrito entre eles e os dentes.

Dessa forma, promovem um tipo de raspagem na superfície dentária ao fazerem contato, realizando uma limpeza básica e mecânica, além de estimular a secreção de saliva, que ajuda a combater as cáries.

Ainda assim, é importante manter uma rotina diária eficiente e que proteja os dentes com produtos feitos para isso.

Apesar de auxiliarem na limpeza, os alimentos crocantes detergentes jamais irão substituir por completo a higiene bucal feita com escova, pasta, fio dental e enxaguante bucal.

Rodrigo Venticinque

Rodrigo Venticinque

Graduado pela Universidade de Santo Amaro (UNISA) e especialista em Prótese e Reabilitação Oral Integrativa, Biofísica Quântica, Biorressonância Aplicada e Ortomolecular. Pós-graduado em Estética Dental e Reabilitação Oral, com certificação em Remoção Segura da Amálgama e Odontologia Biológica pela Academia Internacional de Medicina Oral e Toxicologia. Professor da pós-graduação em Biofísica e Ortobiomolecular da QuantumBio. Também atua nas áreas de Ozonioterapia, Odontologia Sistêmica, Sedação Consciente com Óxido Nitroso e Hipnose. Diretor da clínica Venticinque Odontologia.

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