Dente permanente é o sucessor do dente de leite

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É preciso manter um acompanhamento com o dentista para que o dente permanente nasça com condições perfeitas

É preciso cuidar bem do dente permanente. Afinal, eles nos acompanharão para o resto da vida. Por isso, é importante praticar uma higienização impecável.

Durante nossa vida, nossa boca recebe duas dentições: o dente decíduo e o dente permanente.

O dente permanente é aquele que erupciona depois do dente de leite, também conhecido como dente decíduo. São chamados de permanentes porque acompanharão o paciente para o restante de suas vidas.

Nesse fase, desenvolvem-se 32 dentes. Sendo eles: quatro incisivos centrais, quatro incisivos laterias, quatro caninos, quatro primeiros pré-molares, quatro segundos pré-molares, quatro primeiros molares, quatro segundos molares e quatro terceiros molares. Este último é conhecido como dente do siso.

Função dos dentes permanentes

Os dentes incisivos têm como função cortar alimentos. Os caninos, que são pontiagudos, perfuram e dilaceram os alimentos.

Os pré-molares e molares, que possuem maior superfície oclusão, servem para triturar os alimentos para posterior ingestão.

Erupção dos dentes permanentes

Normalmente, os primeiros dentes permanentes a surgir na boca são os incisivos centrais inferiores, por volta dos 6 anos de idade.

Eles são consideravelmente maiores que os dentes de leite. O ideal é que sua entrada aconteça somente quando houver espaço suficiente na arcada dentária. Caso contrário, ocorrerá um apinhamento dos dentes.

Em seguida, nascem os dentes incisivos superiores e incisivos laterais inferiores, ambos aos 7 anos.

Os dentes do siso são os últimos a se manifestar. Eles aparecem só aos 17 anos ou até mesmo mais tarde. É preciso uma atenção especial com eles, já que surgem no momento em que a arcada está pronta. Portanto, podem trazer algumas complicações.

Além disso, é muito comum que eles permaneçam inclusos, ou seja, não conseguem erupcionar por algum motivo, não atingindo sua posição ideal.

Às vezes, acontece dos sisos permanecerem encobertos por anos. Nesses casos, para notar sua presença, o dentista realiza uma radiografia panorâmica.

E se os terceiros molares forem ocasionar em algum distúrbio, o profissional necessita extraí-los.

Atraso nos dentes permanentes

Depois que os dentes de leite caem, os permanentes demoram cerca de um mês para nascer totalmente.

Se eles não surgirem, o dentista deverá analisar alguns fatores. São eles:

  • Observar a idade da criança;
  • Ver como se deu a dentição da criança;
  • Fazer um raio X para verificar os pormenores da arcada.

Recorrentemente, os profissionais preferem esperar, mesmo que seja um grande período, pelo surgimento dos dentes permanentes, se eles estiverem postados embaixo da gengiva.

Motivos do atraso

Os principais motivos do atraso do dente permanente são por conta da queda precoce dos dentes de leite, por traumas ou cáries.

Fora isso, é possível que seja por razões sistêmicas, genéticas ou locais.

Sistêmicas

  • Nutrição;
  • Ausência de vitamina D;
  • Doenças endócrinas;
  • Uso de medicamentos;
  • Quando o bebê nasce prematuramente.

Genéticas

  • Amelogênese imperfeita;
  • Síndrome de Apert;
  • Displasia cleidocraniana;
  • Síndrome de GAPO;
  • Síndrome de Down;
  • Osteopetrose;
  • Osteogênese imperfeita.

Locais

  • Traumas;
  • Fibrose gengival;
  • Dentes supranumerários;
  • Tumores odontogênicos;
  • Anquilose dos dentes decíduos;
  • Perda prematura dos decíduos;
  • Decíduos impactados;
  • Erupção ectópica;
  • Maxilares atróficos.

Anodontia

Anodontia refere-se à ausência congênita de dentes. Na dentição permanente, em especial, a condição afeta os terceiros molares, segundos pré-molares, incisivos laterais superiores e incisivos centrais inferiores.

A anomalia só pode ser confirmada quando não é possível identificá-los definitivamente, como realizando radiografias.

Tratamento para dentes inclusos

Se o dentista identificar a presença do dente, mas de maneira inclusa, ele pode efetuar o tracionamento ortodôntico, que consiste em tracionar mecanicamente o dente para fazê-lo emergir no local onde deveria estar.

Entretanto, é importante ressaltar que essa técnica só pode ser executada em quem possui aparelho ortodôntico.

Nas outras ocasiões, a correção será feita com o aparelho ortodôntico convencional.

E se não for a maneira mais adequada, o especialista fará a exodontia e, em seguida, a colocação de implantes dentários.

Mas é necessário verificar profundamente o caso do dente permanente para ver qual o diagnóstico mais apropriado.

Rodrigo Venticinque

Rodrigo Venticinque

Graduado pela Universidade de Santo Amaro (UNISA) e especialista em Prótese e Reabilitação Oral Integrativa, Biofísica Quântica, Biorressonância Aplicada e Ortomolecular. Pós-graduado em Estética Dental e Reabilitação Oral, com certificação em Remoção Segura da Amálgama e Odontologia Biológica pela Academia Internacional de Medicina Oral e Toxicologia. Professor da pós-graduação em Biofísica e Ortobiomolecular da QuantumBio. Também atua nas áreas de Ozonioterapia, Odontologia Sistêmica, Sedação Consciente com Óxido Nitroso e Hipnose. Diretor da clínica Venticinque Odontologia.

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