Benefícios da resina composta em restaurações

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A odontologia evoluiu bastante nos últimos anos. E a verdade, é que esse avanço se deve aos inúmeros tratamentos odontológicos facilitados pelo uso da resina composta.

A resina composta foi desenvolvida em meados da década de 50, e até hoje já sofre diversas transformações com o intuito de melhorar as suas propriedades.

A resina composta é um material bastante utilizado no meio odontológico com a finalidade de realizar restaurações. Sua aplicação é ampla e pode ser usada para modificar o formato dos dentes, restaurar fraturas ou lesões por cárie.

O material possui uma aparência bastante natural, sendo semelhante em cor, textura e brilho com o dente original.

A resina liga-se ao dente através de uma união micromecânica. Ou seja, conecta-se inicialmente a um sistema adesivo, que por sua vez, está ligado diretamente aos tecidos mineralizados do órgão dentário.

O que é resina composta?

Assim como já começamos a introduzir anteriormente, a resina composta é então um material de restauração dentária muito utilizado na odontologia. Ou seja, sua função é a de restaurar estética e funcionalmente os dentes.

Sua aplicação é muito abrangente, principalmente uma vez que pode ser então utilizada para:

  • Mudar a forma dos dentes
  • Restaurar completamente dentes fraturados
  • Preencher cavidades que foram criadas por cáries
  • Minimizar imperfeições aparentes no esmalte dentário.

Além disso, ela é também tida como um material restaurador que apresenta um grande apelo estético, ainda mais pelo fato de que consegue se aproximar muito das características naturais dos dentes, como:

  1. cor
  2. textura
  3. brilho
  4. fluorescência
  5. translucidez

Com todos os avanços tecnológicos que a odontologia vem passando, os materiais odontológicos também seguem no mesmo nível.

Dessa forma, é possível então encontrar essas resinas compostas em diversos fabricantes que atendam exatamente o que você precisa, alguns tendo inclusive uma durabilidade similar a outros materiais restauradores inferiores.

Qual a composição da resina composta?

A resina composta é constituída basicamente por duas partes:

  1. Parte orgânica
  2. Parte inorgânica

Essa primeira parte, é a matriz orgânica do material, constituída pelo Bisfenoal A, Glicidil Metacrilato, que, por sua vez, têm uma maior vantagem sobre o Metil Matacrilato.

Isso se deve principalmente ao seu peso molecular que é maior, portanto, consegue oferecer ao material uma maior resistência e menor contração de polimerização.

Já a parte inorgânica, é constituída então de partículas de carga que são acrescentadas na composição da resina, com o principal objetivo de proporcionar uma maior resistência.

As mais importantes são:

  • Quartzo
  • Silicato de alumínio
  • Vidro de bário

Como as resinas compostas são classificadas?

Existem quatro principais características que classificam as resinas compostas, são elas:

  1. Composição
  2. Tamanho
  3. Viscosidade
  4. Ativação

No item anterior, já explicamos mais sobre o que é a composição deste tipo de resina. Vamos conhecer melhor agora as outras três classificações?

Tamanho

É muito comum que as resinas são classificadas quanto ao tamanho das partículas inorgânicas e pela sua porcentagem em volume, podendo ser:

  • Macroparticuladas
  • Microparticuladas
  • Micro-híbridas
  • Nanoparticuladas.

As primeiras são as mais antigas e que já nem estão mais presentes no mercado quando falamos de uma finalidade restauradora.

Já as microparticuladas, são as que possuem um tamanho médio, permitindo assim que o material tenha uma maior lisura superficial, além do melhor polimento da resina e baixa resistência mecânica.

Em terceiro lugar vem as micro-híbridas, que misturam dois tipos diferentes de partículas, tanto a sílica coloidal, quanto partículas de vidro.

Por último mas não menos importantes, as nanoparticuladas são nada mais do que resinas de sílica que são tratadas com um agente de união e dez vezes menores do que as resinas microparticuladas.

Viscosidade

Com relação à classificação deste material de acordo com sua viscosidade, o que ela segue é uma divisão entre baixa, média e alta viscosidade.

A baixa viscosidade envolve um tipo de resina que também é conhecido como flow ou fluidificada. Com ela é possível ainda que todas as resinas se espalhem com maior facilidade nas regiões de difícil acesso, sem que apareçam bolhas.

