Cimento de fosfato de zinco é melhor opção de vedação?

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Possibilitando uma excelente adaptação nas restaurações, é ainda de fácil e rápido manuseio

O uso de próteses fixas é muito comum nos pacientes por diferentes razões e necessidades. O cimento de fosfato de zinco é um elemento importante no processo de instalação.

Conhecido por ser a base queridinha dos dentistas, o cimento de fosfato de zinco é ainda uma ótima proteção térmica e elétrica para as restaurações metálicas. Dessa forma, é o mais usado para cimentação de coroas e pontes.

Cimento de fosfato de zinco é o material odontológico usado na cimentação de peças protéticas. Além de possuir grande resistência e baixa solubilidade, forma uma excelente proteção a problemas mecânica encontrados na polpa.

Para que é usado o cimento de fosfato de zinco?

De forma geral, esse componente tem sido o escolhido e utilizado para a cimentação de próteses fixas devido ao fato de apresentar baixo custo em relação aos outros cimentos e ao sucesso clínico obtido.

Ele é um cimento odontológico que é utilizado há anos, o mais antigo  na área da odontologia. Em especial, é muito eficaz em próteses cerâmicas, métalo-cerâmicas e metálicas.

Existem ainda dois tipos de cimentação que envolvem cimentos diferentes:

  1. Cimento Tipo I: cimentação de restauração indireta e cimentação de aparelhos ortodônticos.
  2. Cimento Tipo II: restauração temporária, restauração intermediária e base.

Composição e reação do cimento de fosfato de zinco

O pó que compõe o cimento é principalmente e quase que inteiramente o óxido de zinco com adições de óxido de magnésio e pigmentos.

Já no estado líquido, é uma solução de ácido fosfórico em água tamponada por íons de alumínio e zinco, o que ajuda a retardar a reação de presa durante a mistura. Assim, possui uma textura viscosa.

O cimento é ainda muito poroso, dessa forma, a superfície de pó alcalino é dissolvida pelo líquido ácido, causando a liberação de calor.

Indicações e contra-indicações do cimento de fosfato de zinco

Alguns casos específicos podem apresentar resultados mais efetivos e benéficos a partir do uso do cimento nas próteses fixas. Seu uso é indicado para:

  • Fixação de incrustações, coroas e pontes;
  • Forração de cavidades;
  • Restaurações dentárias provisórias.

Porém, não existem contra-indicações específicas do seu uso. O recomendado é apenas que, caso o paciente tenha alergia a algum componente, o cirurgião-dentista opte por uma alternativa.

Modo de usar e acessórios para manipulação do cimento odontológicos

Por ser um procedimento considerado básico, os únicos instrumentos necessários para a manipulação correta do cimento são:

  • Uma placa de vidro grosso;
  • Espátula de aço inoxidável;
  • Medidor duplo de pó para cimentos.

É importante que o dentista atente-se a alguns detalhes no modo de usar, como por exemplo, manter uma temperatura de 24°C para realizar a mistura.

Após dispor o conteúdo dividido em oito proporções iguais sob a placa de vidro, o líquido é aplicado em seguida. A partir desse momento, deve-se começar a misturar imediatamente, evitando que fique exposto por muito tempo.

A consistência perfeita é atingida quando reparar que conseguiu uma textura cremosa que se desprenderá da espátula, formando assim uma espécie de gota primeiro e depois se espalhando pela placa.

Precauções do uso do cimento de fosfato de zinco

Sob tudo, é importante atentar-se à precauções ao manusear o material, evitando possíveis problemas principalmente ao paciente. São elas:

  • Não utilizar com o prazo de validade vencido;
  • Manter fora do alcance de crianças;
  • Somente para uso odontológico;
  • Utilizá-lo sempre de acordo com as instruções na bula.

É importante lembrar que o cimento de fosfato de zinco é um material que apresenta compostos químicos e a má utilização pode trazer problemas, por isso, procure sempre orientação do seu dentista.

Rodrigo Venticinque

Rodrigo Venticinque

Graduado pela Universidade de Santo Amaro (UNISA) e especialista em Prótese e Reabilitação Oral Integrativa, Biofísica Quântica, Biorressonância Aplicada e Ortomolecular. Pós-graduado em Estética Dental e Reabilitação Oral, com certificação em Remoção Segura da Amálgama e Odontologia Biológica pela Academia Internacional de Medicina Oral e Toxicologia. Professor da pós-graduação em Biofísica e Ortobiomolecular da QuantumBio. Também atua nas áreas de Ozonioterapia, Odontologia Sistêmica, Sedação Consciente com Óxido Nitroso e Hipnose. Diretor da clínica Venticinque Odontologia.

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