Bisturi elétrico odontológico facilita procedimento cirúrgicos

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Cada vez mais utilizado, o equipamento é um diferencial para os dentistas

Conhecido também por “eletrocautério”, o bisturi elétrico tem se tornado cada vez mais comum nas clínicas e consultórios odontológicos.

Usado em vários procedimentos, dermatológicos, ginecológicos, cardíacos, o bisturi elétrico odontológico é eficiente em praticamente todas as especialidades cirúrgicas.

O bisturi elétrico tem como finalidade realizar o corte e a coagulação. Ou seja, a cauterização dos tecidos.

Diferenciais do Bisturi Eletrônico

Permitir que o profissional realize incisões rápidas e precisas é uma das muitas facilidades proporcionadas pelo equipamento.

Por isso, fazer o uso de bisturi cirúrgico comum pode tornar o processo pode ser mais longo e trabalhoso.

Dessa forma, essa tecnologia também permite que o dentista não aplique tanta pressão sobre os tecidos. Uma vez que é compacto e simples de manusear, o bisturi acessa de maneira fácil todas as regiões da boca.

Outra importante vantagem envolve o fato de sua incisão ser esterilizante, impedindo assim a propagação de germes e bactérias.

Sistemas do Bisturi

Existem duas categorias mais comuns de uso de bisturis conhecidas por monopolar e bipolar.

A técnica monopolar é utilizada quando há necessidade de cortes e coagulação. O cirurgião-dentista aplicará uma corrente elétrica de alta frequência através de uma pinça, fazendo com que a energia entre no corpo do paciente.

Já no sistema bipolar, o bisturi tem sua capacidade limitada. Dessa forma, trabalha com tensões mais baixas, logo, emprega menos energia.

Procedimentos Utilizando o Bisturi Eletrônico

Listamos abaixo alguns dos procedimentos mais comuns em que o bisturi eletrônico é utilizado:

  • Afastamento gengival para moldagem em prótese fixa;
  • Corte/Dissecação;
  • Cunha distal;
  • Frenectomia;
  • Fulguração;
  • Gengivectomia: para restauração sub-gengival; para remoção de bolsa periodontal; para fins protéticos (aumento de coroa clínica);
  • Hemostasia;
  • Incisão para exposição de dente incluso;
  • Remoção de hiperplasia (lesão hiperplásica);
  • Remoção de lesões para exame anatomopatológico;
  • Remoção de pólipo pulpar;
  • Ulectomia.

Bisturi no Mercado

Existem no mercado diversas marcas disponíveis. É possível encontrar o produto com diferentes preços, mas é sempre importante se atentar aos detalhes caso a diferença de preço seja muito grande.

Cheque sempre se atenderá suas necessidades. Da mesma forma, atente-se sempre para a voltagem do aparelho, confira se é compatível com o local em que irá utilizar para evitar futuros problemas.

A média de preço do bisturi elétrico fica na casa dos R$3.500,00. Portanto, deve ser muito bem cuidado e preservado, evitando que seja necessária a compra de um novo.

Métodos de Uso do Bisturi

Existem três métodos clássicos de uso do bisturi eletrônico. São eles:

  1. Método direto: geralmente utilizada para hemorragias capilares e pequenos vasos. A aplicação é direta do eletrodo ativo sobre a área em procedimento.
  2. Método indireto: conhecido como “pinçamento” é o método mais usado. Realiza o movimento do vaso com uma pinça hemostática, tocando de 2 à 3 cm acima da ponta da pinça com o eletrodo.
  3. Método a distância: uma faísca é liberada e, com o eletrodo ativo 2 à 8 cm da área, atinge o tecido, mais especificamente no local a ser coagulado.

Pós-operatório com o Eletrocautério

O pós-operatório com o Eletrocautério é simples e, quando bem realizado, é semelhante à uma incisão com lâmina.

Assim como em qualquer procedimento cirúrgico, a atenção e o cuidado devem ser redobrados. Portanto, o uso do bisturi elétrico facilita o cenário para o cirurgião.

Rodrigo Venticinque

Rodrigo Venticinque

Graduado pela Universidade de Santo Amaro (UNISA) e especialista em Prótese e Reabilitação Oral Integrativa, Biofísica Quântica, Biorressonância Aplicada e Ortomolecular. Pós-graduado em Estética Dental e Reabilitação Oral, com certificação em Remoção Segura da Amálgama e Odontologia Biológica pela Academia Internacional de Medicina Oral e Toxicologia. Professor da pós-graduação em Biofísica e Ortobiomolecular da QuantumBio. Também atua nas áreas de Ozonioterapia, Odontologia Sistêmica, Sedação Consciente com Óxido Nitroso e Hipnose. Diretor da clínica Venticinque Odontologia.

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