Algumas de suas principais características são:

  • Menor quantidade de carga
  • Alteração da matriz resinosa (tipo e conteúdo)
  • Maior quantidade de monômeros diluentes
  • Baixa resistência à compressão
  • Redução do módulo de elasticidade
  • Maior contração de polimerização
  • Indicadas em cavidades classe V, selante de fóssulas e fissuras, selamento das margens de restaurações, classe III pequena, base de restaurações de resina composta e até mesmo cimentação de lentes de contato cerâmicas;

Já a média viscosidade, envolvem somente as resinas compostas convencionais, sem grandes especificações e detalhes.

As de alta viscosidade são conhecidas pelos nomes de resinas compactáveis, ou ainda, resinas condensáveis.

Elas foram criadas com o objetivo de fazer com que os pontos de contato e contornos proximais diminuíssem, além é claro de tornar a manipulação de resina composta muito mais fácil.

Além disso, ela ajuda também ao oferecer uma melhor aderência de resina nas espátulas de inserção.

Ativação

A última classificação das resinas é quanto à sua forma de ativação. Neste caso, elas são também divididas em dois tipos de análises: as fotoativadas e as quimicamente ativadas.

As fotoativadas, como o próprio nome já sugere, são ativadas por meio de uma luz visível, luz essa que, em sua grande maioria, costuma ser da cor azul.

O componente iniciador dessas resinas é a canforquinona, utilizada sozinha ou ainda juntamente com outros tipos de materiais fotoindicadores que, quando reagem com a amina terciárias, formam radiciais livres.

É a partir dessa formação que é iniciada então a polimerização por adição. Elas permitem com que, tanto o tempo de trabalho, quanto do uso de diferentes cores, possa ser controlado.

Já as que são quimicamente ativadas, representam a primeira forma de uso comercial das resinas compostas que surgiu.

Elas costumam vir em duas pastas separadas e diferentes, uma que contém o ativador (amina terciária) e outra contendo apenas o iniciador (peróxido de benzoíla).

Ambos irão então reagir entre si no momento em que forem misturados. A partir disso, o processo de autopolimerização será iniciado com os radicais livre que foram gerados.

Como é feita a restauração dentária?

Primeiramente é realizada a remoção da parte danificada do dente. Quando o dente está simplesmente quebrado, esse processo não é necessário.

Em seguida, a concavidade deixada no dente é devidamente higienizada. Esse processo garante que qualquer bactéria ou impureza presa ao dente sejam removidas.

Depois disso, a cavidade é selada e o material restaurador é colocado. Por fim, o dente é polido para que o excesso do material seja retirado.

Benefícios da restauração de resina composta

O tratamento de restauração de resina composta não oferece só benefícios estéticos.

O procedimento serve principalmente para que seja prevenida uma deterioração ainda maior caso o dano não seja tratado, principalmente se tratando da cárie.

Ela também faz com que o dente e a arcada dentária não sofram tanto com a sensibilidade e recuperem suas funções naturais como a mastigação, a estabilidade dos dentes e até mesmo a fonética.

Um dos principais benefícios da restauração de resina composta é que seus dentes irão ficar com um aspecto bastante natural.

Restaurações feitas com outros materiais, como ouro ou amálgama se destacam facilmente entre os dentes por possuírem uma cor bastante diferente e característica.

Isso pode prejudicar a estética do sorriso, principalmente quando o dente restaurado é bastante visível.

A resina também tende a ser melhor aceita pelo organismo do que os outros materiais citados, além de ser bem mais acessível financeiramente.

Quanto tempo dura uma restauração em resina composta?

Aqui está um quesito em que a resina odontológica perde. A durabilidade dela é inferior quando comparada a de outras restaurações, variando de 3 a 10 anos.

Mas vale lembrar que nenhuma restauração dura para sempre. Todas elas sofrem fortes pressões dias após dia, podendo trincar e se danificar sem que você perceba.

Por isso, é fundamental que você visite regularmente seu dentista e realize a substituição da restauração sempre que necessário.

