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Reconstrução mandibular: confira os principais métodos de tratamento

Reconstrução mandibular: confira os principais métodos de tratamento

Confira aqui quando os profissionais da odontologia indicam a reconstrução mandibular aos pacientes

Falar, sorrir e mastigar são alguns dos movimentos que exigem participação da nossa mandíbula. Por isso, qualquer alteração nessa região por prejudicar nossa rotina. Assim, um dos recursos usados por dentistas em determinados tratamentos é a reconstrução mandibular.

Só após o diagnóstico da alteração e análise do quadro clínico do paciente, é que o profissional pode sugerir a reconstrução mandibular. Mas, afinal, quando ela é necessária e como é executada?

Reconstrução mandibular é um procedimento que, como o próprio nome diz, reconstrói o osso da mandíbula que sofreu algum trauma ou perda óssea.

Neste artigo iremos tirar todas as suas dúvidas e curiosidades sobre a reconstrução mandibular na odontologia. Vamos começar?

A mandíbula é um osso móvel localizado na parte inferior da cabeça. Nela estão acoplados os dentes da arcada inferior. O componente se articula com o osso temporal de cada lado do crânio, onde fica inserido.

Algumas pessoas a chamam de maxilar inferior. No entanto, não devemos confundir ela com o maxilar, que é a estrutura que suporta os dentes superiores.

Dependemos da mandíbula para realizar diversas ações como falar, comer, beber e até mesmo para respirar. Por isso, cuidar desse osso é essencial para a nossa saúde.

Indicações para realizar a reconstrução mandibular

As principais indicações são:

  • Absorção óssea por causa da perda dentária;
  • Traumas mandibulares; e
  • Defeito mandibular causado por cirurgia ablativa em paciente com câncer.

Como a reconstrução  mandibular é realizada?

A reconstrução da mandíbula pode ser realizada por diferentes métodos. Fizemos uma lista com as principais técnicas para você ficar por dentro do procedimento.

  1. Enxerto ósseo – cirurgia realizada para recriar o osso perdido por alguma alteração na cavidade bucal.
  2. Materiais aloplásticos – utilização da placa de reconstrução mandibular. Por isso, nesse método não há necessidade de aporte ósseo.
  3. Retalhos de vizinhança – alternativa de tratamento que reconstrói os defeitos segmentares da mandíbula. Um exemplo do material usado é o retalho osteomiocutâneo.
  4. Retalhos livres microvascularizados – uso de retalhos para a garantia da estética e funcionalidade. Além disso, esse método promove uma melhor cicatrização. O retalho fibular, retalho antebraquial radial, retalho escapular e retalho ilíaco são exemplos de retalhos livres microvascularizados que podem ser utilizados na reconstrução da mandíbula.
  5. Reconstrução condilar – método de tratamento cirúrgico que utiliza enxertos costocondrais modelados, cabeça fibular, próprio côndilo do paciente e implantes metálicos condilares.

No entanto, alguns critérios são analisados antes da escolha dos métodos. Os critérios são:

  • Tamanho da lesão mandibular;
  • Causa do trauma;
  • Associação da lesão com fatores intraorais ou extraorais;
  • Taxa de contaminação da lesão;
  • Aplicação da radioterapia;
  • Perda de dentes; e
  • Articulação mandibular preservada ou não.

Além disso, devemos lembrar que o profissional irá discutir com o paciente todas as alternativas de tratamento para planejar o melhor procedimento, de acordo com o quadro clínico.

Desse modo, o dentista especialista na área de buco maxilofacial ou ortopedia facial é o profissional mais indicado para realizar esse tipo de tratamento.

Principais benefícios da reconstrução da mandíbula

O procedimento da reconstrução mandibular é ideal para recuperar a estética e a funcionalidade da mandíbula. E, consequentemente, a reabilitação oral será garantida e preservada.

ACESSO RÁPIDO
    Rodrigo Venticinque
    Rodrigo Venticinque é graduado pela Universidade de Santo Amaro (UNISA) e especialista em Prótese e Reabilitação Oral Integrativa, Biofísica Quântica, Biorressonância Aplicada e Ortomolecular. Possui pós-graduação em Estética Dental e Reabilitação Oral, com certificação em Remoção Segura da Amálgama e Odontologia Biológica pela Academia Internacional de Medicina Oral e Toxicologia. Também é professor de pós-graduação em Biofísica e Ortobiomolecular da QuantumBio e atua nas áreas de Ozonioterapia, Odontologia Sistêmica, Sedação Consciente com Óxido Nitroso e Hipnose. Além disso, Rodrigo possui registro no Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CRO-SP) nº 52860 e é diretor da Clínica Venticinque Odontologia Biológica e Integrativa, que fica na Rua dos Chanés, 505 - Moema, São Paulo - SP.

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