9 tipos de doenças que se manifestam na boca

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É importante visitar o dentista periodicamente. Só ele poderá diagnosticar com precisão qualquer princípio de disfunção

Nossa saúde bucal não está desvinculada da saúde do corpo. Ambas caminham lado a lado, e muitas vezes a falta de saúde se manifesta por meio de doenças na boca.

Devemos nos atentar sempre e verificar a integridade bucal. Ao escovar os dentes, é importante olhar e checar se tudo está nos conformes, e se não há algo de estranho como uma doenças na boca.

Doenças na boca normalmente se exteriorizam de maneiras bastante característica e podem ter diferentes causas primárias.

Principais doenças na boca

  • Sífilis

Os primeiros sinais dessa infecção bacteriana são feridas que nascem na gengiva e demoram para cicatrizar. Além disso, também causam úlceras e placas vermelhas na região.

Para tratar a anomalia, os especialistas recomendam principalmente o uso de antibióticos.

  • Leucemia

Esse tipo de câncer no sangue, que se inicia na medula óssea, é caracterizado por manifestar-se na boca por meio de inchaço na gengiva e sangramentos espontâneos sem nenhuma razão visível.

  • Anemia

Anemia é a deficiência de hemoglobina no sangue, e geralmente, é causada pela ausência de ferro. Seu sintoma na boca é deixar a língua mais lisa, como se fosse um pneu careca.

Nossa língua saudável deve apresentar uma textura mais áspera e brilhante.

  • Bulimia

A bulimia é um distúrbio psicológico que faz uma pessoa ter compulsão alimentar, e em seguida, procurar expelir toda a comida que ingeriu. Para conseguir isso, ela procura fazer uso de laxantes ou forçar o vômito.

Devido ao hábito de vomitar frequentemente, que vem acompanhado de muita acidez, é comum aparecer diversas feridas na boca e desmineralizar o esmalte do dente.

  • Doenças autoimune

No lúpus, por exemplo, as lesões orais iniciam-se primeiro como petéquias (pequenos pontinhos vermelhos). Depois, passam a ser úlceras mais graves.

Com o pênfigo vulgar, há a formação de uma bolha que se estoura e deixa uma ferida bem sensível.

A cicatrização das duas é muito difícil por serem doenças autoimunes. Ou seja, o próprio sistema imunológico ataca as células saudáveis.

  • Diabetes

Por conta da cetose, pessoas que possuem diabetes normalmente tem tendências a ter mau hálito. A hiperglicemia também pode causar xerostomia, que é o quadro de boca seca e muita sede, e a capacidade de sentir sabores.

Além disso, os diabéticos têm uma disposição maior a desenvolver periodontite, gengivite, cáries, candidíase oral e eritemas.

  • Cirrose hepática

Para quem sofre de cirrose hepática, aquela lesão gerada no fígado por causa da ingestão de bebidas alcoólicas, gorduras ou algum tipo de vírus, a gengiva pode sofrer alteração em sua coloração, ficando mais amarelada.

  • HIV

Doenças causadas pelo vírus HIV aparecem por meio de linhas verticais brancas na lateral da língua, aftas grandes e gengiva inflamada.

O indivíduo com essa doença se encontra com baixa imunidade, sendo mais propenso a desenvolver qualquer tipo de disfunção.

  • Câncer de boca:

Os sintomas do câncer de boca podem varias de acordo com o grau da doença e aparecem de maneira silenciosa.

Nos estágios iniciais é comum aparecer: feridas na boca ou aftas que não cicatrizam em duas semanas; manchas vermelhas ou brancas dentro da boca; feridas superficiais que não doem nem sangram; e dor e sensação de incômodo na garganta.

Nos mais avançados: dificuldade de mastigar, falar e engolir; caroços no pescoço e aumento da língua; edentulismo; e mau hálito persistente.

Por isso, é importante visitar o dentista periodicamente. Só ele poderá diagnosticar com precisão qualquer princípio de doenças na boca. Se algum dos sintomas citado se manifestar, não hesite. Quanto mais cedo começar o tratamento, melhor.

Juliana Peres

Juliana Peres

Graduada em Odontologia pela Universidade Cidade de São Paulo. Pós-graduada em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial pelo programa de residência profissional do Complexo Hospitalar Padre Bento de Guarulhos. Conhecimento na área de cirurgia oral menor e maior. Residente em cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial no Complexo Hospitalar Padre Bento durante 3 anos e responsável pelo atendimento de pacientes na área de clínico geral, cirurgias orais e harmonização orofacial em diferentes clínicas.

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