Contraindicações da resina composta

Apesar de se destacar em diversos aspectos, existem casos onde a resina composta não é indicada. Isso acontece quando o dente do paciente possui:

  • Infração marginal;
  • Cárie recorrente;
  • Contração de polimerização;
  • Dificuldade de reconstrução do contato proximal.

Com exceção a esses casos, as restaurações de resina composta são uma excelente opção de tratamento para quem deseja voltar a ter um sorriso bonito.

O que é faceta de resina?

A faceta de resina pode ser considerada basicamente com uma versão mais rápida e que tem também um preço mais acessível quando comparada a outras técnicas com uso de facetas dentárias laminadas.

Fora isso, de forma mais técnica, ela é então o método de tratamento que é o mais utilizado para corrigir problemas na cor e também no formato dos dentes.

Porém, ela possui algumas vantagens e desvantagens que são importantes que você conheça para que não se frustre com os resultados.

Vantagens:

  • tratamento pode ser realizado em consulta única;
  • dispensa uso de provisórios;
  • menor desgaste dental;
  • preço baixo comparado a lentes de contato dental e faceta de porcelana;
  • resultados estéticos satisfatórios;
  • facilidade para realizar consertos;
  • reversibilidade quando aplicada sem desgastes dentários.

Desvantagens:

  • perda do brilho e amarelamento mais rápido comparados a técnicas com porcelanas;
  • pequenas fraturas são frequentes;
  • limitação estética para transformações estéticas de impacto;
  • limitação funcional em pacientes com bruxismo severo;
  • exigem manutenção frequente para repolimento superficial;

Qual a diferença entre facetas de resina e porcelana?

São algumas as características que diferenciam principalmente um método de outro, envolvendo desde seus materiais e aspectos físicos, quanto questões financeiras.

Listamos então sete das diferenças mais exorbitantes que podem ser observados entre uma e outra. São elas:

  1. Tempo de tratamento
  2. Durabilidade
  3. Resistência ao amarelamento
  4. Resistência à perda de brilho
  5. Questões de estética
  6. Custo
  7. Resolutividade

Rapidez no tratamento: facetas em resina.

Corrigir e alterar muitos detalhes em um sorriso em apenas uma consulta é o ideal para muitos pacientes com a agenda apertada. Quando a técnica indicada para essas correções é a faceta em resina, a rapidez e versatilidade desses materiais encantam dentista e pacientes porque possuem excelente capacidade de rearmonização do sorriso. O fechamento de espaços entre os dentes anteriores e a restauração de pequenos desgastes pelo bruxismo são indicações às quais as facetas em resina saem-se muito bem.

A diferença no tempo de tratamento entre as facetas em resina e porcelana é técnica. Enquanto as facetas em resina são confeccionadas em camada única ou múltiplas aplicadas diretamente sobre o dente pelo dentista – e em uma única consulta, as facetas em porcelana necessitam de moldagens, provisórios e o uso de laboratórios de próteses dentárias para a confecção das facetas. Em situações de urgência como casamentos ou entrevistas em empregos, é uma diferença que pode ser útil.

Durabilidade: diferença marcante para as facetas em porcelana.

As facetas em porcelana brilham sozinhas no quesito durabilidade. Feitas com cerâmicas odontológicas específicas, a capacidade de manter-se em boca mantendo as propriedades mecânicas e estéticas iniciais são muitas vezes superiores às facetas em resina – problema importante encontrado nessa técnica. Entre todas as diferenças entre facetas em resina e porcelana, essa é a mais marcante de todas.

Uma pesquisa realizada em 2013, na Itália, avaliou mais de duas mil facetas em porcelana com dez anos de uso e constatou que menos de 3% dessas facetas apresentavam problemas que indicavam a substituição dos dispositivos. São índices de sucesso enormes e uma diferença significante com relação às facetas em resina. Além disso, as facetas em porcelana apresentam índices de infiltração por cáries muito mais baixos do que as facetas com resinas. A durabilidade das facetas em resina (manutenção das propriedades estéticas e de forma iniciais) ficam próximas a um máximo de 2 anos, para estudos realizados com resinas de altíssima qualidade.

A resistência ao impacto e a cargas mastigatórias é outro ponto marcante com relação às diferenças entre facetas em porcelana e resina. Facetas em porcelana não requerem cuidados adicionais com relação à alimentação. Você pode comer sem nenhuma restrição com as facetas em porcelana porque elas não descolam ou fraturam. Já as facetas em resinas são mais frágeis que as facetas em porcelana e requerem cuidados especiais – diferença importante que pode ser resolvida, entretanto, com indicações corretas.

É por isso que as facetas em resina são indicadas para recobrimentos de dentes que possuem as pontas (incisais) íntegras e necessitam de poucas modificações, ao contrário das facetas em porcelanas, muito versáteis para alterações profundas das pontas dos dentes. Nos tratamentos com facetas é comum o dentista remover a ponta dos dentes para que a porcelana restabeleça com liberdade a posição mais estética possível.

Resistência ao amarelamento: facetas em porcelana em ampla superioridade às facetas em resina.

Depois das fraturas, o amarelamento das resinas utilizadas na técnica com facetas é o maior – e mais recorrente – problema relatado pelos pacientes. As resinas compostas amarelam, com o passar dos anos, em taxas bastante maiores comparadas às facetas em porcelana.

Cuidados com a ingestão de alimentos com alto poder de pigmentação, como vinhos, tabaco e café, e a utilização de escovas macias ajudam a diminuir a velocidade de amarelamento das facetas em resina. O amarelamento em estágios iniciais pode, em muitos casos, ser eliminado (e prevenido) pelo dentista com algumas técnicas de repolimento superficial das resinas. Ele é o segundo ponto mais importante nas diferenças entre facetas em resina e porcelana.

O amarelamento, aliás, é uma questão importante no tratamento com porcelanas. Nos tratamentos com facetas em resina a taxa de amarelamento dos dentes pode coincidir com o amarelamento das facetas ou restaurações em resina – até que, por fim, as resinas ficam mais amareladas que os dentes naturais. Com as facetas em porcelana dá-se o contrário : os dentes amarelam em taxas muito superiores às porcelanas.

Pacientes que optam por porcelanas muito claras em tratamentos com facetas são pacientes que necessita de constantes retoques de clareamento nos dentes naturais para que não apareçam grandes contrastes de cores entre dentes e facetas. Mais um ponto em que a diferença entre faceta em porcelana e resina influencia na indicação do melhor tratamento.

Resistência à perda do brilho: facetas em porcelana.

O brilho superficial das facetas é tão importante para o resultado final do tratamento quanto a cor e a forma, tanto para as resinas quanto para as porcelanas. Quando o brilho desaparece, a faceta fica opaca e destoa dos dos dentes naturais. O efeito visual é o acinzentamento desse dente. As facetas com resinas perdem o brilho porque a ação química de muitos alimentos e a ação mecânica das cerdas das escovas durante a escovação removem a lisura da superfície das resinas. O resultado: completa perda de brilho desses materiais.

As porcelanas, por sua vez, são praticamente imunes à ação das cerdas das escovas e altamente resistentes à perda da lisura superficial pela ação química de muitas substâncias ingeridas durante a alimentação. Essas diferenças de resistência à perda do brilho podem não ser importantes em um primeiro momento, mas com o passar dos anos pode ser um pesadelo para o paciente.

5. Estética: facetas em porcelana, mas com menção honrosa às facetas em resina.

Apesar da evolução recente das resinas utilizadas nos tratamentos estéticos com facetas, os resultados estéticos finais com as facetas em porcelana ainda são superiores. As porcelanas apresentam algumas propriedades ópticas que também estão presentes nos dentes naturais, como a opalescência e a fluorescência, e que permitem a mimese mais natural sob qualquer tipo de incidência luminosa. Ainda assim, os resultados finais conseguidos com as resinas são muitas vezes muito próximos aos conseguidos com as porcelanas. Até o primeiro ano após a instalação das duas técnicas, poucas diferenças estéticas podem ser notadas entre os dois materiais.

diferença entre faceta em resina e porcelana delicadeza
Delicadeza : faceta em porcelana pronta para cimentação.

6. Custo: diferença importante das facetas em resina.

O preço dos tratamentos com facetas em resina são consideravelmente mais baratos do que os tratamentos com porcelanas. Nas situações em que tanto as resinas quanto as porcelanas estão corretamente indicadas nos tratamentos com facetas, o custo mais baixo ao paciente das facetas em resina pode ser o fator que faz a diferença na hora da escolha.

A tentação pelo preço baixo dos tratamentos com facetas em resina pode tender o paciente a substituir as porcelanas pelas resinas mesmo quando essas não estão bem indicadas. A curto prazo os resultados estéticos podem ser excelentes, porém os danos futuros aos dentes que recebem as facetas em resinas podem ser preocupantes e até mesmo irreversíveis.

7. Resolutividade: facetas em porcelana, superioridade decisiva em todas as diferenças.

A resolutividade para a técnica com facetas dentárias é entendida como a capacidade e versatilidade desses dispositivos para resolver a maioria dos problemas de desarmonia estética ou funcional que precisam ser corrigidos. Nesse sentido, as facetas em porcelana podem ser bem indicadas para todos as situações, incluindo os casos em que as facetas em resina também estão corretamente indicadas.

As facetas em resina, entretanto, têm indicações mais seletivas. Exemplos das situações em que as resinas não estão corretamente indicadas são os casos de correções de pigmentação profundas, amarelamento pronunciado, desgastes excessivos por bruxismo ou correções muito extensas de forma.

A durabilidade maior das facetas em porcelana também implicam na sua resolutividade. Facetas em resina necessitam de substituições frequentes que podem trazer desgastes maiores aos dentes que as suportam, implicando riscos aos dentes pela diminuição constante da estrutura dental – fragilizando a estrutura dental e podendo atingir a parte mais interna do dente, a polpa dentária. Essas diferenças, analisadas uma a uma, permitem uma fácil escolha do melhor tratamento necessários para os casos indicados à técnica com facetas.

diferença entre faceta em resina e porcelana #6
Faceta em porcelana : aplicação camada a camada com mistura de grãos.

Afinal, facetas em resina ou porcelana: qual a melhor opção ?

As principais diferenças entre as facetas em resinas e as em porcelana vão muito além de simplesmente, os materiais que são utilizados em cada uma delas. Todos esses são, inclusive, muito diferentes entre si.

Enquanto as facetas em porcelana podem ser as mais indicadas para tratar toda e qualquer situação, a faceta em resina tem suas indicações mais restritas.

Observando a partir desses dois fatores apresentados, fica possível concluir que, a melhor opção entre os dois materiais, acaba sendo a técnica em porcelana.

Porém, existem sim casos em que a resina é o material de escolha ideal, principalmente pelo preço mais baixo, praticidade e por não causar nenhum desgaste aos dentes.

Um exemplo de caso em que isso se aplica, é nos procedimentos de fechamento de espaços em dentes anteriores.

Um outro ponto muito importante a ser levado em consideração são as variações de técnicas que as facetas de parcela possuem, conhecidas como lâminas e lentes de contato dental em porcelana.

Estas são então variações na espessuras das facetas e também os fragmentos cerâmicos, que são basicamente fragmentos de lâminas em porcelana adicionados somente às áreas dos dentes que precisam de um intervenção.

Neste caso, falamos de uma intervenção estética, permitindo assim com o resto desse mesmo dente fique sem nenhum tipo de cobertura.

Inclusive, essa última técnica que explicamos, muito mais sofisticada e também delicada, costuma ser o maior desejo de seleção técnica pela maioria dos cirurgiões-dentistas que trabalham com dentística.

Bom, independentemente de quais forem as diferenças entre ambas e de todas as discussões de qual é melhor, é importante levar sempre em consideração um fator.

Haverá sempre uma das técnicas, seja ela de porcelana ou resina composta, que é a mais indicada e que trará de volta a harmonia, atendendo muito bem o seu caso em si.

Ramiro Murad
Ramiro Murad
Ramiro Murad Saad Neto, cirurgião-dentista com registro no Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CRO-SP) nº 118151, é graduado pela UNIC e residente em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial Facial no Sindicato dos Odontologistas de São Paulo (SOESP - SP). Possui habilitação em Harmonização Orofacial e também é gestor de clínicas e franquias odontológicas. Além disso, é integrante da equipe Bucomaxilofacial da Clínica da Villa, que está na Rua Eça de Queiroz, 467 - Vila Mariana, São Paulo - SP.

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